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Hiena da Fiel

Você sabia que na era do “Fax”, entre 1967 e 1970 o Corinthians não venceu nenhum Derby contra o Palmeiras em competições nacionais?

Foram 7 jogos entre as equipes, com 4 vitórias do Palmeiras, 3 empates, 9 gols pró Palmeiras e 4 gols pró Corinthians.

Os dois times disputaram o quadrangular final do campeonato nacional de 1967 e 1969. Em ambas ocasiões, o Palmeiras saiu com o título de campeão brasileiro.

Na era do “Fax”, o Timão nunca deu volta olímpica e a criançada alvinegra tinha o hábito de curar as suas amarguras com as deliciosas balas Juquinha. Um confeito mastigável que se tornou uma expressão de algo pueril. Um prêmio de consolação. Um troco.

No programa de televisão infantil Bozo, que fez muito sucesso nos anos 80, o garoto Juca (que estampava as embalagens da bala) voltou a fazer sucesso ao trabalhar no circo como um ajudante do palhaço.

Nesse período, outro Juca também brilhava com sua pena nas mãos e sua fantasia acima da média, ao associar o seu clube de coração, junto com alguns marqueteiros de mesmo matiz, a um movimento civil de reivindicação por eleições presidenciais diretas no Brasil. Pura demagogia.

De lá para cá, parece que o nome inspira Juquinhas a servirem como bobos da corte da Fiel, ao entretê-la com suas palhaçadas e imaginação no picadeiro da crônica esportiva. Não tem mundial. Fax. Embaixadinha. Arena é um pneu. Selo ou não selo.

A geração que viveu 23 anos sem conquistar títulos e que mandou embora seu maior ídolo Rivelino como um cachorro vira-latas para fora de seu clube adquiriu o hábito das hienas sempre que se sentem ameaçadas. Um complexo de inferioridade de dar pena e que só demonstra o quanto nós palestrinos estamos no caminho correto.

Quem tem mais, tem dez. Quem não tem, Faz-me-Rir!

balas juquinha

FORZA VERDÃO!!!

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Melhor do século XXI

No século XXI não houve um time na história da Sociedade Esportiva Palmeiras que conviveu mais com as vitórias como o elenco Campeão Brasileiro de 2018. Foram 48 triunfos em 77 jogos (contando os amistosos na América Central). O recorde anterior de vitórias numa única temporada nesse novo século havia sido em 2008, quando o Verdão registrou 38 vitórias em 71 jogos.

Foi também em 2018 o ano que o torcedor palmeirense mais vezes soltou o grito de gol. Foram 131 tentos marcados, superando a marca de 126 gols marcados nas temporadas de 2003 e 2004.

Pela primeira vez nesse século o Palmeiras terminou uma temporada sem derrotas superiores a dois gols de diferença. Isso aconteceu em apenas duas ocasiões nas derrotas para o Boca Juniors, no estádio da Bombonera, pela Copa Libertadores da América e para o Corinthians, na Arena Itaquera, pelo Campeonato Paulista.

Em 2018, registramos também o melhor saldo de gols em uma temporada nesse século com uma marca de 82 gols positivos. O recorde anterior havia sido em 2003 quando terminamos o ano com 57 gols positivos.

Nessa temporada, pela primeira vez na história do clube, um atleta terminou a temporada sendo artilheiro por duas competições. Borja foi o goleador máximo do Campeonato Paulista e da Copa Libertadores da América. Algo inédito.

Registramos a Melhor Campanha da história do Campeonato Brasileiro em um único turno na era dos pontos corridos (2003 em diante) com 47 pontos conquistados no segundo turno, obtivemos a Maior sequência invicta da competição com 23 partidas invictas, melhor ataque, melhor defesa, maior número de vitórias, menor número de derrotas, melhor desempenho como visitante, melhor desempenho como mandante, líder de arrecadação, craque do campeonato com o atacante Dudu e o melhor técnico do campeonato com Luiz Felipe Scolari.

Nesse ano, conquistamos feitos expressivos como aplicar a maior vitória de um clube estrangeiro sobre o Boca Juniors atuando no estádio do rival em jogos por competições oficiais.Quebramos o incômodo tabu de 16 anos sem vencer o São Paulo Futebol Clube no estádio do Morumbi. Após 17 anos voltamos a disputar uma semifinal de Copa Libertadores da América. Entre outros.

Nas arquibancadas, quebramos o recorde de público do novo Palestra Itália com 41.256 pagantes presentes na partida entre Palmeiras 3×2 Vitória, pelo Brasileirão.

Além desses recordes e marcas alcançados pelo futebol profissional, os palmeirenses puderam se orgulhar também do seu futebol de base e dos esportes olímpicos do clube. Pelo segundo ano consecutivo, o alviverde classificou todas as suas cinco categorias de base do futebol para as finais do Campeonato Paulista. Feito inédito que nenhum outro clube na história jamais conseguiu.

Foram 25 conquistas alviverdes nas categorias de base do futebol, sem contar premiações individuais e convocações de atletas para a seleção brasileira:

Torneio Ibercup – Etapa Brasil (Sub-10)
GO Cup (Sub-11)
Copa Bellmare U-11 Internacional (Sub-11)
1ª Copa Internacional de Avanhandava (Sub-12)
Copa Puma Toreros (Sub-12)
Mito Hollyhock Cup (Sub-13)
Campeão Paulista (Sub-13)
Encontro de Futebol Infantil Pan-Americano (EFIPAN) (Sub-14)
Tokyo U-14 International Youth Football Tournament (Sub-14)
Dani Cup (Sub-14)
Campeão Brasileiro (Sub-14)
Copa do Brasil de Futebol Infantil (Sub-15)
Torneio We Love Football (Sub-15)
Torneio FAM CUP – Série Prata  (Sub-16)
Saitama International Football Festival (Sub-16)
Salvador Cup – Série Prata (Sub-16)
Copa Santiago de Futebol Juvenil (Sub-17)
Scopigno Cup (Sub-17)
Mundial de Clubes (Sub-17)
Campeão Paulista (Sub-17)
Torneio de ICTG Uitgeest (Sub-20)
Torneio de Terborg (Sub-20)
CEE Cup (Sub-20)
Campeão Brasileiro (Sub-20)
Campeão Paulista (Sub-20)

Foram 16 conquistas coletivas nos esportes olímpicos que militamos, sem contar as centenas de conquistas individuais e convocações para as seleções brasileiras das respectivas modalidades:

Basquete

Campeão Paulista (Mirim)
Copa Brasil de Clubes (Infanto-Juvenil)
Campeão Estadual (Infanto-Juvenil)

Futebol Americano

Campeão Metropolitano (Adulto Feminino)

Futsal

Campeão Metropolitano (Sub-16)
Taça Brasil de Futsal (Sub-9)
Campeão Estadual (Sub-10)
Campeão Estadual (Sub-12)
Campeão Estadual (Sub-16)

Futebol de Mesa

Campeão Paulista (Adulto Masculino)

Ginástica

Campeão Estadual (Adulto)
Campeão Estadual (Categoria de Base)
Campeão Pan-Americano (Infanto-Juvenil)

Hóquei in Line

Campeão Paulista (Adulto)
Campeão Copa São Paulo (Sub-20)

Tênis

Campeão Paulista Interclubes (Especial Adulto Masculino)

Esse é o maior legado que toda a coletividade esmeraldina sonha e deseja. Nossa tradição se faz com títulos e troféus. Seguimos fortes nessa direção. É missão de fé dos nossos gestores impulsionar cada vez mais a grandeza do nosso querido Alviverde.

Nesse particular, estamos muito bem representados. Temos na figura do presidente Maurício Galiotte um gestor com perfil conciliador, apaixonado pelo clube e capaz de nos conduzir com sabedoria e competência. Não à toa, obtivemos todos os prêmios de gestão e reconhecimento dos principais veículos e órgãos que avaliam a administração dos clubes esportivos.

Temos também um parceria sólida que nos oferece um invejável suporte financeiro para mantermos a nossa excelência esportiva, na figura da FAM e Crefisa, empresas comandadas pelos conselheiros José Roberto Lamacchia e Leila Pereira.

Aliado a isso um corpo de profissionais, colaboradores, conselheiros e diretores que atuam em todas as esferas do clube com dedicação ímpar, paixão e capacidade acima da média.

Acima de tudo, uma torcida apaixonada, que conduz esse sentimento de palestrinidade com alma e coração, em todos os momentos!

Estamos no caminho certo. Somos a Sociedade Esportiva Palmeiras!

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO À TODA FAMIGLIA PALMEIRENSE!

QUE 2019 SEJA AINDA MAIS ALVIVERDE E REPLETO DE NOVOS FEITOS E CONQUISTAS!

mosaico

FORZA VERDÃO!!!

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Atire a primeira pedra

Nos anos 10 abrimos nosso clube para servir de abrigo aos enfermos da gripe espanhola. E nem por isso nos vangloriamos por cumprir uma função social que era de responsabilidade do Estado.

Nos anos 20 já tínhamos em nossas fileiras atletas negros no futebol e no atletismo. E nem por isso não nos pouparam o rótulo de racistas.

Nos anos 30, recebemos Getúlio Vargas, o filho de Benito Mussolini e os membros da aeronáutica de elite do Duce dentro de nossa sede social. E nem por isso mudamos nossos princípios democráticos.

Nos anos 40 o então presidente da República Getúlio Vargas esteve presente num jogo do Palestra Itália, no jogo inaugural do estádio municipal do Pacaembu, bem como em nossa sede social. E nem por isso deixamos de sofrer toda a perseguição imposta pelo seu regime totalitário e xenófobo, devido as nossas raízes imigrantes e italianas.

Nos anos 50 o então presidente da República Juscelino Kubitschek esteve presente num jogo do Palmeiras. E nem por isso nos alinhamos aos seus pensamentos.

Nos anos 60 fomos aclamados pela UNESCO com todas as suas honrarias por termos auxiliado milhares de entidades beneficentes. E nem por isso nos colocamos em posição de soberba.

Nos anos 80 e 90 recebemos ministros, prefeitos, governadores e tantas outras autoridades das mais diversas correntes políticas em nossos jogos e sede social, com amplo registro público. E isso não nos fez menos ou mais tolerantes ou intolerantes. Mais direita, centro ou esquerda.

Nos anos 2000, Lulinha, filho do então presidente da República naquela ocasião, Luís Inácio Lula da Silva, foi contratado pelo Palmeiras para trabalhar no departamento de futebol do clube. E isso não nos fez adotarmos uma posição ideológica compatível com o chefe de Estado.

Durante toda a nossa história revertemos inúmeras rendas para a municipalidade edificar os seus projetos, acima de matizes políticas.

A vinda do atual presidente da república Jair Bolsonaro para a última partida do Campeonato Brasileiro e entrega do troféu e medalhas aos campeões está em linha com a tradição Palestrina em receber importantes estadistas e autoridades. Nada além disso. Qualquer outra ilação é fruto de teorias conspiratórias ou paixões pessoais.

Nosso relacionamento com qualquer autoridade e órgão de poder sempre foi (é e será) institucional. Nunca ideológico!

Isso é premissa de fé lavrada em nossa Carta Magna, o estatuto social da Sociedade Esportiva Palmeiras, no artigo 32, parágrafo V.

“Respeitar as autoridades dos poderes e órgãos administrativos, sendo-lhe defeso, dentro da SEP, qualquer manifestação de caráter político, religioso ou de discriminação.”.

Essa regra está acima dos homens e de conveniências personalistas. E é por ela que a instituição se norteia, respeitando as autoridades de nossa nação (e de qualquer outra) que por ventura se sintam inclinadas com os nossos valores e história, não o contrário.

O Palmeiras é um sentimento de todos. Nada nem ninguém irá macular ou diminuir nossas Glórias e Conquistas, que por mais de 100 anos é fruto da luta e união de milhões de abnegados de todos os credos, raças e etnias.

Tudo isso no mesmo palco, o gramado do imortal estádio Palestra Itália, que meses atrás recebia o músico Roger Waters com a sua mensagem de #EleNão. Tudo de modo pacífico, democrático, tolerante e laico. Nem oito, nem oitenta.

“Quem dentre vós não tiver pecado, atire a primeira pedra”.

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