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Freguês Fiel

Nem todos os apaixonados pelo futebol possuem conhecimento de algumas importantes vantagens palestrinas no Derby ao longo dos mais de 100 anos de disputa desse clássico e eterno confronto.

Se faz necessário algumas lembranças, as quais elencamos:

Quem mais marcou em Derbys: 522 gols alviverdes contra 483 alvinegros

Maior Goleada em Derbys pelo Paulista: Palestra Itália 8×0 Corinthians (1933)

Maior Goleada em Derbys pelo Brasileiro: Palmeiras 4×0 Corinthians (2004)

Maior Goleada em Derbys por qualquer competição: Palestra Itália 8×0 Corinthians (1933)

Confrontos Diretos em Campeonatos Nacionais:  Palmeiras 21 vitórias contra 17 vitórias alvinegras

Confrontos Eliminatórios em Libertadores da América: Palmeiras duas eliminações a seu favor (1999 e 2000) contra nenhuma do rival

Derbys realizados em estádios fora da capital: 15 jogos, 6 vitórias do Palmeiras, 1 vitória do Corinthians, 8 empates
(Barretão, Barretos-SP, Benedito Teixeira, São José do Rio Preto-SP, Eduardo José Farah, Presidente Prudente-SP, Fonte Nova, Salvador-BA, Martins Pereira, São José dos Campos-SP, Morenão, Campo Grande-MS, Santa Cruz, Ribeirão Preto-SP)

Decisões de títulos em competições oficiais em confrontos diretos:

Palmeiras: 8 conquistas

  1. 1935 – Torneio Início
  2. 1936 – Campeonato Paulista
  3. 1938 – Campeonato Paulista Extra
  4. 1951 – Torneio Rio São Paulo
  5. 1974 – Campeonato Paulista
  6. 1993 – Campeonato Paulista
  7. 1993 – Torneio Rio São Paulo
  8. 1994 – Campeonato Brasileiro

Corinthians: 3 conquistas

  1. 1995 – Campeonato Paulista
  2. 1999 – Campeonato Paulista
  3. 2018 – Campeonato Paulista

NÚMEROS GERAIS DO DERBY

Jogos: 370
Vitórias Palmeiras: 131
Empates: 110
Vitórias Corinthians: 129
Gols marcados Palmeiras: 522
Gols marcados Corinthians: 483

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FORZA VERDÃO!!!

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Juve x Lusa

Clube Atlético Juventus e Portuguesa de Desportos se enfrentam no próximo domingo (10), no estádio Conde Rodolfo Crespi, na rua Javari, no bairro da Mooca, em partida válida pela sexta rodada do Campeonato Paulista da Série A-2. O clássico dos imigrantes é a maior atração do torneio e coloca frente a frente duas das mais tradicionais camisas do futebol paulista.

Essa será a segunda vez na história do Campeonato Paulista da Série A-2 que as equipes irão se enfrentar na rua Javari. No único confronto no estádio juventino até aqui, os donos da casa ganharam dos lusos pelo placar de 3 a 1, em 23 de março de 2017. Os gols juventinos foram marcados por: Caihame, Léo Ribeiro e Jorge Mauá.

No total, pela Série A-2, Juventinos e Lusos se enfrentaram por quatro vezes, com duas vitórias do time da Mooca, um empate e uma vitória lusitana.

Na atual temporada, após cinco jogos, o Juventus ocupa a nona colocação com seis pontos ganhos. Já a Lusa está em décimo terceiro lugar com quatro pontos, sem vencer no torneio.

Tabu na Javari

Há 33 anos a Lusa não vence o Juventus na rua Javari em jogos válidos pelo Campeonato Paulista de qualquer divisão. A última vitória dos portugueses no campo da Mooca aconteceu em 5 de março de 1986, quando superou os donos da casa pelo placar de 1 a 0, pela Série A-1.

De lá para cá, são sete jogos (seis pela Série A-1 e um pela Série A-2), com cinco vitórias juventinas e dois empates. Essa é a maior sequência invicta do Juventus contra a Portuguesa em toda a sua história atuando em seu estádio.

Nos últimos cinco jogos na Javari entre as equipes pelo Campeonato Paulista, em qualquer divisão, o Moleque Travesso venceu todos.

Alex Alves invicto no clássico

O treinador juventino Alex Alves desde que assumiu o comando do time grená em fevereiro de 2018 já disputou três clássicos contra a Lusa.

Foram dois empates em 0 a 0 (um pelo Paulista A-2 e um pela Copa Paulista) e uma vitória pelo placar de 1 a 0 (pela Copa Paulista).

Como técnico do Moleque Travesso, Alex Alves já comandou a equipe com 33 jogos, 10 vitórias, oito empates e 15 derrotas.

Clássico na década

De 2009 para cá, o clássico tem sido marcado pelo equilíbrio. Contando todas as competições nessa última década foram oito confrontos entre as equipes, com três vitórias para cada lado, dois empates, cinco gols pró Juventus e sete gols pró Lusa.

Jogos: 8
Vitórias Juventus: 3
Empates: 2
Vitórias Lusa: 3
Gols Juventus: 5
Gols Lusa: 7

Números na Javari em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 42
Vitórias Juventus: 12
Empates: 10
Vitórias Lusa: 20

Números Gerais em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 123
Vitórias Juventus: 27
Empates: 31
Vitórias Lusa: 65

juve

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Números do Derby

O Torneio Início foi uma competição criada puramente pelos brasileiros. O primeiro registro desse modelo de torneio de tiro curto, congregando diversas agremiações em um mesmo dia e local, com caráter beneficente, aconteceu justamente nos primeiros anos do século passado.

Pode se dizer que o Rio de Janeiro foi o berço do Torneio Início, já que a competição foi criada em 1916 pela Associação de Cronistas Desportivos do Rio de Janeiro (entidade atualmente denominada Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro – ACERJ). A primeira edição do Torneio Início do Rio de Janeiro, cuja final fora disputada entre Fluminense e América e que teve o Tricolor Carioca como o grande vencedor, jogando em casa, contou com cerca de cinco mil espectadores e teve a renda destinada em benefício da instituição denominada Patronato de Menores.

Três anos mais tarde, em 1919, a Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (ACEESP), junto com a Associação Atlética das Palmeiras, extinto clube da capital paulista, introduziram a competição no calendário esportivo bandeirante.

Sua fórmula popular foi reproduzida nas principais praças esportivas do Brasil: os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, por exemplo, já haviam aderido à competição a partir de 1917, enquanto, no Paraná, o Torneio Início foi implantado em 1918. Já em Pernambuco e na Bahia, a competição começou a ser disputada em 1919 – assim como em São Paulo. E no Ceará, no Rio Grande do Sul e em Alagoas, o certame fora disputado pela primeira vez, respectivamente, em 1920, 1921 e 1927.

A partir dos anos 50, por conta de questões financeiras e do aumento dos clubes nas divisões principais, a competição perdeu a sua importância, sendo descontinuada, tendo algumas edições esporádicas e esparsas, mas sem o mesmo prestígio.

O livro oficial da Federação Paulista de Futebol, escrito pelo jornalista Rubens Ribeiro, denominado “O Caminho da Bola”, que remonta a trajetória de mais de cem anos de futebol em São Paulo, retrata todas as edições da competição, com detalhes e resultados dos jogos.

PALMEIRAS NO TORNEIO INÍCIO

De 1919 a 1996, a Sociedade Esportiva Palmeiras disputou 87 partidas válidas pelo Torneio Início do Campeonato Paulista em toda a história da competição, contra as mais diversas agremiações, sagrando-se campeão nas seguintes edições: 1927, 1930, 1935, 1939, 1942, 1946 e 1969.

Independente do adversário, todas essas partidas são consideradas válidas pelo clube devido os seguintes critérios:

(1) Competição oficial organizada e chancelada pela entidade máxima do futebol estadual;

(2) Competição com regulamento definido;

(3) Competição com premiação estabelecida (troféu e bonificação em dinheiro aos participantes);

(4) Competição com arbitragem oficial;

(5) Competição com ampla difusão da mídia;

(6) Competição com bilheteria, renda e público;

(7) Competição com tradição e continuidade por cerca de quatro décadas consecutivas;

(8) Competição congregando todos os filiados da Divisão Principal;

(9) Competição em que as equipes utilizam seus uniformes oficiais;

(10) Competição em que os atletas deveriam estar devidamente filiados e registrados de acordo com as normas vigentes;

(11) Competição com súmula oficial.

Posto isso, a Sociedade Esportiva Palmeiras entende que há mais elementos que fazem a competição ter um pertencimento histórico relevante em vez de simplesmente eliminá-la de sua vida esportiva, como algo que nunca existiu, por puro anacronismo.

QUEM TAMBÉM CONSIDERA

O Clube de Regatas do Flamengo, por exemplo, que congrega um grupo de reconhecidos historiadores do clube na difusão e resgate histórico da agremiação carioca, por meio do site Fla-Estatísticas, tem o seguinte entendimento sobre a validação do Torneio Início como jogo oficial, o qual transcrevemos:

“JOGOS OFICIAIS: Consideramos na estatística oficial de jogos, aqueles em que o time do Flamengo entrou em campo obedecendo os critérios da FIFA. Mesmo quando há uma das restrições citadas abaixo, consideramos como jogo oficial do clube.

1ª Restrição: Jogos disputados em torneios que tinham jogos com duração menor que 90 minutos. Como exemplo, temos o Torneio Início e alguns torneios disputados na Europa e América do Sul. Mesmo não seguindo as determinações oficiais da FIFA, consideramos estes jogos oficiais, pois faziam parte de torneios realizados por Federações, Confederações e Entidades locais oficiais e quando o C. R. Flamengo se sagrava campeão, o título era considerado na lista oficial de títulos do clube.”

Veja mais aqui: www.flaestatistica.com/criterios

DIVERGÊNCIAS

Há divergências nos números dos confrontos entre Palmeiras e Corinthians justamente por conta dos critérios utilizados pelos clubes no tratamento de sua história: o Alviverde considera as partidas válidas por Torneios Inícios para fins de estatísticas, enquanto o Alvinegro suprime estes resultados quando contabilizam seu retrospecto.

Desde a implementação estatutária do Departamento de Acervo Histórico da Sociedade Esportiva Palmeiras, em 2005, o grupo de trabalho alviverde segue a mesma metodologia e princípios, e sempre considerando as partidas válidas pelo Torneio Início, a exemplo do que fez o Almanaque do Palmeiras, de autoria de Celso Dario Unzelte e Mário Sergio Venditti, publicado em 2004 pela Editora Abril, que contempla jogos de Torneio Início e outras competições similares contra todas as equipes do futebol paulista, sem distinção e revisionismo.

O Sport Club Corinthians Paulista, conforme a sua posição oficial e pública, utiliza como números oficiais os dados fornecidos pelo jornalista Celso Dario Unzelte.

De 2000 até os dias atuais, Unzelte já apresentou as seguintes posições nos mais diversos trabalhos por ele elaborado:

Almanaque do Timão – Volume 1 – (autor: Celso Dario Unzelte) publicado em 2000 pela Editora Abril.

Todo o almanaque considera as dezenas de jogos do Corinthians pelo Torneio Início de 1919 a 1996, além do Torneio Henrique Mündel, o qual a agremiação corintiana jogou com o time titular.

Esse mesmo Almanaque foi reeditado em 2005, porém, desta vez, sem os jogos do Torneio Início e do Torneio Henrique Mündel.

Corinthians x Palmeiras – Uma história de Rivalidade (autor: Antônio Carlos Napoleão), publicado em 2001 pela editora Mauad, com colaboração de Celso Dario Unzelte.

O trabalho distingue o Torneio Início separadamente, mas traz como jogo válido o Torneio Henrique Mündel.

Revista Placar – Os Grandes Clássicos (maio de 2005). Com colaboração de Celso Dario Unzelte

A edição não considera os Torneios Inícios, mas traz como jogo válido o Torneio Henrique Mündel.

Site – Meu Timão

Um dos portais mais importantes de difusão de conteúdo sobre o Sport Club Corinthians Paulista, o Meu Timão apresentou matéria especial sobre a conquista do Torneio Início, em 17 de novembro de 2017, às 16h43, assinada por Celso Dario Unzelte.

Site Oficial – SCCP

O site oficial do Sport Club Corinthians Paulista também faz referências à competição, tanto em algumas matérias do site quanto na sua relação de conquistas e cronologia histórica.

Revista O Mundo do Futebol publicada em 2003 pela Editora On Line, com colaboração e consultoria de Celso Dario Unzelte.

A obra traz os jogos do Torneio Início e do Torneio Henrique Mündel na contagem geral dos números do confronto.

CONCLUSÃO

O trabalho elaborado pela Sociedade Esportiva Palmeiras engloba todos os confrontos oficiais entre as equipes principais dos dois tradicionais clubes na história, sem distinção, respeitando e preservando a história puramente factual, de forma fria, sem análises, interpretações personalistas, critérios próprios ou julgamentos.

O trabalho elaborado pelo Sport Club Corinthians Paulista apresenta os números, alegando que os Torneios Inícios e a Taça Henrique Mündel não eram competições jogadas em 90 minutos, apesar de a competição ser oficial organizada pela entidade máxima do futebol bandeirante, ter súmula, juiz, valer taça, ter público, bilheteria e registros nas federações e imprensa.

Vale lembrar que, nem sempre na história do futebol, as partidas eram jogadas em 90 minutos. No início dos tempos, por exemplo, as partidas eram divididas em dois tempos de 40.

Indo além, as partidas disputadas em 1918 e no começo de 1919 foram limitadas em seu tempo de jogo ainda mais, baixando as partidas do Campeonato Paulista para dois tempos de 35 minutos, devido à epidemia da Gripe Espanhola, por exemplo.

Segundo a ótica alvinegra, como ficam os jogos que houveram prorrogação? Afinal, segundo eles, o critério para estabelecer o que é ou não jogo válido são apenas os 90 minutos. Partindo disso, a semifinal do campeonato paulista de 1986 e as finais do paulista de 1993 e 1995 deverão ser riscadas da história do Derby?

Partindo da análise dos corintianos, teriam então que ser deconsiderados inúmeros jogos da história do Derby, pois a regra utilizada por eles para formatação de seus conceitos históricos não atende aos parâmetros de análise por eles mesmos criados e entendidos como ponto de fé e verdade absoluta, aos quais apontamos acima.

O trabalho do Palmeiras tem como a regra número 1 o seguinte parâmetro: não se mede o passado com a régua do presente e vice-versa. Deve-se respeitar os fatos de acordo com o seu tempo e o seu espírito.

No entanto, cabe a cada um julgar por si só os metódos adotados pelas duas instituições na preservação da história de um dos maiores confrontos do futebol mundial e utilizar a métrica que melhor lhe convém. A Sociedade Esportiva Palmeiras trabalha com fatos. E, aos fatos, respondemos.

Se o Corinthians entende que os jogos do Torneio Início contra o Palmeiras devam ser descartados e não valem nada, entendemos que eles prestam um desserviço à memória de seu próprio clube. Afinal, o time alvinegro possui oito títulos da competição, sendo o maior campeão do torneio, e por conta de não reconhecê-lo, segundo o que foi exposto no trabalho alvinegro, tem por si só essas conquistas descartadas de sua rica galeria de campeões. Já nós, do Palmeiras, damos muito valor a tudo aquilo que conquistamos, com suor e fibra, no gramado em que a luta sempre nos aguarda. Principalmente a todas as vitórias sobre o nosso maior rival.

NÚMEROS DO DERBY

Jogos: 369
Vitórias Palmeiras: 131
Empates: 110
Vitórias Corinthians: 128
Gols marcados Palmeiras: 522
Gols marcados Corinthians: 482

luis pereira consola rivelino 1974

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Hiena da Fiel

Você sabia que na era do “Fax”, entre 1967 e 1970 o Corinthians não venceu nenhum Derby contra o Palmeiras em competições nacionais?

Foram 7 jogos entre as equipes, com 4 vitórias do Palmeiras, 3 empates, 9 gols pró Palmeiras e 4 gols pró Corinthians.

Os dois times disputaram o quadrangular final do campeonato nacional de 1967 e 1969. Em ambas ocasiões, o Palmeiras saiu com o título de campeão brasileiro.

Na era do “Fax”, o Timão nunca deu volta olímpica e a criançada alvinegra tinha o hábito de curar as suas amarguras com as deliciosas balas Juquinha. Um confeito mastigável que se tornou uma expressão de algo pueril. Um prêmio de consolação. Um troco.

No programa de televisão infantil Bozo, que fez muito sucesso nos anos 80, o garoto Juca (que estampava as embalagens da bala) voltou a fazer sucesso ao trabalhar no circo como um ajudante do palhaço.

Nesse período, outro Juca também brilhava com sua pena nas mãos e sua fantasia acima da média, ao associar o seu clube de coração, junto com alguns marqueteiros de mesmo matiz, a um movimento civil de reivindicação por eleições presidenciais diretas no Brasil. Pura demagogia.

De lá para cá, parece que o nome inspira Juquinhas a servirem como bobos da corte da Fiel, ao entretê-la com suas palhaçadas e imaginação no picadeiro da crônica esportiva. Não tem mundial. Fax. Embaixadinha. Arena é um pneu. Selo ou não selo.

A geração que viveu 23 anos sem conquistar títulos e que mandou embora seu maior ídolo Rivelino como um cachorro vira-latas para fora de seu clube adquiriu o hábito das hienas sempre que se sentem ameaçadas. Um complexo de inferioridade de dar pena e que só demonstra o quanto nós palestrinos estamos no caminho correto.

Quem tem mais, tem dez. Quem não tem, Faz-me-Rir!

balas juquinha

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Melhor do século XXI

No século XXI não houve um time na história da Sociedade Esportiva Palmeiras que conviveu mais com as vitórias como o elenco Campeão Brasileiro de 2018. Foram 48 triunfos em 77 jogos (contando os amistosos na América Central). O recorde anterior de vitórias numa única temporada nesse novo século havia sido em 2008, quando o Verdão registrou 38 vitórias em 71 jogos.

Foi também em 2018 o ano que o torcedor palmeirense mais vezes soltou o grito de gol. Foram 131 tentos marcados, superando a marca de 126 gols marcados nas temporadas de 2003 e 2004.

Pela primeira vez nesse século o Palmeiras terminou uma temporada sem derrotas superiores a dois gols de diferença. Isso aconteceu em apenas duas ocasiões nas derrotas para o Boca Juniors, no estádio da Bombonera, pela Copa Libertadores da América e para o Corinthians, na Arena Itaquera, pelo Campeonato Paulista.

Em 2018, registramos também o melhor saldo de gols em uma temporada nesse século com uma marca de 82 gols positivos. O recorde anterior havia sido em 2003 quando terminamos o ano com 57 gols positivos.

Nessa temporada, pela primeira vez na história do clube, um atleta terminou a temporada sendo artilheiro por duas competições. Borja foi o goleador máximo do Campeonato Paulista e da Copa Libertadores da América. Algo inédito.

Registramos a Melhor Campanha da história do Campeonato Brasileiro em um único turno na era dos pontos corridos (2003 em diante) com 47 pontos conquistados no segundo turno, obtivemos a Maior sequência invicta da competição com 23 partidas invictas, melhor ataque, melhor defesa, maior número de vitórias, menor número de derrotas, melhor desempenho como visitante, melhor desempenho como mandante, líder de arrecadação, craque do campeonato com o atacante Dudu e o melhor técnico do campeonato com Luiz Felipe Scolari.

Nesse ano, conquistamos feitos expressivos como aplicar a maior vitória de um clube estrangeiro sobre o Boca Juniors atuando no estádio do rival em jogos por competições oficiais.Quebramos o incômodo tabu de 16 anos sem vencer o São Paulo Futebol Clube no estádio do Morumbi. Após 17 anos voltamos a disputar uma semifinal de Copa Libertadores da América. Entre outros.

Nas arquibancadas, quebramos o recorde de público do novo Palestra Itália com 41.256 pagantes presentes na partida entre Palmeiras 3×2 Vitória, pelo Brasileirão.

Além desses recordes e marcas alcançados pelo futebol profissional, os palmeirenses puderam se orgulhar também do seu futebol de base e dos esportes olímpicos do clube. Pelo segundo ano consecutivo, o alviverde classificou todas as suas cinco categorias de base do futebol para as finais do Campeonato Paulista. Feito inédito que nenhum outro clube na história jamais conseguiu.

Foram 25 conquistas alviverdes nas categorias de base do futebol, sem contar premiações individuais e convocações de atletas para a seleção brasileira:

Torneio Ibercup – Etapa Brasil (Sub-10)
GO Cup (Sub-11)
Copa Bellmare U-11 Internacional (Sub-11)
1ª Copa Internacional de Avanhandava (Sub-12)
Copa Puma Toreros (Sub-12)
Mito Hollyhock Cup (Sub-13)
Campeão Paulista (Sub-13)
Encontro de Futebol Infantil Pan-Americano (EFIPAN) (Sub-14)
Tokyo U-14 International Youth Football Tournament (Sub-14)
Dani Cup (Sub-14)
Campeão Brasileiro (Sub-14)
Copa do Brasil de Futebol Infantil (Sub-15)
Torneio We Love Football (Sub-15)
Torneio FAM CUP – Série Prata  (Sub-16)
Saitama International Football Festival (Sub-16)
Salvador Cup – Série Prata (Sub-16)
Copa Santiago de Futebol Juvenil (Sub-17)
Scopigno Cup (Sub-17)
Mundial de Clubes (Sub-17)
Campeão Paulista (Sub-17)
Torneio de ICTG Uitgeest (Sub-20)
Torneio de Terborg (Sub-20)
CEE Cup (Sub-20)
Campeão Brasileiro (Sub-20)
Campeão Paulista (Sub-20)

Foram 16 conquistas coletivas nos esportes olímpicos que militamos, sem contar as centenas de conquistas individuais e convocações para as seleções brasileiras das respectivas modalidades:

Basquete

Campeão Paulista (Mirim)
Copa Brasil de Clubes (Infanto-Juvenil)
Campeão Estadual (Infanto-Juvenil)

Futebol Americano

Campeão Metropolitano (Adulto Feminino)

Futsal

Campeão Metropolitano (Sub-16)
Taça Brasil de Futsal (Sub-9)
Campeão Estadual (Sub-10)
Campeão Estadual (Sub-12)
Campeão Estadual (Sub-16)

Futebol de Mesa

Campeão Paulista (Adulto Masculino)

Ginástica

Campeão Estadual (Adulto)
Campeão Estadual (Categoria de Base)
Campeão Pan-Americano (Infanto-Juvenil)

Hóquei in Line

Campeão Paulista (Adulto)
Campeão Copa São Paulo (Sub-20)

Tênis

Campeão Paulista Interclubes (Especial Adulto Masculino)

Esse é o maior legado que toda a coletividade esmeraldina sonha e deseja. Nossa tradição se faz com títulos e troféus. Seguimos fortes nessa direção. É missão de fé dos nossos gestores impulsionar cada vez mais a grandeza do nosso querido Alviverde.

Nesse particular, estamos muito bem representados. Temos na figura do presidente Maurício Galiotte um gestor com perfil conciliador, apaixonado pelo clube e capaz de nos conduzir com sabedoria e competência. Não à toa, obtivemos todos os prêmios de gestão e reconhecimento dos principais veículos e órgãos que avaliam a administração dos clubes esportivos.

Temos também um parceria sólida que nos oferece um invejável suporte financeiro para mantermos a nossa excelência esportiva, na figura da FAM e Crefisa, empresas comandadas pelos conselheiros José Roberto Lamacchia e Leila Pereira.

Aliado a isso um corpo de profissionais, colaboradores, conselheiros e diretores que atuam em todas as esferas do clube com dedicação ímpar, paixão e capacidade acima da média.

Acima de tudo, uma torcida apaixonada, que conduz esse sentimento de palestrinidade com alma e coração, em todos os momentos!

Estamos no caminho certo. Somos a Sociedade Esportiva Palmeiras!

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO À TODA FAMIGLIA PALMEIRENSE!

QUE 2019 SEJA AINDA MAIS ALVIVERDE E REPLETO DE NOVOS FEITOS E CONQUISTAS!

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Atire a primeira pedra

Nos anos 10 abrimos nosso clube para servir de abrigo aos enfermos da gripe espanhola. E nem por isso nos vangloriamos por cumprir uma função social que era de responsabilidade do Estado.

Nos anos 20 já tínhamos em nossas fileiras atletas negros no futebol e no atletismo. E nem por isso não nos pouparam o rótulo de racistas.

Nos anos 30, recebemos Getúlio Vargas, o filho de Benito Mussolini e os membros da aeronáutica de elite do Duce dentro de nossa sede social. E nem por isso mudamos nossos princípios democráticos.

Nos anos 40 o então presidente da República Getúlio Vargas esteve presente num jogo do Palestra Itália, no jogo inaugural do estádio municipal do Pacaembu, bem como em nossa sede social. E nem por isso deixamos de sofrer toda a perseguição imposta pelo seu regime totalitário e xenófobo, devido as nossas raízes imigrantes e italianas.

Nos anos 50 o então presidente da República Juscelino Kubitschek esteve presente num jogo do Palmeiras. E nem por isso nos alinhamos aos seus pensamentos.

Nos anos 60 fomos aclamados pela UNESCO com todas as suas honrarias por termos auxiliado milhares de entidades beneficentes. E nem por isso nos colocamos em posição de soberba.

Nos anos 80 e 90 recebemos ministros, prefeitos, governadores e tantas outras autoridades das mais diversas correntes políticas em nossos jogos e sede social, com amplo registro público. E isso não nos fez menos ou mais tolerantes ou intolerantes. Mais direita, centro ou esquerda.

Nos anos 2000, Lulinha, filho do então presidente da República naquela ocasião, Luís Inácio Lula da Silva, foi contratado pelo Palmeiras para trabalhar no departamento de futebol do clube. E isso não nos fez adotarmos uma posição ideológica compatível com o chefe de Estado.

Durante toda a nossa história revertemos inúmeras rendas para a municipalidade edificar os seus projetos, acima de matizes políticas.

A vinda do atual presidente da república Jair Bolsonaro para a última partida do Campeonato Brasileiro e entrega do troféu e medalhas aos campeões está em linha com a tradição Palestrina em receber importantes estadistas e autoridades. Nada além disso. Qualquer outra ilação é fruto de teorias conspiratórias ou paixões pessoais.

Nosso relacionamento com qualquer autoridade e órgão de poder sempre foi (é e será) institucional. Nunca ideológico!

Isso é premissa de fé lavrada em nossa Carta Magna, o estatuto social da Sociedade Esportiva Palmeiras, no artigo 32, parágrafo V.

“Respeitar as autoridades dos poderes e órgãos administrativos, sendo-lhe defeso, dentro da SEP, qualquer manifestação de caráter político, religioso ou de discriminação.”.

Essa regra está acima dos homens e de conveniências personalistas. E é por ela que a instituição se norteia, respeitando as autoridades de nossa nação (e de qualquer outra) que por ventura se sintam inclinadas com os nossos valores e história, não o contrário.

O Palmeiras é um sentimento de todos. Nada nem ninguém irá macular ou diminuir nossas Glórias e Conquistas, que por mais de 100 anos é fruto da luta e união de milhões de abnegados de todos os credos, raças e etnias.

Tudo isso no mesmo palco, o gramado do imortal estádio Palestra Itália, que meses atrás recebia o músico Roger Waters com a sua mensagem de #EleNão. Tudo de modo pacífico, democrático, tolerante e laico. Nem oito, nem oitenta.

“Quem dentre vós não tiver pecado, atire a primeira pedra”.

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Academia pragmática

Estádio do Maracanã. Rio de Janeiro. Dia 7 de março de 1965. Torneio Rio São Paulo. Palmeiras contra o Vasco da Gama-RJ. O juiz Ethel Rodrigues apita o início da partida. O Palmeiras dá a saída. Djalma Santos lança uma bola longa para Gildo na ponta-direita. Em velocidade ele dispara e em apenas sete segundos abre o placar para o Palmeiras.

Bola longa treinada pelo técnico argentino Filpo Nuñez era um expediente fatal da primeira Academia da década de 60, que levou o alviverde ao título do Torneio Rio São-Paulo.

Estádio Centenário. Montevideo. Uruguai. Dia 11 de fevereiro de 1972. Torneio de Mar del Plata. Palmeiras contra o Peñarol-URU. O juiz apita o início da partida. O Palmeiras dá a saída. Lançamento para Fedato. Em velocidade ele dispara e em apenas 30 segundos abre o placar para o Palmeiras.

Bola longa treinada pelo técnico Oswaldo Brandão era um expediente fatal da segunda Academia da década de 70, que levou o alviverde a ganhar todos os títulos que disputou.

Estádio do Pacaembu. Dia 3 de setembro de 1972. Campeonato Paulista. Palmeiras contra o São Paulo. Por 90 minutos, o alviverde joga defensivamente para garantir o resultado de empate em 0 a 0, que lhe dava o título de campeão paulista invicto. Expediente comum utilizado pelo técnico Oswaldo Brandão, comandante da segunda Academia e o técnico mais vitorioso da história do Verdão.

Estádio do Morumbi. Dia 23 de dezembro de 1972. Campeonato Brasileiro. Palmeiras contra o Botafogo-RJ. Por 90 minutos, o alviverde joga defensivamente para garantir o resultado de empate em 0 a 0, que lhe dava o título de campeão brasileiro. Expediente comum utilizado pelo técnico Oswaldo Brandão, comandante da segunda Academia e o técnico mais vitorioso da história do Verdão.

Estádio do Morumbi. Dia 20 de fevereiro de 1974. Campeonato Brasileiro. Palmeiras contra o São Paulo. Por 90 minutos, o alviverde joga defensivamente para garantir o resultado de empate em 0 a 0, que lhe dava o título de campeão brasileiro. Expediente comum utilizado pelo técnico Oswaldo Brandão, comandante da segunda Academia e o técnico mais vitorioso da história do Verdão.

Aqui, alguns recortes da história dos maiores times do Palmeiras. As duas Academias dos anos 60 e 70. Times clássicos e super-campeões. Exaltados pelo seu jogo técnico e eficente. Jogavam com brilho durante toda a competição. Mas, inúmeras vezes, na hora da decisão, a técnica e o refinamento davam lugar a raça, a bola longa e aos cuidados defensivos.

Cada jogo e situação pedem uma estratégia e mobilização especiais. Os grandes times do Palmeiras sempre souberam disso. A maior parte da torcida do Palmeiras sempre soube disso. Felipão, como tantos outros grandes técnicos da vida palestrina, sabe disso.

Quem não conhece a nossa história (ou parte dela) tenta induzir o torcedor mais desatento que o Palmeiras faz um futebol medíocre ou de resultadismo. Picham o clube alviverde com termos pejorativos como “Cucabol” e outras maledicências. Contam números de passes, como se isso fosse o único recurso válido e eficiente. Limitam suas análises para avaliar a qualidade de um time por quantos chuveirinhos eles realizaram nas partidas. Tentam diminuir nossos feitos. Tentam criar um estado de espírito adverso, de modo canalha e cafajeste.

Pouco ou nada importa para a coletividade palestrina. Soa caricato e inócuo. Essas artimanhas são truques antigos que convivemos desde a nossa existência. Já fomos italianinhos, carcamanos, quinta colunas e tudo mais que o valha. Seguimos cada vez mais fortes.

Queremos o Deca! Jogando bonito, jogando na retranca, jogando no ataque, com troca de passses, com bolas longas. Do jeito que for. Nada nem ninguém desviará nosso foco. Cada jogo será uma batalha e estamos fechados com nosso comandante Luiz Felipe Scolari e o atual elenco de jogadores. Todos unidos e com fé inabaláveis rumo à esse grande e tão sonhado objetivo.

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