Esportes, Italianidade

Azzurra Nera

O futebol italiano registrou na noite dessa segunda-feira (13) a sua maior tragédia em toda a história gloriosa do calcio peninsular. Em pleno estádio San Siro (Giuseppe Meazza) em Milão, com cerca de 70 mil pessoas, a Itália não foi capaz de sequer marcar um mísero gol diante da Suécia, em partida de volta válida pela repescagem da Copa do Mundo 2018 e viu suas pretensões de disputar a competição na Rússia se pulverizar.

Um drama anunciado. Dentro e fora de campo, a Azzurra definha. Os grandes craques inexistem. Faltam lideranças. A renovação de valores é aquém do esperado. Uma safra de jovens atletas que se mostraram incapazes de suportar o peso e a tradição de uma das camisas mais importantes do esporte bretão. Um comportamento tático covarde e ultrapassado. Um futebol doméstico recheado de estrangeiros e numa posição de segundo escalão no plano europeu. Categorias de base e formativas com poucos italianos.

Ainda mais triste foi ver a imagem de velhos ídolos como De Rossi e Buffon, campeões mundiais em 2006, terem um fim de carreira com a camisa nacional tão melancólico.

Desde 1958, uma catástrofe como essa não havia registro, quando o futebol italiano caiu perante a Irlanda do Norte, em Belfast, com Ghiggia e Schiaffino (ítalos-uruguaios que oito anos antes ganharam o mundial com o Uruguai diante do Brasil em pleno no Maracanã), endossando a camisa “tricolore”.

Ressurgir se faz imperativo. Olhar para o trabalho de base é uma das primeiras iniciativas. A Itália é a maior campeã européia sub-21 com cinco títulos (1992, 1994, 1996, 2000 e 2004), produzindo nessas disputas atletas como Chiellini, Nesta, Pirlo, Totti, entre tantos outros. Não obstante, em 2006, a Azzurra conquistou a Copa do Mundo, após 24 anos de jejum.

Em 2019, a Itália será o país-sede do próximo campeonato europeu sub-21. Será essa a geração de valores que poderão dar outro rumo e perspectiva para uma nova Itália. Que se plante hoje o que iremos colher no futuro. A história italiana não se resume a esse pesadelo que assistimos diante da Suécia.

Sem a Itália, a Copa do Mundo da Rússia fica um pouco menor.

Ao Risorgimento, Azzurra!

Te voglio bene assai >>> 

https://www.youtube.com/watch?v=84OOTHBuvqM 

Soccer - 2006 FIFA World Cup Germany - Final - Italy v France - Olympiastadion - Berlin

AVANTI ITÁLIA!!!

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Rumo à Copa

A seleção italiana entra em campo nessa sexta-feira (10) pela partida de ida contra a Suécia válida pela repescagem das Eliminatórias da  Copa do Mundo de 2018, às 17h45 (horário de Brasília), em Estolcomo, na Suécia.

A ausência do atacante sueco Ibrahimovic é um alento para as pretensões italianas rumo à Rússia. Os ítalo-brasileiros Jorginho, que atua pelo Napoli, e Eder, que joga pela Internazionale, estão entre os 27 convocados para essa partida pelo técnico Gianpiero Ventura.

Confira a relação dos atletas que tem a missão de conduzir a Itália ao Mundial:

Buffon, Donnarumma, Perin, Astori, Barzagli, Bonnucci, Chiellini, D’Ambrosio, Darmian, Rugani, Spinazzola, Zappacosta, Bernardeschi, Candreva, De Rossi, El Shaarawy, Florenzi, Gagliardini, Insigne, Jorginho, Parolo, Verratti, Belotti, Eder, Gabbiadini, Immobile e Zaza.

Na primeira fase, os italianos ficaram em segundo lugar no Grupo G, tendo a Espanha como líder alcançado a vaga direta ao Mundial, com cinco pontos a mais que a Azzurra. Já os suecos ficaram na vice-liderança do Grupo A, atrás da seleção francesa e eliminando a tradicional Holanda.

Na história dos confrontos diretos entre Itália e Suécia, os números apontam: 23 jogos, 11 vitórias italianas, seis empates, seis vitórias suecas. A Itália anotou 28 gols e a Suécia 24 tentos.

Em Estocolmo, palco da partida, a Itália conquistou apenas uma vitória contra o seu rival e tenta quebrar um tabu de 105 anos. O único triunfo ocorreu no longíquo ano de 1912, quando os italianos comandados pelo mítico Vittorio Pozzo venceram por 1 a 0, gol marcado por Franco Bontadini, em jogo válido pelas eliminatórias olímpicas. De lá para cá, houveram mais quatro jogos na capital sueca, com duas vitórias a favor dos locais e dois empates.

Por outro lado, a Suécia não vence a Itália desde 1998, quando superou os peninsulares em jogo amistoso em Gotemburgo pelo placar de 1 a 0. Desse jogo até os dias atuais, foram cinco partidas, com quatro vitórias italianas e um empate.

Uma da mais importantes seleções de futebol do mundo, a Azzurra disputou seis finais de Copa do Mundo e sagrou-se vencedora em quatro oportunidades (1934, 1938, 1982 e 2006). Apenas duas vezes os italianos não participaram do Mundial de seleções (1930 e 1958).

Itália e Suécia voltam a jogar na segunda-feira (13), às 17h45, em Milão.

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AVANTI AZZURRA!!!

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Livro Palestrino

A jornalista Carla Barbosa é a autora da obra “Palmeiras: O Brasil de Coração Italiano”, pela editora Multifoco, que será lançada no próximo dia 17 de dezembro (sábado), das 14h às 19h, no Museu do Futebol, na Praça Charles Muller, estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Em entrevista excluvisa para o blog, a autora conta um pouco mais sobre a sua nova publicação

Como surgiu a Idéia da elaboração dessa obra?

RESP: Quando entrei na faculdade, todos diziam que o TCC (Trabalho de conclusão de curso) era um bicho de sete cabeças. Então pensei: já que é tão difícil, vou fazer algo que me faça feliz e resolvi unir o útil ao agradável, escrevendo um livro, que era um sonho e sobre o Palmeiras, por quem sou apaixonada.

O problema é que eu não conhecia ninguém do clube e nunca tinha ido para São Paulo sozinha (cada viagem era uma aventura). Quando decidi que escreveria o livro, comecei uma busca na internet por nomes que pudessem me ajudar, foi quando surgiu Galuppo e Finelli. As primeiras pessoas que me ajudaram dentro do clube.

De início, quis escrever sobre o ex-goleiro Marcos, mas, coincidiu com a aposentadoria dele e outros dois livros foram escritos. Mudei de planos. Comprei vários livros do Palmeiras e pensei: o que não tiver aprofundado em nenhum deles, eu vou escrever.

Foi assim que nasceu a ideia de falar sobre o Brasil x Uruguai em 65 na inauguração do Mineirão, quando o Palmeiras representou a seleção brasileira. O livro é um contraponto entre o preconceito sofrido pelos italianos e a consolidação de um clube fundado por eles. Escrever em primeira pessoa foi para homenagear meu avô, palmeirense e descendente de italianos. É como se ele contasse o livro. O personagem é fictício, mas, todas as histórias contadas são reais, colhidas nas entrevistas com Mauro Beting, Ademir da Guia, Jota Roberto, entre tantos outros, além das pesquisas que fiz ao longo de dois anos.

Qual a maior curiosidade que encontrou durante as suas pesquisas? E a maior dificuldade?

RESP: O futebol antigo, da época de fundação do Palestra, era um futebol solidário. Arrecadavam dinheiro para ajudar quem precisava, um clube ajudava o outro, como é o caso do jogo das Barricas, entre Palmeiras x Corinthians para ajudar o São Paulo. Sem contar que no início, nenhum jogador vivia disso. Jogavam apenas por amor e hobby. Isso foi além de uma bela curiosidade algo que me fez entender a beleza do futebol, que infelizmente hoje em dia está se perdendo.

Sobre a dificuldade, acredito que a maior delas foi conseguir viabilizar a obra. Foram quatro anos tentando, mas, quando uma editora se interessava, não fechava devido ao licenciamento de marca do Palmeiras. Foi aí que resolvi eliminar as imagens que remetiam ao clube e focar na imigração. Sem símbolo, e sem a marca Palmeiras, consegui a aprovação da editora Multifoco, do Rio de Janeiro para lançamento independente. Meu sonho sempre foi uma publicação pelo clube, como produto oficial, mas, infelizmente isso não foi possível.

A relação Palmeiras-Itália é o tema central da obra. Como você analisa essa ligação nos dias atuais?

RESP: Hoje em dia, sinceramente acho que isso se perdeu. Algumas pessoas lutam para que o Palmeiras continue Palestra de raiz. Mas, vejo isso pouco difundido. Poucos palmeirenses sabem de fato dessa origem, dos propósitos daquele grupo de imigrantes que fundaram o clube e é exatamente com essa parte da história, o meu compromisso ao lançar o livro.

A influência da cultura italiana é um traço marcante em diversos segmentos da nossa sociedade. Qual a importância do Palmeiras na difusão desses valores ao longo dos tempos?

RESP: A principal contribuição do clube foi romper o preconceito. Mas, como disse, acho que muito da cultura italiana se perdeu e os valores também. Os mais novos precisam conhecer essa história e se orgulhar dela, sendo descendente ou não de italiano, pois esse povo construiu mais que o Palmeiras, mais que São Paulo, eles fazem parte da identidade do Brasil.

Em 1942 o clube teve que mudar de nome de Palestra Itália para Palmeiras devido a Grande Guerra. Como você avalia esse fato do ponto de vista da relação entre o clube a sua italianidade ancestral?

RESP: Difícil saber se os laços começaram a se romper a partir daí, ou com o passar dos anos. Com certeza esse momento da história teve sua parcela de culpa, já que as raízes foram cortadas a força e as consequências da Guerra foram sofridas. Mas, não acho que esse tenha sido o único motivo. Certamente a mistura com o Brasil falou mais alto. Não digo que não seja um clube brasileiro, claro que é. Mas, acho que pouco se fala sobre a história… de onde veio. Na verdade, isso acontece com todos os clubes. Pouco se fala das origens. Os torcedores não tem esse conhecimento porque simplesmente ele não é repassado.

Diversas ações ao longo do tempo rementem o clube as suas origens, tais como camisas comemorativas, por exemplo. Como você avalia essas iniciativas?

RESP: Acho bacana demais! Além de lindas, esse tipo de iniciativa é fundamental para contar a história e mostrar que o palmeirense tem orgulho das raízes. Nosso Palmeiras tem o estádio com um nome que remete aos tempos de Palestra, abriu uma cantina também com o nome Palestra e as cores da Itália, isso é lindo. Mas, volto a dizer, a maioria sabe apenas que é um clube de descendência italiana. Talvez os torcedores paulistas tenham um conhecimento maior, por causa da influência mais próxima dos italianos. Mas, eu que moro em Minas Gerais, quando conto algo sobre a fundação, ninguém conhece. Acho que o livro vai tentar cumprir um pouco desse papel.

Com o fim dos processos migratórios, é fato que o clube deixou de ser um ambiente de italianidade há décadas. Você acredita que as futuras gerações preservarão essa identidade? Quais os desafios?

RESP: Se nada mudar, acredito que não. Os palmeirenses mais velhos e principalmente, o próprio clube devem fomentar isso. Ir além das camisas comemorativas. Muitos jovens não conhecem a história do futebol no Brasil, como ele veio pra cá, qual o propósito, enfim. Não só as raízes italianas precisam ser preservadas, como também a ideologia do futebol. O principal desafio é romper a barreira do capitalismo. Futebol hoje é sinônimo de dinheiro. Pouca gente se importa com a história, mas, ela é apaixonante!

Saiba mais sobre a obra através dos links abaixo:

https://www.facebook.com/dribledeletra/?ref=ts&fref=ts

https://www.facebook.com/PalmeirasOBrasilDeCoracaoItaliano/?fref=ts

livro-italia

FORZA VERDÃO!!!

 

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Itália na Paralimpíada 2016

A Italia estará presente na Paralimpíada do Rio de Janeiro, que se inicia a partir do dia 7 de setembro, composta por 101 atletas, divididos nas seguintes modalidades: Arco e Flecha, Atletismo, Natação, Esgrima, Tiro Esportivo, Canoagem, Remo, Ciclismo, Equitação, Levantamento de Peso, Tênis, Tênis de Mesa, Triathlon e Vela.

A porta bandeira da equipe italiana será a velocista Martina Caironi, que conquistou a medalha de ouro na Paralimpíada de Londres, na prova dos 100m.

O primeiro Jogo Paralímpico da história aconteceu em 1960, em Roma na Itália. Nessa edição, os italianos obtiveram o seu melhor desempenho, conquistando um total de 80 medalhas, sendo 29 de ouro, 28 de prata e 23 de bronze, terminando na primeira colocação da classificação geral.

Confira todos os atletas italianos que estarão no Rio de Janeiro, divididos em suas respectivas modalidades:

Arco e Flecha

Elisabetta Mijno, Roberto Airoldi, Alessandro Erario, Alberto Simonelli, Giampaolo Cancelli, Matteo Bonacina, Eleonora Sarti, Fabio Luca Azzolini, Monica Borelli

Atletismo

Martina Caironi, Oxana Corso, Monica Contrafatto, Assunta Legnante, Federica Maspero, Giusy Versace, Alvise De Vidi, Alessandro Di Lello, Emanuele Di Marino, Ruud Koutiki, Roberto La Barbera, Oney Tapia

Natação

Francesco Bettella, Francesco Bocciardo, Vincenzo Boni, Marco Dolfin, Andrea Massussi, Riccardo Menciotti, Efrem Morelli, Federico Morlacchi, Giovanni Sciaccaluga, Valerio Taras, Alessia Berra, Gloria Boccanera, Cecilia Camellini, Giulia Ghiretti, Martina Rabbolini, Emanuela Romano, Francesca Secci, Arianna Talamona, Arjola Trimi

Esgrima

Marco Cima, Matteo Betti, Alessio Sarri, Beatrice Vio, Emanuele Lambertini, Ionela Andrea Mogos, Loredana Trigilia

Tiro Esportivo

Nadia Fario, Pamela Novaglio, Massimo Croci

Canoagem

Federico Mancarella, Veronica Yoko Plebani, Salvatore Ravalli

Remo

Fabrizio Caselli, Eleonora De Paolis, Valentina Grassi, Luca Lunghi, Cristina Scazzosi, Tommaso Schettino, Florinda Trombetta

Ciclismo

Pierpaolo Addesi, Fabio Anobile, Emanuele Bersini, Paolo Cecchetto, Alessandro Fantini, Giorgio Farroni, Giancarlo Masini, Luca Mazzone, Jenny Narcisi, Ivano Pizzi, Riccardo Panizza, Vittorio Podesta, Francesca Porcelatto, Andrea Tarlao, Alessandro Zanardi

Equitação

Luigi Ferdinando Acerbi, Sara Morganti, Francesca Salvade, Silvia Veratti

Levantamento de Peso

Martina Barbierato

Tênis

Marianna Lauro, Fabian Mazzei, Alberto Corradi

Tênis de Mesa

Raimondo Alecci, Andrea Borgato, Michela Brunelli, Amine Mohamed Kalem, Clara Podda, Giada Rossi, Giuseppe Vella

Triathlon

Giovanni Achenza, Michele Ferrarrin, Giovanni Sasso

Vela

Marco Carlo Gualandris, Gian Bachisio Pira, Gianluca Raggi, Fabrizio Solazzo, Antonio Squizzato, Marta Zanetti

Medalhas Italianas na história da Paralimpíadas:

137 medalhas de ouro
147 medalhas de prata
72 medalhas de bronze

*** Total de medalhas nas quinze edições já realizadas, desde 1960

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Itália na Rio-2016

A delegeção italiana que disputará a Olímpiada do Rio de Janeiro de 5 a 21 de agosto será formada por 297 atletas. São 155 homens e 142 mulheres, sendo essa a mais numerosa presença feminina da história italiana na competição.

Federica Pellegrini será a porta-bandeira na abertura dos Jogos Olímpicos, no estádio do Maracanã.

Confira todos os atletas que estarão no Brasil representando a Itália:

ATLETISMO (38): Giordano Benedetti, Teodorico Caporaso, Jamel Chatbi, Silvano Chesani, Marco De Luca, Eseosa Desalu, Fabrizio Donato, Juri Floriani, Matteo Galvan, Matteo Giupponi, Stefano La Rosa, Marco Lingua, Davide Manenti, Daniele Meucci, Ruggero Pertile, Chiara Bazzoni, Catherine Bertone, Maria Elena Bonfanti, Marzia Caravelli, Maria Benedicta Chigbolu, Dariya Derkach, Ayomide Folorunso, Eleonora Anna Giorgi, Libania Grenot, Gloria Hooper, Anna Incerti, Veronica Inglese, Margherita Magnani, Sonia Malavisi, Marta Milani, Antonella Palmisano, Yadisleidy Pedroso, Elisa Rigaudo, Desiree Rossit, Yusneysi Santiusti Caballero, Maria Enrica Spacca, Valeria Straneo, Alessia Trost

BADMINTON (1): Jeanine Cicognini

VÔLEI DE PRAIA (6): Adrian Ignacio Carambula Raurich, Daniele Lupo, Paolo Nicolai, Alex Ranghieri, Marta Menegatti, Viktoria Orsi Toth,

CANOA SLALOM (8): Mauro Crenna, Giovanni De Gennaro, Giulio Dressino, Alberto Ricchetti, Nicola Ripamonti, Manfredi Rizza, Carlo Tacchini Stefanie Horn,

CANOAGEM (18): Giovanni Abagnale, Romano Battisti, Vincenzo Maria Capelli (Riserva), Matteo Castaldo, Marco Di Costanzo, Francesco Fossi, Martino Goretti, Livio La Padula, Matteo Lodo, Marcello Miani, Andrea Micheletti, Domenico Montrone, Stefano Oppo, Pietro Willy Ruta, Giorgio Tuccinardi (Riserva), Giuseppe Vicino, Sara Bertolasi, Alessandra Patelli,

CICLISMO (18): Fabio Aru, Luca Braidot, Damiano Caruso, Alessandro De Marchi, Marco Aurelio Fontana, Vincenzo Nibali, Diego Rosa, Andrea Tiberi, Elia Viviani, Beatrice Bartelloni, Giorgia Bronzini, Elena Cecchini, Simona Frapporti, Tatiana Guderzo, Eva Lechner, Elisa Longo Borghini, Francesca Pattaro, Silvia Valsecchi,

GINÁSTICA ARTISTICA (6): Ludovico Edalli, Erika Fasana, Carlotta Ferlito, Vanessa Ferrari, Elisa Meneghini, Martina Rizzelli.

GINÁSTICA RITMICA (6): Veronica Bertolini, Martina Centofanti, Sofia Lodi, Alessia Maurelli, Marta Pagnini, Camilla Patriarca.

GOLF (4): Nino Bertasio, Matteo Manassero, Giulia Molinaro, Giulia Sergas.

JUDÔ (6): Fabio Basile, Elios Manzi, Matteo Marconcini, Odette Giuffrida, Edwige Gwend, Valentina Moscatt.

LUTA OLÍMPICA (2): Frank Chamizo, Daigoro Timoncini.

NATAÇÃO (35): Marco Belotti, Federico Bocchia, Piero Codia, Andrea Mitchell D’Arrigo, Gabriele Detti, Alex Di Giorgio, Luca Dotto, Luca Leonardi, Filippo Magnini, Luca Marin, Marco Orsi, Gregorio Paltrinieri, Luca Pizzini, Matteo Rivolta, Simone Sabbioni, Michele Santucci, Andrea Toniato, Federico Turrini, Ilaria Bianchi , Diletta Carli, Martina Carraro, Arianna Castiglioni, Martina De Memme, Silvia Di Pietro, Erika Ferraioli, Sara Franceschi, Chiara Masini Luccetti, Alice Mizzau, Margherita Panziera, Federica Pellegrini, Aglaia Pezzato, Stefania Pirozzi, Alessia Polieri, Luisa Trombetti, Carlotta Zofkova.

NADO SINCRONIZADO (9): Elisa Bozzo, Beatrice Callegari, Camilla Cattaneo, Linda Cerruti, Francesca Deidda, Costanza Ferro, Manila Flamini, Mariangela Perrupato, Sara Sgarzi.

MARATONA AQUÁTICA (3): Simone Ruffini, Federico Vanelli, Rachele Bruni,.

SALTOS ORNAMENTAIS (8): Michele Benedetti, Andrea Chiarabini, Giovanni Tocci, Maicol Verzotto, Noemi Batki, Tania Cagnotto, Francesca Dallapè, Maria Marconi,

POLO AQUÁTICO (26): Masculino: Matteo Aicardi, Michael Alexandre Bodegas, Marco Del Lungo, Francesco Di Fulvio, Pietro Figlioli, Andrea Fondelli, Valentino Gallo, Niccolò Gitto, Alessandro Nora, Christian Presciutti, Nicholas Presciutti, Stefano Tempesti, Alessandro Velotto. Feminino: Rosaria Aiello, Roberta Bianconi, Alek Sandra Cotti, Tania Di Mario, Giulia Emmolo, Teresa Frassinetti, Arianna Garibotti, Giulia Gorlero, Francesca Pomeri, Elisa Queirolo, Federica Radicchi, Chiara Tabani, Laura Teani

VOLEIBOL(24): Masculino: Oleg Antonov, Emanuele Birarelli, Simone Buti, Massimo Colaci, Simone Giannelli, Osmany Juantorena, Filippo Lanza, Matteo Piano, Salvatore Rossini, Pasquale Sottile, Luca Vettori, Ivan Zaytsev. Feminino: Nadia Centoni, Cristina Chirichella, Anna Danesi, Monica De Gennaro, Antonella Del Core, Valentina Diouf, Paola Egonu, Martina Guiggi, Eleonora Lo Bianco, Alessia Orro, Serena Ortolani, Myriam Sylla

PENTATHLON MODERNO (4): Riccardo De Luca, Pierpaolo Petroni, Claudia Cesarini, Alice Sotero.

LEVANTAMENTO DE PESO (2): Mirco Scarantino, Giorgia Bordignon

PUGILISMO (7): Manuel Cappai, Valentino Manfredonia, Vincenzo Mangiacapre, Clemente Russo, Carmine Tommasone, Guido Vianello, Irma Testa

ESGRIMA (17): Giorgio Avola, Andrea Baldini (riserva), Andrea Cassarà, Marco Fichera, Daniele Garozzo, Enrico Garozzo, Aldo Montano, Diego Occhiuzzi, Paolo Pizzo, Andrea Santarelli (riserva), Ilaria Bianco (riserva), Elisa Di Francisca, Arianna Errigo, Rossella Fiamingo, Rossella Gregorio, Loreta Gulotta, Irene Vecchi.

EQUITAÇÃO (6): Stefano Brecciaroli, Emanuele Gaudiano, Luca Roman, Pietro Roman, Arianna Schivo, Valentina Truppa.

TÊNIS (6): Sara Errani, Fabio Fognini, Karin Knapp, Paolo Lorenzi, Andreas Seppi, Roberta Vinci.

TIRO (5): Niccolò Campriani, Marco De Nicolo, Giuseppe Giordano, Riccardo Mazzetti, Petra Zublasing.

TIRO ESPORTIVO AO AR LIVRE (9): Antonino Barillà, Massimo Fabbrizi, Marco Innocenti, Luigi Agostino Lodde, Giovanni Pellielo, Gabriele Rossetti, Diana Bacosi, Chiara Cainero, Jessica Rossi.

ARCO E FLECHA (6): Marco Galiazzo, Mauro Nespoli, David Pasqualucci, Lucilla Boari, Claudia Mandia, Guendalina Sartori.

TRIATHLON (4): Alessandro Fabian, Davide Uccellari, Charlotte Bonin, Annamaria Mazzetti.

VELA (13): Vittorio Bissaro, Mattia Camboni, Roberta Caputo, Francesca Clapcich, Giulia Conti, Francesco Marrai, Giorgio Poggi, Silvia Sicouri, Alice Sinno, Flavia Tartaglini, Ruggero Tita, Silvia Zennaro, Pietro Zucchetti.

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Gol ítalo-brasileiro na Euro

O gol marcado pelo atacante Eder contra a Suécia pela  segunda rodada da Eurocopa que garantiu a vitória da seleção italiana por 1 a 0, em Toulouse, na França, nessa quinta-feira (17), além de classificar a Azzurra para as oitavas de final da competição, tem um peso histórico.

O catarinense nascido na cidade de Lauro Muller tornou-se o primeiro ítalo-brasileiro a fazer um gol na fase final do torneio defendendo a seleção da Itália.

Angelo Benedicto Sormani, ítalo-brasileiro que defendeu a Azzurra nos anos 60, fez um gol na fase de qualificação da Eurocopa de 1964, na vitória diante da Turquia por 1 a 0, em 27 de março de 1963, em Istanbul.

Mais recentemente, seu compatriota e companheiro de seleção, Thiago Motta marcou um gol em 2011 na vitória diante da Eslovênia, na fase de qualificação da Eurocopa de 2012.

O jogador, que atualmente defende a Internazionale de Milão, estreou pela seleção italiana em 28 de março de 2015, diante da Bulgaria, no empate de 2 a 2, na fase de qualificação da Euro. Na ocasião, foi o autor do gol que decretou a igualdade no placar.

Éder Citadin Martins construiu toda a sua carreira como jogador profisional no futebol italiano com passagens pelo Empoli, Frosinone, Brescia, Cesena e Sampdoria. Pela Squadra Azzurra, o atacante atuou em 12 partidas e marcou três gols.

Na próxima quarta-feira (22), a Itália encara a Irlanda em seu último compromisso pela primeira fase da competição, na cidade de Lille.

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