Esportes

Mística Palestrina

Negro. Sociedade Esportiva Palmeiras. Decisão. Pacaembu. Lotação máxima. Número 42. Combinações perfeitas e que se renovam na história alviverde, como uma espécie de misticismo protetor das tradições esmeraldinas.

Em 20 de setembro de 1942, Og Moreira, meio campista, negro, capitão palestrino, no estádio municipal lotado, parava o craque Lêonidas da Silva e conduzia o Verdão a mais um título paulista, superando o São Paulo Futebol Clube na partida final.

Após quase 76 anos, um negro, na mesma cancha do Pacaembu, abarrotada com mais de 36 mil almas, vestindo a camisa 42 às costas conduziu o Palmeiras a mais uma decisão estadual, na noite chuvosa de terça-feira, 27 de março de 2018.

O goleiro Jailson voou como uma pantera no canto direito de sua meta e defendeu a cobrança de penalidade máxima do jovem atacante santista Diogo Vitor, na decisão por pênaltis, que deu a vitória aos palmeirenses pelo placar de 5 a 4, na partida de volta das semifinais do Paulistão, diante do Santos Futebol Clube.

Foi vendo Og Moreira jogar que surgiu a frase do nosso hino “Defesa que ninguém passa”, escrita por Antônio Sergi. Foi vendo Jailson jogar que todos nós palmeirenses reafirmamos essa estrofe como uma verdade absoluta!

Og Moreira é o Jailson do passado. Jailson é o Og Moreira do presente. Negros. Palestrinos. Decisivos. Predestinados. Ídolos. Amados pelos palmeirenses. Espíritos vencedores. Capazes de produzir as lágrimas alegres de toda uma nação. Trovadores de versos mágicos através do jogo de bola. Anjos guardiões de nossa fé inabalável e de nossos sonhos mais felizes.

Abençoada seja a gente palestrina em contar em suas fileiras com Og Moreira. Abençoada seja a gente palmeirense em contar em suas fileiras com Jailson.

VIVA JAILSÃO DA MASSA!
VIVA OG MOREIRA!
VIVA A SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS!

Rumo à Rússia

Certamente, nas vésperas da convocação final para a Copa do Mundo de 2018, Jailson garantiu o seu passaporte para a Rússia. O goleiro palestrino inegavelmente tem sido um dos maiores nomes da posição no Brasil e merece estar na maior competição de seleções.

Abre o olho, Tite. O Jailsão tem estrela!

Tabus Quebrados

Após quase três anos, o Verdão está de volta a uma final de Campeonato Paulista. Nos últimos dois anos, o Palmeiras havia sido eliminado na fase semifinal do torneio, pelo próprio Santos em 2016 e pela Ponte Preta em 2017.

Os palmeirenses aguardam o seu adversário na grande decisão que sai do encontro entre São Paulo Futebol Clube e Sport Club Corinthians Paulista, que acontece nessa quarta-feira (28), em Itaquera.

Para alcançar essa condição de finalista, o alviverde, além de vencer os santistas, precisou superar alguns tabus e traumas.

Desde 1999,  O Verdão não vencia o Peixe na fase semifinal do estadual. De lá para cá, foram três encontros entre as equipes nessa fase, todas com vitórias alvinegras em 2000, 2009 e 2016.

No estádio do Pacaembu, o Verdão não havia tendo um retrospecto positivo recentemente nos confrontos eliminatórios, por qualquer competição. Apesar das vitórias contra o Novorizontino pelas quartas de final do Paulista em 2017, e das classificações na Copa do Brasil diante de Vilhena, Sampaio Correa e Avaí, todas em 2014, o time palmeirense acumulou algumas eliminações traumáticas para o seu torcedor no local, tais quais:

2010 – Palmeiras 1×2 Goiás – Copa Sul-Americana (Semifinais)
2011 – Palmeiras (5) 1×1 (6) Corinthians – Campeonato Paulista (Semifinais)
2011 – Palmeiras 2×0 Coritiba – Copa do Brasil (Quartas de Finais)
2011 – Palmeiras 3×1 Vasco da Gama – Copa Sul-Americana (Primeira Fase)
2013 – Palmeiras 1×2 Tijuana – Copa Libertadores da América (Oitavas de Finais)
2014 – Palmeiras 0x1 Ituano – Campeonato Paulista (Semifinais)

A vitória diante dos santistas exorciza alguns fantasmas que teimavam a circundar a vida palestrina.

Finais de Paulista

Em toda a história do Campeonato Paulista, a Sociedade Esportiva Palmeiras chega a sua décima segunda decisão de título, excetuando as competições em cárater de pontos corridos para definição do campeão do torneio.

Em finais, o Verdão conquistou seis títulos estaduais e por cinco vezes ficou com o vice-campeonato. Dos possíveis finalistas, o Palmeiras fez apenas uma decisão contra o São Paulo, em 1992, e foi derrotado pelos tricolores. Diante dos corintianos, foram cinco finais, com três vitórias alviverdes contra duas dos alvinegros.

Detentor da melhor campanha da competição, essa será a terceira vez em toda a história do torneio que o Palmeiras disputa a partida final da competição no estádio Palestra Itália. Nas duas vezes anteriores em que isso aconteceu, nos anos de 1936 e 2008, o Verdão sagrou-se campeão paulista.

Essa é a terceira final de Campeonato Paulista que o Verdão disputa no Século XXI. Em 2008, o Verdão sagrou-se campeão e em 2015 obteve o vice-campeonato.

Confira todas as finais do Palmeiras no Paulistão:

1920 – Palestra Itália 2×1 Paulistano – (campeão)
1936 – Palestra Itália 2×1 Corinthians – (campeão)
1959 – Palmeiras 2×1 Santos – (campeão)
1974 – Palmeiras 1×0 Corinthians – (campeão)
1986 – Palmeiras 1×2 Internacional de Limeira – (vice-campeão)
1992 – Palmeiras 1×2 São Paulo – (vice-campeão)
1993 – Palmeiras 4×0 Corinthians – (campeão)
1995 – Palmeiras 1×2 Corinthians – (vice-campeão)
1999 – Palmeiras 2×2 Corinthians – (vice-campeão)
2008 – Palmeiras 5×0 Ponte Preta – (campeão)
2015 – Palmeiras 1×2 Santos – (vice-campeão)

jailson-PALMEIRAS

FORZA VERDÃO!!!

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Primeiro Passo

O Verdão saiu na frente na luta por uma vaga na final do Campeonato Paulista ao vencer o Santos pelo placar de 1 a 0, gol de Willian, na tarde de sábado (24), no estádio do Pacaembu, pela partida de ida da semifinal do estadual.

O resultado dá a possibilidade ao alviverde de jogar pelo empate na partida de volta, na próxima terça-feira (27), no mesmo estádio municipal, com torcida única apenas dos palmeirenses, que prometem lotação máxima para apoiar o Verdão rumo a mais uma decisão.

O destaque do jogo fica por conta da excelente atuação do goleiro Jailson, mais um vez. O arqueiro palestrino teve uma atuação perfeita, com defesas capitais e garantiu o placar em branco pelos lados santistas. Esse é o quinto jogo consecutivo que a defesa alviverde não sofre gols.

Outro ponto que merece menção foi a jogada que originou o gol palestrino, onde a bola circulou de pé em pé entre todos os atacantes do Verdão, numa troca de passes perfeita e envolvente que terminou com a finalização de Willian para as redes.

Esse equilíbrio defensivo e ofensivo que faz do Palmeiras a melhor defesa e o melhor ataque da competição é mérito do técnico Roger Machado e sua comissão técnica, que vem realizando um trabalho muito bom em pouco mais de três meses no clube.

Ao fim da partida, o desgaste físico dos palestrinos foi evidente. O time acabou a partida no seu limite. Duas substituições (Bruno Henrique e Felipe Melo) foram ocasionadas em função disso. Se pudesse trocar mais seis atletas, certamente o comandante palestrino usaria desse expediente.

As possíveis lesões dos laterais Marcos Rocha e Victor Luis para o jogo de volta, serão ausências sentidas, ainda mais pela forma como o Santos costuma atuar, com jogadores leves e rápidos pelos lados do campo. Na esquerda há a possibilidade da estreia de Diogo Barbosa. Já pelo lado direito, Tchê Tchê deve ficar com a vaga, casos os dois titulares das posições não reúnam condições de jogo.

O alviverde tem um retrospecto positivo atuando no Pacaembu. Os palestrinos não perdem no local desde 24 de março de 2016, quando foi superado pelo Red Bull Brasil, por 2 a 1, pelo Campeonato Paulista. De lá para cá, foram nove jogos, com oito vitórias esmeraldinas e um empate.

Em clássicos realizados no campo da municipalidade, o último revés aconteceu justamente para o Santos, pelo placar de 3 a 1, em 19 de outubro de 2014, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro. Desde então, foram realizadas quatro partidas no local, com três vitórias palestrinas e um empate.

Do atual elenco do Palmeiras, são os maiores goleadores nos clássicos contra os três grandes paulistas os seguintes atletas:  Dudu (7), Willian (4), Borja (2), Moisés (2) e Antônio Carlos (2).

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FORZA VERDÃO!!!

 

 

 

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Semifinais do Paulistão

Os quatro maiores clubes do futebol paulista estão todos classificados para a fase semifinal do Campeonato Paulista de 2018. Palmeiras e Santos se enfrentam em dois jogos no estádio do Pacaembu. O primeiro embate será nesse sábado (24), às 19h, apenas com torcida santista. A partida de volta acontece na terça-feira (27), às 20h30, apenas com torcedores palestrinos.

No outro confronto, corintianos e são paulinos  se encaram em busca da outra vaga na final. O primeiro encontro será no domingo (25), às 16h, no estádio do Morumbi, com presença apenas de tricolores. O jogo de volta acontece na quarta-feira (28), às 21h45, na Arena de Itaquera, apenas com torcedores alvinegros.

Essa será a oitava vez em toda a história do Campeonato Estadual que os quatro grandes chegam juntos à fase semifinal. A primeira vez que isso aconteceu foi em 1983. Nas ocasiões anteriores, o Corinthians conquistou três títulos (1983, 1999, 2009), São Paulo dois troféus (1987 e 2000), Santos dois canecos (2011 e 2015) e apenas o Palmeiras nunca venceu o Paulistão quando as quatro maiores forças do Estado estiveram todas juntas reunidas nessa fase decisiva em confrontos eliminatórios. O Verdão chegou em duas finais e ficou com o vice-campeonato em 1999 e 2015.

O time do Parque São Jorge é a equipe que mais superou os seus tradicionais rivais nos confrontos diretos, contando também a decisão. Eis o retrospecto: Corinthians (8 eliminações a favor), Santos (6 eliminações a favor), São Paulo (5 eliminações a favor) e Palmeiras (2 eliminações a favor).

Grandes nas semifinais

Edição 1983
Semifinais
São Paulo x Santos – São Paulo eliminou o Santos
Palmeiras x Corinthians – Corinthians eliminou o Palmeiras

Final
Corinthians x São Paulo
Campeão: Corinthians

Edição 1987
Semifinais
Palmeiras x São Paulo – São Paulo eliminou o Palmeiras
Corinthians x Santos – Corinthians eliminou o Santos

Final
Corinthians x São Paulo
Campeão: São Paulo

Edição 1999
Semifinais
Palmeiras x Santos – Palmeiras eliminou o Santos
Corinthians x São Paulo – Corinthians eliminou o São Paulo

Final
Palmeiras x Corinthians
Campeão: Corinthians

Edição 2000
Semifinais
Palmeiras x Santos – Santos eliminou o Palmeiras
Corinthians x São Paulo – São Paulo eliminou o Corinthians

Final
Santos x São Paulo
Campeão: São Paulo

Edição 2009
Semifinais
Palmeiras x Santos – Santos eliminou o Palmeiras
Corinthians x São Paulo – Corinthians eliminou o São Paulo

Final
Corinthians x Santos
Campeão: Corinthians

Edição 2011
Semifinais
Santos x São Paulo – Santos eliminou o São Paulo
Palmeiras x Corinthians – Corinthians eliminou o Palmeiras

Final
Corinthians x Santos
Campeão: Santos

Edição 2015
Semifinais
Santos x São Paulo – Santos eliminou o São Paulo
Palmeiras x Corinthians  – Palmeiras eliminou o Corinthians

Final
Palmeiras x Santos
Campeão: Santos

Palmeiras contra Santos

O Verdão enfrentou o Peixe na fase semifinal do estadual em quatro oportunidades,  ao longo dos tempos: 1999, 2000, 2009 e 2016.

O time da Vila Belmiro leva ampla vantagem contra o alviverde. Os palestrinos só superaram o seu tradicional em uma única ocasião, justamente no primeiro encontro entre ambos em 1999.

Naquela ocasião, no primeiro jogo, o Verdão foi derrotado por 2 a 1 no jogo de ida no Morumbi. No jogo de volta, também no estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Palmeiras devolveu o placar de 2 a 1 e eliminou os santistas, garantindo vaga na grande decisão.

Em 2000, o confronto também foi realizado em jogos de ida e volta, registrando empate em 0 a 0 e vitória santista por 3 a 2, numa virada espetacular, após o time palmeirense abrir 2 a 0 no placar, no estádio do Morumbi.

O terceiro embate entre alviverdes e alvinegros aconteceu em 2009. Também em dois confrontos, os santistas venceram o Verdão por 2 a 1 nos jogos na Vila Belmiro e Palestra Itália.

Em 2016, em jogo único no estádio da Vila Belmiro, houve empate em 2 a 2. O atacante Rafael Marques fez os dois gols palestrinos nos minutos finais da partida, quando os santistas venciam por 2 a 0. O jogo foi para a decisão por pênaltis e o time do litoral paulista venceu por 3 a 2. Barrios, Fernando Prass e Rafael Marques perderam as penalidades máximas para os palestrinos. Cleiton Xavier e Jean converteram as suas cobranças.

O fato curioso dessa partida foi o goleiro Fernando Prass ter defendido o pênalti cobrado pelo meia Lucas Lima, que hoje atual pelo Verdão.

Foi esse também o primeiro clássico da história do futebol paulista com torcida única, ou seja, sem torcida adversária, por determinação da lei.

Semifinais na década

De 2008 para cá, ano em que o Palmeiras venceu o seu último título estadual, essa é a oitava vez que o alviverde chega na fase semifinal do torneio. Os palmeirenses só ficaram ausentes em 2010, 2012 e 2013.

Nas sete ocasiões anteriores, os palestrinos conseguiram a vaga para a final por duas vezes, nos anos de 2008 e 2015.

Confira todos os confrontos palestrinos nas semifinais do Paulistão na última década:

2008 – Palmeiras eliminou o São Paulo
2009 – Palmeiras foi eliminado pelo Santos
2011 – Palmeiras foi eliminado pelo Corinthians
2014 – Palmeiras foi eliminado pelo Ituano
2015 – Palmeiras eliminou o Corinthians
2016 – Palmeiras foi eliminado pelo Santos
2017 – Palmeiras foi eliminado pela Ponte Preta

*** Colaborou com as informações o pesquisador Valdir Palmeirense de Diadema

torcida

FORZA VERDÃO!!!

 

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Inveja mascarada de ódio

Inicia-se mais uma semana decisiva na vida da Sociedade Esportiva Palmeiras. E com ela a inveja mascarada de ódio contra o alviverde e toda sua coletividade emergiu com força total de todos os lados.

Primeiro o anúncio de que o Verdão foi processado, mais uma vez, por causa da contratação do meio campista Wesley, em 2012. Carlos Alberto Duarte Moreira Filho, da empresa Toksai, entrou com uma ação no Tribunal de Justiça de São Paulo contra o clube alviverde pedindo R$ 7,9 milhões, referente à restituição do valor investido na negociação.

Depois, a polêmica reunião do Conselho Arbitral para a definição das datas e locais para a disputa das quartas de final do Campeonato Paulista, onde os interesses da Rede Globo de Televisão e da Federação Paulista de Futebol se mostraram contrários ao que pleiteava o Verdão.

Na sequência, o procurador Vinicius Marchetti, do TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) de São Paulo denunciou o goleiro Jailson, o volante Felipe Melo e o atacante Dudu no artigo 258 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), por atitude contrária à ética ou disciplina, que prevê pena de suspensão de uma a seis partidas. Jailson também foi enquadrado no artigo 254 (praticar jogada violenta), com pena semelhante.

Agora, o meia Gustavo Scarpa foi retirado do Boletim Informativo Diário (BID) da CBF como atleta do Palmeiras. A entidade foi notificada pelo Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, que cassou a liminar que desvinculava Scarpa do Fluminense.

Tudo isso em uma semana. Num momento de decisão. NADA É POR ACASO!

Era mais que sábido que as forças ocultas que regem os bastidores do futebol agiriam  (e ainda agirão) contra o Palmeiras, a fim de desestabilizá-lo de todas as formas. Isso é histórico na vida palestrina. Uma velha e asquerosa artimanha que usam desde os primórdios para frear a vontade incontrolável pelas Glórias dos palestrinos.

Em 1918, o alviverde já era apontado como uma potência do futebol paulista, dono de uma popularidade enorme e candidato a conquista do título. A equipe brigava pelas primeiras colocações contra o Club Atlético Paulistano. Time da elite e da aristocracia paulistana, que era apoiado pela família Mesquita, que entre outros negócios, controlava o principal veículo de imprensa da cidade, o Jornal Estado de São Paulo.

Temendo um sucesso palestrino diante do seu rival que até aquele momento dominava as conquistas futebolísticas, iniciou-se uma campanha de provocação no jornal contra os decentes de italianos e os palestrinos. No jogo entre ambos, após uma arbitragem tendenciosa a favor do Paulistano, os palestrinos abandonaram a competição, após reunião e deliberação de todos os seus associados e diretores, devido aos desrespeitos sofridos.

Em 1924 novo abandonado do campeonato. O Palestra Itália se sentiu desrespeitado, mais uma vez, após as punições severas aos seus atletas, tendo cinco jogadores da equipe titular sendo alijados da disputa do torneio pelo Tribunal de Justiça, logo nas primeiras rodadas.

Em 1930, um gol legítimo do Palestra Itália mal anulado pelo juiz Francisco Santana no jogo diante do Corinthians no Parque São Jorge no dia 4 de maio impediu que o Verdão conquistasse mais um título paulista em sua gloriosa história. O Palestra dominava o seu arqui-rival e já o vencia por 1 a 0. Os jogadores, comissão técnica e torcida perderam a calma com o juiz da partida. Houve muita confusão dentro e fora do campo. Mesmo com a vitória parcial, o Palestra negou-se a prosseguir no jogo e retirou-se do gramado, entregando o título para o rival.

Em 1942 a mais severa das disputas palestrinas dentro e fora de campo, que por imposição governamental culminou com a mudança de nome do clube e todas as suas referências ancestrais. Manobras e artifícios de todos os genêros foram evocados por nossos inimigos para usurpar nosso estádio e aniquilar a existência e continuidade da instituição. No fim, patrimônio mantido e título conquistado pelos palestrinos.

Em 1944, Palmeiras e São Paulo disputavam o título Paulista. Subitamente, no meio da semana que antecedia o clássico decisivo entre ambos, o Tribunal de Penas Desportivas, recém-criado pela Federação Paulista de Futebol, decidiu suspender o médio volante argentino Dacunto, do Palmeiras. Mesmo sem o jogador, o Verdão sagrou-se campeão ao superar o seu rival.

Na final do Paulistão de 1971, entre Palmeiras e São Paulo, o atacante palmeirense Leivinha marcou gol legal de cabeça em Sérgio Valentim, mas o árbitro Armando Marques entendeu que o meia utilizou a mão para colocar a bola no fundo do gol são-paulino, anulando um gol legal. Dulcídio Wanderley Boschilia, bandeirinha da partida, correu para o centro do campo depois da cabeçada de Leivinha e, no fim do jogo, não hesitou em falar à imprensa que tinha tomado tal atitude pois o gol havia sido legal. O título acabou em posse dos tricolores.

Em 1972, o atacante palmeirense Cesar Maluco ofendeu moralmente o árbitro Renato de Oliveira Braga em uma partida contra o XV de Piracicaba. Foi suspenso do futebol por nove meses e praticamente teve sua carreira encerrada no Palmeiras, numa das mais severas punições a um atleta de futebol jamais vista, até então.

Em 1979, o então presidente do Corinthians, Vicente Matheus, paralisou as semifinais entre Palmeiras e o seu clube, manipulando a tabela de jogo em favor do time do Parque São Jorge,  sob alegação de que não participaria de rodadas duplas. Com conivência do então presidente da Federação Paulista de Futebol, Nabi Abi Chedid, sócio benemérito do time alvinegro, o campeonato ficou parado e Matheus quebrou o embalo palmeirense, que vivia melhor momento que seu maior rival. O Verdão foi eliminado e o alvinegro campeão.

Em 1997, o atacante Edmundo, que defendia o Vasco da Gama, na decisão do Campeonato Brasileiro, entre Palmeiras e os cariocas, recebeu o terceiro cartão amarelo no primeiro jogo da final, o que o suspenderia da última partida. Seguindo orientações da direção vascaína, comandada por Eurico Miranda, forçou sua expulsão nos minutos finais da partida para com um efeito suspensivo atuar no Maracanã no segundo jogo. A manobra deu resultado e os vascaínos foram campeões após um empate em 0 a 0.

Em 2008, na primeira semifinal do Campeonato Paulista, entre Palmeiras e São Paulo, o atacante são-paulino Adriano abriu o placar no Morumbi usando o braço direito para empurrar a bola para a rede. O trio de arbitragem validou o lance e o São Paulo venceu o Palmeiras por 2 a 1.

Litígios recentes com o Fluminense por jogadores também tem sido uma constante no caminho palmeirense. Em 2007, o Verdão assinou pré-contrato para ter o meia Thiago Neves, mas o jogador foi para as Laranjeiras. Em 2011, aconteceu o mesmo com o meia Martinuccio.

Outro caso emblemático foi em 2006, quando o lateral-direito Ilsinho deixou o Palmeiras para ir para o São Paulo sem custos. Alan Kardec em 2014 e Wesley em 2015 repetiram o gesto de Ilsinho e saíram de graça do alviverde para o tricolor paulista.

Listamos alguns dos tantos embates dentro e fora dos campos que os palestrinos de todas as épocas travaram. Não seria diferente desta vez. Em todos os casos, o espírito palestrino se manteve em unidade, lúcido e sereno, a fim de se fortalecer para os enfrentamentos que se punham como obstáculo em nossa caminhada.

Agora, podemos não ter na reta final do Paulista os atletas: Jailson, Dudu, Felipe Melo, Gustavo Scarpa e Borja (este último por uma provável convocação para a Copa do Mundo). Todos elementos chaves da equipe do técnico Roger Machado.

Jailson responde pela melhor defesa do campeonato. Felipe Melo responde pelo melhor desarme do campeonato. Borja responde pelo melhor ataque do campeonato. A espinha dorsal palestrina pode ser neutralizada por um adversário que não entra em campo para os olhos comuns justamente num momento de decisão.

Agora, é a hora de nos mantermos cada vez mais unidos, todos nós palmeirenses sob a mesma bandeira gloriosa do alviverde, para combater com ardor todo o ranço que nos depositam. Sem receios. Sem temor. Com esperança, energia e fé inabaláveis.

Seguindo a nossa tradição de lutas, como os velhos palestrinos nos ensinaram, vamos passar por tudo isso, transformando a lealdade em padrão, pois de fato nascemos para ser Campeão! O maior do Brasil. O maior do século no país do futebol. Contra tudo e contra todos!

periquito

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Juve x Lusa

O clássico paulistano entre Juventus e Portuguesa de Desportos acontece na manhã de domingo (18), às 10h, no estádio Oswaldo Teixeira Duarte, no Canindé, pela décima terceira rodada do Campeonato Paulista da Série A-2.

O jogo é decisivo para ambos na luta contra o rebaixamento para a Série A-3. A Lusa é a décima segunda colocada com 11 pontos ganhos. O Juventus está em décimo terceiro com nove pontos conquistados, e só não ocupa a zona de descenso, devido aos critérios de desempate, pois tem uma vitória a mais que Batatais e Audax.

O confronto acontece pela quarta vez na história do Paulistão da Série A-2. A primeira delas ocorreu em 2013, no mesmo estádio do Canindé, quando a Lusa venceu o Moleque Travesso por 2 a 1. Em 2016, o Juventus venceu por 1 a 0 os lusitanos, em novo encontro realizado na casa rubro-verde. No ano passado, jogando na rua Javari, o Moleque Travesso obteve mais um triunfo ao vencer o seu rival por 3 a 1.

Em toda a história dos estaduais, juventinos e lusos jogaram 23 partidas no estádio Oswaldo Teixeira Duarte, com amplo domínio dos donos da casa. A lusa venceu 18 vezes, com três empates e apenas duas vitórias grenás.

Esses dois únicos triunfos juventinos aconteceram nos dias 23 de julho de 1958 e 3 de fevereiro de 2016. Confira as fichas técnicas dos jogos:

23/7/1958 Juventus 3×2 Portuguesa – Campeonato Paulista A-1
Juventus: Nenê (G), Donald, Cotia, Cássio, Clóvis, Pando, Buzzone, Zeola, Viana, Parobé, Lanza. Técnico: Libero Golinelli
Portuguesa: Carlos Alberto, Djalma Santos, Ditão, Jutis, Bauer, Odorico, Hermínio, Ipojucan, Alfeu, Ocimar e De Carlo. Técnico: Flávio Costa.
Gols: Buzzone, Zeola (2) (JUV); Herminio, Alfeu (POR)

3/2/2016 Juventus 1×0 Portuguesa – Campeonato Paulista A-2
Juventus: André Dias (G), Rafael Ferro, André Astorga, Diego Borges, Paulo Vitor (Renan Oliveira), Felipe Nunes, Derli, Adriano Paulista, Adiel (Elder Granja), Nathan, Léo Souza (Diogo Oliveira). Técnico: Rodrigo Santana
Portuguesa: Douglas; Digão, Talis, Ferdinando e Luan Peres; Renan Teixeira, Boquita (Diego Gonçalves), Moacir (Dionatan) e Matteus (Guilherme Schettine); Dominic e Milton Júnior. Técnico: Estevam Soares.
Gol: Adriano Paulista

Entre as partidas marcantes na história do confronto no estádio luso, destaque para o primeiro jogo em competição oficial da Portuguesa de Desportos como proprietária do Canindé. A partida aconteceu em 9 de dezembro de 1956. A Lusa venceu o Juventus pelo placar de 2 a 0, pelo Campeonato Paulista.

Eis a ficha do jogo:

Juventus 0x2 Portuguesa – Campeonato Paulista A-1
Juventus: Villera (G), Ditão, Diogenes, Ademar, Riogo, Bonfiglio, Zeola, Dorval, Orlando, Tito, Rodrigues. Técnico: Alfredo Gonzalez
Portuguesa: Cabeção, Hermínio, Floriano, Reinaldo, Julião, Zinho, Amaral, Ipojucan,Liminha, Edmur e Nelsinho. Técnico: Maurício Cardoso.
Gols: Liminha e Nelsinho (POR)

Uma das partidas inesquecíveis para a torcida juventina ocorrida no Canindé contra a Lusa foi no dia 18 de fevereiro de 1973. O time rubro-verde ostentava uma invencibilidade de 15 jogos e mais de um ano em seu estádio. A última derrota havia sido contra o Benfica-POR, por  3 a 1 no dia 9 de janeiro de 1972.

Perante cerca de cinco mil pessoas, o Moleque Travesso foi convidado pelos lusos para um amistoso de preparação nas vésperas da estreia do Campeonato Paulista. Num clima nada “amistoso”, Milton Buzzetto armou a sua tradicional retranca e brecou o poderoso ataque lusitano.

Aos cinco minutos do segundo tempo, após um bate-rebate na área da Lusa, a bola sobrou para o lateral-direito juventino Chiquinho, que quase na marca do pênalti, fuzilou para as redes de Miguel, marcando o gol da vitória juventina e a quebra da invencibilidade. Dez minutos depois, Dicá e Chiquinho foram expulsos de campo, pelo árbitro Almir Ricci Peixoto Laguna, após desentendimento.

Confira a ficha dessa partida:

Juventus 1×0 Portuguesa – Amistoso
Juventus: Bernardino (G), Chiquinho, Paulo, Oscar, Deodoro, Maurinho, Brida, Luis Antonio (Tadeu), Adinan, Vanderley (Tanese), Ziza. Tecnico: Milton Buzzetto
Portuguesa: Miguel (G), Cardoso,Calegari, Isidoro, Santos (Raimundo), Badeco, Dicá, Xaxá, Tatá (Maurício), Basílio e Da Costa. Técnico: Cilinho
Gol: Chiquinho (JUV)

Confrontos no Canindé em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 23
Vitórias Juventus: 02
Empates: 03
Vitórias Lusa: 18

Confrontos Gerais em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 122
Vitórias Juventus: 27
Empates: 30
Vitórias Lusa: 65

Torcidas

Com a implementação de torcida única nos clássicos  pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e a Secretaria de Segurança Pública a partir de abril de 2016, após confronto entre integrantes das torcidas Mancha Alvi Verde, do Palmeiras, e Gaviões da Fiel, do Corinthians, que deixou dezenas de feridos e um morto, Juventus e Portuguesa é um dos poucos clássicos da cidade que ainda admitem torcida “mista”.

Juventus contra Nacional também ainda não há restrição pelas autoridades, assim como os confrontos que lusos e juventinos travam contra o trio de ferro da capital paulista (Palmeiras, Corinthians e São Paulo) e o Santos.

Herói luso e grená

O atual técnico do Juventus Alex Alves, quando atuava como atacante, foi o grande herói da Portuguesa de Desportos em 2006 quando livrou o time do rebaixamento para a Série C do Brasileiro, ao marcar de pênalti nos minutos finais, o gol que garantiu a vitória da Lusa, por 3 a 2, sobre o Sport Recife na Ilha do Retiro e evitou a queda rubro-verde, naquela ocasião.

Como atleta da Lusa, fez 61 jogos e marcou 32 gols. Em 2015, assumiu como técnico da equipe sub-17 da Portuguesa.

No Juventus, Alex Alves iniciou a sua carreira de jogador profissional em 1996 e a encerrou em 2010 na Mooca. Ele se tornou o primeiro artilheiro da história do clube no Campeonato Paulista da Série A-1, em 2002, ao anotar 17 gols no torneio. No total o atacante fez 103 jogos e 52 gols com a camisa grená.

Defendendo o Juventus como atleta e agora como treinador profissional, essa será a primeira vez que Alex Alves enfrenta a Portuguesa de Desportos.

alex alves

Alex Alves, técnico do Juventus, fez história nos dois clubes

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O Palmeiras levanta sua voz

Os torcedores e conselheiros da Sociedade Esportiva Palmeiras repelem com veemência a forma como a Federação Paulista de Futebol definiu os jogos das quartas de final. O Palmeiras, clube que mais somou pontos, jogará duas partidas fora de casa, enquanto o segundo colocado atuará duas vezes em casa com o mando cedido pelo Bragantino, único clube que optou por não utilizar o próprio campo na disputa para chegar às semifinais. Sem surpresa mas com justa ira, nós, torcedores da Sociedade Esportiva Palmeiras, tomamos conhecimento dessas datas.

Mais uma vez, os demônios de 1942 abandonaram seus infernos para assombrar e retirar os direitos do maior campeão do Brasil.

Nós, palmeirenses de todas as partes e de tantas diversidades, não podemos nos calar diante dessa infeliz manobra. Em entrevista concedida há tempos ao jornal Lance!, o jogador Alex, ícone do Palmeiras, indagado sobre quem manda no futebol brasileiro não trepidou em desdenhar a CBF (“uma sala de reuniões”) e botou os senhores da mídia no trono da bola. “Quem manda no futebol brasileiro é a Rede Globo”.

Os Donos da Bola e a FPF desdenharam o desempenho esportivo do Velho Palestra, primeiro colocado, e se entregaram aos caprichos e interesses puramente mercantis e monetários. Caprichos e interesses cultivados e exercidos com as bordunas do poder midiático, arbitrário e empenhado em menoscabar nosso clube. Não se trata de definição ocorrida por acaso, há um claro e inaceitável prejuízo à Sociedade Esportiva Palmeiras em tabela formulada hoje, e que, portanto, poderia e deveria ser mais justa e consentânea com o mérito alcançado em campo.

O Palmeiras não permanecerá calado nem aceitará isso com resignação. Somos filhos da Arrancada Heroica, soubemos enfrentar todas as arbitrariedades e perseguições.

Só nos resta proclamar, ainda uma vez: Avanti Palestra.

O Palmeiras levanta sua voz : Somos imponentes porque temos consciência de nossa grandeza e do que ela representa para o Brasil!

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FORZA VERDÃO!!!

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Esportes

Tite odeia Verde

Desde 20 de junho de 2016, Adenor Leonardo Bacchi é o homem que responde pelo comando técnico da seleção da Confederação Brasileira de Futebol. Junto com ele, Edu Gaspar assumiu a coordenação técnica canarinho.

Identificados com o maior rival da Sociedade Esportiva Palmeiras, o comandante e seu assecla aprenderam no Parque São Jorge a nutrir uma repulsa natural ao alviverde. Isso não é declarado abertamente, evidentemente. Mas é nítido nas atitudes de ambos.

Aclamado constantemente por setores da crônica esportiva como um dos melhores elencos do Brasil desde 2015, o Palmeiras é o clube dentre os grandes do futebol brasileiro que menos atletas cedeu para a seleção nacional na era Tite/Gaspar.

O treinador e seu coordenador discordam desse “chavão” criado pelos jornalistas de que o alviverde é o time que mais concentra atletas de qualidade em suas fileiras no país, e entendem justamente o contrário. Os olhos e os corações deles estão voltados para o outro Parque, localizado às margens do rio Tietê. Isso é óbvio e comprovado.

Os números demonstram a antipatia do treinador e do seu coordenador com os palmeirenses. Apenas dois atletas do Verdão foram “testados” a partir da gestão encabeçada pela dupla: os atacantes Dudu e Gabriel Jesus.

Em 25 de janeiro de 2017, Dudu em sua única chance na seleção de Tite, marcou o gol da vitória brasileira por 1 a 0 no amistoso contra a Colômbia. O jogo realizado no Rio de Janeiro não pode nem ser parâmetro de análise dos jogadores que atuaram, dada a carga emocional por trás da partida, que tinha como objetivo reverter a renda às vítimas do acidente aéreo que atingiu fatidicamente os atletas da Chapecoense.

Além disso, o critério da convocação só dizia respeito aos atletas que atuavam no Brasil. Do então campeão brasileiro Palmeiras, o zagueiro Vitor Hugo e Dudu integraram os selecionáveis, mas somente o atacante foi utillizado e “testado”, muito mais para cumprir um protocolo excepcional que por uma convicção do treinador e seu coordenador.

Dudu ainda foi chamado novamente em março de 2017 para o lugar de Douglas Costa, cortado por lesão, para os jogos contra Uruguai e Paraguai pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo. Mas apenas se resumiu a amargar o banco de reservas, até nunca mais ser convocado.

Já Gabriel Jesus foi convocado pelo comandante da seleção nacional em 22 de agosto de 2016, após o jogador se destacar na seleção olímpica, quando ajudou o Brasil a conquistar a medalha de ouro inédita, com seus gols e habilidade. Antes, já como referência ofensiva do Palmeiras, não era lembrado.

Tite teve que “engolir” o palmeirense Jesus, que logo se tornaria jogador do inglês Manchester City, para alívio da dupla alvinegra Tite/Gaspar.

A cada convocação fica cada vez mais evidente que há no minímo uma má vontade com os atletas da Sociedade Esportiva Palmeiras. Fernando Prass no seu auge, nunca foi “testado”. Moisés, um dos melhores e mais versáteis atletas de sua posição sequer está no “radar”. Jailson, um goleiro com mais de 500 dias de invencibilidade na meta, algo que nenhum dos convocados possui em seus currículos, foi ignorado. Lucas Lima, após vestir o manto alviverde, não serve mais. Gustavo Scarpa quando jogador do Fluminense foi lembrado por Tite. Agora, nem sabe que ele existe. Marcos Rocha, quando defendia o Atlético-MG era selecionável, hoje nada.

O técnico usa um discurso de encantador de serpentes em suas explanações. Evoca valores morais, éticos e de justiça. Parece um pastor em pregação. Sempre bem postado. Construiu uma aura perante os setores da crítica esportiva de quase unanimidade. Quase!

Para nós palmeirenses, em particular, ele sempre será o técnico do nosso maior rival. Do time que mais detestamos. Aquele que saiu pelas portas dos fundos do Palestra Itália em 2006, após uma derrota para o Santa Cruz, em Recife, quando comandava o alviverde.

“O conselho que eu dou para o Tite é ele calar a boca. O Palmeiras jogou um futebol medíocre. Isso é o que precisamos avaliar”, disse na ocasião, o então diretor de futebol palmeirense Salvador Hugo Palaia. Tite chegou a São Paulo e pediu demissão.

Já a bronca de Edu Gaspar vem dos tempos em que ele era jogador do rival, e esteve em campo nas duas eliminações alvinegras para o Verdão na Copa Libertadores da América de 1999 e 2000.

Consciente ou inconscientemente a má vontade da dupla contra o Palmeiras se justifica. Mas saibam, que nós também não gostamos de vocês. Nossa seleção veste apenas uma cor, a verde. É por ela que nos importamos e sangramos.

O amarelo fica por conta do que desejamos para essa seleção gambática na Copa do Mundo da Rússia.

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FORZA VERDÃO!!!

 

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