Esportes, Italianidade

Livro Palestrino

A jornalista Carla Barbosa é a autora da obra “Palmeiras: O Brasil de Coração Italiano”, pela editora Multifoco, que será lançada no próximo dia 17 de dezembro (sábado), das 14h às 19h, no Museu do Futebol, na Praça Charles Muller, estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Em entrevista excluvisa para o blog, a autora conta um pouco mais sobre a sua nova publicação

Como surgiu a Idéia da elaboração dessa obra?

RESP: Quando entrei na faculdade, todos diziam que o TCC (Trabalho de conclusão de curso) era um bicho de sete cabeças. Então pensei: já que é tão difícil, vou fazer algo que me faça feliz e resolvi unir o útil ao agradável, escrevendo um livro, que era um sonho e sobre o Palmeiras, por quem sou apaixonada.

O problema é que eu não conhecia ninguém do clube e nunca tinha ido para São Paulo sozinha (cada viagem era uma aventura). Quando decidi que escreveria o livro, comecei uma busca na internet por nomes que pudessem me ajudar, foi quando surgiu Galuppo e Finelli. As primeiras pessoas que me ajudaram dentro do clube.

De início, quis escrever sobre o ex-goleiro Marcos, mas, coincidiu com a aposentadoria dele e outros dois livros foram escritos. Mudei de planos. Comprei vários livros do Palmeiras e pensei: o que não tiver aprofundado em nenhum deles, eu vou escrever.

Foi assim que nasceu a ideia de falar sobre o Brasil x Uruguai em 65 na inauguração do Mineirão, quando o Palmeiras representou a seleção brasileira. O livro é um contraponto entre o preconceito sofrido pelos italianos e a consolidação de um clube fundado por eles. Escrever em primeira pessoa foi para homenagear meu avô, palmeirense e descendente de italianos. É como se ele contasse o livro. O personagem é fictício, mas, todas as histórias contadas são reais, colhidas nas entrevistas com Mauro Beting, Ademir da Guia, Jota Roberto, entre tantos outros, além das pesquisas que fiz ao longo de dois anos.

Qual a maior curiosidade que encontrou durante as suas pesquisas? E a maior dificuldade?

RESP: O futebol antigo, da época de fundação do Palestra, era um futebol solidário. Arrecadavam dinheiro para ajudar quem precisava, um clube ajudava o outro, como é o caso do jogo das Barricas, entre Palmeiras x Corinthians para ajudar o São Paulo. Sem contar que no início, nenhum jogador vivia disso. Jogavam apenas por amor e hobby. Isso foi além de uma bela curiosidade algo que me fez entender a beleza do futebol, que infelizmente hoje em dia está se perdendo.

Sobre a dificuldade, acredito que a maior delas foi conseguir viabilizar a obra. Foram quatro anos tentando, mas, quando uma editora se interessava, não fechava devido ao licenciamento de marca do Palmeiras. Foi aí que resolvi eliminar as imagens que remetiam ao clube e focar na imigração. Sem símbolo, e sem a marca Palmeiras, consegui a aprovação da editora Multifoco, do Rio de Janeiro para lançamento independente. Meu sonho sempre foi uma publicação pelo clube, como produto oficial, mas, infelizmente isso não foi possível.

A relação Palmeiras-Itália é o tema central da obra. Como você analisa essa ligação nos dias atuais?

RESP: Hoje em dia, sinceramente acho que isso se perdeu. Algumas pessoas lutam para que o Palmeiras continue Palestra de raiz. Mas, vejo isso pouco difundido. Poucos palmeirenses sabem de fato dessa origem, dos propósitos daquele grupo de imigrantes que fundaram o clube e é exatamente com essa parte da história, o meu compromisso ao lançar o livro.

A influência da cultura italiana é um traço marcante em diversos segmentos da nossa sociedade. Qual a importância do Palmeiras na difusão desses valores ao longo dos tempos?

RESP: A principal contribuição do clube foi romper o preconceito. Mas, como disse, acho que muito da cultura italiana se perdeu e os valores também. Os mais novos precisam conhecer essa história e se orgulhar dela, sendo descendente ou não de italiano, pois esse povo construiu mais que o Palmeiras, mais que São Paulo, eles fazem parte da identidade do Brasil.

Em 1942 o clube teve que mudar de nome de Palestra Itália para Palmeiras devido a Grande Guerra. Como você avalia esse fato do ponto de vista da relação entre o clube a sua italianidade ancestral?

RESP: Difícil saber se os laços começaram a se romper a partir daí, ou com o passar dos anos. Com certeza esse momento da história teve sua parcela de culpa, já que as raízes foram cortadas a força e as consequências da Guerra foram sofridas. Mas, não acho que esse tenha sido o único motivo. Certamente a mistura com o Brasil falou mais alto. Não digo que não seja um clube brasileiro, claro que é. Mas, acho que pouco se fala sobre a história… de onde veio. Na verdade, isso acontece com todos os clubes. Pouco se fala das origens. Os torcedores não tem esse conhecimento porque simplesmente ele não é repassado.

Diversas ações ao longo do tempo rementem o clube as suas origens, tais como camisas comemorativas, por exemplo. Como você avalia essas iniciativas?

RESP: Acho bacana demais! Além de lindas, esse tipo de iniciativa é fundamental para contar a história e mostrar que o palmeirense tem orgulho das raízes. Nosso Palmeiras tem o estádio com um nome que remete aos tempos de Palestra, abriu uma cantina também com o nome Palestra e as cores da Itália, isso é lindo. Mas, volto a dizer, a maioria sabe apenas que é um clube de descendência italiana. Talvez os torcedores paulistas tenham um conhecimento maior, por causa da influência mais próxima dos italianos. Mas, eu que moro em Minas Gerais, quando conto algo sobre a fundação, ninguém conhece. Acho que o livro vai tentar cumprir um pouco desse papel.

Com o fim dos processos migratórios, é fato que o clube deixou de ser um ambiente de italianidade há décadas. Você acredita que as futuras gerações preservarão essa identidade? Quais os desafios?

RESP: Se nada mudar, acredito que não. Os palmeirenses mais velhos e principalmente, o próprio clube devem fomentar isso. Ir além das camisas comemorativas. Muitos jovens não conhecem a história do futebol no Brasil, como ele veio pra cá, qual o propósito, enfim. Não só as raízes italianas precisam ser preservadas, como também a ideologia do futebol. O principal desafio é romper a barreira do capitalismo. Futebol hoje é sinônimo de dinheiro. Pouca gente se importa com a história, mas, ela é apaixonante!

Saiba mais sobre a obra através dos links abaixo:

https://www.facebook.com/dribledeletra/?ref=ts&fref=ts

https://www.facebook.com/PalmeirasOBrasilDeCoracaoItaliano/?fref=ts

livro-italia

FORZA VERDÃO!!!

 

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Itália na Paralimpíada 2016

A Italia estará presente na Paralimpíada do Rio de Janeiro, que se inicia a partir do dia 7 de setembro, composta por 101 atletas, divididos nas seguintes modalidades: Arco e Flecha, Atletismo, Natação, Esgrima, Tiro Esportivo, Canoagem, Remo, Ciclismo, Equitação, Levantamento de Peso, Tênis, Tênis de Mesa, Triathlon e Vela.

A porta bandeira da equipe italiana será a velocista Martina Caironi, que conquistou a medalha de ouro na Paralimpíada de Londres, na prova dos 100m.

O primeiro Jogo Paralímpico da história aconteceu em 1960, em Roma na Itália. Nessa edição, os italianos obtiveram o seu melhor desempenho, conquistando um total de 80 medalhas, sendo 29 de ouro, 28 de prata e 23 de bronze, terminando na primeira colocação da classificação geral.

Confira todos os atletas italianos que estarão no Rio de Janeiro, divididos em suas respectivas modalidades:

Arco e Flecha

Elisabetta Mijno, Roberto Airoldi, Alessandro Erario, Alberto Simonelli, Giampaolo Cancelli, Matteo Bonacina, Eleonora Sarti, Fabio Luca Azzolini, Monica Borelli

Atletismo

Martina Caironi, Oxana Corso, Monica Contrafatto, Assunta Legnante, Federica Maspero, Giusy Versace, Alvise De Vidi, Alessandro Di Lello, Emanuele Di Marino, Ruud Koutiki, Roberto La Barbera, Oney Tapia

Natação

Francesco Bettella, Francesco Bocciardo, Vincenzo Boni, Marco Dolfin, Andrea Massussi, Riccardo Menciotti, Efrem Morelli, Federico Morlacchi, Giovanni Sciaccaluga, Valerio Taras, Alessia Berra, Gloria Boccanera, Cecilia Camellini, Giulia Ghiretti, Martina Rabbolini, Emanuela Romano, Francesca Secci, Arianna Talamona, Arjola Trimi

Esgrima

Marco Cima, Matteo Betti, Alessio Sarri, Beatrice Vio, Emanuele Lambertini, Ionela Andrea Mogos, Loredana Trigilia

Tiro Esportivo

Nadia Fario, Pamela Novaglio, Massimo Croci

Canoagem

Federico Mancarella, Veronica Yoko Plebani, Salvatore Ravalli

Remo

Fabrizio Caselli, Eleonora De Paolis, Valentina Grassi, Luca Lunghi, Cristina Scazzosi, Tommaso Schettino, Florinda Trombetta

Ciclismo

Pierpaolo Addesi, Fabio Anobile, Emanuele Bersini, Paolo Cecchetto, Alessandro Fantini, Giorgio Farroni, Giancarlo Masini, Luca Mazzone, Jenny Narcisi, Ivano Pizzi, Riccardo Panizza, Vittorio Podesta, Francesca Porcelatto, Andrea Tarlao, Alessandro Zanardi

Equitação

Luigi Ferdinando Acerbi, Sara Morganti, Francesca Salvade, Silvia Veratti

Levantamento de Peso

Martina Barbierato

Tênis

Marianna Lauro, Fabian Mazzei, Alberto Corradi

Tênis de Mesa

Raimondo Alecci, Andrea Borgato, Michela Brunelli, Amine Mohamed Kalem, Clara Podda, Giada Rossi, Giuseppe Vella

Triathlon

Giovanni Achenza, Michele Ferrarrin, Giovanni Sasso

Vela

Marco Carlo Gualandris, Gian Bachisio Pira, Gianluca Raggi, Fabrizio Solazzo, Antonio Squizzato, Marta Zanetti

Medalhas Italianas na história da Paralimpíadas:

137 medalhas de ouro
147 medalhas de prata
72 medalhas de bronze

*** Total de medalhas nas quinze edições já realizadas, desde 1960

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Itália na Rio-2016

A delegeção italiana que disputará a Olímpiada do Rio de Janeiro de 5 a 21 de agosto será formada por 297 atletas. São 155 homens e 142 mulheres, sendo essa a mais numerosa presença feminina da história italiana na competição.

Federica Pellegrini será a porta-bandeira na abertura dos Jogos Olímpicos, no estádio do Maracanã.

Confira todos os atletas que estarão no Brasil representando a Itália:

ATLETISMO (38): Giordano Benedetti, Teodorico Caporaso, Jamel Chatbi, Silvano Chesani, Marco De Luca, Eseosa Desalu, Fabrizio Donato, Juri Floriani, Matteo Galvan, Matteo Giupponi, Stefano La Rosa, Marco Lingua, Davide Manenti, Daniele Meucci, Ruggero Pertile, Chiara Bazzoni, Catherine Bertone, Maria Elena Bonfanti, Marzia Caravelli, Maria Benedicta Chigbolu, Dariya Derkach, Ayomide Folorunso, Eleonora Anna Giorgi, Libania Grenot, Gloria Hooper, Anna Incerti, Veronica Inglese, Margherita Magnani, Sonia Malavisi, Marta Milani, Antonella Palmisano, Yadisleidy Pedroso, Elisa Rigaudo, Desiree Rossit, Yusneysi Santiusti Caballero, Maria Enrica Spacca, Valeria Straneo, Alessia Trost

BADMINTON (1): Jeanine Cicognini

VÔLEI DE PRAIA (6): Adrian Ignacio Carambula Raurich, Daniele Lupo, Paolo Nicolai, Alex Ranghieri, Marta Menegatti, Viktoria Orsi Toth,

CANOA SLALOM (8): Mauro Crenna, Giovanni De Gennaro, Giulio Dressino, Alberto Ricchetti, Nicola Ripamonti, Manfredi Rizza, Carlo Tacchini Stefanie Horn,

CANOAGEM (18): Giovanni Abagnale, Romano Battisti, Vincenzo Maria Capelli (Riserva), Matteo Castaldo, Marco Di Costanzo, Francesco Fossi, Martino Goretti, Livio La Padula, Matteo Lodo, Marcello Miani, Andrea Micheletti, Domenico Montrone, Stefano Oppo, Pietro Willy Ruta, Giorgio Tuccinardi (Riserva), Giuseppe Vicino, Sara Bertolasi, Alessandra Patelli,

CICLISMO (18): Fabio Aru, Luca Braidot, Damiano Caruso, Alessandro De Marchi, Marco Aurelio Fontana, Vincenzo Nibali, Diego Rosa, Andrea Tiberi, Elia Viviani, Beatrice Bartelloni, Giorgia Bronzini, Elena Cecchini, Simona Frapporti, Tatiana Guderzo, Eva Lechner, Elisa Longo Borghini, Francesca Pattaro, Silvia Valsecchi,

GINÁSTICA ARTISTICA (6): Ludovico Edalli, Erika Fasana, Carlotta Ferlito, Vanessa Ferrari, Elisa Meneghini, Martina Rizzelli.

GINÁSTICA RITMICA (6): Veronica Bertolini, Martina Centofanti, Sofia Lodi, Alessia Maurelli, Marta Pagnini, Camilla Patriarca.

GOLF (4): Nino Bertasio, Matteo Manassero, Giulia Molinaro, Giulia Sergas.

JUDÔ (6): Fabio Basile, Elios Manzi, Matteo Marconcini, Odette Giuffrida, Edwige Gwend, Valentina Moscatt.

LUTA OLÍMPICA (2): Frank Chamizo, Daigoro Timoncini.

NATAÇÃO (35): Marco Belotti, Federico Bocchia, Piero Codia, Andrea Mitchell D’Arrigo, Gabriele Detti, Alex Di Giorgio, Luca Dotto, Luca Leonardi, Filippo Magnini, Luca Marin, Marco Orsi, Gregorio Paltrinieri, Luca Pizzini, Matteo Rivolta, Simone Sabbioni, Michele Santucci, Andrea Toniato, Federico Turrini, Ilaria Bianchi , Diletta Carli, Martina Carraro, Arianna Castiglioni, Martina De Memme, Silvia Di Pietro, Erika Ferraioli, Sara Franceschi, Chiara Masini Luccetti, Alice Mizzau, Margherita Panziera, Federica Pellegrini, Aglaia Pezzato, Stefania Pirozzi, Alessia Polieri, Luisa Trombetti, Carlotta Zofkova.

NADO SINCRONIZADO (9): Elisa Bozzo, Beatrice Callegari, Camilla Cattaneo, Linda Cerruti, Francesca Deidda, Costanza Ferro, Manila Flamini, Mariangela Perrupato, Sara Sgarzi.

MARATONA AQUÁTICA (3): Simone Ruffini, Federico Vanelli, Rachele Bruni,.

SALTOS ORNAMENTAIS (8): Michele Benedetti, Andrea Chiarabini, Giovanni Tocci, Maicol Verzotto, Noemi Batki, Tania Cagnotto, Francesca Dallapè, Maria Marconi,

POLO AQUÁTICO (26): Masculino: Matteo Aicardi, Michael Alexandre Bodegas, Marco Del Lungo, Francesco Di Fulvio, Pietro Figlioli, Andrea Fondelli, Valentino Gallo, Niccolò Gitto, Alessandro Nora, Christian Presciutti, Nicholas Presciutti, Stefano Tempesti, Alessandro Velotto. Feminino: Rosaria Aiello, Roberta Bianconi, Alek Sandra Cotti, Tania Di Mario, Giulia Emmolo, Teresa Frassinetti, Arianna Garibotti, Giulia Gorlero, Francesca Pomeri, Elisa Queirolo, Federica Radicchi, Chiara Tabani, Laura Teani

VOLEIBOL(24): Masculino: Oleg Antonov, Emanuele Birarelli, Simone Buti, Massimo Colaci, Simone Giannelli, Osmany Juantorena, Filippo Lanza, Matteo Piano, Salvatore Rossini, Pasquale Sottile, Luca Vettori, Ivan Zaytsev. Feminino: Nadia Centoni, Cristina Chirichella, Anna Danesi, Monica De Gennaro, Antonella Del Core, Valentina Diouf, Paola Egonu, Martina Guiggi, Eleonora Lo Bianco, Alessia Orro, Serena Ortolani, Myriam Sylla

PENTATHLON MODERNO (4): Riccardo De Luca, Pierpaolo Petroni, Claudia Cesarini, Alice Sotero.

LEVANTAMENTO DE PESO (2): Mirco Scarantino, Giorgia Bordignon

PUGILISMO (7): Manuel Cappai, Valentino Manfredonia, Vincenzo Mangiacapre, Clemente Russo, Carmine Tommasone, Guido Vianello, Irma Testa

ESGRIMA (17): Giorgio Avola, Andrea Baldini (riserva), Andrea Cassarà, Marco Fichera, Daniele Garozzo, Enrico Garozzo, Aldo Montano, Diego Occhiuzzi, Paolo Pizzo, Andrea Santarelli (riserva), Ilaria Bianco (riserva), Elisa Di Francisca, Arianna Errigo, Rossella Fiamingo, Rossella Gregorio, Loreta Gulotta, Irene Vecchi.

EQUITAÇÃO (6): Stefano Brecciaroli, Emanuele Gaudiano, Luca Roman, Pietro Roman, Arianna Schivo, Valentina Truppa.

TÊNIS (6): Sara Errani, Fabio Fognini, Karin Knapp, Paolo Lorenzi, Andreas Seppi, Roberta Vinci.

TIRO (5): Niccolò Campriani, Marco De Nicolo, Giuseppe Giordano, Riccardo Mazzetti, Petra Zublasing.

TIRO ESPORTIVO AO AR LIVRE (9): Antonino Barillà, Massimo Fabbrizi, Marco Innocenti, Luigi Agostino Lodde, Giovanni Pellielo, Gabriele Rossetti, Diana Bacosi, Chiara Cainero, Jessica Rossi.

ARCO E FLECHA (6): Marco Galiazzo, Mauro Nespoli, David Pasqualucci, Lucilla Boari, Claudia Mandia, Guendalina Sartori.

TRIATHLON (4): Alessandro Fabian, Davide Uccellari, Charlotte Bonin, Annamaria Mazzetti.

VELA (13): Vittorio Bissaro, Mattia Camboni, Roberta Caputo, Francesca Clapcich, Giulia Conti, Francesco Marrai, Giorgio Poggi, Silvia Sicouri, Alice Sinno, Flavia Tartaglini, Ruggero Tita, Silvia Zennaro, Pietro Zucchetti.

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Gol ítalo-brasileiro na Euro

O gol marcado pelo atacante Eder contra a Suécia pela  segunda rodada da Eurocopa que garantiu a vitória da seleção italiana por 1 a 0, em Toulouse, na França, nessa quinta-feira (17), além de classificar a Azzurra para as oitavas de final da competição, tem um peso histórico.

O catarinense nascido na cidade de Lauro Muller tornou-se o primeiro ítalo-brasileiro a fazer um gol na fase final do torneio defendendo a seleção da Itália.

Angelo Benedicto Sormani, ítalo-brasileiro que defendeu a Azzurra nos anos 60, fez um gol na fase de qualificação da Eurocopa de 1964, na vitória diante da Turquia por 1 a 0, em 27 de março de 1963, em Istanbul.

Mais recentemente, seu compatriota e companheiro de seleção, Thiago Motta marcou um gol em 2011 na vitória diante da Eslovênia, na fase de qualificação da Eurocopa de 2012.

O jogador, que atualmente defende a Internazionale de Milão, estreou pela seleção italiana em 28 de março de 2015, diante da Bulgaria, no empate de 2 a 2, na fase de qualificação da Euro. Na ocasião, foi o autor do gol que decretou a igualdade no placar.

Éder Citadin Martins construiu toda a sua carreira como jogador profisional no futebol italiano com passagens pelo Empoli, Frosinone, Brescia, Cesena e Sampdoria. Pela Squadra Azzurra, o atacante atuou em 12 partidas e marcou três gols.

Na próxima quarta-feira (22), a Itália encara a Irlanda em seu último compromisso pela primeira fase da competição, na cidade de Lille.

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Italia nos Jogos Olímpicos 2016

A Italia é a nação, ao lado de França e Grã-Bretanha, a ter participado de todas as edições dos Jogos Olímpicos.

Nas Olimpiadas do Rio de Janeiro os italianos terão a chance de mostrar toda a sua tradição e classe esportiva perante a sua grande comunidade residente no Brasil, que a coloca na quarta posição entre os países que mais conquistaram medalhas de ouro, atrás de Estados Unidos, União Sovietica e Alemanha, em toda a história do evento.

Abaixo, uma pequena resenha do que a Italia apresentará em solo brasileiro esse ano, nas mais diversas modalidades e seus principais destaques:

Atletismo

Apesar de ter tradição, a Italia vive umas das piores safras em sua história. Ganhar uma medalha no Rio de Janeiro seria um milagre. Anna Eleonora Giorgi é a esperança na marcha atlética.

Badminton

A ítalo-suíça Jeanine Cicognini irá defender as cores do país. Mas com chances remotas de alcançar o pódio.

Volei de Praia

A delegação terá três duplas. Duas masculinas (Lupo-Nicolai e Ranghieri-Carambula) e uma feminina (Menegatti-Orsi Toth). A Italia nunca venceu uma medalha nessa modalidade é quer quebrar esse tabu.

Futebol

A Italia não obteve classificação para os Jogos Olímpicos.

Canoagem de Velocidade

A Italia não obteve classificação para os Jogos Olímpicos.

Canoagem Slalom

Daniele Molmenti (na modalidade K1) é considerado uma esperança de conquista de medalha.

Canoagem

Romano Battisti e Francesco Fossi, nas duplas senior, e o quarteto senior italiano (Giuseppe Vicino, Marco Di Costanzo, Matteo Castaldo e Matteo Lodo) atuais campeão do mundo podem trazer medalhas para o país.

Ciclismo de Estrada

Adriano Malori (vice-campeão mundial), Vincenzo Nibali, Fabio Aru e Elisa Longo Borghini são atletas de altíssimo nível e possuem grandes chances de medalhas.

Ciclismo de Pista

Elia Viviani  que deixou escapar a medalha em Londres, entra mais experiente e disposto a recuperar o que deixou para trás há 4 anos. Simona Frapporti (na classe omnium) é a esperança no feminino.

Ginástica Artística

Nos exercícios de solo (Vanessa Ferrari) e na trave (Carlotta Ferlito) possuem chances remotas de medalhas, mas podem fazer boa figura.

Ginástica Ritmica

A equipe feminina italiana foi quarta colocada no Mundial e vai atuar em alto nível por uma medalha.

Cama Elástica

O possível representante italiano seja o veterano Flavio Cannone. Só o fato de estar presente no evento, já é digno de comemoração.

Golf

Italia não tem um representante definido. Mas não lutará por medalhas.

Hóquei sobre grama

Italia não obteve qualificação

Judô

Possivelmente os italianos terão sete atletas: quatro mulheres e três homens. As esperanças ficam por conta de Odette Giuffrida e Edwige Gwend, no feminino, e entre os homens Elio Verde e Antonio Ciano.

Luta Greco-Romana

O único representante italiano será o ítalo-cubano Frank Chamizo, que venceu uma medalha de ouro histórica na categoria -65kg em 2015. É um dos favoritos da modalidade no Rio de Janeiro.

Mountain Bike

Eva Lechner, Marco Aurelio Fontana e Andrea Tiberi entram nos Jogos com chances de medalhas.

Natação

Gregorio Paltrinieri nos 1.500m nado livre e Federica Pellegrini no 4×200m nado livre são os maiores atletas italianos na modalidade.

Maratona Aquática

Rachele Bruni é apontada como uma possível medalhista. Simone Ruffini e Federico Vanelli são azarões que podem surpreender.

Nado Sincronizado

Não tem chances reais de conquistar medalhas.

Basquetebol

O masculino disputará o Pré-Olímpico em julho para tentar obter uma vaga. Uma tarefa dificilima, mas não impossível. Já as mulheres estão eliminadas.

Handebol

Não obteve qualificação no masculino e no feminino.

Polo Aquático

O masculino e o feminino disputam o Pré-Olímpico em abril. A Italia sediará o evento masculino em Trieste. O feminino disputará a vaga na Holanda. Ambos possuem chances de virem para o Rio de Janeiro.

Voleibol

A equipe masculina sempre é candidata as primeiras colocações. No Rio não será diferente. As mulheres disputam o Pré-Olímpico Mundial em busca de uma vaga.

Pentatlon

Riccardo De Luca, campeão da final da Copa do Mundo em 2015, é o grande nome italiano. Alice Sotero é outra atleta que pode fazer bonito.

Levantamento de Peso

Genny Pagliaro, no feminino, e Mirco Scarantino, no masculino, são os italianos mais bem ranqueados nessa modalidade. Mas é quase impossível a conquista de medalhas.

Pugilismo

Clemente Russo e Valentino Manfredonia são os boxeadores que podem fazer um bom papel. Mas as chances de medalhas na modalidade são pequenas.

Rugby

Italia não obteve qualificação.

Esgrima

Como sempre, será a modalidade dominante da Italia. A Azzurra possui chances em todas as classes masculinas e femininas (espada, sabre e florete).

Equitação

Sem nenhuma perspectiva de medalha. Não há destaque individual e nas provas de equipe a Italia não obteve qualificação.

Taekwondo

Os italianos falharam no Pré-Olímpico e não classificou nenhum atleta.

Tênis

Bolelli-Fognini, nas duplas masculinas, são os mais qualificados para assegurar uma boa opção para os italianos.

Tênis de Mesa

Inexpressiva as chances da Italia de qualquer sucesso nessa modalidade. Se houver algum representante, não passará de um coadjuvante.

Tiro

Niccolò Campriani, Petra Zublasing, Giuseppe Giordano, Francesco Bruno e Marco De Nicolo. Todos com grande chances de medalhas. Modalidade com muita tradição.

Fossa Olimpica

A Italia possui uma equipe das mais fortes nessa modalidade. Grande expectativa por medalhas individuais e coletivas.

Arco e Flecha

A equipe masculina foi medalha de prata no Mundial de 2015. As mulheres lutarão por vaga através do Pré-Olímpico!

Triathlon

Annamaria Mazzetti e Alice Betto tem como objetivo ficar entre as dez primeiras. Mas as chances de medalhas são pequenas.

Saltos Ornamentais

Tania Cagnotto e Francesca Dallapé brigarão por medalhas para a Italia. São as melhores da modalidade no país.

Vela

Giulia Conti e Francesca Clapcich são as esperanças italianas para fazer bonito no Rio-16 e trazer uma medalha para os peninsulares.

 

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VIVA A ITÁLIA!!!

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Italiano no Paulistão

Após 20 anos haverá um jogador de origem italiana disputando o Campeonato Paulista da Série A-1.

O volante Giorgio Sanchez Pasetto, nascido em Roma, na Itália, irá defender a equipe do Rio Claro Futebol Clube, do interior Paulista, no estadual de 2016.

O jogador pertence ao Vasco da Gama-RJ e pelo clube carioca disputou diversos jogos na categoria de base. Com 20 anos de idade, Giorgio chega ao time paulista por empréstimo, justamente para ter maior experiência atuando pelos profissionais.

Em 2012, Giorgio defendeu a equipe sub-17 do próprio Rio Claro no Campeonato Paulista da categoria e marcou um gol na temporada, antes de se transferir para o cruzmaltino.

O último jogador de origem italiana a atuar no Campeonato Paulista foi Marco Ósio, que defendeu o Palmeiras entre 1995 e 1996. Já veterano, Ósio foi contratado pelo Verdão junto ao Parma e fez 10 jogos no estadual de 96, todas as vezes vindo do banco de reservas.

Seu único gol – o último a ser marcado por um italiano no futebol brasileiro – foi na goleada por 4 a 1 contra o Juventus da Mooca, no dia 11 de fevereiro de 1996, no estádio Palestra Italia.

Ósio foi campeão do Torneio Euro-América e do Paulista pelo Palmeiras.

Confira os atletas de origem italiana que jogaram no futebol paulista:

Luiz Fabbi – 1910 – (Sport Club Corinthians Paulista)
Rafaelle Perrone – 1910 – (Sport Club Corinthians Paulista)
Francesco Police – 1910 a 1917 – (Sport Club Corinthians Paulista)
Nanni Fabbi – 1915 – (Sociedade Esportiva Palmeiras)
Bonato – 1915 – (Sociedade Esportiva Palmeiras)
Arione – 1917 – (Sociedade Esportiva Palmeiras)
Albertoni – 1921 – (Sociedade Esportiva Palmeiras)
Di Pietro – 1921 – (Sociedade Esportiva Palmeiras)
Gaetano De Domenico – anos 20 e 30 – atuou por três clubes: Associação Atlética São Bento, Paysandu e Clube Atlético Ypiranga
Savério – 1950 – (Santos Futebol Clube)
Marco Ósio – 1995 a 1996 – (Sociedade Esportiva Palmeiras)

*** Não entra nessa relação atletas naturalizados

Relembre o gol de Marco Ósio em 1996:

Técnico Italiano no Brasil

Aos  poucos os esportistas italianos estão descobrindo o mercado brasileiro. Amedeo Mangone, ex-técnico do Albinoleffe, será o novo comandante do Gama do Distrito Federal em 2016, que irá disputar o Campeonato Brasiliense, a Copa do Brasil e a Copa Verde.

Nascido em Milão, Mangone iniciou sua carreira de jogador nas categorias de base do Milan em 1984. Não teve espaço no time rossonero e foi cedido para o Pergocrema da Série C. Em 1989 foi contratado pela Solbiatese, onde ficou até 1993, quando assinou com o Bari.

Foi no time barese que ganhou projeção, ajudando a equipe a subir para a Série A. Defendeu o Bologna, Roma, Parma, Brescia, Piacenza e  Catanzaro, onde encerrou a carreira em 2005.

No Brescia em 2002 atuou ao lado de Roberto Baggio e Pepe Guardiola, entre outros craques. Foi campeão italiano com a Roma em 2000-01 e da Copa Italia com o Parma em 2001-02.

Em 2006 começou como treinador nas categorias de base do Pavia. Foi promovido para o time principal no ano seguinte, onde permaneceu até 2010. Naquele ano, transferiu-se para a Reggiana, onde ficou até 2011. Ficou um tempo parado e em 2014 foi contratado pelo Albinoleffe.

Mangone será o segundo treinador de origem italiana em atividade no Brasil nos últimos 20 anos.

O calabres Raffaelle Graniti atua como técnico no Brasil desde 1991. Sua carreira tem grande projeção no sul do país, com passagens por alguns dos principais clubes de Santa Catarina, como o Avaí, Joinville e Criciúma. Graniti foi campeão catarinense da 3 Divisão no comando do Caçador. Atualmente ele é o treinador do Fluminense de Itaum-SC.

 

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Amedeo Mangone novo técnico do Gama-DF

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Marco Ósio defendeu o Palmeiras em 1995 e 1996

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Giorgio irá jogar pelo Rio Claro no Campeonato Paulista 2016

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