Esportes

Resgatando a Tradição

O Clube Atlético Juventus está de volta à Série A-2 do Campeonato Paulista!

A Mooca está em festa! Domingo (17), diante do Grêmio Osasco, na Rua Javari completamente lotada, o Moleque Travesso ratificou o seu acesso, com uma goleada por 4 a 1 sobre o seu rival. Daniel Costa (3) e Leonardo marcaram os gols do time grená!

Pela grandeza juventina, ainda é pouco a vaga na Série A-2 em 2016. Mas já é um grande passo rumo ao topo. Longe da elite estadual há sete anos, o Moleque Travesso tem tudo para continuar a sua trajetória de ascensão para, então, de fato fazer jus a sua tradição entre os principais clubes da capital paulista, que é o seu lugar de fato!

Parabéns à todos que contribuíram para esse acesso! FORZA JUVE! VIVA A MOOCA!

Tuco, Guizão, os Agarelli, Betão, Miguel, Luiz Fernando, os cornetas da curvinha e todos os amigos. Valeu por estarmos juntos em mais essa campanha grená! In memorian ao eterno e querido amigo – eterno presidente da Ju-Jovem – Sergio Mangiullo! Sempre conosco!

Muito mais sobre o acesso confira nesses excelentes blogs juventinos:

http://juventusmooca.blogspot.com.br/

http://oblogdojuva.blogspot.com.br/

Apoio da arquibancada

Nos 12 jogos disputados em casa no Campeonato Paulista da Série A-3, 21.752 torcedores acompanharam as partidas do Juventus. Uma média de 1.813 torcedores por jogo. Essa marca é uma das maiores nos últimos anos e cresce a cada temporada.

O maior público registrado foi no dia 17 de maio, na goleada diante do Grêmio Osasco por 4 a 1, com 4.000 pagantes. O menor foi no dia 25 de fevereiro na vitória contra a Itapirense por 1 a 0, com 462 pagantes.

Se comparada com a média de público da Associação Portuguesa de Desportos, tradicional equipe da capital paulista que disputou à Série A-1 do Paulistão em 2015, em seus jogos como mandante, o time grená leva ampla vantagem.

A Lusa, em 6 jogos disputados como mandante na elite estadual, levou um total de 1.991 torcedores, tendo uma média de 331 torcedores por jogo. Seu maior público foi no dia 4 de abril, Portuguesa 0x2 Red Bull. A Lusa também foi o mandante da partida contra o Santos, mas não consideramos esse jogo para efeito de comparação.

As duas equipes estarão frente a frente no Paulistão da Série A-2 em 2016.

Heróis do acesso

Todos os atletas juventinos, comandados pelo técnico Rodrigo Santana, que atuaram ao menos uma partida nessa campanha do acesso à Série A-2, a nossa singela homenagem de gratidão e reconhecimento. Muito Obrigado!

Jogador

Posição

André Dias (G) Goleiro
Rafael (G) Goleiro
Orinho Lateral-Esquerdo
Lucas Pavone Lateral-Esquerdo
Rafael Ferro Lateral-Direito
Charlinho Lateral-Direito
Rodolfo Zagueiro
Leonardo Zagueiro
Rodolfo Testoni Zagueiro
Victor Salinas Zagueiro
Diego Borges Zagueiro
Cássio Volante
Felipe Nunes Volante
Ataide Volante
Cássio Goes Volante
Derli Meia
Rafael Branco Meia
Adiel Meia
Ricardinho Meia
Wellington Meia
Abraão Atacante
Raikard Atacante
Daniel Costa Atacante
Nathan Atacante
Gil Atacante
Bruno Agnello Atacante
Kennedy Atacante
Renatinho Atacante
Bruno Santiago Atacante
Diogo Atacante

 

Artilheiro: Daniel Costa – 13 gols marcados (Vice-Artilheiro da Competição)
Quem mais atuou: Daniel Costa – 24 jogos

juve

Campanha do Acesso

Jogos Vitória Empate Derrota Gols Pró Gols Contra
25 15 5 5 52 22
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O direito de se calar

As torcidas organizadas do Palmeiras simplesmente ficaram mudas na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Foram “civilizadas” e criaram uma atmosfera à europeia no novo coliseu palestrino, prenunciando o que num futuro próximo será o ambiente idealizado em um estádio de futebol, de acordo com a evolução do processo de elitização que caminha à passos largos em nossas praças esportivas.

Uma manifestação justa, legítima, inteligente e pacífica contra os preços abusivos dos ingressos e a majoração de mais de 60% do programa de sócio-torcedor.

Alguns, mal informados, tentam distorcer o ato das organizadas com o discurso vazio de que eles “ganhavam” regalias para incentivar a sua paixão e frequentar os estádios e que o manifesto era inoportuno, imputando-a até o mal resultado em campo. Pura miopia.

Pensam e julgam que as organizadas são uma massa alienada. Um bando de baderneiros. Uma gente sem classe. Um povinho sem nível. Uma claque barulhenta, feia e indigesta. Outro engano.

Os homens que criaram esse estado de espírito tem nome e sobrenome e respondem pelos destinos do Campeão do Século XX. São higienistas. Puristas. Gente que não se mistura. Que tem ódio do povo. Que não gosta da alegria alheia. Que se aborrecem com quem não compreendem. Que não tem flexibilidade mental para lidar com o contraditório. Espiritos sem luz. Fracos. Perdedores. Amargos. Cagões.

Esquecem-se que são os representantes de uma coletividade, agindo de modo arbitrário e personalista. Colocam-se em pedestais. Transvestem-se de reis. São déspotas de uma causa vazia e sem sentido. Usam todas as suas forças e energias para com os seus, mas são verdadeiros cordeirinhos com os nossos rivais em defesa dos nossos interesses comuns.

Infelizmente, essa desarmonia é causada por falsos líderes. Homens sem capacidade de conduzir a paixão e os interesses de um povo com um pingo de sensibilidade e diplomacia. Usam gravatas e ternos para encobrir os farrapos humanos que são em sua profunda essencia.

Pois do mundo que eles vieram, o povo é apenas um número de RG e um cifrão. Serve apenas para pagar a conta. Não tem alma, personalidade, feição e gosto. Acham que somos um engodo. Um rebanho a ser conduzido. Que nos fazem um favor.

Uma pena subjulgarem as organizadas palestrinas dessa forma, criando um ambiente de cisão entre iguais.

Uma pena criarem muros contra o sentimento de um povo.

Uma pena não termos homens no comando.

Uma pena a falta de sensibilidade em lidar com o diferente.

No meio desse fogo cruzado de tamanha desinteligência, quem paga a conta sempre será a Sociedade Esportiva Palmeiras.

TODOS NÓS PERDEREMOS! NÃO HÁ VENCEDOR, NEM VITORIOSOS NESSA LUTA OCA!

SOBRE A ESTREIA NO BR-15

O Palmeiras apresentou um futebol pobre em sua estreia no Campeonato Brasileiro diante do Atlético-MG, no Palestra Itália. O Galo, com um time formado por reservas e desentrosado, dominou as ações e parecia ser o dono da casa. O time palmeirense ficou bem abaixo de qualquer expectativa.

O Verdão apresentou os mesmos erros da final do Campeonato Paulista. Um buraco no meio campo e falhas no sistema defensivo. Além do fraco aproveitamento ofensivo. Sem poder de fogo.

Individualmente, algumas observações. Robinho não pode atuar como volante. Foi uma figura nula. Zé Roberto na lateral-esquerda foi presa fácil. Gabriel Jesus enfiado entre os zagueiros não rende. Vitor Hugo na zaga é uma temeridade.

Prass foi o melhor em campo, com grandes defesas. Salvou-nos de uma vergonha ainda maior.

Para a sequência da temporada, tem que melhorar e evoluir muito para não termos um final melancólico como em outros anos. O time precisa, no minímo, de mais um zagueiro e um camisa 9 de qualidades inquestionáveis. Jogador para vestir a camisa de titular. Não é com “Fellypes Gabrieis”  da vida que vamos ter sucesso.

Como constatação final, no time reserva do Galo, o camisa 9 deles tinha atuado na última Copa do Mundo. O que demonstra que o nosso elenco precisa de peças mais qualificadas se quiser lutar pelas primeiras posições.

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Palmeiras inicia sua caminhada no Brasileirão-15

A Sociedade Esportiva Palmeiras inicia mais uma trajetória no Campeonato Brasileiro de Futebol no próximo final de semana. A estreia do time alviverde acontece diante do Atlético-MG no estádio Palestra Itália, sábado (9), às 18h30.

O Verdão não perde uma partida de estreia em nacionais desde 2009. Por outro lado, o Galo mantém um tabu indigesto diante do time palmeirense. Nas últimas sete partidas entre as equipes, os mineiros venceram todos os jogos.

A última vitória palestrina aconteceu no dia 30 de julho de 2011, pelo placar de 3 a 2, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, realizada no estádio do Canindé. Na ocasião, os gols palmeirenses foram marcados por: Luan, Patrik e Marcos Assunção.

As equipes vivem momentos distintos nessa atual temporada. O Galo disputa a fase eliminatórias da Taça Libertadores e sagrou-se campeão mineiro. Já o Palmeiras ficou com o vice-campeonato paulista e busca avançar para a terceira fase da Copa do Brasil.

Confira curiosidades e números do Verdão na principal competição nacional de 1971 a 2014:

Maior artilheiro em toda a história da competição: Leivinha – 41 gols marcados
Maior número de gols em uma única partida: Toninho – 4 gols marcados – 27/4/1978 Palmeiras 6×0 Sampaio Correa-MA
Maior número de gols em uma única edição: Mirandinha – 21 gols marcados em 1986
Maior Vitória: 30/3/1984  Palmeiras 7×0 CRB-AL
Maior Derrota: 28/3/1981 Palmeiras 0x6 Internacional-RS e 21/9/2014 Palmeiras 0x6 Goiás-GO
Maior sequência invicta: 22 jogos em 1973
Maior sequência sem vencer: 10 jogos em 1985 e 2011
Maior série de vitórias: 8 jogos em 1993
Maior série de derrotas: 7 jogos em 2001

Números Gerais (1971 a 2014)

Jogos 1096
Vitórias 474
Empates 312
Derrotas 310
Gols Pró 1567
Gols Contra 1200
Saldo 367
Participações 41

 

TAÇA BRASIL  (1959 a 1968)
Jogos 27
Vitórias 12
Empates 6
Derrotas 9
Gols Pró 49
Gols Contra 39
Saldo 10
Participações 6

 

TORNEIO ROBERTO GOMES PEDROSA (1967 a 1970)
Jogos 77
Vitórias 41
Empates 22
Derrotas 14
Gols Pró 118
Gols Contra 73
Saldo 45
Participações 4

Títulos Conquistados:  1960, 1967 (Taça Brasil), 1967 (Torneio Roberto Gomes Pedrosa), 1969, 1972, 1973, 1993 e 1994

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Equipe Campeã Brasileira em 1994

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História do Campeonato Paulista – Rádio Gazeta AM

A história do Campeonato Paulista através dos seus campeões. Cinco programas especiais veiculados pela Rádio Gazeta AM, onde demos a nossa colaboração. Agradeço a todos por mais essa oportunidade, em especial as jornalistas Renata Camara e Regiane Ritter. Muito Obrigado!

Confira os cinco capítulos nos links abaixos:

Corinthians

http://www.gazetaam.com/especial-campeonato-paulista-1/

Palmeiras

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-2/

São Paulo

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-3/

Santos

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-4/

Portuguesa de Desportos e Demais Campeões

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-5/

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Campeão ou não, sempre Verdão!

Acompanho o Palmeiras desde minha infância. Mais precisamente, tenho recordações de episódios vividos ao lado do nosso querido alviverde desde 1987, quando pisei pela primeira vez num estádio de futebol e me encantei pela magia esmeralda e magnética do manto palestrino.

De lá para cá, passei por tudo ao lado do time do meu coração. Grandes vitórias, derrotas improváveis, jogos inexpressivos, partidas épicas, quebra-pau, corre-corre, sol, chuva, choro de alegria, choro de tristeza, raiva, loucura, paixão, títulos memoráveis e decepções incompreensíveis.

Na semana da decisão do título do Campeonato Paulista entre Palmeiras e Santos Futebol Clube, vencida justamente pelo time santista no domingo (3), estava lembrando de todas as finais que acompanhei com o Verdão.

De 1992 a 2015, foram 23 disputas de títulos que pude vivenciar como palmeirense. Ou seja, uma média de uma decisão por ano! Foram 13 títulos comemorados efusivamente como campeão e 10 vice-campeonatos.

Fiquei reflexivo e até com um certo sentimento de gratidão. Por vezes não damos conta como o tempo passa rápido e como os fatos que nos dão prazer  e sentido a nossas vidas passam mais rápido ainda.

Em algumas dessas batalhas sai vencedor ao lado do Palestra. Sentindo-me o homem mais feliz do mundo. O rei da cocada. Não cabendo em mim de tanta emoção e alegria. Em outras, com menor frequência, sai derrotado. Com um sentimento de um vazio profundo. Como se perdesse um ente querido e fosse o pior dos homens. Esfacelado. Destruído. Sem rumo.

A derrota para o Santos na decisão do Estadual dói, como todas as anteriores doeram. Escrever essas linhas e até mesmo tomar um cafezinho na padaria se torna um peso colossal para mim. Tudo é cinza. Não tem sabor. É indiferente. Não faz sentido.

Quando me vejo envolto nesse estado por conta do alviverde, logo me vem a cabeça uma reminiscência entoada a plenos pulmões pela torcida palmeirense nos tempos das vacas magras, no tenebroso e obscuro anos 80. Ela dizia o seguinte:

“Graças a Deus, Eu Sou Verdão.
E ele está no coração.
Ele ganhando, ele perdendo,
Sou palmeirense de coração!”

A lembrança juvenil que tenho dessa canção é de que ela era sempre cantada após uma tragédia palestrina. Ao ser entoada nas alamedas do Palestra Itália, ou qualquer outro estádio, ela soava como um bálsamo na alma amargurada da torcida alviverde.

Era um mantra que nos empurrava para frente. Dava alento. Era fraterna. Acolhia-nos em nossa dor. Era uma oração de “Pai Nosso” aos palestrinos que nos preparava para novas batalhas.

Ao fim da partida decisiva do Paulistão na Vila Belmiro, esse cântico nostálgico e romântico veio de encontro a minha mente e meu coração, caminhando reflexivo pelas ruas da cidade voltando para casa.

Logo Pensei:  não há motivo para tristezas, afinal o Palmeiras é isso! Essa gangorra de emoções que nos leva do céu ao inferno de modo fugaz. Apaixonante e incompreensível. Assim como é todo Grande Amor!

A Sociedade Esportiva Palmeiras seguirá o seu destino, com vitórias e derrotas, e escrevendo suas páginas heróicas, como manda a sua tradição de Glórias, pela eternidade.

Levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Temos muitas jornadas pela frente. Que venha o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil!

Campeão ou não, SEMPRE VERDÃO!

Abaixo todas as 23 decisões de títulos que acompanhei “in –loco” como torcedor palestrino:

1992 – Vice-Campeão Paulista;
1993 – Campeão Paulista, Campeão do Rio-São Paulo, Campeão Brasileiro;
1994 – Campeão Paulista, Campeão Brasileiro;
1995 – Vice-Campeão Paulista;
1996 – Campeão Paulista, Vice-Campeão da Copa do Brasil;
1997 – Vice-Campeão Brasileiro;
1998 – Campeão da Copa do Brasil, Campeão da Copa Sul-Americana Mercosul;
1999 – Campeão da Taça Libertadores, Vice-Campeão Paulista, Vice-Campeão do Mundo, Vice-Campeão da Copa Sul-Americana Mercosul;
2000 – Campeão do Rio-São Paulo, Campeão da Copa dos Campeões, Vice-Campeão da Copa Sul-Americana Mercosul, Vice-Campeão da Taça Libertadores;
2008 – Campeão Paulista;
2012 – Campeão da Copa do Brasil;
2015 – Vice-Campeão Paulista.

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