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Fratello è verde

Luiz Antônio Venker Menezes, ou simplesmente Mano Menezes, é o novo técnico da Sociedade Esportiva Palmeiras para a sequência da temporada 2019, em substituição a Luiz Felipe Scolari.

Treinador da seleção brasileira entre 2010 e 2012, o novo comandante esmeraldino possui as seguintes conquistas em seu currículo: Campeão Gaúcho (2002/06/07), Campeão Paulista (2009), Campeão Mineiro (2018/19) e Campeão da Copa do Brasil (2009/17/18).

A chegada de um treinador que teve passagem pelo maior rival alviverde não é novidade na vida palmeirense, bem como com passagem pela seleção brasileira. Ele será o décimo sexto comandante palestrino a ter servido o selecionado nacional e o trigésimo terceiro profissional com passagem pelo time do Parque São Jorge a vestir o manto verde e branco.

Confira os técnicos que trabalharam no Palestra/Palmeiras que atuaram como técnico ou jogador no maior rival:

Bianco Spartaco Gambini – 1921, 1922, 1923 e 1930/1931
Amilcar Barbuy – 1924 a 1925 e 1929
Joaquim Almeida (Bororó) – 1927 a 1928
Arturo Fabbi – 1937
Armando Del Debbio – 1942 a 1944 e 1945
Oswaldo Brandão – 1945 a 1946 e 1947 a 1948 e 1958 a 1960 e 1971 a 1975 e 1980
Jim Lopes – 1950
Aymoré Moreira – 1954 a 1955 e 1956 a 1957 e 1967
Armando Renganeschi – 1961
Silvio Pirillo – 1963 a 1964
Mario Travaglini – 1964 a 1968 e 1971 e 1984 a 1985
Filpo Nunez – 1964 a 1965 e 1968 a 1969 e 1978 a 1979
Fleitas Solich – 1966
Rubens Minelli – 1969 a 1971 e 1982 a 1983 e 1987 a 1988
Helio Maffia – 1972 a 1974
Dino Sani – 1975 a 1976
Jorge Viera – 1977 a 1978 e 1981
Carlos Alberto Silva – 1984 e 1995
Enio Andrade – 1988
Emerson Leão – 1989 e  2005 a 2006
Jair Pereira – 1990
Paulo Cesar Carpegiani – 1991
Nelsinho Baptista – 1991 a 1992
Vanderlei Luxemburgo – 1993 a 1994 e 1995 a 1996 e 2002 e 2008 a 2009
Valdir Espinosa – 1995
Jair Picerni – 2003 a 2004 e 2006
Wilson Coimbra – 2004 e 2005
Candinho – 2005
Tite – 2006
Antonio Carlos Zago – 2010
Jorge Parraga – 2010
Oswaldo de Oliveira – 2015
Mano Menezes – 2019

Confira os técnicos que trabalharam no Palestra/Palmeiras com passagem pela seleção brasileira:

Ramon Platero – 1925
Silvio Lagreca – 1940
Aymoré Moreira – 1953/1961 a 1963/1967 a 1968
Osvaldo Brandão – 1955/1956/1957/1975 a 1977
Silvio Pirillo – 1957
Filpo Nunez – 1965
Mario Travaglini – 1976
Telê Santana – 1980 a 1982/1985 a 1986
Carlos Alberto Silva – 1987 a 1988
Vanderlei Luxemburgo -1998 a 2000
Candinho – 1999 a 2000
Pedro Santilli – 2000
Emerson Leão – 2001
Luiz Felipe Scolari – 2001 a 2002/2013 e 2014
Mano Menezes – 2010 a 2012
Tite – 2016 até os dias atuais

mano menezes
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Tite odeia Verde

Desde 20 de junho de 2016, Adenor Leonardo Bacchi é o homem que responde pelo comando técnico da seleção da Confederação Brasileira de Futebol. Junto com ele, Edu Gaspar assumiu a coordenação técnica canarinho.

Identificados com o maior rival da Sociedade Esportiva Palmeiras, o comandante e seu assecla aprenderam no Parque São Jorge a nutrir uma repulsa natural ao alviverde. Isso não é declarado abertamente, evidentemente. Mas é nítido nas atitudes de ambos.

Aclamado constantemente por setores da crônica esportiva como um dos melhores elencos do Brasil desde 2015, o Palmeiras é o clube dentre os grandes do futebol brasileiro que menos atletas cedeu para a seleção nacional na era Tite/Gaspar.

O treinador e seu coordenador discordam desse “chavão” criado pelos jornalistas de que o alviverde é o time que mais concentra atletas de qualidade em suas fileiras no país, e entendem justamente o contrário. Os olhos e os corações deles estão voltados para o outro Parque, localizado às margens do rio Tietê. Isso é óbvio e comprovado.

Os números demonstram a antipatia do treinador e do seu coordenador com os palmeirenses. Apenas dois atletas do Verdão foram “testados” a partir da gestão encabeçada pela dupla: os atacantes Dudu e Gabriel Jesus.

Em 25 de janeiro de 2017, Dudu em sua única chance na seleção de Tite, marcou o gol da vitória brasileira por 1 a 0 no amistoso contra a Colômbia. O jogo realizado no Rio de Janeiro não pode nem ser parâmetro de análise dos jogadores que atuaram, dada a carga emocional por trás da partida, que tinha como objetivo reverter a renda às vítimas do acidente aéreo que atingiu fatidicamente os atletas da Chapecoense.

Além disso, o critério da convocação só dizia respeito aos atletas que atuavam no Brasil. Do então campeão brasileiro Palmeiras, o zagueiro Vitor Hugo e Dudu integraram os selecionáveis, mas somente o atacante foi utillizado e “testado”, muito mais para cumprir um protocolo excepcional que por uma convicção do treinador e seu coordenador.

Dudu ainda foi chamado novamente em março de 2017 para o lugar de Douglas Costa, cortado por lesão, para os jogos contra Uruguai e Paraguai pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo. Mas apenas se resumiu a amargar o banco de reservas, até nunca mais ser convocado.

Já Gabriel Jesus foi convocado pelo comandante da seleção nacional em 22 de agosto de 2016, após o jogador se destacar na seleção olímpica, quando ajudou o Brasil a conquistar a medalha de ouro inédita, com seus gols e habilidade. Antes, já como referência ofensiva do Palmeiras, não era lembrado.

Tite teve que “engolir” o palmeirense Jesus, que logo se tornaria jogador do inglês Manchester City, para alívio da dupla alvinegra Tite/Gaspar.

A cada convocação fica cada vez mais evidente que há no minímo uma má vontade com os atletas da Sociedade Esportiva Palmeiras. Fernando Prass no seu auge, nunca foi “testado”. Moisés, um dos melhores e mais versáteis atletas de sua posição sequer está no “radar”. Jailson, um goleiro com mais de 500 dias de invencibilidade na meta, algo que nenhum dos convocados possui em seus currículos, foi ignorado. Lucas Lima, após vestir o manto alviverde, não serve mais. Gustavo Scarpa quando jogador do Fluminense foi lembrado por Tite. Agora, nem sabe que ele existe. Marcos Rocha, quando defendia o Atlético-MG era selecionável, hoje nada.

O técnico usa um discurso de encantador de serpentes em suas explanações. Evoca valores morais, éticos e de justiça. Parece um pastor em pregação. Sempre bem postado. Construiu uma aura perante os setores da crítica esportiva de quase unanimidade. Quase!

Para nós palmeirenses, em particular, ele sempre será o técnico do nosso maior rival. Do time que mais detestamos. Aquele que saiu pelas portas dos fundos do Palestra Itália em 2006, após uma derrota para o Santa Cruz, em Recife, quando comandava o alviverde.

“O conselho que eu dou para o Tite é ele calar a boca. O Palmeiras jogou um futebol medíocre. Isso é o que precisamos avaliar”, disse na ocasião, o então diretor de futebol palmeirense Salvador Hugo Palaia. Tite chegou a São Paulo e pediu demissão.

Já a bronca de Edu Gaspar vem dos tempos em que ele era jogador do rival, e esteve em campo nas duas eliminações alvinegras para o Verdão na Copa Libertadores da América de 1999 e 2000.

Consciente ou inconscientemente a má vontade da dupla contra o Palmeiras se justifica. Mas saibam, que nós também não gostamos de vocês. Nossa seleção veste apenas uma cor, a verde. É por ela que nos importamos e sangramos.

O amarelo fica por conta do que desejamos para essa seleção gambática na Copa do Mundo da Rússia.

dudu selecao

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Basquete Alviverde

Três atletas formados nas categorias de base do basquete palmeirense foram convocados nessa semana pelo técnico Aleksandar Petrovic para a seleção brasileira adulta, que disputará a segunda rodada dos jogos classificatórios para a Copa do Mundo 2019, nos próximos dias 22 e 25 de fevereiro, contra Colômbia e Chile, na Arena Goiânia, na capital de Goiás.

São eles: Arthur Pecos Fernandes da Silva (Armador), Yago Mateus dos Santos (Armador) e Leandro Mateus Barbosa (Ala/Armador).

Leandrinho

Foi no clube alviverde que o atleta começou a se tornar um jogador, passando por todas as categorias menores. Leandrinho já mostrava superioridade entre os garotos de sua idade. Em 1998, o atleta se tornou um dos mais jovem a entrar em quadra pelo time adulto do Palmeiras.

Arthur Pecos

Defendeu as categorias de base do Verdão durante quatro anos e meio. Atuando do infantil até a equipe adulta do alviverde, ganhando inúmeros títulos. Chegou a disputar a sua primeira  temporada do NBB  em 2013 jogando pelo time palmeirense. Na ocasião, registrou as seguintes médias na competição:  6.06 pontos, 1.90 rebotes e 1.71 assistências e 16.55 minutos de presença de em quadra.

Yago Mateus

Por cinco anos defendeu as categorias de base do Palmeiras. Chegou ao clube em 2012 e logo conquistou a todos com seu talento. Venceu diversos prêmios individuais e troféus com a camisa palestrina desde o sub-13 até o sub-19. Sua primeira experiência na categoria adulta aconteceu em 2016 quando participou do Campeonato Aberto Paulista, defendendo as cores alviverdes.

No dia 2 de Março de 2016 na vitória alviverde diante do C.A.Paulistano por 96 a 91, no ginásio do Jardim Paulista, Yago marcou 56 pontos, em partida válida pela segunda rodada do Campeonato Estadual Sub-17.

yago mateus

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Fried, Neymar Jr. e o Verdão

Essa semana repercutiu as declarações e fotos de Neymar Jr. manifestando a sua paixão de infância pela Sociedade Esportiva Palmeiras. O craque do Paris Saint-Germain, da França, esteve com os seus companheiros de seleção brasileira na Academia de Futebol e no estádio Palestra Itália, se preparando para o jogo do Brasil contra o Chile pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, que acontece na casa palestrina, na terça-feira (10).

Não é a primeira vez que um dos maiores jogadores do futebol – e que nunca atuou pelo clube palestrino – fez uma exposição pública demonstrando carinho pelo alviverde.

No ano de 1923, o astro consagrado Arthur Friedenreich vestiu a camisa palestrina ao lado de seu companheiro de seleção brasileira Heitor Marcelino, ídolo palestrino, antes de um jogo amistoso.

A dupla que havia conquistado os títulos sul-americanos em 1919 e 1922 era o grande sonho de todo torcedor. Dois grandes nomes do futebol que brilharam nos primeiros tempos e mobilizavam multidões.

fried e heitor.jpg

O gesto se repete algumas décadas depois. Gabriel Jesus, ídolo palmeirense, ao lado de Neymar Jr. fizeram os aficcionados pelo alviverde sonharem por um instante que essa dupla um dia possa defender a bandeira esmeraldina.

No passado, Fried seguiu a sua fantástica carreira brilhando em defesa de outras cores, não concretizando o desejo dos fãs do Verdão em atuar ao lado de Heitor e outros craques.

No futuro, que Neymar Jr. e Jesus editem toda a sua magia no alviverde imponente!

No presente, fica o orgulho de ver esses dois astros mundiais juntos pisando no gramado do Jardim Suspenso com a camisa amarela da seleção nacional.

A mesma malha canarinho que o time inteiro do Palmeiras vestiu em 1965 e goleou o Uruguai. Primazia única de um clube no futebol mundial jamais repetida!

neymar e jesus

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crédito da foto Neymar Jr. e Gabriel Jesus: Fabio Menotti

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Verdes Olímpicos

O Palmeiras teve dois atletas convocados para a Seleção Olímpica Brasileira de Futebol nessa sexta-feira (4) para jogos amistosos. O volante Matheus Sales e o atacante Gabriel Jesus.

Caso eles se mantenham no elenco nacional e participem de fato da delegação que estará na Rio-2016, será a oitava Olímpiada que ao menos um atleta do futebol palmeirense defenderá o Brasil no maior evento esportivo do planeta.

Na história do alviverde, os atacantes  Paulinho Ferreira e Waldyr, o zagueiro Gil e o meio campista Ivan foram os primeiros palmeirenses a servir a seleção numa Olimpíada, em 1960, em Roma, na Itália.

Os únicos palmeirenses a conquistar uma medalha olímpica (bronze) pelo futebol foram Flávio Conceição, Amaral, Rivaldo e Luizão, em 1996, quando o Brasil ficou com o bronze, em Atlanta, nos Estados Unidos.

A última vez que um atleta palmeirense serviu o Brasil numa Olímpiada foi o meia Alex, em 2000, em Sidney, na Austrália.

Confira a relação dos futebolistas alviverdes que foram às Olímpiadas:

Roma 1960 – Paulinho Ferreira
Roma 1960 – Waldyr
Roma 1960 – Gil
Roma 1960 – Ivan
Toquio 1964 – Caravetti
Cidade do México 1968 – Jorge
Cidade do México 1968 – Moreno
Cidade do México 1968 – China
Cidade do México 1968 – Raul Marcel (G)
Munique 1972 – Celso
Montreal 1976 – Rosemiro
Atlanta 1996 – Flávio Conceição
Atlanta 1996 – Amaral
Atlanta 1996 – Rivaldo
Atlanta 1996 – Luizão
Sidney 2000 – Alex

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Todos os jogos da seleção brasileira no Palestra Itália

A seleção brasileira de futebol volta a atuar no estádio Palestra Itália  após 43 anos. A última exibição na casa palestrina aconceteceu no ano de 1972, quando a seleção olímpica empatou com o Palmeiras por 0 a 0.

No total, foram seis partidas da seleção no Palestra Itália, com três vitórias, dois empates e uma derrota.

Confira todas as partidas do Brasil no estádio Palmeirense:

22/10/1922 Seleção Brasileira 2×1 Seleção Argentina – Copa Rocca
Estádio Palestra Italia
Gols: Gambarotta (2) (Bra); Chiessa (Arg)
Brasil: Mesquita (G), Grané, Clodô, Abate, Faragassi, Nesi, Leite de Castro (Brasileiro), Zezé, Gambarotta, Tepet, Osses.
Argentina: Tesoriere (G), Celli, Costaldi, Chambrolín, Médici, Solari, Rivet, Chiessa, Gaslini, Francia, De Césari.

*** Primeiro jogo da seleção brasileira no Estado de São Paulo. O argentino Chiessa fez o primeiro gol desse confronto.

2/7/1931 Seleção Brasileira 6×1 Ferencvaros-HUN – Amistoso
Estádio Palestra Italia
Gols: Del Debbio, Alexandre De Maria, Nilo (2), Petronilho (2) (Bra); Tancos (Fer)
Brasil:  Velloso (G), Domingos, Del Debbio, Pepe, Guimarães, Serafini, Ministrinho, Nico, Petronilho, Preguinho (Rato), Teófilo (Alexandre De Maria). Técnico: Luiz Vinhaes
Ferencvaros: Amsel (G), Tackacs I, Koranyl, Luka, Sarosi, Lazar, Tancos, Tackacs II, Turay, Szedlacsek, Kohut. Técnico: István Tóth-Potya

16/12/1934 Seleção Brasileira 4×1 Palestra Italia – Amistoso
Estádio Palestra Italia
Gols: Armandinho, Waldemar de Britto, Leônidas (2) (Bra); Romeu Pelliciari (Pal)
Brasil: Victor (G), Sylvio Hoffman, Luiz Luz, Ariel, Martim (Carvalho Leite), Canalli, Luisinho, Waldemar de Britto, Armandinho, Leônidas, Patesko. Técnico: Armindo Nobs Ferreira
Palestra: Aymoré Moreira (G), Carnera, Narciso, Tunga, Dula, Zezé Moreira, Avelino, Sandro, Romeu Pelliciari, Carnieri (Carazzo), Imparato. Técnico: Humberto Cabelli

18/2/1940 Seleção Brasileira 2×2 Seleção Argentina – Copa Rocca
Estádio Palestra Italia
Gols: Leônidas (2) (Bra); Cassán, Baldonedo (Arg)
Brasil: Aymoré Moreira (G), Jaú, Junqueira, Afonsinho (Del Nero), Zarzur, Argemiro, Adílson, Romeu, Leônidas, Tim, Carreiro. Técnico: Silvio Lagreca
Argentina: Gualco (G), Salomón, Valussi, Araguez, Perucca, A. Suarez, Peucelle, Satre, Arrieta (Cassán), Baldonedo, Garcia. Técnico: Guillermo Stábile

25/2/1940 Seleção Brasileira 0x3 Seleção Argentina – Copa Rocca
Estádio Palestra Italia
Gols: Baldonedo, Fidel, Sastre (Arg)
Brasil: Aymoré (G), Jaú, Florindo, Del Nero, Zarzur (Brandão), Argemiro, Adilson (Lopes), Romeu, Leônidas, Tim, Carreiro. Técnico: Silvio Lagreca
Argentina: Gualco (G), Salomon, Valussi, Araguez, Perucca, A. Suárez, Peucelle (Zorilla), Baldonedo (Fidel), Sastre, Cassan, Garcia. Técnico: Guillermo Stábile

8/7/1972 Seleção Brasileira 0x0 Palmeiras – Amistoso
Estádio Palestra Italia
Gols: –
Brasil: Nielsen (G), Terezo, Fred, Osmar (Wagner), Celso, Falcão (Angelo), Rubens, Pedrinho, Manoel (Zé Carlos), Washington, Dirceu. Técnico: Antoninho
Palmeiras: Raul Marcel (G), João Carlos, Luis Pereira, Alfredo, Zeca, Dudu, Ademir da Guia, Ronaldo (Edu), Madurga, Fedato, Nei. Técnico: Oswaldo Brandão

arenapalestra

 

brasil

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Felipão e Telê Santana

Felipão e Telê Santana _dois dos maiores técnicos do futebol brasileiro_, além da carreira vitoriosa, possuem mais uma semelhança em comum em suas trajetórias profissionais.

Ambos deixaram o comando da Sociedade Esportiva Palmeiras para dirigirem a seleção brasileira em uma Copa do Mundo.

Telê encantou o mundo com o Brasil na Copa de 1982, com um futebol técnico e ofensivo. Entretanto, ficou marcado pela derrota por 3 a 2 diante da Itália, no fatídico desastre de Sarriá.

Antes de comandar a seleção, Telê foi o responsável pela inesquecível goleada do Verdão diante do Flamengo de Zico e companhia, por 4 a 1, em pleno Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro, no dia 9 de dezembro de 1979. Após essa partida, ele garantiu a sua ida para o comando da seleção.

Já Felipão deixou o time alviverde para assumir o Brasil numa situação, no minímo, inusitada. Campeão da Copa do Brasil no primeiro semestre de 2012, o treinador não repetiu o mesmo desempenho no segundo semestre daquele mesmo ano a frente do alviverde no Campeonato Brasileiro, e deixou o clube na zona do rebaixamento, restando 16 rodadas para o fim da competição, sendo substituído por Gilson Kleina, que não evitou a queda à Série B.

Que as semelhanças entre 1982 e 2014 acabem por aí. Afinal, dessa vez, o povo brasileiro quer chorar e se emocionar de alegria, sendo aclamado e reverenciado pelo mundo não apenas como “campeão moral” como em 82, mas sim, como campeão de fato!

ImagemImagemFelipão e Telê Santana dois mestres que saíram do Palmeiras diretamente para a seleção brasileira para a disputa de uma Copa do Mundo

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