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Viradas Palestrinas

O Palmeiras entra em campo na noite de quarta-feira (9) diante do Barcelona-EQU no estádio Palestra Itália pelo jogo de volta das oitavas de final da Taça Libertadores da América.

O Verdão necessita da vitória por dois gols de diferença para avançar à próxima fase, após o revés na partida de ida por um a zero a favor dos equatorianos. Ou então vencer por um a zero para levar a decisão para as penalidades máximas.

Na história da competição continental, o time alviverde esteve nessa situação em sete ocasiões. Apenas duas vezes o Palmeiras não teve êxito em seu objetivo.

Confira a relação dos jogos em que o Palmeiras necessitava vencer por dois gols de diferença para reverter uma vantagem na Libertadores:

1961

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o Peñarol. Não reverteu na volta. Empate em 1 a 1. Fase Final

1995

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o Bolivar. Reverteu na volta vencendo por 3 a 0. Fase Oitavas de Final

1999

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o River Plate. Reverteu na volta vencendo por 3 a 0. Fase Semifinal

Veja os gols da partida: https://www.youtube.com/watch?v=0x4fu7XqxgQ

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o Deportivo Cali. Reverteu na volta vencendo por 2 a 1. Fase Final (com vitória na decisão por pênaltis)

Veja os gols da partida: https://www.youtube.com/watch?v=qy7wIz06Ppo

2000

Perdeu por 4 a 3 primeiro jogo para o Corinthians. Reverteu na volta vencendo por 3 a 2. Fase Semifinal (com vitória na decisão por pênaltis)

Veja os gols da partida: https://www.youtube.com/watch?v=vqTi2cntRS8https://www.youtube.com/watch?v=vqTi2cntRS8

2001

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o São Caetano. Reverteu na volta vencendo por 1 a 0. Fase Oitavas de Final (com vitória na decisão por pênaltis)

Veja o gol da partida: https://www.youtube.com/watch?v=P5dmwbrffWo

2005

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o São Paulo. Não reverteu na volta. Nova derrota por 2 a 0. Fase Oitavas de Final

sampaio

FORZA VERDÃO!!!

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Adeus, querido amigo

Siro Casanova faleceu na manhã dessa quinta-feira (1), na capital paulista. Ele ocupou o cargo de diretor de basquete do Palmeiras pela primeira vez na gestão do presidente Paschoal Walter Byron Giuliano em 1975, onde permaneceu por quase 10 anos, até a década de 80, cuidando prioritariamente das categorias de base do clube alviverde.

Em 2010, na gestão do presidente Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, retornou ao posto de diretor de basquete do Palmeiras e ao lado de Ronaldo Aguiar Faria Júnior  formaram a dobradinha que organizou a volta da equipe de basquete adulto do clube que estava inativa desde 2002.

Juntos, conduziram o Palmeiras à elite estadual e nacional, conquistando vaga no Novo Basquete Brasil, ao ser vice-campeão da Super Copa Brasil em 2012. Manteve-se no cargo até 2014.

Mesmo quando não ocupou o cargo diretivo oficialmente, sempre foi um dos maiores colaboradores e um grande articulador nos bastidores do clube pela manutenção da modalidade. Por suas mãos foram formadas inúmeras gerações de atletas, que se tornaram grandes ídolos do basquete. A lista de jogadores passa da casa do milhar.

Foi eleito conselheiro do Palmeiras para o mandato de 2007 a 2010 e reeleito em 2011 a 2014.

Siro Casanova é a própria história do basquete palestrino. Dedicou toda a sua vida ao seu clube de coração e em especial ao esporte das cestas.

Deixa esposa, filho, familiares e uma legião de amigos. VIVA SIRÃO! FIQUE EM PAZ!

Legado de títulos oficiais do basquete do Palmeiras sob o comando de Siro Casanova:

Conquista Ano Categoria
1 Campeão Paulista 1975 Mini
2 Campeão Paulista 1975 Juvenil
3 Campeão Paulista 1975 Principal
4 Campeão Brasileiro 1975 Juvenil
5 Campeão Paulista 1976 Principal
6 Campeão Paulista 1976 Infantil
7 Campeão Estadual 1976 Mini
8 Campeão Brasileiro 1977 Principal
9 Campeão Paulista 1977 Juvenil
10 Campeonato Estadual 1977 Juvenil
11 Campeão Paulista 1978 Juvenil
12 Campeonato Estadual 1978 Juvenil
13 Campeão Paulista 1979 Mirim
14 Campeão Paulista 1979 Infantil
15 Campeão Estadual 1979 Mirim
16 Campeão Estadual 1979 Infantil
17 Campeonato Estadual 1979 Juvenil
18 Campeão Brasileiro 1979 Juvenil
19 Campeão Paulista 1980 Infantil
20 Campeão Estadual 1980 Infantil
21 Campeão Paulista 1981 Pré-Mirim
22 Campeão Paulista 1981 Mini
23 Campeão Paulista 1982 Mirim
24 Campeão Paulista 1982 Pré-Mirim
25 Campeão Estadual 1983 Infantil
26 Campeão Paulista 1983 Mirim
27 Campeão Estadual 1983 Mirim
28 Campeão Estadual 1983 Juvenil
29 Taça Brasil de Clubes Campeões 1984 Juvenil
30 Campeão Paulista 1984 Infantil
31 Campeão Paulista 1985 Infanto-Juvenil
32 Campeão Estadual 1985 Infanto-Juvenil
33 Campeão Paulista 2010 Infantil
34 Campeão Paulista 2011 Mirim
35 Campeão Paulista – A-2 2011 Principal
36 Campeão Estadual 2011 Mirim
37 Copa Brasil Sudeste 2012 Principal
38 Campeão Paulista 2012 Mini
39 Campeão Estadual 2012 Mini
40 Campeão Paulista 2013 Pré-Mini
41 Campeão Paulista 2013 Mirim
42 Campeão Paulista 2013 Infantil
43 Campeão Estadual 2013 Mirim
44 Campeão Estadual 2013 Infantil
45 Campeão Estadual 2013 Pré-Mini
46 Campeão Paulista 2014 Pré-Mini
47 Campeão Estadual 2014 Infantil
48 Campeão Estadual 2014 Pré-Mini

 

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Siro Casanova é o último da esquerda para a direita. Foto de 2010, quando foi anunciada a volta do basquete adulto masculino do Palmeiras, no antigo salão de troféus do Palestra Itália. No centro, técnico José Neto, e na ponta direita Ronaldo Aguiar Faria Júnior

Ao amigo Siro Casanova com carinho

O arremesso de três pontos da vida no estouro do cronômetro deu bico. Escorreu pelo aro, caprichosamente. Não teve rebote. Toca o sino. Fim de partida. Lágrimas. Consternação. Ponto fatal. Irrecuperável. Inexorável. Um lume se apaga. Um dos maiores. Palestrão. É com o pé. É com a mão. Manteve firme a tradição enquanto as forças lhe permitiram. Tentou o gol. Não deu. Foi para quadra. Do lado de fora. Ganhou tudo. Grande comandante. Sangue italiano. Guiou o sonho de inúmeras gerações de basqueteiros que se forjaram nas Alamedas sagradas da Pompéia. Vila Pompéia. Seu berço querido. Seu reduto. Sua fortaleza. Referência das boas. Linha reta. Conduta exemplar nas horas boas e nas tempestades. Foi muito bom ter você ao nosso lado. Lado verde, branco e vermelho. Sempre fraterno e amigo. Cumpre sua missão. E cumpre a saudades nos corações dos palestrinos.

Viva Siro Casanova

 

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Artilheiro na Mooca

Com experiência no futebol paulista, o atacante Jorge Mauá quer fazer história com a camisa do Juventus. O camisa 9 ficou mais conhecido do torcedor juventino quando defendia o Nacional Atlético Clube. Em três clássicos realizados entre as equipes em 2015, o jogador anotou três gols a favor dos nacionalinos.

“Não sabia da importância e dimensão do clássico Juvenal, até jogá-lo. Foram jogos marcantes e que mobilizou muito os torcedores e os clubes. Isso é bem bacana. Aqueles gols foram importantes na minha carreira. Agora, quero marcar muitos gols defendendo o Juventus e dar alegrias a essa torcida”, falou Mauá.

Recentemente, no jogo-treino contra o Nacional, na rua Javari, pelo Juventus, o atacante deixou sua marca na goleada juventina por 4 a 0. “Foi muito bom. Comecei essa temporada fazendo gols e encerrei marcando. Estou muito feliz aqui no Juventus. Fui muito bem recebido e sinto que aqui é uma grande família. Quero colaborar para que possamos fazer um bom campeonato”, avaliou.

Sobre atuar na rua Javari, ele diz estar realizando um sonho. “Sei da força da torcida juventina. Incentiva do começo ao fim. Não vejo a hora de entrar na Javari lotada e sentir o apoio dos nossos torcedores”, concluiu.

Segundo o site da Federação Paulista de Futebol, Jorge Mauá anotou 24 gols por clubes paulistas na temporada 2016, sendo o maior artilheiro paulista do ano passado, somando apenas os gols por clubes do Estado. Foram sete gols no Paulista A-2 atuando pelo Taubaté e 17 gols pela Mauaense, onde foi vice-artilheiro do Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

No jogo-treino contra o Audax, vice-campeão Paulista da Série A-1, na tarde de quarta-feira (18), em Sorocaba, Jorge Mauá deixou sua marca, no empate em 2 a 2.
Foto Ale Vianna/Divulgação32391376655_03ca5bee47_k

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Reforço Grená

Junior Timbó atuará pela equipe do Clube Atlético Juventus no Campeonato Paulista da Série A-2. Com 26 anos de idade e passagens por equipes como Vitória-BA, América-MG, Chapecoense-SC, Bragantino e Portuguesa de Desportos, o meio campista será uma das opções para o setor do técnico Wilson Júnior no Moleque Travesso.

No futebol paulista, Junior Timbó ficou conhecido pela sua passagem na Lusa do Canindé. Ele fez parte do elenco da “Barcelusa”, campeã brasileira da Série-B em 2011, comandada pelo técnico Jorginho.

Timbó voltou para a Lusa em 2016 para o Campeonato Brasileiro da Série C, mas teve poucas oportunidades. Nessas duas passagens pelo time do Canindé, o jogador fez 14 jogos, marcando quatro gols.

O Juventus estreia na competição contra o Capivariano dia 28, sábado, às 16h, no estádio Conde Rodolfo Crespi, na rua Javari, na Mooca.

Foto: Ale Vianna/DivulgaçãoIMG-20170117-WA0012.jpg

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A esperança é Verde

Palmeirense praticante, sempre procurei acompanhar o time a lugares exóticos e interessantes. A Chapecó, próximo da Argentina, numa bela região progressista, não ia ser diferente.

Corria 2013, e embora na série B, era a primeira vez que o time desta cidade ia enfrentar um grande pelo campeonato nacional.  Cinco dias antes, fui de ônibus a Curitiba, de lá a Itajaí, pernoitei e continuei até Curitibanos, foi uma forma de apreciar Santa Catarina e seu ar europeu.

Lá, também pernoitei, e finalmente cheguei em Chapecó, na tarde da quinta-feira. Na rodoviária, me diverti com a escultura de um enorme porco. No hotel, bem hospedado, logo ao sair, naquele fim de tarde e noite, percebi e fiquei impressionado com a incorporação do clube com a cidade.

Em qualquer estabelecimento comercial, de serviços, janelas de residências, apartamentos, um símbolo, uma bandeira da Chapecoense. Nos dias seguintes, circulando com a camisa do Palmeiras, algumas vezes com um blusão da Mancha Verde, em nenhum instante fui contestado. Nas ruas, bem como dos veículos, só boas-vindas. Agradecia, até levantando os braços.

Fotografei a enorme e interessante estátua do Desbravador, homenagem aos pioneiros, e entrei na catedral Santo Antonio, ao lado. Almocei algumas vezes no Bandejão popular, também próximo, e fui duas vezes, a pé, ao distante shopping.

Na arena Condá, encontrei o guichê fechado, mas um segurança logo indicou uma funcionária do clube. Com ela, adquiri meu ingresso, e não faltou um bom papo com o pessoal em volta. Ao final, dei de lembrança para ela, funcionários e seguranças, os chaveirinhos do meu alviverde, recordações que o Luciano e o Matias, sempre me fornecem para essas viagens.

Na sexta-feira à noite, uma festa rolava na praça principal. Comprei um chopp e um salsichão, e procurava um lugar para sentar. Um grupo de torcedores da Chapecoense me chamou: “Oh, palmeirense, vem sentar com a gente!”. Fui, maravilhoso, ouvi e contei histórias, brinquei com o destino de um ônibus urbano: “Palmeiras”, soube quem foi o índio Condá, também um pioneiro, fiz amigos.

Calor, fui dormir por volta de duas da manhã. Combinamos, com qualquer resultado no sábado, de voltarmos aquele local. No dia do jogo encontrei velhos amigos palmeirenses, a turma de Joinville com o Elmo, os fanáticos do interior do Paraná, o Salvador, filho do Gatti, e o sempre presente japonês da Mancha. Com eles, acabei de distribuir os chaveirinhos para as crianças e mulheres presentes. Depois do jogo, voltei para a praça. A derrota do Palmeiras, por 1×0, pareceu uma coisa natural. Novamente bebi e troquei experiências esportivas e políticas.

No domingo, uns iam com as famílias a uma fazenda, e outros iam pescar no rio Uruguai. Fui convidado, mas achei inconveniente, resolvi descansar e ficar rodando ali pelo centro. Na despedida, um deles, perguntou se tinha conhecido a cooperativa Super Alfa. Disse que tinha passado em frente. Falou para eu ir na segunda pela manhã, antes de viajar, porque encontraria produtos de primeira linha a bons preços, que tinha um cartão de desconto e que também passaria por lá.

Na segunda, após ele mostrar a loja, não resisti, separei alguns salames italianos e queijos especiais que são exportados. No caixa, este amigo fez um embrulho caprichado e não aceitou meu pagamento. Fiquei sem ação, agradeci e disse que tentaria oferecer a mesma recepção quando fossem a São Paulo. Estes torcedores são comprometidos com atividades que quase não permitem viagens. Nunca vieram, mas mantenho alguns contatos.

Na minha volta, para ir ao longínquo aeroporto, um motorista que já tinha batido bons papos na praça, também fez um preço diferenciado. Mesmo gremista, deixei com ele o último exemplar das revistas do clube que sempre levo. Após a tragédia ocorrida, pasmo, só consegui enviar para estes amigos, um coração verde, com uma faixa de luto. E passei este dia da notícia tão chocante, lembrando de tantos fatos marcantes e tão próximos no tempo.

Recordei de uma Chapecoense, bem montada, também verde e branca, que subiu a série A, junto com o retorno do Palmeiras, em 2014. Memorizei seus jogadores recentes, que continuavam no processo evolutivo do clube, e quando da última partida de suas vidas. Depois deste jogo, sem retornarem ao vestiário, foram protagonistas da nossa festa pelo título de 2016. Foram aplaudidos e receberam a nossa esperança para a cartada mais histórica que viria, contra um também alviverde, o Nacional de Medellin.

O Palmeiras já tinha contratado um de seus melhores jogadores, o Hyoran. O Cleber Goiano tinha pedido ao ex-companheiro de clube, Bruno Rangel, uma camisa do Palmeiras para o filho. Em campo, Caio Junior, com marcante passagem como nosso treinador, abraçava os amigos, e as lembranças do Josimar e o do Ananias, ex-jogadores palmeirenses, não poderiam ser esquecidas. Ananias, depois jogando pelo Sport, em 2014, foi quem fez o primeiro gol no Allianz Parque. E para fechar, o Fabiano, revelado na Chapecoense, quis o destino, neste conjunto de fatos encadeados , fazendo o gol do título e combinado, após o jogo, com o goleiro Danilo, seu grande amigo, de comemorarem, juntos, o campeonato brasileiro e a Sul-Americana, que viria.

Afinal, por ironia, não foram suas mãos, como goleiro, mas seus pés, que garantiram esta final, eliminado o time do papa, o San Lorenzo. Este time do oeste catarinense, que sempre cresceu e nunca sofreu um rebaixamento, saberá, sem dúvida, distanciar dos oportunistas e se reerguer com altivez.

Mas como na vida, da mesma forma que podemos subir esperançosos num meteoro sem condutor, às vezes, somos obrigados a entrar numa carroça dirigida por irresponsáveis. E muitos falam, mas não sabem a força que tem o significado do verde. O senhor Alvadir Pelisser, com 90 anos, palmeirense, e um dos fundadores do clube catarinense, disse que essas cores são em razão do nosso Palmeiras. O mundo e a esperança torcem pela Chapecoense!

*** Texto produzido, vivenciado e enviado por Marcos Gama

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Juve goleia na Copinha

Na tarde de sexta-feira (6), o Moleque Travesso goleou o Sete de Setembro-AL pelo placar de 4 a 1, em jogo válido pela segunda rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior, no estádio Conde Rodolfo Crespi, na rua Javari.

Os gols juventinos foram marcados por: Barretos (2), Motta e Carlão. Com a vitória, o time juventino garantiu vaga para a próxima fase da competição, com uma rodada de antecipação, com seis pontos ganhos em dois jogos.

O adversário do Time da Mooca sairá do Grupo 27 formado por: Grêmio Osasco, Interporto-TO, Fluminense-RJ e Real Noroeste-ES

Barreto, camisa 6 do Moleque Travesso, abriu o placar aos 23 minutos da primeira etapa. Dando uma de centroavante, o lateral-esquerdo juventino aproveitou o desvio de cabeça do zagueiro Luiz Carlos no escanteio para balançar as redes adversárias.

Controlando as ações, o Juventus garantiu a vitória parcial e foi para os vestiários vencendo por 1 a 0.

Aos 24  minutos da segunda etapa, o árbitro marcou penalidade máxima contra os grenás. Maxmiller converteu a  cobrança e empatou a partida. Dois minutos depois, a resposta foi imediata. Novamente Barreto foi às redes. Ele desviou a cobrança de falta, colocando o Juventus em vantagem novamente.

O terceiro e quarto gols juventinos foram marcados já nos acréscimos. Carlão, aos 48 minutos, aproveitou o contra-ataque puxado por Dener e deixou sua marca. Aos 50 minutos, Motta tocou na saída do goleiro e deu números finais a partida.

O Juventus volta a campo pela última rodada da primeira fase no domingo (8), às 16h, contra o Figueirense-SC, no estádio da rua Javari, com entrada franca. O time grená lutará para se manter na liderança do Grupo.

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Fotos: Ale Vianna/ Divulgação C.A. Juventus

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