Esportes

Pupilos de Jesus

Se o time de futebol principal da Sociedade Esportiva Palmeiras deixou a desejar e frustrou  os torcedores alviverdes nessa temporada, a categoria de base está nos enchendo de orgulho!

Os garotos palmeirenses fazem uma temporada das mais gloriosas na história do clube esmeraldino. Sob a coordenação geral de João Paulo Sampaio, que ingressou no clube em 2015, e direção de Marcelo Dedeschi Teixeira, palestrino dos mais ativos e apaixonados na instituição, o Verdão evolui a passos largos, dentro e fora de campo.

Os resultados alcançados falam por si só. Inúmeros atletas em seleção brasileira, projeção internacional, títulos, formação de atletas, mas acima de tudo, preparando todos para a vida além do futebol. Exemplo de trabalho bem feito, em sintonia com as tradições alviverdes.

Profissionalismo sem perder a essência e referências que sempre nortearam o Palmeiras. O cantar do hino pelos garotos, a emoção e brilho no olhar de cada um, o comprometimento com os valores alviverdes, a defesa incansável das nossas cores. Tudo isso salvaguarda a chama palestrina sempre acesa, projetando um futuro promissor e mostrando para nossa apaixonada coletividade que o caminho e os exemplos a serem seguidos estão dentro da nossa casa.

Em 2017, além de bons e talentosos valores em todas as categorias, o clube é protagonista nas principais disputas. Vejamos:

Sub-11

Campeonato Paulista: 22 jogos, 21 vitórias, 1 empate, 111 gols marcados, 6 gols contra.

Finalista da competição. Enfrenta o Santos Futebol Clube na decisão.

Destaque: Luighi Hanri – 18 gols marcados. Artilheiro geral do torneio.

Títulos conquistados esse ano: Copa Bellmare no Japão

Sub-13

Campeonato Paulista: 22 jogos, 17 vitórias, 4 empates, 1 derrota, 64 gols marcados, 11 gols contra.

Finalista da competição. Enfrenta o Sport Club Corinthians Paulista na decisão.

Destaque: Marcos Eduardo – 16 gols marcados. Artilheiro da equipe no torneio.

Títulos conquistados esse ano: Copa Ouro, Copa Cidade Verde e Copa Cidade de São Ludgero.

Sub-15

Campeonato Paulista: 30 jogos, 27 vitórias, 1 empate, 2 derrotas, 121 gols marcados, 12 gols contra.

Finalista da competição. Enfrenta o São Paulo Futebol Clube na decisão.

Destaque: Gabriel Silva – 27 gols marcados. Artilheiro geral do torneio.

Títulos conquistados esse ano: Copa Nike Premier e Torneio Brasil-Japão.

Sub-17

Campeonato Paulista: 30 jogos, 24 vitórias, 2 empates, 4 derrotas, 108 gols marcados, 20 gols contra.

Finalista da competição. Enfrenta a Ponte Preta na decisão.

Destaque: Diego – 19 gols marcados. Artilheiro da equipe no torneio.

Títulos conquistados esse ano: Scopigno Cup na Itália.

*** Semifinalista da Copa do Brasil. Decide a vaga para a final contra o Flamengo-RJ na próxima quinta-feira (16), no Rio de Janeiro. Na partida de ida  goleou pelo placar de 4 a1 o seu rival.

Sub-20

Campeonato Paulista: 27 jogos, 21 vitórias, 4 empates, 2 derrotas, 72 gols marcados, 18 gols contra.

Semifinalista da competição. Enfrenta o Grêmio Novorizontino na partida de volta.

Destaque: Léo Passos – 14 gols marcados. Artilheiro da equipe no torneio.

Títulos conquistados esse ano: Torneio de Bellinzona na Suíça.

Finais do Paulista

Sub-11: Palmeiras x Santos F.C.

Sub-13: Palmeiras x S.C. Corinthians Paulista

Sub-15: Palmeiras x São Paulo F.C.

Sub-17: Palmeiras x Ponte Preta

*** Sub-20 disputando a fase semifinal. Venceu a partida de ida contra o Grêmio Novorizontino pelo placar de 2 a 0, fora de casa. Decide a vaga em casa na próxima sexta-feira (17), na Arena Barueri, com a vantagem de jogar por dois resultados a favor.

Na história

Apenas em duas ocasiões na história do Palmeiras todas as categorias de base do clube chegaram a decisão de suas respectivas disputas num mesmo ano, em competições promovidas pela Federação Paulista de Futebol.

Em 1959, o Verdão chegou a final no sub-15 (campeão), sub-17 (vice-campeão), aspirantes (campeão) e extra-amador (campeão).

Em 1977, o Palmeiras repetiu o feito ao chegar em todas as finais das competições de base vigentes: sub-15 (vice-campeão), sub-17 (vice-campeão) e sub-20 (campeão).

Em toda a história do Campeonato Paulista das categorias de base, desde que foi introduziu em 1972 a disputa das três categorias (sub-15, sub-17 e sub-20), apenas uma vez uma equipe ganhou todos os títulos das suas respectivas categorias num mesmo ano. Ocorreu em 1995, quando o São Paulo Futebol Clube alcançou esse feito, jamais repetido.

A partir de 2008, quando a Federação Paulista de Futebol introduziu as cinco categorias (sub-11, sub-13, sub-15, sub-17), apenas o Santos Futebol Clube em 2015 chegou em todas as finais num mesmo ano. Entretanto, nenhuma agremiação jamais conquistou mais que três títulos num único ano.

Clube Formador

A oralidade por vezes reproduz um discurso que não condiz com a realidade. Uma das principais miopias no universo do futebol é de que “a base do Palmeiras não revela ninguém”.

Para não cansar o leitor com uma lista extensa, apresento apenas alguns exemplos:

Atletas formados no Palmeiras que disputaram Copas do Mundo

Filó (jogou pela Seleção da Italia) – 1930
Romeu Pelliciari – 1938
Dino Sani – 1958
Mazzola – 1958
Alfredo Mostarda – 1974
Pedrinho Vicençote – 1982
Zetti – 1994
Marcos – 2002
Roque Júnior – 2002

Atletas que chegaram a seleção brasileira formados no Palmeiras (além dos citados acima)

David Braz, Diego Cavalieri, Vagner Love, Elias, Bruno Cesar, Ilsinho, Glauber, Amaral, Velloso, Zetti, Edu Manga, Canhotinho, Gino Orlando, Lima, Oberdan Cattani, Begliomini, Junqueira, Waldemar Fiume, Ministrinho, Gogliardo, Serafini, entre outros.

Atletas na Série A do Campeonato Brasileiro em 2017 formados no Palmeiras

Pedro Geromel (Grêmio), David Braz (Santos), Rafael Vaz (Flamengo), Diego Cavalieri (Fluminense), Marquinho (Fluminense), Victor Luis (Botafogo), Lucas Rocha (Vasco da Gama), Thiago Martins (Bahia), Matheus Salles (Bahia), Elias (Atlético-MG), Roger Bernardo (Atlético-MG), Anselmo (Sport Recife), Nikão (Atlético-PR), João Pedro (Chapecoense), Nadson (Chapecoense).

Jóia da Coroa

A maior de todas as recentes revelações das categorias de base da Sociedade Esportiva Palmeiras brilha atualmente com a camisa do Manchester City, na Inglaterra, e da seleção braslieira. Trata-se de Gabriel Jesus.

Exemplo para todos os jovens palestrinos – e não palmeirenses também -, o atacante formado no Verdão foi protagonista do título brasileiro conquistado em 2016 e agora tem a missão de conduzir o seu novo clube aos principais troféus ingleses e europeus, assim como dar ao povo brasileiro mais uma (ou algumas) Copa do Mundo.

Jesus deixou um legado no Palmeiras. Seu futebol, conduta e cárater iluminam e inspiram futuros craques no seio alviverde. Que os frutos dessa colheita sejam ainda mais férteis e projete no Palmeiras outras jóias raras, assim como ocorreu com nosso eterno menino das Alamedas Gabriel.

jesus

FORZA VERDÃO!!!

 

Anúncios
Padrão
Esportes, Italianidade

Livro Palestrino

A jornalista Carla Barbosa é a autora da obra “Palmeiras: O Brasil de Coração Italiano”, pela editora Multifoco, que será lançada no próximo dia 17 de dezembro (sábado), das 14h às 19h, no Museu do Futebol, na Praça Charles Muller, estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Em entrevista excluvisa para o blog, a autora conta um pouco mais sobre a sua nova publicação

Como surgiu a Idéia da elaboração dessa obra?

RESP: Quando entrei na faculdade, todos diziam que o TCC (Trabalho de conclusão de curso) era um bicho de sete cabeças. Então pensei: já que é tão difícil, vou fazer algo que me faça feliz e resolvi unir o útil ao agradável, escrevendo um livro, que era um sonho e sobre o Palmeiras, por quem sou apaixonada.

O problema é que eu não conhecia ninguém do clube e nunca tinha ido para São Paulo sozinha (cada viagem era uma aventura). Quando decidi que escreveria o livro, comecei uma busca na internet por nomes que pudessem me ajudar, foi quando surgiu Galuppo e Finelli. As primeiras pessoas que me ajudaram dentro do clube.

De início, quis escrever sobre o ex-goleiro Marcos, mas, coincidiu com a aposentadoria dele e outros dois livros foram escritos. Mudei de planos. Comprei vários livros do Palmeiras e pensei: o que não tiver aprofundado em nenhum deles, eu vou escrever.

Foi assim que nasceu a ideia de falar sobre o Brasil x Uruguai em 65 na inauguração do Mineirão, quando o Palmeiras representou a seleção brasileira. O livro é um contraponto entre o preconceito sofrido pelos italianos e a consolidação de um clube fundado por eles. Escrever em primeira pessoa foi para homenagear meu avô, palmeirense e descendente de italianos. É como se ele contasse o livro. O personagem é fictício, mas, todas as histórias contadas são reais, colhidas nas entrevistas com Mauro Beting, Ademir da Guia, Jota Roberto, entre tantos outros, além das pesquisas que fiz ao longo de dois anos.

Qual a maior curiosidade que encontrou durante as suas pesquisas? E a maior dificuldade?

RESP: O futebol antigo, da época de fundação do Palestra, era um futebol solidário. Arrecadavam dinheiro para ajudar quem precisava, um clube ajudava o outro, como é o caso do jogo das Barricas, entre Palmeiras x Corinthians para ajudar o São Paulo. Sem contar que no início, nenhum jogador vivia disso. Jogavam apenas por amor e hobby. Isso foi além de uma bela curiosidade algo que me fez entender a beleza do futebol, que infelizmente hoje em dia está se perdendo.

Sobre a dificuldade, acredito que a maior delas foi conseguir viabilizar a obra. Foram quatro anos tentando, mas, quando uma editora se interessava, não fechava devido ao licenciamento de marca do Palmeiras. Foi aí que resolvi eliminar as imagens que remetiam ao clube e focar na imigração. Sem símbolo, e sem a marca Palmeiras, consegui a aprovação da editora Multifoco, do Rio de Janeiro para lançamento independente. Meu sonho sempre foi uma publicação pelo clube, como produto oficial, mas, infelizmente isso não foi possível.

A relação Palmeiras-Itália é o tema central da obra. Como você analisa essa ligação nos dias atuais?

RESP: Hoje em dia, sinceramente acho que isso se perdeu. Algumas pessoas lutam para que o Palmeiras continue Palestra de raiz. Mas, vejo isso pouco difundido. Poucos palmeirenses sabem de fato dessa origem, dos propósitos daquele grupo de imigrantes que fundaram o clube e é exatamente com essa parte da história, o meu compromisso ao lançar o livro.

A influência da cultura italiana é um traço marcante em diversos segmentos da nossa sociedade. Qual a importância do Palmeiras na difusão desses valores ao longo dos tempos?

RESP: A principal contribuição do clube foi romper o preconceito. Mas, como disse, acho que muito da cultura italiana se perdeu e os valores também. Os mais novos precisam conhecer essa história e se orgulhar dela, sendo descendente ou não de italiano, pois esse povo construiu mais que o Palmeiras, mais que São Paulo, eles fazem parte da identidade do Brasil.

Em 1942 o clube teve que mudar de nome de Palestra Itália para Palmeiras devido a Grande Guerra. Como você avalia esse fato do ponto de vista da relação entre o clube a sua italianidade ancestral?

RESP: Difícil saber se os laços começaram a se romper a partir daí, ou com o passar dos anos. Com certeza esse momento da história teve sua parcela de culpa, já que as raízes foram cortadas a força e as consequências da Guerra foram sofridas. Mas, não acho que esse tenha sido o único motivo. Certamente a mistura com o Brasil falou mais alto. Não digo que não seja um clube brasileiro, claro que é. Mas, acho que pouco se fala sobre a história… de onde veio. Na verdade, isso acontece com todos os clubes. Pouco se fala das origens. Os torcedores não tem esse conhecimento porque simplesmente ele não é repassado.

Diversas ações ao longo do tempo rementem o clube as suas origens, tais como camisas comemorativas, por exemplo. Como você avalia essas iniciativas?

RESP: Acho bacana demais! Além de lindas, esse tipo de iniciativa é fundamental para contar a história e mostrar que o palmeirense tem orgulho das raízes. Nosso Palmeiras tem o estádio com um nome que remete aos tempos de Palestra, abriu uma cantina também com o nome Palestra e as cores da Itália, isso é lindo. Mas, volto a dizer, a maioria sabe apenas que é um clube de descendência italiana. Talvez os torcedores paulistas tenham um conhecimento maior, por causa da influência mais próxima dos italianos. Mas, eu que moro em Minas Gerais, quando conto algo sobre a fundação, ninguém conhece. Acho que o livro vai tentar cumprir um pouco desse papel.

Com o fim dos processos migratórios, é fato que o clube deixou de ser um ambiente de italianidade há décadas. Você acredita que as futuras gerações preservarão essa identidade? Quais os desafios?

RESP: Se nada mudar, acredito que não. Os palmeirenses mais velhos e principalmente, o próprio clube devem fomentar isso. Ir além das camisas comemorativas. Muitos jovens não conhecem a história do futebol no Brasil, como ele veio pra cá, qual o propósito, enfim. Não só as raízes italianas precisam ser preservadas, como também a ideologia do futebol. O principal desafio é romper a barreira do capitalismo. Futebol hoje é sinônimo de dinheiro. Pouca gente se importa com a história, mas, ela é apaixonante!

Saiba mais sobre a obra através dos links abaixo:

https://www.facebook.com/dribledeletra/?ref=ts&fref=ts

https://www.facebook.com/PalmeirasOBrasilDeCoracaoItaliano/?fref=ts

livro-italia

FORZA VERDÃO!!!

 

Padrão
Esportes

Juventus na Série A-2

Em 2016 será a décima primeira vez que o Juventus disputa o Campeonato Paulista da Divisão de Acesso (hoje denominado Série A-2). A primeira participação do Moleque Travesso aconteceu em 1928 e de lá para cá, a equipe avinhada foi campeã em 1929 e 2005 e vice-campeã em 1994.

Na edição de 1994 o atacante juventino Cuca terminou como o artilheiro do torneio, sendo a única vez que um jogador do time da Mooca conquistou tal feito na disputa.

O Juventus faz a sua estreia no torneio no dia 31 de janeiro, um domingo, contra a Penapolense no estádio Conde Rodolfo Crespi, no bairro da Mooca.

A fanática torcida grená sonha com o acesso à elite do Estadual, onde o Juventus está afastado desde 2008, amargando seu maior calvário sem participações na série principal do futebol paulista de toda a sua gloriosa história.

O clássico contra a Portuguesa de Desportos é a partida mais aguardada pelos juventinos nessa temporada. O jogo está previsto para o estádio do Canindé, no dia 3 de fevereiro, válido pela segunda rodada.

Esse tradicional confronto acontece pela segunda vez na história do Paulistão da Série A-2. Em 2013, no mesmo estádio do Canindé, a Lusa venceu o Moleque Travesso por 2 a 1.

O meia atacante Rafael Branco é o único atleta juventino do atual elenco que disputou a Série A-2 pelo clube em 2013.

O técnico Rodrigo Santana permanece no comando do time. Boa parte dos jogadores que estavam no ano passado seguem no Juventus, entre eles: André Dias e Rafael (goleiros), Astorga, Victor Salinas e Borges (zagueiros), Derli e Fellipe Nunes (volantes), Ferro (lateral), Adiel (meia) e Santiago (atacante). Além deles, os atacantes Gil e Nathan, também defenderão a camisa juventina.

O departamento de futebol profissional também confirmou a contratação de outros quatros jogadores. Itacaré (atacante/ex-Serrano–BA), Murilo Silva (lateral-direito/ex-Novo Hamburgo-RS), Adriano Paulista (meia/ex-Volta Redonda-RJ) e Diogo Oliveira (volante/ex-Operário-PR).

Confira os jogos do Juventus na competição:

Data Jogo Local
31/1 Juventus x Penapolense Rua Javari
3/2 Juventus x Portuguesa Canindé
6/2 Juventus x Velo Clube Rua Javari
10/2 Juventus x Monte Azul Monte Azul
14/2 Juventus x Rio Branco de Americana Rua Javari
17/2 Juventus x Batatais Batatais
21/2 Juventus x Independente de Limeira Limeira
24/2 Juventus x Santo André Rua Javari
28/2 Juventus x Atlético Sorocaba Sorocaba
2/3 Juventus x São Caetano Rua Javari
6/3 Juventus x Mirassol Rua Javari
9/3 Juventus x Barretos Barretos
13/3 Juventus x Marília Rua Javari
16/3 Juventus x Paulista de Jundiaí Jundiaí
20/3 Juventus x Taubaté Rua Javari
23/3 Juventus x Guarani de Campinas Campinas
27/3 Juventus x Votuporanguense Votuporanga
30/3 Juventus x União Barbarense Rua Javari
3/4 Juventus x Bragantino Bragança

Números Gerais do Juventus no Paulista A-2

Jogos: 228
Vitórias: 102
Empates: 50
Derrotas: 76
Gols Pró: 385
Gols Contra: 318
Maior goleada a favor: 30/4/2005 Juventus 8×1 Matonense
Maior goleada sofrida: 31/3/2013 Juventus 0x7 Comercial de Ribeirão Preto

Retrospecto dos Confrontos

Portuguesa de Desportos
Jogos: 120
Vitórias: 25
Empates: 30
Derrotas: 65

Guarani de Campinas
Jogos: 91
Vitórias: 26
Empates: 15
Derrotas: 50

Bragantino
Jogos: 22
Vitórias: 07
Empates: 03
Derrotas: 12

Santo André
Jogos: 32
Vitórias: 10
Empates: 8
Derrotas: 14

Marília
Jogos: 40
Vitórias: 20
Empates: 09
Derrotas: 11

Paulista de Jundiaí
Jogos: 24
Vitórias: 06
Empates: 09
Derrotas: 09
*** Nos anos 2000 o Paulista também denominou-se Etti Jundiaí

São Caetano
Jogos: 10
Vitórias: 02
Empates: 01
Derrotas: 07

Rio Branco de Americana
Jogos: 18
Vitórias: 05
Empates: 05
Derrotas: 08

Taubaté
Jogos: 34
Vitórias: 15
Empates: 12
Derrotas: 07

Atlético Sorocaba
Jogos: 02
Vitórias: 01
Empates: 0
Derrotas: 01

União Barbarense
Jogos: 04
Vitórias: 03
Empates: 01
Derrotas: 0

Batatais
Jogos: 02
Vitórias: 01
Empates: 01
Derrotas: 0

Monte Azul
Jogos: 02
Vitórias: 0
Empates: 0
Derrotas: 02

Velo Clube
Jogos: 05
Vitórias: 03
Empates: 01
Derrotas: 01

Independente de Limeira
Jogos: 02
Vitórias: 0
Empates: 01
Derrotas: 01

Penapolense
Jogos: 03
Vitórias: 0
Empates: 03
Derrotas: 0

Votuporanguense
Jogos: 04
Vitórias: 02
Empates: 0
Derrotas: 02

Barretos
Jogos: 02
Vitórias: 01
Empates: 01
Derrotas: 0

Mirassol
Jogos: 05
Vitórias: 01
Empates: 02
Derrotas: 02

*** Números em confrontos válidos apenas em Campeonatos Paulistas das Séries A-1, A-2 e A-3

juve

FORZA JUVE!!!

Padrão
Esportes

100 vezes Palmeiras

O Campeonato Paulista de 2016 terá um sabor especial para a Sociedade Esportiva Palmeiras. Essa será a centésima vez que o clube alviverde disputará o tradicional torneio.

De 1916 até os dias atuais, o Verdão participou de todas as disputas ininterruptamente, ficando de fora apenas em 2002, quando a Federação Paulista de Futebol organizou a competição sem a participação dos grandes clubes do Estado.

São 22 títulos conquistados (sendo três invictos) e 24 vice-campeonatos, além de ser o dono do melhor desempenho na época do amadorismo (em 1932) e no profissionalismo (em 1996).

Tradição que revelou craques, treinadores, ídolos e heróis. Competição que construiu rivalidades eternas e que massificou o esporte bretão no coração do povo. Isso é o Paulistão. A mais apaixonante competição regional do país do futebol!

Os 25 jogadores inscritos para o Campeonato Paulista 2016 são:

Goleiros: Fernando Prass, Vagner e Vinicius Silvestre
Laterais: Lucas, João Pedro, Zé Roberto e Egídio
Zagueiros: Edu Dracena, Leandro Almeida, Roger Carvalho, Vitor Hugo e Thiago Martins
Volantes: Arouca, Jean, Matheus Sales e Thiago Santos
Meias: Allione, Régis e Robinho
Atacantes: Dudu, Alecsandro, Erik, Cristaldo, Gabriel Jesus e Lucas Barrios

Confira a trajetória palestrina-palmeirense na história do estadual:

Marcas e Recordes

Maior Público como mandante: 123.318 pagantes, em 15/10/1978 Palmeiras 2×0 Santos, no estádio do Morumbi

Primeiro gol marcado na competição: Radamés Gobbato, em 13/5/1916

Primeiro jogo na competição: 13/5/1916 Palestra Itália 1×1 Mackenzie, no campo da Chacará da Floresta

Maior Goleada a favor: 8/8/1920 Palestra Itália 11×0 Internacional

Maior Goleada contra: 26/3/1939 Palestra Itália 0x6 São Paulo

Estádio que mais atuou: Palestra Itália – 836 vezes

Quantos adversários enfrentou: 92 clubes diferentes

Time que mais enfrentou: Sport Club Corinthians Paulista – 206 vezes

Atleta que mais vezes foi campeão: Junqueira (7 vezes)

Maior Artilheiro: Heitor Marcelino Domingues – 185 gols marcados, em 16 temporadas

Quem mais jogou: Ademir da Guia – 373 jogos disputados, em 15 temporadas

Técnico que mais vezes foi campeão: Oswaldo Brandão e Vanderlei Luxemburgo (4 vezes cada)

Números no estádio Palestra Itália

Jogos: 836
Vitórias: 601
Empates: 153
Derrotas: 82
Gols Pró: 2108
Gols Contra: 720

Números Gerais

Jogos: 2423
Vitórias: 1362
Empates: 589
Derrotas: 472
Gols Pró: 4855
Gols Contra: 2556

Artilheiros

Heitor – 1926
Heitor – 1928
Romeu Pelliciari – 1932
Romeu Pelliciari – 1934
Humberto Tozzi – 1953
Humberto Tozzi – 1954
César Lemos – 1971
Evair – 1994
Vágner Love – 2004
Alex Mineiro – 2008

Campeões

Paulista 1920

Primo (G), Bianco (capitão), Oscar, Bertolini, Picagli, Severino, Matteo Forte, Ministro, Heitor, Augusto Federici , Martinelli. Técnico: Giuseppe Roberti e Frediano De Lucca

Jogo do título: 19/12/1920 Palestra Itália 2×1 Paulistano

Paulista 1926 – Invicto

Primo (G), Bianco, Loschiavo, Xingó, Amílcar, Serafini, Mathias, Carrone, Heitor, Imparato II, Mele. Técnico: Renzo Mangiande

Jogo do título: 5/9/1926 Palestra Itália 7×1 Sílex

Paulista 1927

Augusto Perth (G), Bianco, Miguel Pascoarelli, Xingó, Gogliardo, Serafini, Tedesco, Heitor, Armandinho,  Lara, Miguel Feite. Técnico: Amílcar Barbuy

Jogo do título: 4/3/1928 Palestra Itália 3×2 Santos

Paulista 1932 – Invicto

Nascimento (G), Loschiavo, Junqueira, Tunga, Gogliardo, Adolpho, Avelino, Sandro, Romeu Pelliciari, Lara, Imparato. Técnico: Humberto Cabelli

Jogo do título: 11/12/1932 Palestra Itália 8×0 Santos

Paulista 1933

Nascimento (G), Carnera, Junqueira, Tunga, Dula, Tuffy, Avelino, Gabardo, Romeu Pelliciari, Lara, Imparato. Técnico: Humberto Cabelli

Jogo do título: 12/11/1933 Palestra Itália 1×0 São Paulo da Floresta

Paulista 1934

Aymoré Moreira (G), Carnera, Junqueira,  Zezé Moreira, Dula, Tuffy, Alvaro, Gabardo, Romeu Pelliciari (Gutierrez), Lara, Vicente. Técnico: Humberto Cabelli

Jogo do título: 26/8/1934 Palestra Itália 3×1 Paulista

Paulista 1936

Jurandyr (G), Carnera, Begliomini (Junqueira), Tunga, Dula, Del Nero, Frederico, Luizinho Mesquita, Moacyr, Niginho, Mathias. Técnico: Ventura Cambon

Jogo do título: 9/5/1937 Palestra Itália 2×1 Corinthians

Paulista 1940

Gijo (G), Carnera, Junqueira, Garro, Oliveira, Del Nero, Luisinho Mesquita, Canhoto, Echevarrieta, Lima, Pipi. Técnico: Caetano De Domenico

Jogo do título: 8/12/1940 Palestra Itália 4×1 São Paulo

Paulista 1942

Oberdan (G), Junqueira, Begliomini, Zezé Procopio, Og Moreira, Del Nero, Cláudio, Waldemar Fiúme, Villadoniga, Echevarrieta, Lima. Técnico: Armando Del Debbio

Jogo do título: 20/9/1942 Palmeiras 3×1 São Paulo

Paulista 1944  

Oberdan (G), Caieira, Junqueira, Og Moreira, Waldemar Fiúme, Gengo, Gonzales, Lima, Caxambú, Villadoniga, Jorginho. Técnico: Armando Del Débbio

Jogo do título: 17/9/1934 Palmeiras 3×1 São Paulo

Paulista 1947

Oberdan (G), Caieira, Turcão, Zezé Procópio, Túlio, Waldemar Fiúme (Gengo), Lula, Arturzinho, Osvaldinho (Bóvio), Lima, Canhotinho. Técnico: Oswaldo Brandão

Jogo do título: 28/12/1947 Palmeiras 2×1 Santos

Paulista 1950  

Oberdan (G), Turcão, Oswaldo, Waldemar Fiúme, Luiz Villa, Sarno, Lima, Canhotinho, Aquiles, Jair Rosa Pinto, Rodrigues. Técnico: Ventura Cambon

Jogo do título: 28/1/1951 Palmeiras 1×1 São Paulo

Paulista 1959  

Valdir de Moraes (G), Djalma Santos, Valdemar Carabina, Aldemar, Geraldo Scotto, Zequinha, Julinho, Américo, Nardo, Chinesinho, Romeiro. Técnico: Oswaldo Brandão

Jogo do título: 10/1/1960 Palmeiras 2×1 Santos

Paulista 1963

Picasso (G), Djalma Santos, Vicente, Zequinha, Valdemar Carabina, Julinho, Servílio, Vavá, Ademir da Guia, Gildo. Técnico: Silvio Pirilo

Jogo do título: 11/12/1963 Palmeiras 3×0 Noroeste

Paulista 1966  

Valdir de Moraes (G), Djalma Santos, Djalma Dias, Minuca, Ferrari, Zequinha, Ademir da Guia, Gallardo, Ademar Pantera, Servilio, Rinaldo. Técnico: Mário Travaglini

Jogo do título: 7/12/1966 Palmeiras 5×1 Comercial de Ribeirão Preto-SP

Paulista 1972 – Invicto

Leão (G), Eurico, Luis Pereira, Alfredo, Zeca, Dudu (Madurga), Ademir da Guia, Edu (Fedato), Leivinha, César, Nei.
Técnico: Oswaldo Brandão

Jogo do título: 3/9/1972 Palmeiras 0x0 São Paulo

Paulista 1974  

Leão (G), Jair Gonçalves, Luis Pereira, Alfredo, Zeca, Dudu, Ademir da Guia, Edu, Leivinha, Ronaldo, Nei. Técnico: Oswaldo Brandão

Jogo do título: 22/12/1974 Palmeiras 1×0 Corinthians

Paulista 1976  

Leão (G), Valdir, Samuel, Arouca, Ricardo, Pires, Edu, Jorge Mendonça, Ademir da Guia, Toninho, Nei. Técnico: Dudu

Jogo do título: 18/8/1976 Palmeiras 1×0 Xv de Piracicaba

Paulista 1993  

Sérgio (G), Mazinho, Antonio Carlos, Tonhão, Roberto Carlos, César Sampaio, Daniel Frasson, Edilson (Jean Carlo), Zinho, Edmundo, Evair (Alexandre Rosa). Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Jogo do título: 12/6/1993 Palmeiras 4×0 Corinthians

Paulista 1994

Fernandez (G), Claudio, César Sampaio, Cléber, Roberto Carlos, Amaral, Mazinho (Jean Carlo), Rincón, Macula, Edilson, Evair (Sorato). Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Jogo do título: 12/5/1994 Palmeiras 1×0 Santo André

Paulista 1996

Velloso (G), Cafu, Sandro, Cléber (Claúdio), Júnior (Elivélton), Amaral (Marquinhos), Galeano, Djalminha, Rivaldo, Muller, Luizão. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Jogo do título: 2/6/1996 Palmeiras 2×0 Santos

Paulista 2008

Marcos (G) (Diego Cavalieri (G)), Elder Granja, Gustavo, Henrique, Pierre, Leandro, Diego Souza, Martinez, Alex Mineiro (Lenny), Valdivia, Kleber (Denilson). Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Jogo do título: 4/5/2008 Palmeiras 5×0 Ponte Preta

periquito

Padrão
Esportes

Patinho Feio

A história é pródiga em repetir eventos semelhantes de formas diferentes. Ao revisitarmos certos períodos e momentos do passado, encontramos singularidades que se conectam com o tempo presente.

Parece que é uma força subconsciente que fica oculta e plasmada em torno de personagens, figuras proeminentes e instituições.

Na vida de um clube de futebol como a Sociedade Esportiva Palmeiras, então, esse fenômeno surge como uma constante.

Curiosamente, há uma pré-disposição dos adversários e da crônica em subjugar o alviverde nas vésperas de momentos decisivos na vida esportiva palmeirense. Tratam de diminuir a nossa auto-estima. Induzem a que todos pensem que somos risíveis. Criam um clima de temor, ansiedade e apreensão. Transformam qualquer disputa num jogo de “vida ou morte”. Dramatizam. Menosprezam.

Esse comportamento de agentes externos – e por vezes internos – parece acompanhar a trajetória dessa gloriosa institutição desde os seus primeiros tempos.

Torna-se perceptível uma inveja mascarada de ódio contra o clube esmeraldino.

Em 1920, o Palestra Italia tinha pela frente na decisão do Campeonato Paulista o Clube Atlético Paulistano. Antes da grande final, o rival palestrino foi cantado em verso e prosa por todos como o grande campeão. Era o atual tetracampeão. Imbatível. O Glorioso. O time do “rei” Arthur Friedenreich. O temível time dos aristocratas. O guardião das tradições esportivas. Um gigante insuperável.

O Palestra era só um bando de italianinhos “carcamanos”…

Deu Palestra!

Em 1942, o Palmeiras tinha pela frente na decisão do Campeonato Paulista o São Paulo Futebol Clube. Antes da grande final, o tricolor paulista era aclamado como o supertime. Era o time do “rei” Leônidas da Silva. O time dos aristocratas do Estado Novo. Da nova elite brasileira. Uma seleção de craques conduzida pelo Marechal da vitória Paulo Machado de Carvalho. Um esquadrão digno dos maiores times do futebol paulista.

O Palmeiras era apenas um time de italianinhos “quinta colunas”…

Deu Palmeiras!

Em 1959, o Palmeiras tinha pela frente na decisão do Campeonato Paulista o Santos Futebol Clube. Antes da grande final, o time da Vila Belmiro era visto como uma potencia que não tinha rivais. Era o time do “rei” Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. Ninguém seria capaz de vencer o time de Pelé. Um time com Pelé em campo era insuperável. Era o maior time do mundo. Uma seleção jamais vista.

O Palmeiras era apenas um time de italianinhos que não vencia um título há 9 anos…

Deu Palmeiras!

Em 1974, o Palmeiras tinha pela frente na decisão do Campeonato Paulista o Sport Club Corinthians Paulista. Antes da grande final, o time de Parque São Jorge era aclamado pela mídia como o grande favorito. Apesar do jejum, era a vez do Timão. Era o time do “reizinho” Roberto Rivelino. O sofrimento da “Fiel” chegaria ao fim perante o maior rival como em 1954. Era a vez da multidão alvinegra voltar a sorrir. Ninguém seria capaz de parar o colosso alvinegro. Ninguém pode com a “Fiel”.

O Palmeiras era apenas um time de italianinhos que não se empenharia tanto para vencer…

Deu Palmeiras!

Poderia citar tantos outros exemplos de decisões esportivas, onde o Palmeiras foi tratado em segundo plano pelos rivais e pela crônica. Há muitos mais. Isso é recorrente. Vai ser sempre assim. Mas não quero ser cansativo. Ficarei nos acima citados, apenas.

Somos o “Patinho Feio” há 100 anos para os outros.

Nada mau que nos enxerguem sempre assim. Isso nos fortalece a alma!

Afinal, a miopia alheia pode não compreender a diferença entre um pato, que voa curto e baixo, e um periquito que nasceu predestinado a rasgar os céus infinitos envergando seu manto verde esmeralda!

simbolo-original

FORZA PALESTRA

Único time do futebol brasileiro a ter destronado os três “reis” da história do futebol brasileiro: Fried, Leônidas e Pelé

Padrão
Esportes

História do Campeonato Paulista – Rádio Gazeta AM

A história do Campeonato Paulista através dos seus campeões. Cinco programas especiais veiculados pela Rádio Gazeta AM, onde demos a nossa colaboração. Agradeço a todos por mais essa oportunidade, em especial as jornalistas Renata Camara e Regiane Ritter. Muito Obrigado!

Confira os cinco capítulos nos links abaixos:

Corinthians

http://www.gazetaam.com/especial-campeonato-paulista-1/

Palmeiras

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-2/

São Paulo

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-3/

Santos

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-4/

Portuguesa de Desportos e Demais Campeões

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-5/

untitled

Padrão
Esportes

Palmeiras x Santos

Apesar de Palmeiras e Santos se encontrarem apenas pela segunda vez  em uma decisão de Campeonato Paulista em toda a história – a primeira foi em 1959 com vitória alviverde –, as equipes já tiveram confrontos diretos que definiram o campeão estadual em outras cinco oportunidades.

Como o sistema de disputa dessas competições do passado eram os pontos corridos, os embates entre o Verdão e o Peixe representaram verdadeiras decisões durante o próprio torneio. Por três vezes o Palmeiras saiu vencedor e o alvinegro praiano levantou a taça em outras duas ocasiões.

Confira os cinco confrontos diretos que valeram o título da competição estadual:

1927  Palestra Itália Campeão

4/3/1928 Palestra Itália 3×2 Santos
Estádio Vila Belmiro
Gols: Tedesco, Lara, Perillo (PAL);  Evangelista, Camarão (SAN)
PAL:  Perth (G), Bianco,  Miguel Pascoarelli, Xingo, Gogliardo, Serafini, Tedesco, Heitor, Armandinho, Lara, Perillo. Técnico: Amílcar Barbuy
SAN: Athie (G), Bilu, Meira, Hugo, Julio, Alfredo, Omar, Camarão, Siriri, Araken Patuska, Evangelista. Técnico: não identificado

Os dois times lutaram palmo a palmo na liderança da competição. O Palestra era a melhor defesa da competição. O Santos era o melhor ataque com 100 gols marcados. Na penúltima rodada, o Santos jogava em sua casa e precisava vencer o alviverde para entrar na última rodada com chances de título, já que o Palestra liderava por um ponto de diferença sobre o rival. A vitória na Vila Belmiro, num jogo épico, garantiu o título ao Verdão com uma rodada de antecedência.

1947 Palmeiras Campeão

28/12/1947 Palmeiras 2×1 Santos
Estádio Vila Belmiro
Gols: Arturzinho, Turcão (PAL); Odair (SAN)
PAL: Oberdan (G), Caieira, Turcão, Zezé Procópio, Túllio, Waldemar Fiume, Lula, Arturzinho, Oswaldinho II, Lima, Canhotinho. Técnico: Osvaldo Brandão
SAN: Rene (G), Dinho, Expedito, Nene, Dacunto, Alfredo, Odair, Zeferino, Adolfrizes, Antoninho, Leonaldo. Técnico: não identificado

A tabela do Campeonato Paulista de 1947 previa para a última rodada um confronto entre Palmeiras e Santos, na casa santista. O Peixe não tinha mais chances de título. O Verdão lutava pelo caneco diretamente com o Corinthians. A vitória palmeirense foi construída no primeiro tempo e garantiu mais uma taça ao Verdão.

1960 Santos Campeão

16/12/1960 Palmeiras 1×2 Santos
Estádio Vila Belmiro
Gols:  Chinesinho (PAL); Zito, Pelé (SAN)
PAL: Valdir de Moraes (G), Djalma Santos, Valdemar Carabina, Jorge, Zequinha, Aldemar, Julinho Botelho, Humberto Tozzi (Nardo), Romeiro, Chinesinho, Cruz. Técnico: Oswaldo Brandão
SAN: Laercio (G), Dalmo, Mauro, Zé Carlos, Calvet, Zito, Sormani (Dorval), Mengalvio, Coutinho, Pelé,  Pepe. Técnico: Lula

O Santos lutava pelo título palmo a palmo com a Portuguesa de Desportos. O Verdão já estava fora da disputa pelo caneco. Na última rodada, o Peixe venceu o alviverde em seus domínios e passou a Lusa na tabela de classificação, garantindo mais um título para o time da Vila Belmiro.

1968 Santos Campeão

19/5/1968 Palmeiras 1×3 Santos
Estádio Palestra Itália
Gols:  China (PAL); Edu, Pelé, Toninho Guerreiro (SAN)
PAL: Maidana (G), Djalma Santos, Baldocchi, Minuca, Jorge, Julio Amaral, Zequinha, Swing, China, Cabralzinho (Morais), Gildo. Técnico: Alfredo Gonzalez
SAN: Claudio (G), Carlos Alberto, Ramos Delgado, Joel, Rildo, Clodoaldo, Lima, Toninho Guerreiro, Douglas, Pelé, Edu. Técnico: Antoninho

O Santos não teve rival no Campeonato Paulista de 1968. Dominou a competição com extrema facilidade e foi campeão por antecedência justamente na partida diante do Palmeiras no Palestra Itália. O Verdão atuou nesse jogo com um time reserva, pois três dias antes havia disputado a terceira partida da final da Taça Libertadores da América contra o Estudiantes de La Plata.

Veja o vídeo da partida: https://www.youtube.com/watch?v=C6ln6mmB-NU

1996 Palmeiras Campeão

2/6/1996 Palmeiras 2×0 Santos
Estádio Palestra Itália
Gols: Luizão, Cleber (PAL)
PAL:  Velloso (G), Cafu, Sandro, Cleber,  Junior (Elivelton), Galeano, Amaral (Marquinhos), Rivaldo, Djalminha, Muller,  Luizão. Técnico: Vanderlei Luxemburgo
SAN: Edinho (G), Claudio, Sandro, Narciso, Marcos Adriano, Gallo, Baiano, Jamelli, Robert (Camanducaia), Macedo (Nando), Giovanni. Técnico: Orlando Pereira

Campeão do primeiro turno de forma invicta, o Verdão foi um rolo compressor no Paulistão de 1996 registrando a melhor campanha da história do profissionalismo. Para garantir o caneco de forma direta, bastava ao alviverde vencer o segundo turno. E isso aconteceu justamente no confronto direto diante do Santos, que ficou na segunda colocação no segundo turno.

Veja o vídeo da partida: https://www.youtube.com/watch?v=Jbs39kSUibw

Tabu alviverde

O Palmeiras não vence o Santos há oito jogos. A útlima vitória do time palmeirense sobre o rival praiano aconteceu no dia 5 de fevereiro de 2012, Palmeiras 2 x 1 Santos,  gols marcados por Fernandão e Juninho para o Verdão e Neymar para o Peixe, em confronto válido pelo Campeonato Paulista,  realizado em Presidente Prudente.

De lá para cá foram seis vitórias santistas e dois empates. Os últimos quatro confrontos entre as equipes foram todos vencidos pelo alvinegro da Baixada Santista.

A  última vitória do Palmeiras no estádio da Vila Belmiro, palco da grande decisão, aconteceu em 3 de abril de 2011, por 1 a 0, gol marcado por Kleber, pelo Campeonato Paulista.

Veja o vídeo da última vitória palmeirense sobre os santistas: https://www.youtube.com/watch?v=v39BkIUg7NY

Clássico no Palestra Itália

No Palestra Itália, estádio do primeiro jogo da finalíssima, a última vitória palmeirense foi em  8 de fevereiro de 2009, pelo Campeonato Paulista. O Verdão goleou o alvinegro praiano pelo placar de 4 a 1, gols marcados por Edmilson, Lenny e Keirrison (2).

Já o último clássico entre as equipes no Palestra Itália aconteceu no dia 28 de junho de 2009. Na ocasião, o houve empate pelo placar de 1 a 1, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. Obina marcou o gol palmeirense, enquanto Robson (que trata-se do Robinho que hoje atua pelo Palmeiras) marcou o gol santista.

Ao longo de toda a história, Palmeiras e Santos já jogaram 70 partidas no estádio palmeirense. Foram 36 vitórias palestrinas, 14 vitórias santistas e 20 empates. O Verdão marcou 137 gols e sofreu 75 dos santistas.

Veja o vídeo da última vitória palmeirense no Palestra Itália: https://www.youtube.com/watch?v=SQsAQzFsbdU

???????????????????????????????

Padrão