Esportes

A esperança é Verde

Palmeirense praticante, sempre procurei acompanhar o time a lugares exóticos e interessantes. A Chapecó, próximo da Argentina, numa bela região progressista, não ia ser diferente.

Corria 2013, e embora na série B, era a primeira vez que o time desta cidade ia enfrentar um grande pelo campeonato nacional.  Cinco dias antes, fui de ônibus a Curitiba, de lá a Itajaí, pernoitei e continuei até Curitibanos, foi uma forma de apreciar Santa Catarina e seu ar europeu.

Lá, também pernoitei, e finalmente cheguei em Chapecó, na tarde da quinta-feira. Na rodoviária, me diverti com a escultura de um enorme porco. No hotel, bem hospedado, logo ao sair, naquele fim de tarde e noite, percebi e fiquei impressionado com a incorporação do clube com a cidade.

Em qualquer estabelecimento comercial, de serviços, janelas de residências, apartamentos, um símbolo, uma bandeira da Chapecoense. Nos dias seguintes, circulando com a camisa do Palmeiras, algumas vezes com um blusão da Mancha Verde, em nenhum instante fui contestado. Nas ruas, bem como dos veículos, só boas-vindas. Agradecia, até levantando os braços.

Fotografei a enorme e interessante estátua do Desbravador, homenagem aos pioneiros, e entrei na catedral Santo Antonio, ao lado. Almocei algumas vezes no Bandejão popular, também próximo, e fui duas vezes, a pé, ao distante shopping.

Na arena Condá, encontrei o guichê fechado, mas um segurança logo indicou uma funcionária do clube. Com ela, adquiri meu ingresso, e não faltou um bom papo com o pessoal em volta. Ao final, dei de lembrança para ela, funcionários e seguranças, os chaveirinhos do meu alviverde, recordações que o Luciano e o Matias, sempre me fornecem para essas viagens.

Na sexta-feira à noite, uma festa rolava na praça principal. Comprei um chopp e um salsichão, e procurava um lugar para sentar. Um grupo de torcedores da Chapecoense me chamou: “Oh, palmeirense, vem sentar com a gente!”. Fui, maravilhoso, ouvi e contei histórias, brinquei com o destino de um ônibus urbano: “Palmeiras”, soube quem foi o índio Condá, também um pioneiro, fiz amigos.

Calor, fui dormir por volta de duas da manhã. Combinamos, com qualquer resultado no sábado, de voltarmos aquele local. No dia do jogo encontrei velhos amigos palmeirenses, a turma de Joinville com o Elmo, os fanáticos do interior do Paraná, o Salvador, filho do Gatti, e o sempre presente japonês da Mancha. Com eles, acabei de distribuir os chaveirinhos para as crianças e mulheres presentes. Depois do jogo, voltei para a praça. A derrota do Palmeiras, por 1×0, pareceu uma coisa natural. Novamente bebi e troquei experiências esportivas e políticas.

No domingo, uns iam com as famílias a uma fazenda, e outros iam pescar no rio Uruguai. Fui convidado, mas achei inconveniente, resolvi descansar e ficar rodando ali pelo centro. Na despedida, um deles, perguntou se tinha conhecido a cooperativa Super Alfa. Disse que tinha passado em frente. Falou para eu ir na segunda pela manhã, antes de viajar, porque encontraria produtos de primeira linha a bons preços, que tinha um cartão de desconto e que também passaria por lá.

Na segunda, após ele mostrar a loja, não resisti, separei alguns salames italianos e queijos especiais que são exportados. No caixa, este amigo fez um embrulho caprichado e não aceitou meu pagamento. Fiquei sem ação, agradeci e disse que tentaria oferecer a mesma recepção quando fossem a São Paulo. Estes torcedores são comprometidos com atividades que quase não permitem viagens. Nunca vieram, mas mantenho alguns contatos.

Na minha volta, para ir ao longínquo aeroporto, um motorista que já tinha batido bons papos na praça, também fez um preço diferenciado. Mesmo gremista, deixei com ele o último exemplar das revistas do clube que sempre levo. Após a tragédia ocorrida, pasmo, só consegui enviar para estes amigos, um coração verde, com uma faixa de luto. E passei este dia da notícia tão chocante, lembrando de tantos fatos marcantes e tão próximos no tempo.

Recordei de uma Chapecoense, bem montada, também verde e branca, que subiu a série A, junto com o retorno do Palmeiras, em 2014. Memorizei seus jogadores recentes, que continuavam no processo evolutivo do clube, e quando da última partida de suas vidas. Depois deste jogo, sem retornarem ao vestiário, foram protagonistas da nossa festa pelo título de 2016. Foram aplaudidos e receberam a nossa esperança para a cartada mais histórica que viria, contra um também alviverde, o Nacional de Medellin.

O Palmeiras já tinha contratado um de seus melhores jogadores, o Hyoran. O Cleber Goiano tinha pedido ao ex-companheiro de clube, Bruno Rangel, uma camisa do Palmeiras para o filho. Em campo, Caio Junior, com marcante passagem como nosso treinador, abraçava os amigos, e as lembranças do Josimar e o do Ananias, ex-jogadores palmeirenses, não poderiam ser esquecidas. Ananias, depois jogando pelo Sport, em 2014, foi quem fez o primeiro gol no Allianz Parque. E para fechar, o Fabiano, revelado na Chapecoense, quis o destino, neste conjunto de fatos encadeados , fazendo o gol do título e combinado, após o jogo, com o goleiro Danilo, seu grande amigo, de comemorarem, juntos, o campeonato brasileiro e a Sul-Americana, que viria.

Afinal, por ironia, não foram suas mãos, como goleiro, mas seus pés, que garantiram esta final, eliminado o time do papa, o San Lorenzo. Este time do oeste catarinense, que sempre cresceu e nunca sofreu um rebaixamento, saberá, sem dúvida, distanciar dos oportunistas e se reerguer com altivez.

Mas como na vida, da mesma forma que podemos subir esperançosos num meteoro sem condutor, às vezes, somos obrigados a entrar numa carroça dirigida por irresponsáveis. E muitos falam, mas não sabem a força que tem o significado do verde. O senhor Alvadir Pelisser, com 90 anos, palmeirense, e um dos fundadores do clube catarinense, disse que essas cores são em razão do nosso Palmeiras. O mundo e a esperança torcem pela Chapecoense!

*** Texto produzido, vivenciado e enviado por Marcos Gama

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Juve goleia na Copinha

Na tarde de sexta-feira (6), o Moleque Travesso goleou o Sete de Setembro-AL pelo placar de 4 a 1, em jogo válido pela segunda rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior, no estádio Conde Rodolfo Crespi, na rua Javari.

Os gols juventinos foram marcados por: Barretos (2), Motta e Carlão. Com a vitória, o time juventino garantiu vaga para a próxima fase da competição, com uma rodada de antecipação, com seis pontos ganhos em dois jogos.

O adversário do Time da Mooca sairá do Grupo 27 formado por: Grêmio Osasco, Interporto-TO, Fluminense-RJ e Real Noroeste-ES

Barreto, camisa 6 do Moleque Travesso, abriu o placar aos 23 minutos da primeira etapa. Dando uma de centroavante, o lateral-esquerdo juventino aproveitou o desvio de cabeça do zagueiro Luiz Carlos no escanteio para balançar as redes adversárias.

Controlando as ações, o Juventus garantiu a vitória parcial e foi para os vestiários vencendo por 1 a 0.

Aos 24  minutos da segunda etapa, o árbitro marcou penalidade máxima contra os grenás. Maxmiller converteu a  cobrança e empatou a partida. Dois minutos depois, a resposta foi imediata. Novamente Barreto foi às redes. Ele desviou a cobrança de falta, colocando o Juventus em vantagem novamente.

O terceiro e quarto gols juventinos foram marcados já nos acréscimos. Carlão, aos 48 minutos, aproveitou o contra-ataque puxado por Dener e deixou sua marca. Aos 50 minutos, Motta tocou na saída do goleiro e deu números finais a partida.

O Juventus volta a campo pela última rodada da primeira fase no domingo (8), às 16h, contra o Figueirense-SC, no estádio da rua Javari, com entrada franca. O time grená lutará para se manter na liderança do Grupo.

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Fotos: Ale Vianna/ Divulgação C.A. Juventus

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Juventus na Copinha

Na tarde de quarta-feira (4), às 14h, o Juventus faz a sua estreia na Copa São Paulo de Futebol Júnior diante da Portuguesa de Desportos, no estádio Conde Rodolfo Crespi, na rua Javari, na Mooca, com entrada franca.

Os grenás lutam pelo seu segundo título na competição. A primeira conquista dos avinhados aconteceu em 1985. Em outras três ocasiões o Juventus foi às finais, sagrando-se Vice-Campeão da Copinha em 1989, 1990 e 2000.

Na história

Essa será a sexta vez que Juventus e Portuguesa de Desportos se enfrentam na história da Copa São Paulo. Em cinco jogos, foram duas vitórias do time da Mooca e três empates, com sete gols marcados e três gols contra.

Em 1989 os dois times se enfrentaram na semifinal da competição. Após empate em 0 a  0, o Juventus se classificou para a final ao bater a Lusa nos pênaltis por 3 a 1.

O último confronto aconteceu em 2006, em Taubaté, quando o Moleque Travesso venceu o rival por 3 a 1, em jogo válido pela segunda fase da competição.

Baixe aqui o Press Kit com toda a história do C.A.Juventus na Copa São Paulo:

Press Kit – Juventus – Copa São Paulo Futebol Júnior

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Técnicos no Juventus

Dono de uma das maiores rivalidades do futebol mundial, os atuais treinadores de Palmeiras e Corinthians possuem história no Clube Atlético Juventus.

Eduardo Baptista e Fábio Carille vestiram a camisa grená em suas carreiras como jogadores de futebol. Ambos atuaram na posição de zagueiro em suas passagens pela rua Javari.

O novo comandante do alviverde chegou à final da Copa São Paulo de Futebol Júnior em 1990 defedendo o time da Mooca. Na ocasião, o Juventus cumpriu uma excelente campanha, sendo superado apenas na final da competição pelo Flamengo-RJ por 1 a 0 no estádio do Pacaembu.

“Comecei na Ponte Preta até os 18 anos e fui para o Juventus, onde fiquei dois anos. Participei do grupo da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 1990, em que perdemos para o Flamengo de Djalminha, Junior Baiano, Marcelinho Carioca e Paulo Nunes. O nosso time tinha Anderson Lima e Fernando Diniz, e demos um trabalho danado para eles, perdemos por apenas 1 a 0. Eles suaram sangue para vencer a gente. Eu era reserva do Sangaletti”, declarou Eduardo Baptista em entrevista concedida ao site da ESPN.com.br para os jornalistas Antônio Strini e Vladimir Bianchini, no dia 15 de março de 2015.

Já o treinador alvinegro jogou pelo Moleque Travesso de 2002 a 2004. Nesse período, ele defendeu a equipe profissional em 26 jogos e marcou um gol, justamente na vitória grená diante do Mogi Mirim por 2 a 1, no estádio Wilson de Barros, em Mogi Mirim, no dia 31 de janeiro de 2002, pelo Campeonato Paulista Série A-1.

Carille atuava com o seu primeiro nome: Fábio Luiz. Sua estreia aconteceu no dia 20 de janeiro de 2002, no empate em 2 a 2 com o Ituano, no estádio da rua Javari.

No Paulistão de 2002, que não contou com a participação das equipes do Corinthians, Guarani, Palmeiras, Paulista de Jundiaí, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano e São Paulo, o Juventus terminou na 4º colocação, sendo uma das melhores posições alcançadas no estadual de sua história.

Na foto, Fábio Carille é o terceiro atleta em pé, da direita para a esquerda.

Foto: Acervo Pessoal/Reproduçãofabio-carille-2002

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Pesquisador Alviverde

Fábio Marcello é um pesquisador e colecionador da história do futebol mundial. Palestrino de berço, morador do italianíssimo bairro do Bom Retiro, toda a sua família sempre participou do clube alviverde.

Seu pai (já falecido) era conhecido nas alamedas palestrinas como Chamorro. Foi um grande incentivador do basquete alviverde e apaixonado pelo futebol do Verdão. Seu irmão, Renato, foi halterofilista do Palmeiras, além de praticante de Aikidô.

Confira a entrevista e um pouco mais desse grande conhecedor da vida esportiva palmeirense:

Conte um pouco da sua atuação como pesquisador da história do Palmeiras?

RESP: Primeiramente é um prazer muito grande participar do seu blog meu querido amigo Fernando. Minha vida no Palmeiras começou em 1974 quando meu falecido pai começou a me levar no clube, e diferentemente da maioria das pessoas eu assitia mais jogos de basquete do que de futebol, não porque meu pai gostava menos, mas me facilitava mais ir ao ginásio do que ao campo de futebol. Aos poucos comecei a ver as modadlidade do clube e isso me fascinava muito. Ganhava revistas na época e ia colecionando e recortando os materiais, como não existia tecnologia como hoje, ia guardando aos poucos as coisas que o meu clube me dava.

Comecei a catalogar em cadernos e panfletos de propaganda a relação de taças que o clube ganhava, através de jornais como a Gazeta Esportiva, e jornais que sócios do clube me mandavam quando não era mais sócio.

Antigamente também tínhamos um telefone que o clube disponibilizava para os torcedores que davam todas as conquistas e resultados dos esportes amadores.

A partir de 1999, retornei ao clube e fui anexando as minhas coisas com as de historiadores e pesquisadores que conhecia no Palmeiras. Com o surgimento da tecnologia ao longo do tempo fui fazendo um banco de dados enorme, tudo na forma digital. Hoje possuo inúmeras  informações não apenas do clube do meu coração, mas de muitos clubes do mundo.

Formamos equipes de pesquisadores junto com você, Galuppo, e outras pessoas e fizemos muitos e muitos trabalhos em pró da Sociedade Esportiva Palmeiras, como reformas de sala de troféus, programas na internet, reportagens para tvs e rádios, e também livros.

O que mais lhe encanta nessa linda história palmeirense?

RESP: São tantas emoções. Mas a variedade de modalidades que o clube possui dentro da sua riquíssima história, osterntar o título durante duas décadas de 60 e 70 como a maior potência desportiva da América do Sul. Além de ser campeã do século do futebol e em várias outraa modalidades.  Além de todos os recordes alcançados. Elaborei um livro, mas não lançado, desta linda história de 43 modadlidades esportivas.que espero um dia publicar.

Qual o momento como torcedor que você mais se emocionou?

RESP: Acredito que foi a conquista da Libertadores da América em 1999, ao ver Marcos, Evair, Zinho ganhar este título e ir para o Japão foi demais. Nos esportes amadores, ter assistido a final da Copa Continental de Futsal em 1981, um verdadeiro mundial de clubes. A partida final contra o Olímpico de Belo Horizonte do grande craque Jackson foi inacreditável. Nosso ginásio tinha quase 3.000 pessoas em um domingo de manhã.

Você foi mascote oficial do basquete do Palmeiras nos anos 70. Quais suas principais lembranças dos esportes amadores do Verdão?

RESP: Fui mascote em um jogo da seleção Brasileira contra a Peruana no ginásio do Palmeiras. Tinha 4 anos de idade, meu pai me levou, foi  um sábado  de manhã. Depois fomos almoçar no Defe com os jogadores da época, entre eles Dodi, Zé Geraldo, Saiani e o grande Carioquinha, o qual deu uma camisa para o meu pai. Aquele jogo comemorava os 50 anos da FPB.

Dentro das lembranças são muitas, paulistas e estaduais de basquete entre eles paulista mini 1987, paulista mirim 1989, paulista mirim 1992, torneios inícios, paulistas de hóquei, várias competições de levantamento de peso e futsal.  Acompanhei intensamente tudo isso de perto

Qual o seu grande sonho em relação a história do Palmeiras?

RESP: Uma coisa que luto é termos uma sala informatizada, juntando todos os materias históricos digitalizados, para auxiliar o torcedor para que possamos mostrar tudo que eles não conhecem do Palmeiras. Tomara que um dia isso possa se tornar realidade.

Hoje você também tem um pequeno negócio de camisas esportivas. Fale sobre esse seu trabalho.

RESP: Há seis anos que possuo uma sociedade com um amigo e fazemos camisas retrô e camisas polo todas bordadas, com o tema futebol.

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FORZA VERDÃO!!!

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Juventus estreia em casa

A Federação Paulista de Futebol divulgou a tabela provisória do Campeonato Paulista da Série A-2 em 2017, na manhã dessa quarta-feira (30). Disputam a competição 20 clubes, que jogam entre si em turno único na primeira fase. Os dois primeiros colocados conquistam o acesso à elite do futebol estadual. O campeão ganha também uma vaga na Copa do Brasil de 2018. Os seis últimos colocados serão rebaixados para a Série A3.

A tabela aponta a estreia do Juventus contra o Capivariano no dia 29 de janeiro (domingo), no estádio Conde Rodolfo Crespi, na Rua Javari, na Mooca.

Destaque para o clássico paulista entre Juventus e Portuguesa de Desportos, que está marcado para o dia 22 de março, com mando do time juventino.

Datas e horários estão sujeitos à alterações, devido a demanda da televisão e ajustes do calendário.

Confira os jogos do Moleque Travesso na competição:

Data Jogo Estádio
29/1 Juventus x Capivariano Casa
1/2 Juventus x Água Santa Fora
5/2 Juventus x Penapolense Fora
12/2 Juventus x Votuporanguense Casa
15/2 Juventus x Mogi Mirim Fora
19/2 Juventus x Sertãozinho Fora
25/2 Juventus x Guarani Casa
1/3 Juventus x Bragantino Fora
5/3 Juventus x Rio Preto Casa
12/3 Juventus x São Caetano Fora
19/3 Juventus x Taubaté Casa
22/3 Juventus x Portuguesa Casa
26/3 Juventus x Xv de Piracicaba Fora
29/3 Juventus x Barretos Casa
2/4 Juventus x Velo Clube Fora
9/4 Juventus x Rio Claro Casa
12/4 Juventus x União Barbarense Fora
16/4 Juventus x Batatais Casa
23/4 Juventus x Oeste Fora

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Super Chapecoense

Em nossa jornada errante de infinitas provações, a dor é um salto inevitável para novos caminhos.

Todo o mundo esportivo faz  uma reverência à Associação Chapecoense de Futebol, sua comunidade e todos aqueles vitimados no terrível acidente aéreo em Antióquia, na Colômbia, na madrugada do dia 28 de novembro.

O time catarinense viajava para um sonho. Era seu jogo da vida. O maior desafio de todos em sua história. A final tão aguardada da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional.

A partida não aconteceu. A alegria e euforia se transformou num grande pesadelo.

Torino, Manchester United e Seleção da Zâmbia foram algumas outras equipes do mundo que passaram por trauma terrível e semelhante.

A última exibição oficial do Verdão do Condá foi no estádio Palestra Itália no último domingo, dia 27 de novembro, na festa do título de campeão brasileiro da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Nossa solidariedade para toda a cidade de Chapecó, familiares e torcedores.

A Super Chapecoense está na eternidade.
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