Esportes

Vira-casacas

Matéria do jornalista e amigo Bruno Alexandre Elias, que tivemos o prazer em colaborar, publicada em 29/12/2015 no portal da Band.com.br. Confira :

Ao anunciar o zagueiro Edu Dracena na última terça-feira (23) como um dos reforços para 2016, o Palmeiras engordou a lista de jogadores que se transferiram do Parque São Jorge para o Parque Antártica e vice-versa.

De acordo com os dados do jornalista e historiador Fernando Razzo Galuppo, esta é a primeira vez em quase três anos que o fato se repete, já que em 2013 o lateral Weldinho foi o último jogador a se transferir de um clube ao outro (deixou o Alvinegro para defender o Verdão).

Luís Pereira, Edmundo, Luizão, Rincón, Paulo Nunes, Vagner Love e tantos outros. São incontáveis os jogadores em comum que Palmeiras e Corinthians já tiveram ao longo da história. No entanto, “apenas” 46 jogadores – incluindo Edu Dracena – se transferiram diretamente de um clube ao outro.

A primeira troca de Parque aconteceu há mais de 100 anos, durante os primórdios do futebol no Brasil: o zagueiro Bianco Gambini saiu do Timão, em 1915, para realizar o primeiro jogo da história do Palmeiras – à época, Palestra. E por lá ficou.

Dentre os casos mais emblemáticos de jogadores que trocaram de Parque, se destaca o goleiro Leão, que durante os tempos de Academia (anos 60 e 70) ganhou tudo com o Palmeiras. Em 1983, Leão se sagrou Campeão Paulista pelo Timão durante a Democracia Corintiana e, em seguida (1984), voltou a defender o Alviverde.

Ídolo do Alvinegro, Neto é outro destaque da lista. Só chegou ao Corinthians depois de ter passado pelo Palmeiras: as diretorias dos dois clubes entraram em um acordo mútuo e, em 1989, trocaram atacante por atacante e lateral. Ribamar e Dida por Neto. No Palmeiras, o atacante Ribamar e o lateral Dida não renderam o esperado; enquanto Neto, no Corinthians, se consagrou.

Para Galuppo, pai da pesquisa que resultou na lista de jogadores que se transferiram diretamente do Palmeiras ao Corinthians (e vice-versa), um dos personagens mais aclamados nestas trocas de Parque foi o ponta-direita Filó, que vestiu a camisa da Seleção Italiana e se tornou o primeiro jogador brasileiro a conquistar uma Copa do Mundo – ele se transferiu do Corinthians ao Palmeiras em 1938.

“Houve personagens emblemáticos que vieram (do Corinthians) para o Palmeiras, como – por exemplo – o Filó, um craque consagrado que encerrou a carreira no Palestra e foi campeão. Ele vestiu a camisa da Seleção Italiana e foi um jogador de grande qualidade”, exaltou Fernando Galuppo.

No total, 24 jogadores deixaram o Corinthians para, imediatamente, defender o Palmeiras, enquanto 22 jogadores saíram do Palmeiras para defender as cores alvinegras: Edu Dracena é o mais novo jogador a sair do Parque São Jorge e migrar para Parque Antártica. E do Parque Antártica ao Parque São Jorge, o último foi o lateral Amaral, em 2007.

Aos 34 anos, Edu Dracena firmou contrato válido com a equipe paulista por dois anos, até o final de 2017. O defensor, que antes vestia as cores do rival, é o 4º reforço do Palmeiras para a temporada de 2016.

Confira a lista completa de jogadores que trocaram de Parque:

Do Corinthians ao Palmeiras
1915: Bianco Gambini e Fabbi II
1924: Amílcar Barbuy
1938: Filó
1942: Joane
1943: Lima IV e Jesus
1971: Paulo Borges
1979: Romeu Cambalhota
1982: Caçapava
1984: Emerson Leão
1985: Paulinho Albuquerque
1989: Ribamar e Dida (lateral), ambos trocados por Neto; Paulinho Carioca (trocado por Mauro) e Edson Boaro;
1990: Dida (lateral) e João Paulo
1993: Ricardo
1994: Rivaldo
1996: Elivélton e Leonardo
2011: Thiago Heleno
2013: Weldinho
2015: Edu Dracena

Do Palmeiras ao Corinthians
1936: Elyseo
1942: Nelson e Capellozzi
1943: Begliomini
1965: Geraldo José
1968: Servílio
1969: Luis Carlos Feijão
1971: Baldochi
1974: César Maluco
1976: Veira
1986: Edmar Bernardes
1987: Jorginho Putinatti
1989: Neto (trocado por Ribamar e pelo lateral Dida), Mauro (trocado por Paulinho Carioca) e Denys
1990: Guina
1991: Mirandinha
1997: Fernando Diniz
2000: Rogério
2003: Leandro Amaral e Cesar
2007: Amaral (lateral)

http://esporte.band.uol.com.br/futebol/times/palmeiras/noticias/?id=100000787569&t=dracena-%C3%A9-o-47%C2%BA-jogador-a-trocar-de-parque

palmeiras-x-Corinthians

 

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Esportes, Italianidade

Torino e Pro-Vercelli no Brasil

Recentemente, o jornalista italiano Marco Sappino, publicou na Itália o livro: “La grande guerra ai Tropici. L’avventura sudamericana del Torino e della Pro Vercelli”.

A obra retrata em língua italiana a passagem do Torino e da Pro-Vercelli, duas tradicionais equipes de futebol na Itália, em solo brasileiro e que, entre outros feitos, serviram de fonte de inspiração para a fundação da Società Sportiva Palestra Italia, atual Palmeiras, em agosto de 1914.

Em entrevista ao blog, Sappino conta um pouco de sua história e de sua obra. Confira:  

Como surgiu a ideia de resgatar essa bela história do futebol italiano?

RESP: Surgiu por volta do ano  2000, quando editei um dicionário enciclopédico histórico sobre um século de futebol italiano. Enquanto pesquisava por meio de revistas esportivas, empoeiradas nas bibliotecas, encontrei uma foto acompanhada de uma breve legenda: era a equipe do Torino F.C. alguns minutos antes de zarpar do porto de Gênova, na Itália, para Santos em 1914. Essa imagem despertou minha curiosidade, minha fantasia e minha determinação em pesquisar mais sobre o assunto, durante anos, de uma esquecida excursão feita por um grupo de pioneiros do futebol. Eu percorri arquivos, livros, coleções e tive sorte o suficiente para ver os relatos direto de seu principal protagonista dessa aventura: Vittorio Pozzo. Treinador e uma lenda do futebol italiano que por 20 anos liderou a seleção nacional e ganhou a Copa do Mundo em 1934 e 1938,  além da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1936. Seus registros, suas recordações, uma riqueza de memórias quase exterminados, são mantidos no Arquivo do Estado da cidade de Turim.

O que mais lhe chamou atenção em suas pesquisas?

RESP: Eu me deparei especialmente com alguns elementos da história e do contexto em que tudo ocorreu muito interessantes: o epílogo da Belle Époque, o traço da Europa na Primeira Grande Guerra, a recepção dos imigrantes italianos aos jogadores, bem como as instituições italianas presentes no Brasil, que abraçaram os atletas como uma espécie de agradecimento que atenuava o sofrimento e humilhação que havia marcado a suas saidas da pátria-mãe Itália, anos antes. Mas acima de tudo o que eu gostei foi poder mergulhar na atmosfera de um esporte ainda amador, não sujeito a regras, longe de ser algo tão mercadológico e cercado de impurezas, como vemos nos dias atuais. Pude constatar também que nesses primórdios, não havia só aspectos positivos. Uma das concepções do futebol era de que o esporte seria o terreno ideal para preparar soldados mais fortes e agressivos, dando uma contribuição para a cultura bélica que causou, um século atrás, o terrível massacre da primeira guerra mundial. No entanto, o espírito de solidariedade, que é visto na excursão vivida por Torino e Pro Vercelli, nos ensina algo, como idealismo, cavalheirismo, no campo e nas arquibancadas.

Qual a importância dessa excursão de 1914 para o crescimento e evolução do futebol italiano?

RESP: Nesta pesquisa, fiquei convencido de que foi uma oportunidade perdida para o futebol italiano. Foi uma façanha digna de nota atravessar o Atlântico para ir competir. Deve-se reconhecer esse mérito da Pro Vercelli e do Torino, pois até então, somente atletas da grã-bretanha, tinham ido tão longe para atuar no Brasil, Argentina e Uruguai, por exemplo. As duas equipes italianas (ambos integrados com jogadores emprestados da Juventus, Milan ou Inter) romperam barreiras, e ampliou o horizonte do futebol italiana, para concorrer com outras escolas e com outras áreas culturais. Mas acho que  tudo não passou de uma relação sentimental com comunidades de imigrantes, para um país que viu milhões de pessoas migrarem para a América, obrigadas a fazê-lo pela pobreza, ignorância e o sonho de uma vida diferente. A eclosão da primeira grande guerra em meio a excursão, teve o efeito de um ciclone. Os jogadores retornaram à Italia e alguns deles foram servir o exército nas trincheiras. Inevitavelmente, o esporte foi uma das “vítimas” daquela grande tragédia. Por tudo isso, a aventura sul-americana de Pozzo e seus companheiros não poderia transmitir sinais tangíveis, uma herança, em meio a essas ruínas.

O intercâmbio do futebol italiano com excursões à América do Sul era constante até os anos 70. Isso diminui consideravelmente. Apenas em 2014 a Fiorentina veio ao Brasil, após 20 anos da última visita de um clube da Itália. Como você analisa esse hiato?

RESP: Expresso apenas a opinião de um fã de histórias de esportes, não sou nem jornalista nem especialista do ponto de vista técnico. Hoje, a extravagância do futebol mundial multiplica seus clientes em “salões de beleza”, mas perdeu essa sensação de descoberta, de aventura, do conhecimento do que em outras temporadas ele proporcionava. Hoje o futebol não tem mais esse intercâmbio entre os povos e costumes, tudo virou um grande negócio. De qualquer modo, espero que não passemos mais 20 anos para um aperto de mãos entre os dois lados do oceano, que tem muito em comum.

O futebol italiano atualmente passa por uma crise nos clubes e nas seleções. Como você analise esse momento?

RESP: Acho que hoje é quase impossível competir com os potenciais financeiros dos magnatas que hoje dominam os campeonatos e ligas de outros países. A causa principal está na profunda crise do sistema econômico italiano que faz com que  tenha um grande impacto noo nosso ambiente organizacional desportivo. Nossos clubes têm proprietários e estruturas obsoleta. Além das brigas de torcidas que afastam famílias e crianças de um ambiente saudável nos estádios. Entretanto, o fenômeno mais alarmante é a ascensão do racismo nas arquibancadas. Além disso, a diferença financeira entre as equipes locais estão cada vez maiores, mesmo internamente. Hoje é impossível um clube de médio porte sonhar em vencer a Série A, como aconteceu há trinta anos atrás, quando o Verona, uma equipe modesta, levantou o campenato nacional.

Quem é Marco Sappino?

RESP: Um senhor de sessenta anos que começa a colocar ordem em suas memórias e a cultivar projetos. Eu me considero com sorte de ter feito na vida o ofício que sonhei quando era criança, como certa vez um sábio colega me disse: “é sempre melhor ser uma jornalista do que trabalhar…” . Mantenho sempre acesa minha curiosidade e espero que as pessoas desfrutem esse livro, como eu desfrutei as pesquisas. Sou um amante da Política, da Arte e do Esporte e continuo a me sentir um homem com ideiais e sonhos. Esses são os três ímãs que me atraem sempre e me mantém em contato com o mundo ao meu redor.

Como o leitor que mora no Brasil pode adquirir essa obra?

http://www.amazon.it/grande-Tropici-Lavventura-sudamericana-Vercelli/dp/8868302632

Título: La grande guerra ai Tropici. L’avventura sudamericana del Torino e della Pro Vercelli
Autor: Marco Sappino
Editora: Imprimatur

italia

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Esportes

Corrida de São Silvestre

Todos reconhecem a tradição e o prestígio da Sociedade Esportiva Palmeiras quando o assunto é futebol. Mas o que poucos sabem é que o Verdão foi o primeiro entre os grandes e populares clubes paulista a conquistar a Corrida de São Silvestre individual e coletivamente.

Por equipes, o título do Palmeiras, então Palestra Italia, aconteceu em 1927. Na ocasião, o corredor alviverde José Ferreira ficou com  o 3º lugar, conquistando a medalha de bronze e subindo ao podio, na classificação individual.

Claudio Mandari (4º lugar), Vitaliano Mandari (5º lugar), Julio Mattos (6º lugar), Antonio Coelho Filho (8º lugar) e José do Nascimento (13º lugar) foram os outros corredores do Palmeiras que deram o título inédito ao Verdão.

Coletivamente, o Palmeiras ainda conquistou a São Silvestre por mais sete vezes:  1929, 1930, 1932, 1936, 1940, 1941 e 1942.

O alviverde dominou a prova em sua era amadora, participando com destaque em todas as edições. A partir de 1945, a corrida assumiu caráter internacional com a presença de atletas de todo o mundo. A equipe de corrida palmeirense manteve-se amadora, não mais obtendo um bom desempenho entre os grandes campeões da prova.

O principal momento palmeirense, por sua vez, aconteceu na quinta edição da Corrida de São Silvestre em 1929. O italiano Heitor Blasi, que já havia vencido a prova em 1927 defendendo o Clube Espéria, ingressou na equipe de atletismo do Palmeiras. Com sua vitalidade e experiência, Blasi superou os 8,8 quilometros em 28 minutos e 39 segundos, colocando o Palmeiras pela primeira e única vez no lugar mais alto do pódio.

Heitor Blasi veio da Itália para o Brasil  no início da década de 20. Além da São Silvestre se destacou na Volta de São Paulo, onde a venceu por cinco vezes. Anos depois, Blasi abandonou o atletismo para  se  dedicar ao automobilismo como mecânico, em parceria com o corredor Nuno Crespi. Numa prova automobilistica, eles sofreram  um grave acidente  que custou a vida de Crespi. Blasi perdeu um dos  pés que teve que ser amputado.

No 50º aniversário de “A Gazeta Esportiva”, o jornal criador da Corrida de São Silvestre prestou-lhe uma homenagem significativa, tendo ele recebido um troféu do jornalista e editor do periódico Olimpio da Silva e Sá.

Blasi registrou um feito inédito e jamais repetido por outro atleta com a camisa alviverde, em 100 anos de existência do clube palmeirense.

A Sociedade Esportiva Palmeiras foi um dos clubes fundadores da Federação Paulista de Atletismo em 30 de janeiro de 1924.

 

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FORZA VERDÃO

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Copa São Paulo

O futebol palmeirense vai em busca de um título inédito em 2016: a Copa São Paulo de Futebol Júnior. Com 47 participações ao longo da história, o alviverde sagrou-se vice-Campeão em 1970 e 2003.

O Verdão disputou todas as edições do torneio, assim como o seu maior rival, Sport Club Corinthians Paulista.

Essa é a única taça dentre as competições oficiais organizadas pela Federação Paulista de Futebol que falta na galeria de troféus palestrina.

Em 1995 o Verdão foi o vencedor da Supercopa São Paulo de Futebol Juniores, ao vencer o São Paulo F.C., no estádio do Pacaembu, em 20 de agosto de, pelo placar de 1 a 0, gol de Rogerio. Essa competição reunia apenas os campeões da Copa São Paulo de Futebol Juniores, além do Palmeiras que entrou como clube convidado.

O Palmeiras disputará a primeira fase na cidade de São José dos Campos e faz a sua estreia no dia 3 de janeiro contra o Sampaio Correa do Maranhão. Essa é a segunda vez que o Palmeiras terá como sede a tradicional cidade do Vale do Paraíba. Em 2003, o Verdão disputou a primeira fase na cidade e obteve a classificação de maneira invicta, com 2 vitórias (Cachoeiro-ES e Joseense-SP) e 1 empate (Bahia-BA). Naquele ano, o Verdão sagrou-se vice-campeão do torneio.

O time palmeirense está no Grupo 25, ao lado do São José dos Campos, Estaciano-ES e Sampaio Correa-MA. Será a primeira vez que o Verdão enfrenta todas essas equipes na competição.

Apenas uma vez o alviverde teve o artilheiro máximo da competição: Willian, em 2004, com sete gols marcados.

O técnico da equipe sub-20 do Verdão, João Burse, chegou ao clube em setembro de 2015 e tem a missão de conduzir os garotos esmeraldinos à conquista tão desejada.

Burse possui apenas uma participação em Copa São Paulo. Foi no ano de 2013, quando dirigiu o Mogi Mirim e terminou nas oitavas de final.

No atual elenco da equipe principal do Palmeiras, Gabriel Jesus, Lucas Taylor, Juninho e Mateus Salles disputaram a última edição da Copinha.

Todos os jogos do Verdão na primeira fase terão transmissão ao vivo (Rede Vida, Sportv ou Espn – consulte programação) e acontecerão no estádio Martins Pereira, nas seguintes datas e horários:

3/1 – 17h – Palmeiras x Sampaio Correa-MA
5/1 -21h – Palmeiras x Estaciano-SE
7/1 -21h – Palmeiras x São José dos Campos-SP

Confira curiosidades do Palmeiras na história da competição:

Jogos: 185
Vitórias: 94
Empates: 40
Derrotas: 51
Gols Pró: 369
Gols Contra: 210

Maior goleada a favor: 1999 – Palmeiras 8×0 Flamengo-SP, em Guarulhos-SP
Maior goleada sofrida: 1971 – Palmeiras 0x4 Botafogo-RJ, em Pirituba
Jogo com maior número de gols: 1985 – Palmeiras 4×5 Brasil de Pelotas-RS, no Palestra Itália
Jogador que marcou o maior número de gols numa única partida: Chistopher – 4 gols marcados em 8/1/2015 Palmeiras 6×1 Murici-AL
Decisões por penalidades: Participou de nove decisões com: 3 vitória e 6 derrota
Equipe que mais enfrentou: Grêmio-RS, Santos-SP e Nacional-SP em seis oportunidades
Ano em que disputou mais partidas: 2003, 2004, 2010, 2013 e 2015 – sete partidas disputadas
Ano em que marcou mais gols: 2003 – 26 gols marcados em 7 jogos disputados

Confira o gol do título do Palmeiras na Supercopa São Paulo Juniores de 1995:

 

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FORZA PALESTRA!!!

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América Alviverde

O ano de 2016 será a décima sexta vez que a Sociedade Esportiva Palmeiras disputa a Taça Libertadores da América. O Verdão tem uma longa tradição na disputa continental, sendo a primeira equipe brasileira a jogar uma final em 1961, logo em sua estreia no torneio, obtendo o vice-campeonato.

De lá para cá, foram mais três finais com um título de campeão (1999) e mais dois vices (1968 e 2000), o que coloca o Verdão como a segunda equipe brasileira que mais vezes chegou na decisão, junto com Santos, Cruzeiro e Grêmio.

Os palmeirenses também são a segunda equipe do Brasil com o maior número de participações, ao lado do Grêmio.

Com 148 jogos disputados em todas as suas participações, o Palmeiras também ostenta a segunda colocação entre as equipes brasileiras que mais vezes atuaram em partidas válidas pela Taça.

O Verdão teve por quatro vezes um dos seus atletas como artilheiro máximo do torneio: Tupãzinho (11 gols em 1968), Lopes (9 gols em 2001) e Washington e Marcinho (ambos com 5 gols cada em 2006).

Uma das maiores partidas da história do Palmeiras aconteceu justamente na Taça Libertadores da América. No dia 9 de março de 1994, no estádio Palestra Itália, o Verdão goleou o Boca Juniors-ARG, pelo placar de 6 a 1, com uma aula de bola, impondo ao seu tradicional rival a maior goleada sofrida em sua história em confrontos internacionais.

Na memória e no coração do torcedor alviverde, estarão sempre vivas as lembranças das duas decisões por pênaltis diante do seu maior rival Sport Club Corinthians Paulista, em 1999 e 2000, ambas vencidas pelo Verdão, com atuações marcantes do goleiro e ídolo Marcos.

Roque Júnior é um dos poucos atletas na história do futebol que teve a honra de ser campeão da Taça Libertadores da América,  Liga dos Campeões da Europa e Copa do Mundo de Seleções. Revelado nas categorias de base do Palmeiras, o zagueiro foi figura de destaque na conquista palmeirense em 1999, marcando um gol na semifinal contra o River Plate-ARG, que garantiu o Verdão em mais uma decisão.

Telê Santana, Vanderlei Luxemburgo e Luiz Felipe Scolari foram os únicos treinadores que dirigiram o Palmeiras em mais de uma edição. Os três estiveram no comando do Verdão em duas Libertadores cada.

O goleiro Fernando Prass e o meia Cleiton Xavier são os únicos atletas do atual elenco que já disputaram uma Libertadores pelo Palmeiras.

Em sorteio realizado na noite de 22 de dezembro, na sede da Conmebol, o Palmeiras está no Grupo 2 ao lado de Nacional-URU, Rosário Central-ARG e o vencedor do confronto entre Universidad do Chile e River Plate-URU.

A vantagem desse grupo é que o Palmeiras não terá grandes viagens, nem altitude. Desvantagem: o Verdão vai enfrentar times tradicionais. Nunca o Palmeiras havia disputado uma primeira fase de Libertadores com equipes uruguaias e argentinas no mesmo Grupo. Essa será a primeira vez.

Retrospecto do Palmeiras em Libertadores no estádio Centenario, em Montevideu: 8 jogos, 3 vitorias, 1 empate e 4 derrotas, 7 gols pro e 10 gols contra. No estádio Lisandro de La Torre, em Rosario: 1 jogo, 1 empate, 2 gols pro e 2 gols contra. Em Santiago no Chile: 3 jogos, 3 vitorias, 4 gols pro e 1 gol contra.

Com pelo menos 1 jogo em Montevideu ja garantido, a capital uruguaia passa a ser a cidade estrangeira em que mais vezes o Palmeiras atuará na Libertadores da América, com nove partidas disputadas.

Confira estatísticas e curiosidades do Palmeiras na competição

Primeiro gol marcado na competição: Gildo, em 4/5/1961 Palmeiras 2×0 Independiente-ARG

Primeiro jogo na competição: 4/5/1961 Palmeiras 2×0 Independiente-ARG, em Avellaneda, Buenos Aires-ARG

Maior Goleada a favor: 4/4/1995 Palmeiras 7×0 El Nacional-EQU, no estádio Palestra Itália

Maior Goleada contra:  26/7/1995 Palmeiras 0x5 Grêmio-RS, no estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS

Estádio que mais atuou: Palestra Itália – 48 jogos

Quantos adversários enfrentou: 51 equipes diferentes

País estrangeiro que mais enfrentou: Argentina – 19 vezes

Time que mais enfrentou: Peñarol-URU, Cerro Porteño-PAR e São Paulo – 8 vezes cada

Maior Artilheiro: Alex – 12 gols marcados

Quem mais jogou: Marcos – 57 jogos, em 6 edições

Maior número de gols numa só partida: Lopes – 3 gols, em 23/5/2001, Palmeiras 3×3 Cruzeiro-MG, no estádio Palestra Itália

Técnico que mais comandou: Luiz Felipe Scolari – 28 jogos

Números no estádio Palestra Itália
Jogos: 48
Vitórias: 33
Empates: 11
Derrotas: 04
Gols Pró: 118
Gols Contra: 41

Números Gerais
Jogos: 148
Vitórias: 76
Empates: 28
Derrotas: 44
Gols pró: 261
Gols contra: 171

Veja alguns vídeos da história alviverde na Libertadores

Final 1999

Goleada no Boca Juniors

Palmeiras x Corinthians – 1999

Palmeiras x Corinthians – 2000

libertadores 99

FORZA PALMEIRAS!!!!

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Juventus na Série A-2

Em 2016 será a décima primeira vez que o Juventus disputa o Campeonato Paulista da Divisão de Acesso (hoje denominado Série A-2). A primeira participação do Moleque Travesso aconteceu em 1928 e de lá para cá, a equipe avinhada foi campeã em 1929 e 2005 e vice-campeã em 1994.

Na edição de 1994 o atacante juventino Cuca terminou como o artilheiro do torneio, sendo a única vez que um jogador do time da Mooca conquistou tal feito na disputa.

O Juventus faz a sua estreia no torneio no dia 31 de janeiro, um domingo, contra a Penapolense no estádio Conde Rodolfo Crespi, no bairro da Mooca.

A fanática torcida grená sonha com o acesso à elite do Estadual, onde o Juventus está afastado desde 2008, amargando seu maior calvário sem participações na série principal do futebol paulista de toda a sua gloriosa história.

O clássico contra a Portuguesa de Desportos é a partida mais aguardada pelos juventinos nessa temporada. O jogo está previsto para o estádio do Canindé, no dia 3 de fevereiro, válido pela segunda rodada.

Esse tradicional confronto acontece pela segunda vez na história do Paulistão da Série A-2. Em 2013, no mesmo estádio do Canindé, a Lusa venceu o Moleque Travesso por 2 a 1.

O meia atacante Rafael Branco é o único atleta juventino do atual elenco que disputou a Série A-2 pelo clube em 2013.

O técnico Rodrigo Santana permanece no comando do time. Boa parte dos jogadores que estavam no ano passado seguem no Juventus, entre eles: André Dias e Rafael (goleiros), Astorga, Victor Salinas e Borges (zagueiros), Derli e Fellipe Nunes (volantes), Ferro (lateral), Adiel (meia) e Santiago (atacante). Além deles, os atacantes Gil e Nathan, também defenderão a camisa juventina.

O departamento de futebol profissional também confirmou a contratação de outros quatros jogadores. Itacaré (atacante/ex-Serrano–BA), Murilo Silva (lateral-direito/ex-Novo Hamburgo-RS), Adriano Paulista (meia/ex-Volta Redonda-RJ) e Diogo Oliveira (volante/ex-Operário-PR).

Confira os jogos do Juventus na competição:

Data Jogo Local
31/1 Juventus x Penapolense Rua Javari
3/2 Juventus x Portuguesa Canindé
6/2 Juventus x Velo Clube Rua Javari
10/2 Juventus x Monte Azul Monte Azul
14/2 Juventus x Rio Branco de Americana Rua Javari
17/2 Juventus x Batatais Batatais
21/2 Juventus x Independente de Limeira Limeira
24/2 Juventus x Santo André Rua Javari
28/2 Juventus x Atlético Sorocaba Sorocaba
2/3 Juventus x São Caetano Rua Javari
6/3 Juventus x Mirassol Rua Javari
9/3 Juventus x Barretos Barretos
13/3 Juventus x Marília Rua Javari
16/3 Juventus x Paulista de Jundiaí Jundiaí
20/3 Juventus x Taubaté Rua Javari
23/3 Juventus x Guarani de Campinas Campinas
27/3 Juventus x Votuporanguense Votuporanga
30/3 Juventus x União Barbarense Rua Javari
3/4 Juventus x Bragantino Bragança

Números Gerais do Juventus no Paulista A-2

Jogos: 228
Vitórias: 102
Empates: 50
Derrotas: 76
Gols Pró: 385
Gols Contra: 318
Maior goleada a favor: 30/4/2005 Juventus 8×1 Matonense
Maior goleada sofrida: 31/3/2013 Juventus 0x7 Comercial de Ribeirão Preto

Retrospecto dos Confrontos

Portuguesa de Desportos
Jogos: 120
Vitórias: 25
Empates: 30
Derrotas: 65

Guarani de Campinas
Jogos: 91
Vitórias: 26
Empates: 15
Derrotas: 50

Bragantino
Jogos: 22
Vitórias: 07
Empates: 03
Derrotas: 12

Santo André
Jogos: 32
Vitórias: 10
Empates: 8
Derrotas: 14

Marília
Jogos: 40
Vitórias: 20
Empates: 09
Derrotas: 11

Paulista de Jundiaí
Jogos: 24
Vitórias: 06
Empates: 09
Derrotas: 09
*** Nos anos 2000 o Paulista também denominou-se Etti Jundiaí

São Caetano
Jogos: 10
Vitórias: 02
Empates: 01
Derrotas: 07

Rio Branco de Americana
Jogos: 18
Vitórias: 05
Empates: 05
Derrotas: 08

Taubaté
Jogos: 34
Vitórias: 15
Empates: 12
Derrotas: 07

Atlético Sorocaba
Jogos: 02
Vitórias: 01
Empates: 0
Derrotas: 01

União Barbarense
Jogos: 04
Vitórias: 03
Empates: 01
Derrotas: 0

Batatais
Jogos: 02
Vitórias: 01
Empates: 01
Derrotas: 0

Monte Azul
Jogos: 02
Vitórias: 0
Empates: 0
Derrotas: 02

Velo Clube
Jogos: 05
Vitórias: 03
Empates: 01
Derrotas: 01

Independente de Limeira
Jogos: 02
Vitórias: 0
Empates: 01
Derrotas: 01

Penapolense
Jogos: 03
Vitórias: 0
Empates: 03
Derrotas: 0

Votuporanguense
Jogos: 04
Vitórias: 02
Empates: 0
Derrotas: 02

Barretos
Jogos: 02
Vitórias: 01
Empates: 01
Derrotas: 0

Mirassol
Jogos: 05
Vitórias: 01
Empates: 02
Derrotas: 02

*** Números em confrontos válidos apenas em Campeonatos Paulistas das Séries A-1, A-2 e A-3

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FORZA JUVE!!!

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100 vezes Palmeiras

O Campeonato Paulista de 2016 terá um sabor especial para a Sociedade Esportiva Palmeiras. Essa será a centésima vez que o clube alviverde disputará o tradicional torneio.

De 1916 até os dias atuais, o Verdão participou de todas as disputas ininterruptamente, ficando de fora apenas em 2002, quando a Federação Paulista de Futebol organizou a competição sem a participação dos grandes clubes do Estado.

São 22 títulos conquistados (sendo três invictos) e 24 vice-campeonatos, além de ser o dono do melhor desempenho na época do amadorismo (em 1932) e no profissionalismo (em 1996).

Tradição que revelou craques, treinadores, ídolos e heróis. Competição que construiu rivalidades eternas e que massificou o esporte bretão no coração do povo. Isso é o Paulistão. A mais apaixonante competição regional do país do futebol!

Os 25 jogadores inscritos para o Campeonato Paulista 2016 são:

Goleiros: Fernando Prass, Vagner e Vinicius Silvestre
Laterais: Lucas, João Pedro, Zé Roberto e Egídio
Zagueiros: Edu Dracena, Leandro Almeida, Roger Carvalho, Vitor Hugo e Thiago Martins
Volantes: Arouca, Jean, Matheus Sales e Thiago Santos
Meias: Allione, Régis e Robinho
Atacantes: Dudu, Alecsandro, Erik, Cristaldo, Gabriel Jesus e Lucas Barrios

Confira a trajetória palestrina-palmeirense na história do estadual:

Marcas e Recordes

Maior Público como mandante: 123.318 pagantes, em 15/10/1978 Palmeiras 2×0 Santos, no estádio do Morumbi

Primeiro gol marcado na competição: Radamés Gobbato, em 13/5/1916

Primeiro jogo na competição: 13/5/1916 Palestra Itália 1×1 Mackenzie, no campo da Chacará da Floresta

Maior Goleada a favor: 8/8/1920 Palestra Itália 11×0 Internacional

Maior Goleada contra: 26/3/1939 Palestra Itália 0x6 São Paulo

Estádio que mais atuou: Palestra Itália – 836 vezes

Quantos adversários enfrentou: 92 clubes diferentes

Time que mais enfrentou: Sport Club Corinthians Paulista – 206 vezes

Atleta que mais vezes foi campeão: Junqueira (7 vezes)

Maior Artilheiro: Heitor Marcelino Domingues – 185 gols marcados, em 16 temporadas

Quem mais jogou: Ademir da Guia – 373 jogos disputados, em 15 temporadas

Técnico que mais vezes foi campeão: Oswaldo Brandão e Vanderlei Luxemburgo (4 vezes cada)

Números no estádio Palestra Itália

Jogos: 836
Vitórias: 601
Empates: 153
Derrotas: 82
Gols Pró: 2108
Gols Contra: 720

Números Gerais

Jogos: 2423
Vitórias: 1362
Empates: 589
Derrotas: 472
Gols Pró: 4855
Gols Contra: 2556

Artilheiros

Heitor – 1926
Heitor – 1928
Romeu Pelliciari – 1932
Romeu Pelliciari – 1934
Humberto Tozzi – 1953
Humberto Tozzi – 1954
César Lemos – 1971
Evair – 1994
Vágner Love – 2004
Alex Mineiro – 2008

Campeões

Paulista 1920

Primo (G), Bianco (capitão), Oscar, Bertolini, Picagli, Severino, Matteo Forte, Ministro, Heitor, Augusto Federici , Martinelli. Técnico: Giuseppe Roberti e Frediano De Lucca

Jogo do título: 19/12/1920 Palestra Itália 2×1 Paulistano

Paulista 1926 – Invicto

Primo (G), Bianco, Loschiavo, Xingó, Amílcar, Serafini, Mathias, Carrone, Heitor, Imparato II, Mele. Técnico: Renzo Mangiande

Jogo do título: 5/9/1926 Palestra Itália 7×1 Sílex

Paulista 1927

Augusto Perth (G), Bianco, Miguel Pascoarelli, Xingó, Gogliardo, Serafini, Tedesco, Heitor, Armandinho,  Lara, Miguel Feite. Técnico: Amílcar Barbuy

Jogo do título: 4/3/1928 Palestra Itália 3×2 Santos

Paulista 1932 – Invicto

Nascimento (G), Loschiavo, Junqueira, Tunga, Gogliardo, Adolpho, Avelino, Sandro, Romeu Pelliciari, Lara, Imparato. Técnico: Humberto Cabelli

Jogo do título: 11/12/1932 Palestra Itália 8×0 Santos

Paulista 1933

Nascimento (G), Carnera, Junqueira, Tunga, Dula, Tuffy, Avelino, Gabardo, Romeu Pelliciari, Lara, Imparato. Técnico: Humberto Cabelli

Jogo do título: 12/11/1933 Palestra Itália 1×0 São Paulo da Floresta

Paulista 1934

Aymoré Moreira (G), Carnera, Junqueira,  Zezé Moreira, Dula, Tuffy, Alvaro, Gabardo, Romeu Pelliciari (Gutierrez), Lara, Vicente. Técnico: Humberto Cabelli

Jogo do título: 26/8/1934 Palestra Itália 3×1 Paulista

Paulista 1936

Jurandyr (G), Carnera, Begliomini (Junqueira), Tunga, Dula, Del Nero, Frederico, Luizinho Mesquita, Moacyr, Niginho, Mathias. Técnico: Ventura Cambon

Jogo do título: 9/5/1937 Palestra Itália 2×1 Corinthians

Paulista 1940

Gijo (G), Carnera, Junqueira, Garro, Oliveira, Del Nero, Luisinho Mesquita, Canhoto, Echevarrieta, Lima, Pipi. Técnico: Caetano De Domenico

Jogo do título: 8/12/1940 Palestra Itália 4×1 São Paulo

Paulista 1942

Oberdan (G), Junqueira, Begliomini, Zezé Procopio, Og Moreira, Del Nero, Cláudio, Waldemar Fiúme, Villadoniga, Echevarrieta, Lima. Técnico: Armando Del Debbio

Jogo do título: 20/9/1942 Palmeiras 3×1 São Paulo

Paulista 1944  

Oberdan (G), Caieira, Junqueira, Og Moreira, Waldemar Fiúme, Gengo, Gonzales, Lima, Caxambú, Villadoniga, Jorginho. Técnico: Armando Del Débbio

Jogo do título: 17/9/1934 Palmeiras 3×1 São Paulo

Paulista 1947

Oberdan (G), Caieira, Turcão, Zezé Procópio, Túlio, Waldemar Fiúme (Gengo), Lula, Arturzinho, Osvaldinho (Bóvio), Lima, Canhotinho. Técnico: Oswaldo Brandão

Jogo do título: 28/12/1947 Palmeiras 2×1 Santos

Paulista 1950  

Oberdan (G), Turcão, Oswaldo, Waldemar Fiúme, Luiz Villa, Sarno, Lima, Canhotinho, Aquiles, Jair Rosa Pinto, Rodrigues. Técnico: Ventura Cambon

Jogo do título: 28/1/1951 Palmeiras 1×1 São Paulo

Paulista 1959  

Valdir de Moraes (G), Djalma Santos, Valdemar Carabina, Aldemar, Geraldo Scotto, Zequinha, Julinho, Américo, Nardo, Chinesinho, Romeiro. Técnico: Oswaldo Brandão

Jogo do título: 10/1/1960 Palmeiras 2×1 Santos

Paulista 1963

Picasso (G), Djalma Santos, Vicente, Zequinha, Valdemar Carabina, Julinho, Servílio, Vavá, Ademir da Guia, Gildo. Técnico: Silvio Pirilo

Jogo do título: 11/12/1963 Palmeiras 3×0 Noroeste

Paulista 1966  

Valdir de Moraes (G), Djalma Santos, Djalma Dias, Minuca, Ferrari, Zequinha, Ademir da Guia, Gallardo, Ademar Pantera, Servilio, Rinaldo. Técnico: Mário Travaglini

Jogo do título: 7/12/1966 Palmeiras 5×1 Comercial de Ribeirão Preto-SP

Paulista 1972 – Invicto

Leão (G), Eurico, Luis Pereira, Alfredo, Zeca, Dudu (Madurga), Ademir da Guia, Edu (Fedato), Leivinha, César, Nei.
Técnico: Oswaldo Brandão

Jogo do título: 3/9/1972 Palmeiras 0x0 São Paulo

Paulista 1974  

Leão (G), Jair Gonçalves, Luis Pereira, Alfredo, Zeca, Dudu, Ademir da Guia, Edu, Leivinha, Ronaldo, Nei. Técnico: Oswaldo Brandão

Jogo do título: 22/12/1974 Palmeiras 1×0 Corinthians

Paulista 1976  

Leão (G), Valdir, Samuel, Arouca, Ricardo, Pires, Edu, Jorge Mendonça, Ademir da Guia, Toninho, Nei. Técnico: Dudu

Jogo do título: 18/8/1976 Palmeiras 1×0 Xv de Piracicaba

Paulista 1993  

Sérgio (G), Mazinho, Antonio Carlos, Tonhão, Roberto Carlos, César Sampaio, Daniel Frasson, Edilson (Jean Carlo), Zinho, Edmundo, Evair (Alexandre Rosa). Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Jogo do título: 12/6/1993 Palmeiras 4×0 Corinthians

Paulista 1994

Fernandez (G), Claudio, César Sampaio, Cléber, Roberto Carlos, Amaral, Mazinho (Jean Carlo), Rincón, Macula, Edilson, Evair (Sorato). Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Jogo do título: 12/5/1994 Palmeiras 1×0 Santo André

Paulista 1996

Velloso (G), Cafu, Sandro, Cléber (Claúdio), Júnior (Elivélton), Amaral (Marquinhos), Galeano, Djalminha, Rivaldo, Muller, Luizão. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Jogo do título: 2/6/1996 Palmeiras 2×0 Santos

Paulista 2008

Marcos (G) (Diego Cavalieri (G)), Elder Granja, Gustavo, Henrique, Pierre, Leandro, Diego Souza, Martinez, Alex Mineiro (Lenny), Valdivia, Kleber (Denilson). Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Jogo do título: 4/5/2008 Palmeiras 5×0 Ponte Preta

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