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Técnicos no Juventus

Dono de uma das maiores rivalidades do futebol mundial, os atuais treinadores de Palmeiras e Corinthians possuem história no Clube Atlético Juventus.

Eduardo Baptista e Fábio Carille vestiram a camisa grená em suas carreiras como jogadores de futebol. Ambos atuaram na posição de zagueiro em suas passagens pela rua Javari.

O novo comandante do alviverde chegou à final da Copa São Paulo de Futebol Júnior em 1990 defedendo o time da Mooca. Na ocasião, o Juventus cumpriu uma excelente campanha, sendo superado apenas na final da competição pelo Flamengo-RJ por 1 a 0 no estádio do Pacaembu.

“Comecei na Ponte Preta até os 18 anos e fui para o Juventus, onde fiquei dois anos. Participei do grupo da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 1990, em que perdemos para o Flamengo de Djalminha, Junior Baiano, Marcelinho Carioca e Paulo Nunes. O nosso time tinha Anderson Lima e Fernando Diniz, e demos um trabalho danado para eles, perdemos por apenas 1 a 0. Eles suaram sangue para vencer a gente. Eu era reserva do Sangaletti”, declarou Eduardo Baptista em entrevista concedida ao site da ESPN.com.br para os jornalistas Antônio Strini e Vladimir Bianchini, no dia 15 de março de 2015.

Já o treinador alvinegro jogou pelo Moleque Travesso de 2002 a 2004. Nesse período, ele defendeu a equipe profissional em 26 jogos e marcou um gol, justamente na vitória grená diante do Mogi Mirim por 2 a 1, no estádio Wilson de Barros, em Mogi Mirim, no dia 31 de janeiro de 2002, pelo Campeonato Paulista Série A-1.

Carille atuava com o seu primeiro nome: Fábio Luiz. Sua estreia aconteceu no dia 20 de janeiro de 2002, no empate em 2 a 2 com o Ituano, no estádio da rua Javari.

No Paulistão de 2002, que não contou com a participação das equipes do Corinthians, Guarani, Palmeiras, Paulista de Jundiaí, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano e São Paulo, o Juventus terminou na 4º colocação, sendo uma das melhores posições alcançadas no estadual de sua história.

Na foto, Fábio Carille é o terceiro atleta em pé, da direita para a esquerda.

Foto: Acervo Pessoal/Reproduçãofabio-carille-2002

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Pesquisador Alviverde

Fábio Marcello é um pesquisador e colecionador da história do futebol mundial. Palestrino de berço, morador do italianíssimo bairro do Bom Retiro, toda a sua família sempre participou do clube alviverde.

Seu pai (já falecido) era conhecido nas alamedas palestrinas como Chamorro. Foi um grande incentivador do basquete alviverde e apaixonado pelo futebol do Verdão. Seu irmão, Renato, foi halterofilista do Palmeiras, além de praticante de Aikidô.

Confira a entrevista e um pouco mais desse grande conhecedor da vida esportiva palmeirense:

Conte um pouco da sua atuação como pesquisador da história do Palmeiras?

RESP: Primeiramente é um prazer muito grande participar do seu blog meu querido amigo Fernando. Minha vida no Palmeiras começou em 1974 quando meu falecido pai começou a me levar no clube, e diferentemente da maioria das pessoas eu assitia mais jogos de basquete do que de futebol, não porque meu pai gostava menos, mas me facilitava mais ir ao ginásio do que ao campo de futebol. Aos poucos comecei a ver as modadlidade do clube e isso me fascinava muito. Ganhava revistas na época e ia colecionando e recortando os materiais, como não existia tecnologia como hoje, ia guardando aos poucos as coisas que o meu clube me dava.

Comecei a catalogar em cadernos e panfletos de propaganda a relação de taças que o clube ganhava, através de jornais como a Gazeta Esportiva, e jornais que sócios do clube me mandavam quando não era mais sócio.

Antigamente também tínhamos um telefone que o clube disponibilizava para os torcedores que davam todas as conquistas e resultados dos esportes amadores.

A partir de 1999, retornei ao clube e fui anexando as minhas coisas com as de historiadores e pesquisadores que conhecia no Palmeiras. Com o surgimento da tecnologia ao longo do tempo fui fazendo um banco de dados enorme, tudo na forma digital. Hoje possuo inúmeras  informações não apenas do clube do meu coração, mas de muitos clubes do mundo.

Formamos equipes de pesquisadores junto com você, Galuppo, e outras pessoas e fizemos muitos e muitos trabalhos em pró da Sociedade Esportiva Palmeiras, como reformas de sala de troféus, programas na internet, reportagens para tvs e rádios, e também livros.

O que mais lhe encanta nessa linda história palmeirense?

RESP: São tantas emoções. Mas a variedade de modalidades que o clube possui dentro da sua riquíssima história, osterntar o título durante duas décadas de 60 e 70 como a maior potência desportiva da América do Sul. Além de ser campeã do século do futebol e em várias outraa modalidades.  Além de todos os recordes alcançados. Elaborei um livro, mas não lançado, desta linda história de 43 modadlidades esportivas.que espero um dia publicar.

Qual o momento como torcedor que você mais se emocionou?

RESP: Acredito que foi a conquista da Libertadores da América em 1999, ao ver Marcos, Evair, Zinho ganhar este título e ir para o Japão foi demais. Nos esportes amadores, ter assistido a final da Copa Continental de Futsal em 1981, um verdadeiro mundial de clubes. A partida final contra o Olímpico de Belo Horizonte do grande craque Jackson foi inacreditável. Nosso ginásio tinha quase 3.000 pessoas em um domingo de manhã.

Você foi mascote oficial do basquete do Palmeiras nos anos 70. Quais suas principais lembranças dos esportes amadores do Verdão?

RESP: Fui mascote em um jogo da seleção Brasileira contra a Peruana no ginásio do Palmeiras. Tinha 4 anos de idade, meu pai me levou, foi  um sábado  de manhã. Depois fomos almoçar no Defe com os jogadores da época, entre eles Dodi, Zé Geraldo, Saiani e o grande Carioquinha, o qual deu uma camisa para o meu pai. Aquele jogo comemorava os 50 anos da FPB.

Dentro das lembranças são muitas, paulistas e estaduais de basquete entre eles paulista mini 1987, paulista mirim 1989, paulista mirim 1992, torneios inícios, paulistas de hóquei, várias competições de levantamento de peso e futsal.  Acompanhei intensamente tudo isso de perto

Qual o seu grande sonho em relação a história do Palmeiras?

RESP: Uma coisa que luto é termos uma sala informatizada, juntando todos os materias históricos digitalizados, para auxiliar o torcedor para que possamos mostrar tudo que eles não conhecem do Palmeiras. Tomara que um dia isso possa se tornar realidade.

Hoje você também tem um pequeno negócio de camisas esportivas. Fale sobre esse seu trabalho.

RESP: Há seis anos que possuo uma sociedade com um amigo e fazemos camisas retrô e camisas polo todas bordadas, com o tema futebol.

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FORZA VERDÃO!!!

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