Esportes

Fried, Neymar Jr. e o Verdão

Essa semana repercutiu as declarações e fotos de Neymar Jr. manifestando a sua paixão de infância pela Sociedade Esportiva Palmeiras. O craque do Paris Saint-Germain, da França, esteve com os seus companheiros de seleção brasileira na Academia de Futebol e no estádio Palestra Itália, se preparando para o jogo do Brasil contra o Chile pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, que acontece na casa palestrina, na terça-feira (10).

Não é a primeira vez que um dos maiores jogadores do futebol – e que nunca atuou pelo clube palestrino – fez uma exposição pública demonstrando carinho pelo alviverde.

No ano de 1923, o astro consagrado Arthur Friedenreich vestiu a camisa palestrina ao lado de seu companheiro de seleção brasileira Heitor Marcelino, ídolo palestrino, antes de um jogo amistoso.

A dupla que havia conquistado os títulos sul-americanos em 1919 e 1922 era o grande sonho de todo torcedor. Dois grandes nomes do futebol que brilharam nos primeiros tempos e mobilizavam multidões.

fried e heitor.jpg

O gesto se repete algumas décadas depois. Gabriel Jesus, ídolo palmeirense, ao lado de Neymar Jr. fizeram os aficcionados pelo alviverde sonharem por um instante que essa dupla um dia possa defender a bandeira esmeraldina.

No passado, Fried seguiu a sua fantástica carreira brilhando em defesa de outras cores, não concretizando o desejo dos fãs do Verdão em atuar ao lado de Heitor e outros craques.

No futuro, que Neymar Jr. e Jesus editem toda a sua magia no alviverde imponente!

No presente, fica o orgulho de ver esses dois astros mundiais juntos pisando no gramado do Jardim Suspenso com a camisa amarela da seleção nacional.

A mesma malha canarinho que o time inteiro do Palmeiras vestiu em 1965 e goleou o Uruguai. Primazia única de um clube no futebol mundial jamais repetida!

neymar e jesus

FORZA VERDÃO!!!

crédito da foto Neymar Jr. e Gabriel Jesus: Fabio Menotti

Anúncios
Padrão
Esportes

Guerreira Palestrina

Wanda dos Santos, nome consagrado do atletismo brasileiro e mundial, começou a sua carreira competitiva e gloriosa na Sociedade Esportiva Palmeiras em 1946. Trazida para o Palestra Itália pelas mãos do técnico e diretor da modalidade Antonio Coelho Filho, ela brilhou!

O impacto e o talento da jovem atleta foi imediato. De cara, foi campeã paulista na categoria jovens de salto em altura e arremesso de pesos logo em sua primeira temporada no Verdão. No Troféu Brasil daquele mesmo ano, sagrou-se campeã nos 80 metros com barreira. Um verdadeiro fenômeno da modalidade, com apenas 14 anos de idade.

Logo transferiu-se para o São Paulo F.C. onde deu impulso a sua promissora carreira no atletismo. Em 1950, retornou ao Palmeiras mas dessa vez como jogadora da equipe principal de basquete, sem deixar a prática do atletismo no Tricolor Paulista.

Foi militante dos dois clubes ao mesmo tempo, algo inusitado nos tempos atuais. No Morumbi desenvolvia o atletismo no mais alto nível, onde treinava com nomes consagrados como Adhemar Ferreira da Silva, e no Palestra Itália se dedicava ao basquete, ao lado de craques como Tereza Cristina Brandão, Anésia Mendes da Costa Merlino e Zila Nepomuceno, entre outras.

Em sua estreia no basquete alviverde em 31 de outubro de 1950, diante do Clube de Regatas Tietê, válida pelo Campeonato Paulista, fez sete pontos (dos 11 marcados) sendo a cestinha palmeirense. Atuou no esporte das cestas pelo Verdão até os anos 60, quando foi desativada a categoria adulto feminino. Foi vice-campeã paulista adulto de basquete feminino em 1960 pelo Palmeiras, a melhor colocação da história do clube.

No atletismo, brilhou com inúmeras conquistas estaduais e nacionais, com destaque para as suas quatro medalhas no Jogos Pan-Americanos. Foram três de bronze (1951, 1955 e 1963) e uma de prata (1959). Disputou as Olimpíadas de Helsinque em 1952 e de Roma em 1960.

Em setembro de 2017 a Sociedade Esportiva Esportiva Palmeiras fez uma bela homenagem a sua atleta na Festa dos Veteranos, realizada no restaurante Jardim Suspenso, localizado na sede social do clube esmeraldino!

IMG-20171005-WA0037

Wanda dos Santos, ao centro, ladeada por Fernando Galuppo (dir.) e Wellington Almeida (esq.), atual diretor de atletismo da Sociedade Esportiva Palmeiras

periquito

FORZA VERDÃO!!!

Padrão
Esportes

Viradas Palestrinas

O Palmeiras entra em campo na noite de quarta-feira (9) diante do Barcelona-EQU no estádio Palestra Itália pelo jogo de volta das oitavas de final da Taça Libertadores da América.

O Verdão necessita da vitória por dois gols de diferença para avançar à próxima fase, após o revés na partida de ida por um a zero a favor dos equatorianos. Ou então vencer por um a zero para levar a decisão para as penalidades máximas.

Na história da competição continental, o time alviverde esteve nessa situação em sete ocasiões. Apenas duas vezes o Palmeiras não teve êxito em seu objetivo.

Confira a relação dos jogos em que o Palmeiras necessitava vencer por dois gols de diferença para reverter uma vantagem na Libertadores:

1961

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o Peñarol. Não reverteu na volta. Empate em 1 a 1. Fase Final

1995

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o Bolivar. Reverteu na volta vencendo por 3 a 0. Fase Oitavas de Final

1999

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o River Plate. Reverteu na volta vencendo por 3 a 0. Fase Semifinal

Veja os gols da partida: https://www.youtube.com/watch?v=0x4fu7XqxgQ

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o Deportivo Cali. Reverteu na volta vencendo por 2 a 1. Fase Final (com vitória na decisão por pênaltis)

Veja os gols da partida: https://www.youtube.com/watch?v=qy7wIz06Ppo

2000

Perdeu por 4 a 3 primeiro jogo para o Corinthians. Reverteu na volta vencendo por 3 a 2. Fase Semifinal (com vitória na decisão por pênaltis)

Veja os gols da partida: https://www.youtube.com/watch?v=vqTi2cntRS8https://www.youtube.com/watch?v=vqTi2cntRS8

2001

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o São Caetano. Reverteu na volta vencendo por 1 a 0. Fase Oitavas de Final (com vitória na decisão por pênaltis)

Veja o gol da partida: https://www.youtube.com/watch?v=P5dmwbrffWo

2005

Perdeu por 1 a 0 primeiro jogo para o São Paulo. Não reverteu na volta. Nova derrota por 2 a 0. Fase Oitavas de Final

sampaio

FORZA VERDÃO!!!

Padrão
Esportes

Adeus, querido amigo

Siro Casanova faleceu na manhã dessa quinta-feira (1), na capital paulista. Ele ocupou o cargo de diretor de basquete do Palmeiras pela primeira vez na gestão do presidente Paschoal Walter Byron Giuliano em 1975, onde permaneceu por quase 10 anos, até a década de 80, cuidando prioritariamente das categorias de base do clube alviverde.

Em 2010, na gestão do presidente Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, retornou ao posto de diretor de basquete do Palmeiras e ao lado de Ronaldo Aguiar Faria Júnior  formaram a dobradinha que organizou a volta da equipe de basquete adulto do clube que estava inativa desde 2002.

Juntos, conduziram o Palmeiras à elite estadual e nacional, conquistando vaga no Novo Basquete Brasil, ao ser vice-campeão da Super Copa Brasil em 2012. Manteve-se no cargo até 2014.

Mesmo quando não ocupou o cargo diretivo oficialmente, sempre foi um dos maiores colaboradores e um grande articulador nos bastidores do clube pela manutenção da modalidade. Por suas mãos foram formadas inúmeras gerações de atletas, que se tornaram grandes ídolos do basquete. A lista de jogadores passa da casa do milhar.

Foi eleito conselheiro do Palmeiras para o mandato de 2007 a 2010 e reeleito em 2011 a 2014.

Siro Casanova é a própria história do basquete palestrino. Dedicou toda a sua vida ao seu clube de coração e em especial ao esporte das cestas.

Deixa esposa, filho, familiares e uma legião de amigos. VIVA SIRÃO! FIQUE EM PAZ!

Legado de títulos oficiais do basquete do Palmeiras sob o comando de Siro Casanova:

Conquista Ano Categoria
1 Campeão Paulista 1975 Mini
2 Campeão Paulista 1975 Juvenil
3 Campeão Paulista 1975 Principal
4 Campeão Brasileiro 1975 Juvenil
5 Campeão Paulista 1976 Principal
6 Campeão Paulista 1976 Infantil
7 Campeão Estadual 1976 Mini
8 Campeão Brasileiro 1977 Principal
9 Campeão Paulista 1977 Juvenil
10 Campeonato Estadual 1977 Juvenil
11 Campeão Paulista 1978 Juvenil
12 Campeonato Estadual 1978 Juvenil
13 Campeão Paulista 1979 Mirim
14 Campeão Paulista 1979 Infantil
15 Campeão Estadual 1979 Mirim
16 Campeão Estadual 1979 Infantil
17 Campeonato Estadual 1979 Juvenil
18 Campeão Brasileiro 1979 Juvenil
19 Campeão Paulista 1980 Infantil
20 Campeão Estadual 1980 Infantil
21 Campeão Paulista 1981 Pré-Mirim
22 Campeão Paulista 1981 Mini
23 Campeão Paulista 1982 Mirim
24 Campeão Paulista 1982 Pré-Mirim
25 Campeão Estadual 1983 Infantil
26 Campeão Paulista 1983 Mirim
27 Campeão Estadual 1983 Mirim
28 Campeão Estadual 1983 Juvenil
29 Taça Brasil de Clubes Campeões 1984 Juvenil
30 Campeão Paulista 1984 Infantil
31 Campeão Paulista 1985 Infanto-Juvenil
32 Campeão Estadual 1985 Infanto-Juvenil
33 Campeão Paulista 2010 Infantil
34 Campeão Paulista 2011 Mirim
35 Campeão Paulista – A-2 2011 Principal
36 Campeão Estadual 2011 Mirim
37 Copa Brasil Sudeste 2012 Principal
38 Campeão Paulista 2012 Mini
39 Campeão Estadual 2012 Mini
40 Campeão Paulista 2013 Pré-Mini
41 Campeão Paulista 2013 Mirim
42 Campeão Paulista 2013 Infantil
43 Campeão Estadual 2013 Mirim
44 Campeão Estadual 2013 Infantil
45 Campeão Estadual 2013 Pré-Mini
46 Campeão Paulista 2014 Pré-Mini
47 Campeão Estadual 2014 Infantil
48 Campeão Estadual 2014 Pré-Mini

 

Cópia de Imagem 017

Siro Casanova é o último da esquerda para a direita. Foto de 2010, quando foi anunciada a volta do basquete adulto masculino do Palmeiras, no antigo salão de troféus do Palestra Itália. No centro, técnico José Neto, e na ponta direita Ronaldo Aguiar Faria Júnior

Ao amigo Siro Casanova com carinho

O arremesso de três pontos da vida no estouro do cronômetro deu bico. Escorreu pelo aro, caprichosamente. Não teve rebote. Toca o sino. Fim de partida. Lágrimas. Consternação. Ponto fatal. Irrecuperável. Inexorável. Um lume se apaga. Um dos maiores. Palestrão. É com o pé. É com a mão. Manteve firme a tradição enquanto as forças lhe permitiram. Tentou o gol. Não deu. Foi para quadra. Do lado de fora. Ganhou tudo. Grande comandante. Sangue italiano. Guiou o sonho de inúmeras gerações de basqueteiros que se forjaram nas Alamedas sagradas da Pompéia. Vila Pompéia. Seu berço querido. Seu reduto. Sua fortaleza. Referência das boas. Linha reta. Conduta exemplar nas horas boas e nas tempestades. Foi muito bom ter você ao nosso lado. Lado verde, branco e vermelho. Sempre fraterno e amigo. Cumpre sua missão. E cumpre a saudades nos corações dos palestrinos.

Viva Siro Casanova

 

Padrão
Esportes

A esperança é Verde

Palmeirense praticante, sempre procurei acompanhar o time a lugares exóticos e interessantes. A Chapecó, próximo da Argentina, numa bela região progressista, não ia ser diferente.

Corria 2013, e embora na série B, era a primeira vez que o time desta cidade ia enfrentar um grande pelo campeonato nacional.  Cinco dias antes, fui de ônibus a Curitiba, de lá a Itajaí, pernoitei e continuei até Curitibanos, foi uma forma de apreciar Santa Catarina e seu ar europeu.

Lá, também pernoitei, e finalmente cheguei em Chapecó, na tarde da quinta-feira. Na rodoviária, me diverti com a escultura de um enorme porco. No hotel, bem hospedado, logo ao sair, naquele fim de tarde e noite, percebi e fiquei impressionado com a incorporação do clube com a cidade.

Em qualquer estabelecimento comercial, de serviços, janelas de residências, apartamentos, um símbolo, uma bandeira da Chapecoense. Nos dias seguintes, circulando com a camisa do Palmeiras, algumas vezes com um blusão da Mancha Verde, em nenhum instante fui contestado. Nas ruas, bem como dos veículos, só boas-vindas. Agradecia, até levantando os braços.

Fotografei a enorme e interessante estátua do Desbravador, homenagem aos pioneiros, e entrei na catedral Santo Antonio, ao lado. Almocei algumas vezes no Bandejão popular, também próximo, e fui duas vezes, a pé, ao distante shopping.

Na arena Condá, encontrei o guichê fechado, mas um segurança logo indicou uma funcionária do clube. Com ela, adquiri meu ingresso, e não faltou um bom papo com o pessoal em volta. Ao final, dei de lembrança para ela, funcionários e seguranças, os chaveirinhos do meu alviverde, recordações que o Luciano e o Matias, sempre me fornecem para essas viagens.

Na sexta-feira à noite, uma festa rolava na praça principal. Comprei um chopp e um salsichão, e procurava um lugar para sentar. Um grupo de torcedores da Chapecoense me chamou: “Oh, palmeirense, vem sentar com a gente!”. Fui, maravilhoso, ouvi e contei histórias, brinquei com o destino de um ônibus urbano: “Palmeiras”, soube quem foi o índio Condá, também um pioneiro, fiz amigos.

Calor, fui dormir por volta de duas da manhã. Combinamos, com qualquer resultado no sábado, de voltarmos aquele local. No dia do jogo encontrei velhos amigos palmeirenses, a turma de Joinville com o Elmo, os fanáticos do interior do Paraná, o Salvador, filho do Gatti, e o sempre presente japonês da Mancha. Com eles, acabei de distribuir os chaveirinhos para as crianças e mulheres presentes. Depois do jogo, voltei para a praça. A derrota do Palmeiras, por 1×0, pareceu uma coisa natural. Novamente bebi e troquei experiências esportivas e políticas.

No domingo, uns iam com as famílias a uma fazenda, e outros iam pescar no rio Uruguai. Fui convidado, mas achei inconveniente, resolvi descansar e ficar rodando ali pelo centro. Na despedida, um deles, perguntou se tinha conhecido a cooperativa Super Alfa. Disse que tinha passado em frente. Falou para eu ir na segunda pela manhã, antes de viajar, porque encontraria produtos de primeira linha a bons preços, que tinha um cartão de desconto e que também passaria por lá.

Na segunda, após ele mostrar a loja, não resisti, separei alguns salames italianos e queijos especiais que são exportados. No caixa, este amigo fez um embrulho caprichado e não aceitou meu pagamento. Fiquei sem ação, agradeci e disse que tentaria oferecer a mesma recepção quando fossem a São Paulo. Estes torcedores são comprometidos com atividades que quase não permitem viagens. Nunca vieram, mas mantenho alguns contatos.

Na minha volta, para ir ao longínquo aeroporto, um motorista que já tinha batido bons papos na praça, também fez um preço diferenciado. Mesmo gremista, deixei com ele o último exemplar das revistas do clube que sempre levo. Após a tragédia ocorrida, pasmo, só consegui enviar para estes amigos, um coração verde, com uma faixa de luto. E passei este dia da notícia tão chocante, lembrando de tantos fatos marcantes e tão próximos no tempo.

Recordei de uma Chapecoense, bem montada, também verde e branca, que subiu a série A, junto com o retorno do Palmeiras, em 2014. Memorizei seus jogadores recentes, que continuavam no processo evolutivo do clube, e quando da última partida de suas vidas. Depois deste jogo, sem retornarem ao vestiário, foram protagonistas da nossa festa pelo título de 2016. Foram aplaudidos e receberam a nossa esperança para a cartada mais histórica que viria, contra um também alviverde, o Nacional de Medellin.

O Palmeiras já tinha contratado um de seus melhores jogadores, o Hyoran. O Cleber Goiano tinha pedido ao ex-companheiro de clube, Bruno Rangel, uma camisa do Palmeiras para o filho. Em campo, Caio Junior, com marcante passagem como nosso treinador, abraçava os amigos, e as lembranças do Josimar e o do Ananias, ex-jogadores palmeirenses, não poderiam ser esquecidas. Ananias, depois jogando pelo Sport, em 2014, foi quem fez o primeiro gol no Allianz Parque. E para fechar, o Fabiano, revelado na Chapecoense, quis o destino, neste conjunto de fatos encadeados , fazendo o gol do título e combinado, após o jogo, com o goleiro Danilo, seu grande amigo, de comemorarem, juntos, o campeonato brasileiro e a Sul-Americana, que viria.

Afinal, por ironia, não foram suas mãos, como goleiro, mas seus pés, que garantiram esta final, eliminado o time do papa, o San Lorenzo. Este time do oeste catarinense, que sempre cresceu e nunca sofreu um rebaixamento, saberá, sem dúvida, distanciar dos oportunistas e se reerguer com altivez.

Mas como na vida, da mesma forma que podemos subir esperançosos num meteoro sem condutor, às vezes, somos obrigados a entrar numa carroça dirigida por irresponsáveis. E muitos falam, mas não sabem a força que tem o significado do verde. O senhor Alvadir Pelisser, com 90 anos, palmeirense, e um dos fundadores do clube catarinense, disse que essas cores são em razão do nosso Palmeiras. O mundo e a esperança torcem pela Chapecoense!

*** Texto produzido, vivenciado e enviado por Marcos Gama

bandeira-chapecoense_1_630

Padrão
Esportes

Técnicos no Juventus

Dono de uma das maiores rivalidades do futebol mundial, os atuais treinadores de Palmeiras e Corinthians possuem história no Clube Atlético Juventus.

Eduardo Baptista e Fábio Carille vestiram a camisa grená em suas carreiras como jogadores de futebol. Ambos atuaram na posição de zagueiro em suas passagens pela rua Javari.

O novo comandante do alviverde chegou à final da Copa São Paulo de Futebol Júnior em 1990 defedendo o time da Mooca. Na ocasião, o Juventus cumpriu uma excelente campanha, sendo superado apenas na final da competição pelo Flamengo-RJ por 1 a 0 no estádio do Pacaembu.

“Comecei na Ponte Preta até os 18 anos e fui para o Juventus, onde fiquei dois anos. Participei do grupo da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 1990, em que perdemos para o Flamengo de Djalminha, Junior Baiano, Marcelinho Carioca e Paulo Nunes. O nosso time tinha Anderson Lima e Fernando Diniz, e demos um trabalho danado para eles, perdemos por apenas 1 a 0. Eles suaram sangue para vencer a gente. Eu era reserva do Sangaletti”, declarou Eduardo Baptista em entrevista concedida ao site da ESPN.com.br para os jornalistas Antônio Strini e Vladimir Bianchini, no dia 15 de março de 2015.

Já o treinador alvinegro jogou pelo Moleque Travesso de 2002 a 2004. Nesse período, ele defendeu a equipe profissional em 26 jogos e marcou um gol, justamente na vitória grená diante do Mogi Mirim por 2 a 1, no estádio Wilson de Barros, em Mogi Mirim, no dia 31 de janeiro de 2002, pelo Campeonato Paulista Série A-1.

Carille atuava com o seu primeiro nome: Fábio Luiz. Sua estreia aconteceu no dia 20 de janeiro de 2002, no empate em 2 a 2 com o Ituano, no estádio da rua Javari.

No Paulistão de 2002, que não contou com a participação das equipes do Corinthians, Guarani, Palmeiras, Paulista de Jundiaí, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano e São Paulo, o Juventus terminou na 4º colocação, sendo uma das melhores posições alcançadas no estadual de sua história.

Na foto, Fábio Carille é o terceiro atleta em pé, da direita para a esquerda.

Foto: Acervo Pessoal/Reproduçãofabio-carille-2002

Padrão