Esportes

Recomeço…

Dentro de seus domínios o time comandado por Marcelo Oliveira tem sido ineficaz em 2016 como nunca se viu em toda a história do Palmeiras.

Nem nos tempos da fila nos anos 80 ou dos times pífios que tivemos no início dos anos 2000 são tão frágeis como o time atual jogando no Palestra Itália.

A derrota para a Ferroviária por 2 a 1 no domingo já iguala o recorde negativo de 1976 como o pior início do Verdão em seu estádio.

Se o Palmeiras não vencer o Rosário Central-ARG na quinta-feira pela Copa Libertadores será a primeira vez em mais de 100 anos de vida que o time alviverde ficará quatro jogos sem vitórias nas quatro primeiras partidas em sua casa. Um completo absurdo!

Falta brio. Falta qualidade. Falta tática. Falta preparo. Falta tudo!

Mas acima de tudo, falta uma proposta de jogo bem definida. O Palmeiras há anos não tem um conceito de futebol definido. Desde o fim da Academia nos anos 70 uma filosofia de jogo inexiste. Nem se quer é discutida entre as lideranças do clube, como algo importante e prioritário.

Exceção feita ao período Parmalat nos anos 90, vivemos do personalizamos de alguns e nos descaracterizamos de nossas tradições futebolísticas ano após ano. Cada um que chega põe seu jeito. E quando sai leva com ele sua proposta. E a instituição, a todo tempo, precisa correr atrás e se reinventar.

Entregamos o nosso futebol à terceiros e ignoramos nossa essência vitoriosa que nos conduziu ao título de Campeão do Século XX no país do futebol.

Técnico tem culpa. Jogador tem culpa. Mas acima de tudo, os responsáveis pelo projeto esportivo do Palmeiras são os maiores responsáveis pelo baixo rendimento dessa atual temporada.

Contratações aos montes. Time despersonalizado. Problemas nos departamentos físicos e médicos. Isolamento do treinador. Falta de respaldo ao elenco nos momentos de crise junto a imprensa e ao torcedor. Preços abusivos que afastam o torcedor de sua paixão. E, acima de tudo, entregam um “produto” pobre!

O Palmeiras de fevereiro de 2016 não é nem sombra do Palmeiras campeão da Copa do Brasil em dezembro de 2015.

Não apenas pela baixa qualidade do futebol apresentado em campo. Mas não há sinergia e coesão, que havia há poucos meses atrás em todos os setores.

Bradaram por ai que ninguém é campeão em fevereiro. Mas lembro que em abril colheremos o que plantamos (ou não) em fevereiro…  Atenção. Já perdemos 12 pontos no Paulista, sendo DEZ deles em casa. Esse ano caem seis equipes. Vacilar agora é agonia no final.

Que quinta-feira a história seja outra. Que na Libertadores inicie de vez a nossa temporada! Não da boca para fora. Mas com atitude em campo e fora dele.

O Palmeiras nunca perdeu como mandante para times argentinos em Libertadores! Foram 9 jogos, 6 vitórias, 3 empates, 21 gols pró e 5 gols contra.

HONREM ESSA TRADIÇÃO!

NÃO JOGUEM NO LIXO MAIS ESSE ORGULHO ESPORTIVO QUE OSTENTAMOS HÁ MAIS DE 100 ANOS!

Lá estaremos na quinta – lotando o Palestra como sempre. Como estivemos hoje. Renda milionária garantida! Esperamos, no minímo, um futebol à altura do valor do produto!

simbolo-original

FORZA VERDÃO!!!

 

Padrão
Esportes, Italianidade

Italia nos Jogos Olímpicos 2016

A Italia é a nação, ao lado de França e Grã-Bretanha, a ter participado de todas as edições dos Jogos Olímpicos.

Nas Olimpiadas do Rio de Janeiro os italianos terão a chance de mostrar toda a sua tradição e classe esportiva perante a sua grande comunidade residente no Brasil, que a coloca na quarta posição entre os países que mais conquistaram medalhas de ouro, atrás de Estados Unidos, União Sovietica e Alemanha, em toda a história do evento.

Abaixo, uma pequena resenha do que a Italia apresentará em solo brasileiro esse ano, nas mais diversas modalidades e seus principais destaques:

Atletismo

Apesar de ter tradição, a Italia vive umas das piores safras em sua história. Ganhar uma medalha no Rio de Janeiro seria um milagre. Anna Eleonora Giorgi é a esperança na marcha atlética.

Badminton

A ítalo-suíça Jeanine Cicognini irá defender as cores do país. Mas com chances remotas de alcançar o pódio.

Volei de Praia

A delegação terá três duplas. Duas masculinas (Lupo-Nicolai e Ranghieri-Carambula) e uma feminina (Menegatti-Orsi Toth). A Italia nunca venceu uma medalha nessa modalidade é quer quebrar esse tabu.

Futebol

A Italia não obteve classificação para os Jogos Olímpicos.

Canoagem de Velocidade

A Italia não obteve classificação para os Jogos Olímpicos.

Canoagem Slalom

Daniele Molmenti (na modalidade K1) é considerado uma esperança de conquista de medalha.

Canoagem

Romano Battisti e Francesco Fossi, nas duplas senior, e o quarteto senior italiano (Giuseppe Vicino, Marco Di Costanzo, Matteo Castaldo e Matteo Lodo) atuais campeão do mundo podem trazer medalhas para o país.

Ciclismo de Estrada

Adriano Malori (vice-campeão mundial), Vincenzo Nibali, Fabio Aru e Elisa Longo Borghini são atletas de altíssimo nível e possuem grandes chances de medalhas.

Ciclismo de Pista

Elia Viviani  que deixou escapar a medalha em Londres, entra mais experiente e disposto a recuperar o que deixou para trás há 4 anos. Simona Frapporti (na classe omnium) é a esperança no feminino.

Ginástica Artística

Nos exercícios de solo (Vanessa Ferrari) e na trave (Carlotta Ferlito) possuem chances remotas de medalhas, mas podem fazer boa figura.

Ginástica Ritmica

A equipe feminina italiana foi quarta colocada no Mundial e vai atuar em alto nível por uma medalha.

Cama Elástica

O possível representante italiano seja o veterano Flavio Cannone. Só o fato de estar presente no evento, já é digno de comemoração.

Golf

Italia não tem um representante definido. Mas não lutará por medalhas.

Hóquei sobre grama

Italia não obteve qualificação

Judô

Possivelmente os italianos terão sete atletas: quatro mulheres e três homens. As esperanças ficam por conta de Odette Giuffrida e Edwige Gwend, no feminino, e entre os homens Elio Verde e Antonio Ciano.

Luta Greco-Romana

O único representante italiano será o ítalo-cubano Frank Chamizo, que venceu uma medalha de ouro histórica na categoria -65kg em 2015. É um dos favoritos da modalidade no Rio de Janeiro.

Mountain Bike

Eva Lechner, Marco Aurelio Fontana e Andrea Tiberi entram nos Jogos com chances de medalhas.

Natação

Gregorio Paltrinieri nos 1.500m nado livre e Federica Pellegrini no 4×200m nado livre são os maiores atletas italianos na modalidade.

Maratona Aquática

Rachele Bruni é apontada como uma possível medalhista. Simone Ruffini e Federico Vanelli são azarões que podem surpreender.

Nado Sincronizado

Não tem chances reais de conquistar medalhas.

Basquetebol

O masculino disputará o Pré-Olímpico em julho para tentar obter uma vaga. Uma tarefa dificilima, mas não impossível. Já as mulheres estão eliminadas.

Handebol

Não obteve qualificação no masculino e no feminino.

Polo Aquático

O masculino e o feminino disputam o Pré-Olímpico em abril. A Italia sediará o evento masculino em Trieste. O feminino disputará a vaga na Holanda. Ambos possuem chances de virem para o Rio de Janeiro.

Voleibol

A equipe masculina sempre é candidata as primeiras colocações. No Rio não será diferente. As mulheres disputam o Pré-Olímpico Mundial em busca de uma vaga.

Pentatlon

Riccardo De Luca, campeão da final da Copa do Mundo em 2015, é o grande nome italiano. Alice Sotero é outra atleta que pode fazer bonito.

Levantamento de Peso

Genny Pagliaro, no feminino, e Mirco Scarantino, no masculino, são os italianos mais bem ranqueados nessa modalidade. Mas é quase impossível a conquista de medalhas.

Pugilismo

Clemente Russo e Valentino Manfredonia são os boxeadores que podem fazer um bom papel. Mas as chances de medalhas na modalidade são pequenas.

Rugby

Italia não obteve qualificação.

Esgrima

Como sempre, será a modalidade dominante da Italia. A Azzurra possui chances em todas as classes masculinas e femininas (espada, sabre e florete).

Equitação

Sem nenhuma perspectiva de medalha. Não há destaque individual e nas provas de equipe a Italia não obteve qualificação.

Taekwondo

Os italianos falharam no Pré-Olímpico e não classificou nenhum atleta.

Tênis

Bolelli-Fognini, nas duplas masculinas, são os mais qualificados para assegurar uma boa opção para os italianos.

Tênis de Mesa

Inexpressiva as chances da Italia de qualquer sucesso nessa modalidade. Se houver algum representante, não passará de um coadjuvante.

Tiro

Niccolò Campriani, Petra Zublasing, Giuseppe Giordano, Francesco Bruno e Marco De Nicolo. Todos com grande chances de medalhas. Modalidade com muita tradição.

Fossa Olimpica

A Italia possui uma equipe das mais fortes nessa modalidade. Grande expectativa por medalhas individuais e coletivas.

Arco e Flecha

A equipe masculina foi medalha de prata no Mundial de 2015. As mulheres lutarão por vaga através do Pré-Olímpico!

Triathlon

Annamaria Mazzetti e Alice Betto tem como objetivo ficar entre as dez primeiras. Mas as chances de medalhas são pequenas.

Saltos Ornamentais

Tania Cagnotto e Francesca Dallapé brigarão por medalhas para a Italia. São as melhores da modalidade no país.

Vela

Giulia Conti e Francesca Clapcich são as esperanças italianas para fazer bonito no Rio-16 e trazer uma medalha para os peninsulares.

 

535px-Scudetto_Italia_Calcio

VIVA A ITÁLIA!!!

Padrão
Esportes

Lição de casa

O Palmeiras ainda não venceu atuando no estádio Palestra Itália nessa temporada. Em dois jogos em seus dominios obteve um empate (0 a 0 contra o Santos) e uma derrota (2 a 1 contra o Linense). Esse desempenho inicial em sua história é uma grande exceção.

Ao longo de mais de 100 anos,  apenas oito vezes a primeira vitória alviverde em casa perante o seu torcedor surgiu no terceiro jogo ou após.

Em 1919 e 2014 foram as únicas temporadas em que o Verdão não conseguiu nenhuma vitória atuando no Palestra Italia. Em 19 foram apenas três jogos em casa, com três derrotas, registrando a pior campanha palestrina em sua casa. Em 14, foram duas partidas com um empate e uma derrota.

Caso o Palmeiras não alcance a vitória contra a Ferroviária de Araraquara no domingo (28), pelo Paulistão, o time alviverde marcará um jejum somente registrado pela útlima vez em 1976, quando obteve três empates nas primeiras partidas jogando no Palestra Italia.

Além de não desejar igualar um recorde negativo, o Verdão terá uma sequência de quatro jogos em casa (dois pelo Paulistão e dois pela Libertadores), todos decisivos nessa semana.

Se fazer valer o fator casa com vitórias, o time palmeirense dará um grande passo rumo às classficações às próximas fases nos dois torneios.

Inícios sem vitórias no Palestra Itália por temporada:

2014 – 1 empate e 1 derrota
(realizou apenas 2 jogos no estádio naquele ano)

1997 – 1 empate e 1 derrota
(Vitória por 4 a 1 contra Portuguesa pelo Paulistão, no terceiro jogo no estádio)

1978 – 1  empate e 1 derrota
(Vitória por 5 a 1 contra Portuguesa Santista pelo Paulistão, no terceiro jogo no estádio)

1976 – 3 empates
(Vitória por 3 a 1 contra Ferroviaria pelo Paulistão, no quarto jogo no estádio)

1970 – 1 derrota e 2 empates
(Vitória por 3 a 1 contra Corinthians pela Taça Cidade de São Paulo, no quarto jogo no estádio)

1938 – 1 empate e 1 derrota
(Vitória por 1 a 0 contra Santos pelo Paulistão, no terceiro jogo no estádio)

1929 – 1 empate e 2 derrotas
(Vitória por 5 a 0 contra Flamengo em Amistoso, no quarto jogo no estádio)

1919 – 3 derrotas
(realizou apenas 3 jogos no estádio naquele ano)

simbolo-original

FORZA VERDÃO!!!

Padrão
Esportes

Só Prass. São Prass

Quando um goleiro é o destaque do time em todos os jogos é porque o time é fraco. Cansei de ouvir essa expressão dita por muitos boleiros com os quais convivi e convivo.

Isso cabe bem no atual momento do Palmeiras. Vivemos dos milagres de Fernando Prass em todos os jogos. Quando a sua santidade não está inspirada, logo o resultado também não aparece. De outro modo, é certeza de alegria e festa palestrina!

As fragilidades da equipe acabam estourando sempre no camisa 1 palestrino. Graças as suas qualidades, temos tido um relativo sucesso ou não amargamos derrotas acachapantes.

Em 2016, o  Palmeiras se resume a isso em todos os jogos em que atuou: O ataque não finaliza com qualidade. O meio não cria nada. A defesa é de dar dó. As laterais são fragéis. A tática do time não funciona. A individualidade não existe.

Repetimos, jogo após jogo, um futebol triste. Burocrático. Sem brilho.

No clássico diante do Santos, o Verdão não foi nem sombra daquele time vibrante da final da Copa do Brasil, contra o mesmo adversário, no mesmo palco e com quase todos os atletas que estiveram naquela épica decisão. Lá como cá, só uma coisa não mudou: o fator Prass!

O arqueiro alviverde manteve a sua regularidade e fez defesas imprescindíveis para a manutenção do empate.

Parece que ele está numa sintonia diferente dos demais elementos do elenco. Ou então, é o reflexo claro de que se trata do único atleta acima da média em termos técnicos que o Palmeiras dispõe em suas fileiras.

Para um time que tem pretensões de buscar títulos em todos os planos estaduais, nacionais e internacionais, como ouvimos e lemos nos discursos de apresentações de inúmeros contratados no início do ano: “Vim para ser campeão mundial pelo Palmeiras”, a prática não compactua com a ambição.

Um camisa 3 e um camisa 10 de qualidades incontestáveis resolveriam muitos dos nossos problemas. O time tem fragilidade no sistema defensivo absurda. E falta alguém que comande o jogo no meio campo e faça fluir a transição entre defesa e ataque com inteligência, cadencia e objetividade.

Com isso, creio que o futebol do Palmeiras cresceria. E poderíamos sonhar com algo mais, não apenas no discurso, mas dentro do campo de jogo.

Como as janelas de inscrições do Paulista e da Libertadores estão fechadas, creio que essas duas peças não virão à curto prazo. Mas a médio prazo, os comandantes alviverdes poderiam pensar com carinho na aquisição de dois valores que se encaixam nesse perfil: Alex (zagueiro do Milan) e Diego (meia do Fenerbahçe).

Dois jogadores consagrados. Com qualidades técnicas acima da média para o atual futebol brasileiro. Com experiência e perfil de vencedor por onde passaram.

Caso jogadores desse nível não se incorporarem num time formado por atletas medianos, cabe a nós vivermos só dos brilhos de Fernando Prass. Dos milagres de “São Prass” do Palestra Itália!

prass

FORZA VERDÃO!!!

 

Padrão
Esportes

Matador assopra velinhas

O redentor palestrino Evair completa mais um ano de vida nesse dia 21 de fevereiro. São 51 anos. Uma boa ideia!

Todas as homenagens são poucas para o que representa o grande atacante na vida palmeirense.

Ídolo imortal de toda uma geração, foi de seus pés que o tabu de 16 anos sem títulos do Verdão foi quebrado, diante do maior rival Sport Club Corinthians Paulista, no estádio do Morumbi no inesquecível 12 de junho de 1993.

Foi meu primeiro título num estádio de futebol ao lado da minha eterna paixão alviverde. E como diz o ditado, o primeiro amor a gente nunca esquece.

Por motivos óbvios, Evair é o maior de todos que vi jogar com a camisa esmeraldina. Idolatria é pouco. Gratidão infinita!

A vida foi ainda mais generosa comigo e quis o destino que em 2013 eu pudesse escrever um livro ao lado dele, junto com outro grande amigo Mauro Beting: Sociedade Esportiva Palmeiras 1993 – Fim do Jejum, Início da Lenda!  

Um sonho que jamais poderia imaginar que aconteceria em minha vida!

Gentil, Simples, Carismático, Amigo. Algumas das características de um ser humano exemplar.  Como jogador, sua biografia nos campos de futebol fala por si só.

No Palmeiras, foram 245 jogo e 127 gols  entre 1991 a 1994 e 1999. Tive o prazer de vibrar em todos eles!

Seu primeiro gol como profissional com a camisa alviverde foi de pênalti (sua especialidade) no dia 7 de julho de 1991 num amistoso contra o Mogi Mirim. Seu último gol pelo Verdão foi em 6 de novembro de 1999, no estádio Palestra Italia, na goleada por 6 a 0 diante do Botafogo-RJ, aos 44 minutos do segundo tempo.

Nos anos 90, Evair  foi o jogador que mais vezes marcou gols com a camisa do Palmeiras num Derby. Foram nove gols marcados em cima do rival.

Seus títulos pelo alviverde foram: Bicampeão Paulista (93/94), Bicampeão Brasileiro (93/94), Torneio Rio-São Paulo (93) e Copa Libertadores (99).

Foi artilheiro máximo do Paulistão em 1994 com 23 gols marcados, pelo Palmeiras.

Seleção Brasileira, Atalanta-ITA, Guarani de Campinas, Vasco da Gama, Yokohama Flugels-JAP, Atlético-MG, Portuguesa de Desportos, Goiás, São Paulo, Coritiba e Figueirense foram outras camisas que defendeu.

Confira o desempenho de Evair nos Derbys:

01/09/91 Palmeiras 1×0 Corinthians
18/10/92 Palmeiras 0x0 Corinthians
08/11/92 Palmeiras 1×0 Corinthians (marcou 1 gol)
14/02/93 Palmeiras 2×0 Corinthians
06/06/93 Palmeiras 0x1 Corinthians
12/06/93 Palmeiras 4×0 Corinthians (marcou 2 gols)
13/03/94 Palmeiras 0x1 Corinthians
15/05/94 Palmeiras 2×1 Corinthians (marcou 1 gol)
13/11/94 Palmeiras 4×1 Corinthians (marcou 3 gols)
15/12/94 Palmeiras 3×1 Corinthians
18/12/94 Palmeiras 1×1 Corinthians
27/02/99 Palmeiras 1×0 Corinthians
17/03/99 Palmeiras 1×2 Corinthians
28/03/99 Palmeiras 3×1 Corinthians
05/05/99 Palmeiras 2×0 Corinthians
12/05/99 Palmeiras 0x2 Corinthians
13/06/99 Palmeiras 0x3 Corinthians
20/06/99 Palmeiras 2×2 Corinthians (marcou 2 gols)

18 jogos; 10 vitórias; 3 empates; 5 derrotas – marcou 9 gols

Veja grandes momentos de Evair pelo Palmeiras:

capa_livro_evair

Capa do livro lançado em 2013

foto_-_divulgacao_21

Lançamento do livro em 2013: Eu, Evair e Mauro Beting

evair_campeao_fluminense_gaz

VIVA O MATADOR!!! VIVA O ETERNO ÍDOLO EVAIR!!!

Padrão
Esportes

Gols na estreia da Libertadores

Nas quinze edições que o Palmeiras já disputou na história da Copa Libertadores, ele só ficou sem marcar ao menos um gol na partida de estreia em duas ocasiões.

Em 1971, o primeiro gol alviverde no torneio surgiu dos pés do atacante Cesar Maluco no segundo jogo, em que o Verdão venceu o Deportivo Galícia da Venezuela por 3 a 2. Na estreia daquele ano, o time palmeirense foi derrotado pelo Fluminense por 2 a 0.

A outra vez que o Palmeiras não balançou as redes na primeira partida da competição foi em 1974. E o jejum só foi quebrado na terceira partida do Verdão.

Com um time misto e formado em sua grande maioria por reservas, o Palmeiras não priorizou o torneio naquele ano. Nos dois primeiros jogos, o time passou em branco e sofreu derrotas para São Paulo (2×0) e Jorge Willstermann da Bolivia (1×0).

O primeiro gol alviverde naquele ano surgiu dos pés de Fedato, na vitória por 1 a 0 sobre o Deportivo Municipal da Bolivia, na terceira rodada.

Confira a relação dos marcadores do primeiro gol do Palmeiras em cada edição da Libertadores:

1961 – Gildo (atacante)
1968 – Ademir da Guia (meia)
1971 – Cesar (atacante) – gol marcado apenas no segundo jogo
1973 – Milton (atacante)
1974 – Fedato (atacante) – gol marcado apenas no terceiro jogo
1979 – Jorge Mendonça (meia)
1994 – Edilson (meia)
1995 – Roberto Carlos (lateral-esquerdo)
1999 – Arce (lateral-direito)
2000 – Roque Júnior (zagueiro)
2001 – Lopes (meia)
2005 – Magrão (volante)
2006 – Marcinho (atacante)
2009 – Keirrison (atacante)
2013 – Henrique (zagueiro)

Relembre os gols da estreia do Palmeiras em sua última participação em 2013:

Confira os atletas inscritos e suas respectivas numerações para a edição de 2016:

1 – Fernando Prass (goleiro)
2 – Lucas (lateral)
3 – Edu Dracena (zagueiro)
4 – Vitor Hugo (zagueiro)
5 – Arouca (volante)
6 – Egídio (lateral)
7 – Dudu (atacante)
8 – Lucas Barrios (atacante)
9 – Cristaldo (atacante)
10 – Cleiton Xavier (meia)
11 – Zé Roberto (lateral)
12 – Gabriel Jesus (atacante)
13 – Roger Carvalho (zagueiro)
14 – Erik (atacante)
15 – Nathan (zagueiro)
16 – Victor Luis (lateral)
17 – Jean (volante)
18 – Gabriel (volante)
19 – Rafael Marques (atacante)
20 – Allione (meia)
21 – Thiago Santos (volante)
22 – João Pedro (lateral)
23 – Thiago Martins (zagueiro)
24 – Vinícius Silvestre (goleiro)
25 -Vagner (goleiro)
26 – Matheus Sales (volante)
27 – Robinho (meia)
28 – Rodrigo (volante)
29 – Alecsandro (atacante)
30 – Régis (meia)

libertadores 99

FORZA VERDÃO!!!

 

Padrão
Esportes

É hora de sorrir Palmeiras

O Palmeiras estreia amanhã (16/2) na Copa Libertadores da América contra o River Plate-URU, em Maldonado, no Uruguai, às 21h45.

Essa será a primeira vez que o Palmeiras jogará contra um time uruguaio na primeira rodada da Libertadores. Além de ser também o primeiro confronto oficial da história entre as duas equipes.

O Verdão defende um tabu de nunca ter perdido em estreias da Libertadores para times estrangeiros.

Veja os jogos do Verdão na primeira fase da Libertadores:

16/2 (terça) – Palmeiras x River Plate-URU – visitante
2/3 (quarta) – Palmeiras x Rosario Central-ARG – mandante
9/3 (quarta) – Palmeiras x Nacional-URU -mandante
17/3 (quinta) – Palmeiras x Nacional-URU – visitante
6/4 (quarta) – Palmeiras x Rosario Central-ARG – visitante
14/4 (quinta) – Palmeiras x River Plate-URU – mandante

Confira as estreias alviverdes na história da Libertadores:

1961 – Palmeiras 2×0 Independiente-ARG – visitante
1968 – Palmeiras 3×1 Nautico-PE – visitante
1971 – Palmeiras 0x2 Fluminense-RJ – mandante
1973 – Palmeiras 3×2 Botafogo-RJ – mandante
1974 – Palmeiras 0x2 São Paulo-SP – visitante
1979 – Palmeiras 4×2 Alianza Lima-PER – visitante
1994 – Palmeiras 2×0 Cruzeiro-MG – mandante
1995 – Palmeiras 3×2 Grêmio-RS – mandante
1999 – Palmeiras 1×0 Corinthians-SP – mandante
2000 – Palmeiras 4×0 The Stongest-BOL – mandante
2001 – Palmeiras 2×1 Universidad do Chile-CHI – mandante
2005 – Palmeiras 2×2 Tacuary-PAR – visitante
2006 – Palmeiras 2×0 Deportivo Táchira-VEN – mandante
2009 – Palmeiras 5×1 Real Potosi-BOL – mandante
2013 – Palmeiras 2×1 Sporting Cristal-PER – mandante

Jogos: 15
Vitórias: 12
Empates: 01
Derrotas: 02

Como visitante

Jogos: 05
Vitórias: 03
Empates: 01
Derrotas: 01

A foto abaixo é de uma capa de jornal dos anos 80. Retratava o sentimento de “Agora Vai” dos palestrinos em tempos difíceis, antes de uma partida importante. Lá como cá, ela expressa bem o momento:

torcedor do palmeiras anos 80a

simbolo-original

FORZA VERDÃO!!!

Padrão