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O Amor é Verde

O futebol é um dos maiores elementos de inserção social que o mundo já produziu. Ele é capaz de quebrar barreiras de classe. Vencer intolerâncias. Parar Guerras. Causar diplomacia. Promover o sonho. Resgatar vidas. Irmanar sentimentos. Provocar emoções. E, acima de tudo, manter sempre viva a paixão juvenil que existe em nossos corações.

O maior exemplo dos últimos tempos veio à luz sob a pena abençoada do jornalista Ricardo Magatti, nas páginas do site do jornal O Estado de São Paulo, na tarde desse sábado (28) – leia a matéria na íntegra aqui.

Sob o título “Menino dribla a família e ‘some de casa’ para ver o Palmeiras”, Magatti traz a história de vida do menino Adysson que, sem dinheiro, movido apenas pelo seu sonho e sua paixão, no auge dos seus oito anos de idade, entrou de graça no estádio do Pacaembu no último final de semana e assistiu pela primeira vez uma partida de futebol do seu time de coração, a SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS!

Texto belíssimo que nos envolve e nos emociona do início ao fim. Nos momentos de dificuldades de nossas vidas, deveria ser leitura obrigatória. Melhor que qualquer filosofia, guru e auto-ajuda. Dá vontade de cada um de nós ser um pouco Adysson, tamanha pureza e inocência dos seus gestos. Como o garoto, meu primeiro encantamento com o Palmeiras foi também aos oito anos de idade e no mesmo Pacaembu. Só isso me fez verter lágrimas em meio a leitura.

A aula de palestrinidade do menino Adysson é de um gigantismo único! Algo puro, cristalino, ingênuo, mágico e imaculado. Deveria ser impresso, moldurado, enquadrado e ficar exposto no portão principal do Estádio Palestra Itália para que todos leiam e jamais se esqueçam do que é ser palmeirense.

Uma alma abençoada de nome André Martins, que também estava a caminho do estádio naquele final de semana, notou o garoto em meio a multidão e teve a sensibilidade de dar-lhe um lanche e uma camisa do Palmeiras. Nem preciso dizer que esse André Martins já tem o meu mais profundo respeito e carinho para sempre. Que gesto. Sem palavras. Apenas gratidão!

E o garoto, em sua saga, entra no estádio e sua primeira reação é afirmar: “Nossa, que grande!”…. Caramba, que vontade de dar um abraço nesse menino e dizer: Grande é você, Adysson. Gigante!

Imagino quantos Adysson (palmeirenses ou não) existem por aí e que não tiveram a sorte de encontrarem anjos da guarda como o Ricardo Magatti e o André Martins, que definitivamente mudaram toda a história de vida desse menino. Algo de uma humanidade singular! Que ainda nos faz acreditar de que tudo vale a pena.

De tudo isso, além da emoção que nos consome, inúmeras lições ficam, entre elas: o jornalista Ricardo Magatti, que nos brindou com essa belíssima história, merece o prêmio de melhor matéria do ano, além dos nossos parabéns e reverência. O André Martins merece toda a nossa consideração e aplausos por representar o que é ser palmeirense no seu mais alto grau, ao tratar o menino com uma dignidade infinita. E o Adysson merece uma carteirinha de sócio-torcedor-símbolo-perpétuo para entrar em qualquer estádio do mundo que o Palmeiras estiver, quando e onde jogar, com direito irrestrito para sentar no lugar que quiser, até mesmo na tribuna presidencial. Além de toda sorte em sua vida para superar todos os obstáculos que o mundo já lhe impõe.

Adysson, que prometeu não mentir mais para a mãe e sonha em ser um dia jogador do Palmeiras, pertence a uma coletividade que é muito mais que um aglomerado desportivo repleto de glórias. Somos uma Sociedade formada por cerca de  18 milhões de almas. Todos irmãos pertencentes a uma imensa, generosa e afetiva famiglia.

Menino, saiba que a partir de agora essa também é a nossa promessa e o nosso sonho! VIVA O NOSSO ADYSSON! VIVA O PALESTRA!

O AMOR É VERDE!!!

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FORZA VERDÃO!!!

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Chapéu de touro

O deputado federal do partido dos trabalhadores e atual presidente do time de Parque São Jorge, que afirma publicamente sem constrangimentos para quem quiser ouvir que se não roubar não ganha, após mais um estelionato esportivo praticado pelo clube que representa, com conivência da entidade máxima do futebol paulista e alguns órgãos de comunicação, resolveu sair do obscurantismo e abrir a latrina para  falar da……. Sociedade Esportiva Palmeiras, sua gestão e elenco.

Como já é de praxe no parlamento brasileiro, sexta-feira (ainda mais véspera de feriado), o deputado deu um miguezão rotineiro no expediente (mais um), e convidou os coleguinhas da imprensa para palestrar sobre o alviverde imponente, entre outras coisas, como era hábito no passado das conchettas de outrora, que se preocupavam em cuidar da vida alheia, mais que das suas.

Já que o time do povo não foi assunto na semana e não passou de um valente e épico empate em 0 a 0 no Barradão, em Salvador, contra o Vitória, jogando um futebol mágico e encantador que fez lembrar o Juventus da Mooca de Milton Buzzetto nos anos 70, a dor de cotovelo do deputado por ver o maior feito esportivo da história do futebol brasileiro contra um dos maiores times argentinos em seus domínios ser mais uma vez protagonizado pelo Palestra e repercutindo no mundo inteiro o fanatismo da nossa apaixonada torcida, resolveu criar um factóidezinho para mostrar quem é o bonzão da parada.

O rei da cocada preta jogou com a inteligência de todos apresentando uns números de salários e negociações feitas pelos mandatários do Verdão, com uma autoridade professoral. Fez contas. Cuspiu números e valores. Disse o que funciona no mundo da bola para ganhar campeonato. Mostrou gabarito. Debochou do parceiro do Palmeiras, esquecendo que por trás de seu clube tinha (ou ainda tem) a máfia russa, banco Excel, Hicks Muse e outros tantos, além de o último balanço financeiro alvinegro apresentar um rombo de cerca de mais de 35 milhões de reais. Mas quem se importa com tudo isso? Vamos falar do Palestra!

O deputado gosta de transparecer que ele é o entendidão das negociatas. Que de bastidores ele manja tudo. Tergiversa com um português mal acabado. Chucrão memo. Daquele jeito. Criando uma atmosfera de gangster, como ele mesmo gosta de se definir e acreditar.

Lá em Itaquera no palácio de mármore da lava jato ele bate na mesa de seu gabinete acarpetado e bem fresquinho no ar condicionado, em meio a um trago de Marlboro, perante seus asseclas: Sou fodão! Aqui é cúrintia. Parmera não tem vez. Sangue no zoio. Tapa na oreia. Comigo não é brincadeira. E a galinhada pira!

O reizinho da Zona Leste, que acha que o centro do universo é alvinegro, não passa de uma caricatura mal acabada do saudoso Vicente Matheus, com menos escrúpulos, brilho e originalidade.

O recalque com as coisas do alviverde em cada sua manifestação é sofrível. Não engole até hoje que o seu clube levou um baile do atual gestor de futebol palestrino Alexandre Mattos na contratação de Dudu em 2015. Quando cita o atacante e ídolo palmeirense, lembra um marido traído que implora a vagina da mulher que o despreza e se regozija nos braços de seu pior desafeto. Fiel ao seu complexo de inferioridade, não se conforma com outro sorriso que não seja ao de sua imagem e semelhança.

Expert da grama alheia, o poderoso chefão do time do povo, gagueja e se omite quando o assunto é o seu umbigo. Atitude típica de um leão desdentado, que rosna furioso por sua presa, mas que no fim tem que se contentar com uma macarronada vencida e azeda de anteontem.

Viva o campeão paulista de 2018 e sua gente, capaz de produzir figuras tão insignificantes e desprezíveis, que nos faz recordar eternamente quem sempre será o clube do Faz me Rir.

Na coletiva de imprensa do deputado nessa sexta-feira (27) lá em Itaquera, só faltou a trilha sonora de Reginaldo Rossi, uma dose de caninha cavalinho, uma foto dele ao lado de seu padrinho político na sede da Polícia Federal em Curitiba, apresentar o contra cheque da Arena de Itaquera e vestir um chapelão de touro, típico dos cornos mansos.

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Dudu e mais 10

Creio que daqui a cinquenta anos, quando, talvez, eu não exista mais, continuando porém a existir o Palestra, o vezo que toma conta dos palestrinos a cada derrota, também continuará, sem esperanças de desaperecer.

Na hora do revez, o palestrino limita-se a criticar. Critica em primeiro lugar a diretoria, critica o campo, critica o juiz, critica os jogadores, critica a si mesmo. Moléstia sem cura!

Foi assim que o fundador do Palestra Itália, Vincenzo Ragognetti, definiu nas páginas da Revista Vida Esportiva Paulista, em 1941, o perfil dos palestrinos, a qual reproduzimos e nos identificamos em gênero, número e grau.

Afirmação oportuna e que pode ser repetida em diversos momentos de nossa história. Um espelho de nossa alma. Uma radiografia do nosso DNA alviverde. Uma fratura exposta do nosso jeito peculiar de entender as coisas do nosso querido Palmeiras. Sempre com uma passionalidade visceral.

No início do Palestra, em 1920, o alvo da torcida era o craque Ministro. Quando as coisas não iam bem, ele era o culpado. Depois que Ministro deixou o Palestra, o alvo passou a ser Heitor Marcelino. Cada vez que o maior artilheiro da história esmeraldina iria jogar contra o Paulistano, diziam que ele afinava. Não queria jogar. Fazia corpo mole.

Quando Heitor pendurou as chuteiras, o alvo foi o atacante Romeu Pelliciari. Cada derrota do clube alviverde, ele era tratado como pipoqueiro. Pelliciari foi embora e o alvo passou a ser o meia-atacante Lima. Diziam que nos Derbys ele não era de nada.

No final dos anos 70 foi a vez do nosso bode expiatório se chamar Jorge Mendonça. Baladeiro, cachaceiro, indolente era alguns dos rótulos colados na testa do craque palmeirense. Nos anos 80, o atacante Jorginho Putinatti era pé-frio. Nos anos 90, Edmundo era mercenário. Nos anos 2000, o meia Alex era sonolento. Chegou a vez de Dudu!

Com 46 gols em pouco mais de três anos o atacante e capitão palestrino é o atual vice-artilheiro do Palmeiras no século XXI, atrás apenas de Vagner Love, com 54 gols. Dois títulos de campeão nacional. Três vices-campeonatos. O jogador com maior número de assistências do elenco. Dois gols na final da Copa do Brasil em 2015. Artilheiro do time na temporada em 2015, com 16 gols. Vice-artilheiro da equipe no Brasileirão de 2016, com 6 gols, atrás apenas de Gabriel Jesus. Artilheiro do time no Brasileirão de 2017, com 9 gols marcados. Vice-artilheiro da equipe na temporada 2017, com 16 gols marcados. Maior artilheiro da história do estádio Palestra Itália, após a sua reforma em 2014, com 23 gols marcados.

Esse é o jogador que “não serve” para alguns setores da nossa torcida? Esse é o “ídolo de barro” para aqueles que adoram procurar um bode expiatório? Esse é o jogador que “afunda” o Verdão? Esse é o jogador que “desrrespeita” o torcedor ao não comemorar um gol que nos garante uma vitória? A quem interessa criar uma rota de colisão contra um dos principais jogadores do atual elenco?

Ironia a parte, uma miopia sem tamanho que se repete como um padrão de tempos em tempos, mas que cabe a todos nós escolhermos continuar presos a esse ciclo destrutivo, ou evoluir para um caminho mais iluminado.

Breve comparativo com jogadores chaves dos rivais e com período proporcional ao de Dudu no Palmeiras:

Corinthians

Rodriguinho chegou em 2013 no time do Parque São Jorge e só se firmou no elenco alvinegro em 2015. De lá para cá, disputou 160 jogos e marcou 33 gols nesse período.

Fez seu primeiro gol em um clássico em 2017, diante do São Paulo. Contra os três principais  rivais paulistas fez quatro gols no total. (Dois contra o São Paulo, dois contra o Palmeiras e nenhum contra o Santos).

É tratado como “Reidriguinho”.

Santos

Gabriel foi alçado a equipe profissional do Santos em 2013. Disputou 157 jogos e marcou 57 gols.

Fez seu primeiro gol em um clássico em 2014, diante do Corinthians. Contra os três principais  rivais paulistas fez 12 gols no total. (Seis contra o Palmeiras, três contra o Corinthians e três contra o São Paulo).

É tratado como “Gabigol”.

Palmeiras

Dudu chegou em 2015 no Palmeiras. Fez 184 jogos e marcou 46 gols.

Fez seu primeiro gol em um clássico em 2015, diante do Corinthians. Contra os três principais  rivais paulistas fez 7 gols no total. (Três contra o Santos, dois contra o Corinthians e dois contra o São Paulo).

Como iremos tratá-lo?

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Acabou como começou

Parabéns ao campeão. Ponto. Nada o que for dito mudará o que aconteceu ontem no estádio Palestra Itália na decisão do Campeonato Estadual. A vida é para frente. É condição humana. Com a Sociedade Esportiva Palmeiras não deve ser diferente. Sigamos o nosso rumo e o nosso caminho, defendendo nossos princípios e valores que sempre nos nortearam.

Somos uma instituição que sempre adotou atitudes de vanguarda. Assumimos uma postura de enfrentar o sistema. Diga-se por “sistema”, todo o obscurantismo que permeia os bastidores do futebol, que passa desde interesses comerciais de grandes redes, ao jogo sujo do poder e corrupção de toda ordem.

O futebol é um simulacro da vida pública. Nas vésperas da grande final, por exemplo, o mundo presenciou um ex-presidente do Brasil sendo preso, por conta de inúmeras conjecturas e tramas, as quais estão vindo à luz. Outros seguirão esse caminho, caso as autoridades consigam manter os seus trabalhos. Algo inimaginável, num passado recente.

No futebol, parece que esse momento ainda está longe de acontecer. Mas acontecerá. Nesse dia, nós palmeirenses, vamos olhar tudo isso como exaltamos os passos justos e leais dos nossos antepassados há mais de cem anos. Diferente dos nossos rivais.

Acima das vitórias e derrotas, construímos a nossa instituição com mãos limpas. Um orgulho para poucos. Não nos apoiamos em ajudas estatais para afirmar a nossa grandeza. Ainda cremos em tudo aquilo que foi idealizado no abençoado dia 26 de agosto de 1914.

Esse deve ser o maior valor de nossa gente. O que temos, de fato, é fruto do nosso suor. Nunca escolhemos o caminho mais fácil. Mas o mais digno. E que assim seja a conduta por todos aqueles que terão a iluminada missão de comandar os nossos destinos.

Os “acidentes” contrários aos interesses alviverdes nessa temporada foram inúmeros. Alertamos exaustivamente sobre isso desde o início. Sabíamos que eles seriam determinantes para o nosso sucesso ou insucesso. Outros tantos ainda virão. O pacote de maldades contra o Palmeiras não deve acabar tão cedo. Pelo contrário.

Gustavo Scarpa. SJTD. Promotor. Federação. “Esquema Crefisa”. “Já Ganhou”. Mãe do Goleiro. Árbitro de vídeo. Influência Externa. Pênalti  e expulsão contra o Palmeiras marcado pelo vídeo. Pênalti a favor voltado atrás pelo “quinto” árbitro. Enfim…

Em pouco mais de três meses, um processo de desestabilização constante. Sempre uma mensagem negativa. Sempre um sarcasmo. Sempre uma polêmica. Sempre uma ironia. Tudo a fim de diminuir, ferir, machucar e provocar uma turbulência, numa campanha odiosa de dar nojo.

Esse é o preço que iremos pagar por optar por uma conduta fora do “status quo”. Por nos tornarmos uma instituição mais perto de nossas tradições, longe de todas as mediocridades e armações que permeiam a natureza humana.

Temos erros, sim. Inúmeros. Dentro e fora do campo. Temos essa autocrítica. E vamos corrigi-los em busca do nosso mundo ideal. Essa é a missão de todos que vestem verde. Que sangram e lutam pelo nosso querido pavilhão esmeraldino.

Ainda entendemos o jogo como um fator de lealdade. Como brada os versos do nosso hino. Somos a Sociedade Esportiva Palmeiras.

A dor da derrota para o nosso maior rival, em nossa casa, numa decisão de campeonato, será absorvida. Tudo vai passar. Vamos nos fortalecer ainda mais para tantas lutas que teremos pela frente. E não serão poucas.

“Tudo o que começa errado, termina errado”, já diz o provérbio.  O Campeonato Paulista de 2018 reforçou essa afirmação.

Essa sensação amarga e vazio passarão. O Palmeiras ressurgirá!

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Liberta pode esperar

O Verdão terá nessa terça-feira (3) mais um compromisso pela Taça Libertadores da América, diante do Alianza Lima do Peru, às 21h30, no estádio Palestra Itália, pela segunda rodada do primeiro do turno da competição.

A partida antecede o segundo jogo da final do Campeonato Paulista diante do Sport Club Corinthians Paulista, que acontece domingo (8), no mesmo Palestra Itália. Nesse momento, a prioridade dos palestrinos deve ser o foco total na disputa do título do estadual contra o seu maior rival.

Os palmeirenses mostraram nos dois últimos jogos, contra Santos e Corinthians, principalmente, um declínio físico acentuado na parte final da partida, dado a alta intensidade das disputas. Alguns atletas saíram lesionados, como o lateral-esquerdo Victor Luis, com sobrecarga muscular no tendão do adutor da perna esquerda.

Um descanso se faz necessário para a recuperação psicológica, física, concentração e treinamento específicos visando a grande decisão do final de semana.

Dono de um elenco com diversas opções, o técnico Roger Machado e sua comissão técnica devem cogitar essa possibilidade para o jogo contra os peruanos. Uma possível formação que poderá entrar em campo e manter o alto nível de competição da equipe titular e conquistar um bom resultado no meio de semana deve ser a seguinte: Fernando Prass, Tchê Tchê, Juninho, Edu Dracena, Diogo Barbosa, Felipe Melo, Thiago Santos, Guerra, Michel Bastos, Keno e Deyverson.

O meia Hyoran, o lateral-direito Mayke, voltando de lesão, e os zagueiros Emerson Santos, Luan e Pedrão podem ser outras opções para a partida, apesar de todos eles terem sido pouco ou nem mesmo utilizados até aqui.

Por conta da limitação do número de inscritos, atletas da categoria de base como os atacantes Fernando e Papagaio, que tiveram oportunidades na rotação da equipe alviverde durante o Campeonato Paulista, e que poderiam ganhar uma chance, não poderão atuar.

A listagem de atletas que podem participar da competição é apenas para a fase de grupos. Para o mata-mata, o clube poderá realizar algumas trocas. Caso, por exemplo, do lateral-direito Fabiano que está inscrito na competição continental, mas já não faz mais parte do plantel palmeirense.

O Palmeiras é o líder do seu grupo, com três pontos ganhos, após a vitória fora de casa diante do Junior Barrranquila da Colômbia por 3 a 0 na estreia. Alianza Lima e Boca Juniors empataram na primeira rodada e possuem um ponto cada.

Para o Verdão, a Libertadores está apenas no início. As atenções da apaixonada torcida palestrina está na disputa do título que teremos contra o nosso maior rival no fim de semana. Amanhã, estaremos nas arquibancadas lotando o Palestra, como sempre, e vamos empurrar o nosso querido Verdão a mais uma vitória contra os peruanos. Mas agora a América pode esperar!

Estreia em casa

O Palmeiras faz a sua estreia na Libertadores da América atuando no Palestra Itália diante do Alianza Lima. O Verdão nunca perdeu para um clube estrangeiro, quando atuou pela primeira vez em sua casa na competição.

Em toda a história do torneio jogando a primeira partida em seus domínios, foram 13 jogos, com 11 vitórias alviverdes, um empate e apenas uma derrota. Nos anos de 1961, 1968, 1971 e 2013 o alviverde não realizou nenhum jogo pela Libertadores no Palestra Itália.

Em 1979, o primeiro jogo do Palmeiras no estádio Palestra Itália na Libertadores foi justamente contra o Alianza Lima. Na ocasião, o Verdão goleou por 4 a 0, gols marcados por Pedro Rocha, Rosemiro, Baroninho (2).

A única derrota do alviverde pela Libertadores da América em sua estreia no Palestra Itália, foi em 1974, diante do São Paulo Futebol Clube, pelo placar de 2 a 1.

O retrospecto geral do Verdão na Libertadores atuando no Palestra Itália é o seguinte: 55 jogos, 39 vitórias, 3 empates, 4 derrotas, 32 gols pró e 15 gols contra.

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Palestra na frente

Nos oito Derbys realizados em toda a história da Arena de Itaquera, quem saiu na frente nunca perdeu. Essa lógica foi mantida na tarde de sábado (31), quando o Palmeiras venceu o Corinthians pelo placar de 1 a 0, gol marcado pelo atacante colombiano Borja, no jogo de ida da final do Campeonato Paulista.

O jogo de volta acontece no estádio Palestra Itália, no próximo domingo (8), às 16h, apenas com torcida palmeirense. Para essa partida, o volante Felipe Melo, expulso de campo, cumpre suspensão automática e é desfalque garantido na equipe de Roger Machado.

Os alvinegros precisam vencer por dois gols ou mais de diferença para ficar com a taça. Uma vitória deles por um gol de diferença leva a decisão para a cobrança de penalidades máximas. Ao alviverde, um empate ou vitória por qualquer placar garante a taça.

Nessa temporada, o Corinthians perdeu todas as primeiras partidas nos jogos eliminatórios do Campeonato Paulista, contra Bragantino e São Paulo, e reverteu no jogo de volta.

Já o Palmeiras ganhou todas as primeiras partidas nos jogos eliminatórios do Campeonato Paulista, contra Novorizontino e Santos, e garantiu a vantagem sobre os seus rivais no jogo de volta.

A vitória palestrina põe fim a um incômodo tabu. O time palmeirense não ganhava um Derby há quatro partidas, desde 17 de setembro de 2016, quando bateu os alvinegros pelo placar de 2 a 0, pelo Campeonato Brasileiro, na própria Arena de Itaquera. De lá para cá, foram quatro confrontos, com quatro vitórias seguidas dos corintianos, registrando a maior sequência positiva da história do clube de Parque São Jorge contra o seu maior rival.

Essa é a primera decisão entre as equipe na Era da Arenas. É também a primeira final entre ambos no século XXI. A última decisão entre os rivais aconteceu há 19 anos atrás, em 1999, pelo Campeonato Paulista, com vitória alvinegra.

No total, os times já decidiram cinco estaduais, com três vitórias palmeirenses (1936, 1974 e 1993) e duas dos alvinegros (1995 e 1999).

Estrangeiro goleador

O atacante colombiano Miguel Borja é o décimo terceiro estrangeiro a marcar gol em Derbys atuando pela Sociedade Esportiva Palmeiras. Yerri Mina, Carazzo, Echevarrieta, Villadoniga, Gonzalez, Bovio, Ponce de Leon, Artime, Rincon,  Arce, Munoz e Valdivia foram os outros estrangeiros alviverdes que escreveram seus nomes na história ao marcarem gols no tradicional confronto entre palestrinos e corintianos.

Borja também deixou sua marca em todos os clássicos nessa temporada (Santos, São Paulo e Corinthians). O último atleta palmeirense a marcar um gol em cada clássico no mesmo ano foi o zagueiro Yerri Mina, em 2016.

Com 7 gols marcados no Campeonato Paulista, Borja é o atual artilheiro da competição. Se ele mantiver a ponta dos goleadores até o fim do campeonato, o colombiano pode entrar para história do futebol paulista ao se tornar o primeiro jogador estrangeiro da era profissional a ser artilheiro do campeonato estadual mais importante do país.

Exceto pelos primeiros tempos do futebol paulista na década de 10, onde atletas de origem inglesa e alemã acabaram na artilharia geral da competição, nunca um jogador de origem sul-americana terminou como artilheiro do Paulistão.

Herbert Boyes (inglês do São Paulo Atlhetic foi artilheiro em 1903, 1904 e 1910), Hermann Friese (alemão do Germânia foi artilheiro em 1905), Fuller (alemão do Germânia foi artilheiro em 1906), Whatley (britânico do Mackenzie College foi artilheiro em em 1913).

Desde então, nenhum outro estrangeiro terminou na artilharia máxima do torneio.

Decisão fora de campo

Mal acabou uma decisão dentro de campo, o Verdão já terá outra importante batalha nos tribunais. O Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-SP) confirmou para a próxima segunda, dia 2 de abril, o novo julgamento do goleiro palmeirense Jailson, no Pleno.

Punido no primeiro julgamento com três partidas de gancho, pela expulsão e por declaração dada após o clássico contra o Corinthians, na primeira fase da competição estadual, Jailson ainda tinha um jogo a cumprir, mas foi liberado na fase semifinal graças a efeito suspensivo.

Títulos no Palestra

Ao longo de mais de cem anos, tanto Palmeiras quanto Corinthians já conquistaram inúmeros títulos estaduais no estádio Palestra Itália, palco da partida decisiva que definirá o Campeão Paulista de 2018.

Os alvinegros foram campeões paulistas no estádio palestrino nos anos de 1914 (primeira conquista futebolística de sua história), 1916 e 1929. Além de celebrarem uma conquista de Torneio Início do Campeonato Paulista em 1936.

Já os palestrinos, comemoraram em sua casa os títulos paulistas de 1926, 1933, 1936, 1976, 1996 e 2008. Os palmeirenses também celebraram em seus domínios os troféus da Taça Libertadores de 1999, da Copa Sul-Americana Mercosul em 1998, do Torneio Rio-São Paulo em 1933, dos Campeonatos Paulistas Extras de 1926 e 1938, do Torneio Início do Campeonato Paulista de 1927, 1939 e 1969, da Copa do Brasil de 2015 e do Brasileiro de 2016.

Apenas por duas vezes em toda a história, palmeirenses e corintianos fizeram o jogo de volta de uma decisão de qualquer competição na casa alviverde.

O Campeonato Paulista de 1936 foi a primeira decisão entre palestrinos e corintianos em confrontos eliminatórios no estádio Palestra Itália. Na ocasião, o Verdão venceu por 2 a 1, gols marcados por Moacyr e Luzinho Mesquita, e ficou com a taça.

Em 1938 foi a segunda decisão entre os maiores rivais realizada na casa palestrina. Valendo pelo Campeonato Paulista Extra, novamente o alviverde venceu por 2 a 1, gols marcados por Barrilotti e Rolando, e conquistou mais uma competição sobre os alvinegros.

Números do Derby

Com o triunfo em Itaquera, o Palmeiras abriu uma margem de quatro vitórias sobre o seu maior rival em toda a história dos confrontos diretos entre as equipes. Em 366 jogos, são 130 vitórias palestrinas, 110 empates e 126 vitórias dos alvinegros.

Os números do trabalho apresentado pela Sociedade Esportiva Palmeiras englobam todas as competições disputadas entre as equipes, inclusive o Torneio Início do Campeonato Paulista, respeitando e preservando a história puramente factual, frio, sem análises, interpretações personalistas, critérios próprios ou julgamentos.

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