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Derby Centenário

Entrevista concedida a TV Bandeirantes – Programa Donos da Bola 19/01/2017

Centenário do Derby Paulista

Clique no link abaixo para assistir:

http://esporte.band.uol.com.br/osdonosdabola/videos/2016/01/19/16118992/palmeiras-e-corinthians-completam-cem-anos-de-rivalidade.html

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Artilheiro na Mooca

Com experiência no futebol paulista, o atacante Jorge Mauá quer fazer história com a camisa do Juventus. O camisa 9 ficou mais conhecido do torcedor juventino quando defendia o Nacional Atlético Clube. Em três clássicos realizados entre as equipes em 2015, o jogador anotou três gols a favor dos nacionalinos.

“Não sabia da importância e dimensão do clássico Juvenal, até jogá-lo. Foram jogos marcantes e que mobilizou muito os torcedores e os clubes. Isso é bem bacana. Aqueles gols foram importantes na minha carreira. Agora, quero marcar muitos gols defendendo o Juventus e dar alegrias a essa torcida”, falou Mauá.

Recentemente, no jogo-treino contra o Nacional, na rua Javari, pelo Juventus, o atacante deixou sua marca na goleada juventina por 4 a 0. “Foi muito bom. Comecei essa temporada fazendo gols e encerrei marcando. Estou muito feliz aqui no Juventus. Fui muito bem recebido e sinto que aqui é uma grande família. Quero colaborar para que possamos fazer um bom campeonato”, avaliou.

Sobre atuar na rua Javari, ele diz estar realizando um sonho. “Sei da força da torcida juventina. Incentiva do começo ao fim. Não vejo a hora de entrar na Javari lotada e sentir o apoio dos nossos torcedores”, concluiu.

Segundo o site da Federação Paulista de Futebol, Jorge Mauá anotou 24 gols por clubes paulistas na temporada 2016, sendo o maior artilheiro paulista do ano passado, somando apenas os gols por clubes do Estado. Foram sete gols no Paulista A-2 atuando pelo Taubaté e 17 gols pela Mauaense, onde foi vice-artilheiro do Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

No jogo-treino contra o Audax, vice-campeão Paulista da Série A-1, na tarde de quarta-feira (18), em Sorocaba, Jorge Mauá deixou sua marca, no empate em 2 a 2.
Foto Ale Vianna/Divulgação32391376655_03ca5bee47_k

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Reforço Grená

Junior Timbó atuará pela equipe do Clube Atlético Juventus no Campeonato Paulista da Série A-2. Com 26 anos de idade e passagens por equipes como Vitória-BA, América-MG, Chapecoense-SC, Bragantino e Portuguesa de Desportos, o meio campista será uma das opções para o setor do técnico Wilson Júnior no Moleque Travesso.

No futebol paulista, Junior Timbó ficou conhecido pela sua passagem na Lusa do Canindé. Ele fez parte do elenco da “Barcelusa”, campeã brasileira da Série-B em 2011, comandada pelo técnico Jorginho.

Timbó voltou para a Lusa em 2016 para o Campeonato Brasileiro da Série C, mas teve poucas oportunidades. Nessas duas passagens pelo time do Canindé, o jogador fez 14 jogos, marcando quatro gols.

O Juventus estreia na competição contra o Capivariano dia 28, sábado, às 16h, no estádio Conde Rodolfo Crespi, na rua Javari, na Mooca.

Foto: Ale Vianna/DivulgaçãoIMG-20170117-WA0012.jpg

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A esperança é Verde

Palmeirense praticante, sempre procurei acompanhar o time a lugares exóticos e interessantes. A Chapecó, próximo da Argentina, numa bela região progressista, não ia ser diferente.

Corria 2013, e embora na série B, era a primeira vez que o time desta cidade ia enfrentar um grande pelo campeonato nacional.  Cinco dias antes, fui de ônibus a Curitiba, de lá a Itajaí, pernoitei e continuei até Curitibanos, foi uma forma de apreciar Santa Catarina e seu ar europeu.

Lá, também pernoitei, e finalmente cheguei em Chapecó, na tarde da quinta-feira. Na rodoviária, me diverti com a escultura de um enorme porco. No hotel, bem hospedado, logo ao sair, naquele fim de tarde e noite, percebi e fiquei impressionado com a incorporação do clube com a cidade.

Em qualquer estabelecimento comercial, de serviços, janelas de residências, apartamentos, um símbolo, uma bandeira da Chapecoense. Nos dias seguintes, circulando com a camisa do Palmeiras, algumas vezes com um blusão da Mancha Verde, em nenhum instante fui contestado. Nas ruas, bem como dos veículos, só boas-vindas. Agradecia, até levantando os braços.

Fotografei a enorme e interessante estátua do Desbravador, homenagem aos pioneiros, e entrei na catedral Santo Antonio, ao lado. Almocei algumas vezes no Bandejão popular, também próximo, e fui duas vezes, a pé, ao distante shopping.

Na arena Condá, encontrei o guichê fechado, mas um segurança logo indicou uma funcionária do clube. Com ela, adquiri meu ingresso, e não faltou um bom papo com o pessoal em volta. Ao final, dei de lembrança para ela, funcionários e seguranças, os chaveirinhos do meu alviverde, recordações que o Luciano e o Matias, sempre me fornecem para essas viagens.

Na sexta-feira à noite, uma festa rolava na praça principal. Comprei um chopp e um salsichão, e procurava um lugar para sentar. Um grupo de torcedores da Chapecoense me chamou: “Oh, palmeirense, vem sentar com a gente!”. Fui, maravilhoso, ouvi e contei histórias, brinquei com o destino de um ônibus urbano: “Palmeiras”, soube quem foi o índio Condá, também um pioneiro, fiz amigos.

Calor, fui dormir por volta de duas da manhã. Combinamos, com qualquer resultado no sábado, de voltarmos aquele local. No dia do jogo encontrei velhos amigos palmeirenses, a turma de Joinville com o Elmo, os fanáticos do interior do Paraná, o Salvador, filho do Gatti, e o sempre presente japonês da Mancha. Com eles, acabei de distribuir os chaveirinhos para as crianças e mulheres presentes. Depois do jogo, voltei para a praça. A derrota do Palmeiras, por 1×0, pareceu uma coisa natural. Novamente bebi e troquei experiências esportivas e políticas.

No domingo, uns iam com as famílias a uma fazenda, e outros iam pescar no rio Uruguai. Fui convidado, mas achei inconveniente, resolvi descansar e ficar rodando ali pelo centro. Na despedida, um deles, perguntou se tinha conhecido a cooperativa Super Alfa. Disse que tinha passado em frente. Falou para eu ir na segunda pela manhã, antes de viajar, porque encontraria produtos de primeira linha a bons preços, que tinha um cartão de desconto e que também passaria por lá.

Na segunda, após ele mostrar a loja, não resisti, separei alguns salames italianos e queijos especiais que são exportados. No caixa, este amigo fez um embrulho caprichado e não aceitou meu pagamento. Fiquei sem ação, agradeci e disse que tentaria oferecer a mesma recepção quando fossem a São Paulo. Estes torcedores são comprometidos com atividades que quase não permitem viagens. Nunca vieram, mas mantenho alguns contatos.

Na minha volta, para ir ao longínquo aeroporto, um motorista que já tinha batido bons papos na praça, também fez um preço diferenciado. Mesmo gremista, deixei com ele o último exemplar das revistas do clube que sempre levo. Após a tragédia ocorrida, pasmo, só consegui enviar para estes amigos, um coração verde, com uma faixa de luto. E passei este dia da notícia tão chocante, lembrando de tantos fatos marcantes e tão próximos no tempo.

Recordei de uma Chapecoense, bem montada, também verde e branca, que subiu a série A, junto com o retorno do Palmeiras, em 2014. Memorizei seus jogadores recentes, que continuavam no processo evolutivo do clube, e quando da última partida de suas vidas. Depois deste jogo, sem retornarem ao vestiário, foram protagonistas da nossa festa pelo título de 2016. Foram aplaudidos e receberam a nossa esperança para a cartada mais histórica que viria, contra um também alviverde, o Nacional de Medellin.

O Palmeiras já tinha contratado um de seus melhores jogadores, o Hyoran. O Cleber Goiano tinha pedido ao ex-companheiro de clube, Bruno Rangel, uma camisa do Palmeiras para o filho. Em campo, Caio Junior, com marcante passagem como nosso treinador, abraçava os amigos, e as lembranças do Josimar e o do Ananias, ex-jogadores palmeirenses, não poderiam ser esquecidas. Ananias, depois jogando pelo Sport, em 2014, foi quem fez o primeiro gol no Allianz Parque. E para fechar, o Fabiano, revelado na Chapecoense, quis o destino, neste conjunto de fatos encadeados , fazendo o gol do título e combinado, após o jogo, com o goleiro Danilo, seu grande amigo, de comemorarem, juntos, o campeonato brasileiro e a Sul-Americana, que viria.

Afinal, por ironia, não foram suas mãos, como goleiro, mas seus pés, que garantiram esta final, eliminado o time do papa, o San Lorenzo. Este time do oeste catarinense, que sempre cresceu e nunca sofreu um rebaixamento, saberá, sem dúvida, distanciar dos oportunistas e se reerguer com altivez.

Mas como na vida, da mesma forma que podemos subir esperançosos num meteoro sem condutor, às vezes, somos obrigados a entrar numa carroça dirigida por irresponsáveis. E muitos falam, mas não sabem a força que tem o significado do verde. O senhor Alvadir Pelisser, com 90 anos, palmeirense, e um dos fundadores do clube catarinense, disse que essas cores são em razão do nosso Palmeiras. O mundo e a esperança torcem pela Chapecoense!

*** Texto produzido, vivenciado e enviado por Marcos Gama

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Juve goleia na Copinha

Na tarde de sexta-feira (6), o Moleque Travesso goleou o Sete de Setembro-AL pelo placar de 4 a 1, em jogo válido pela segunda rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior, no estádio Conde Rodolfo Crespi, na rua Javari.

Os gols juventinos foram marcados por: Barretos (2), Motta e Carlão. Com a vitória, o time juventino garantiu vaga para a próxima fase da competição, com uma rodada de antecipação, com seis pontos ganhos em dois jogos.

O adversário do Time da Mooca sairá do Grupo 27 formado por: Grêmio Osasco, Interporto-TO, Fluminense-RJ e Real Noroeste-ES

Barreto, camisa 6 do Moleque Travesso, abriu o placar aos 23 minutos da primeira etapa. Dando uma de centroavante, o lateral-esquerdo juventino aproveitou o desvio de cabeça do zagueiro Luiz Carlos no escanteio para balançar as redes adversárias.

Controlando as ações, o Juventus garantiu a vitória parcial e foi para os vestiários vencendo por 1 a 0.

Aos 24  minutos da segunda etapa, o árbitro marcou penalidade máxima contra os grenás. Maxmiller converteu a  cobrança e empatou a partida. Dois minutos depois, a resposta foi imediata. Novamente Barreto foi às redes. Ele desviou a cobrança de falta, colocando o Juventus em vantagem novamente.

O terceiro e quarto gols juventinos foram marcados já nos acréscimos. Carlão, aos 48 minutos, aproveitou o contra-ataque puxado por Dener e deixou sua marca. Aos 50 minutos, Motta tocou na saída do goleiro e deu números finais a partida.

O Juventus volta a campo pela última rodada da primeira fase no domingo (8), às 16h, contra o Figueirense-SC, no estádio da rua Javari, com entrada franca. O time grená lutará para se manter na liderança do Grupo.

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Fotos: Ale Vianna/ Divulgação C.A. Juventus

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Juventus na Copinha

Na tarde de quarta-feira (4), às 14h, o Juventus faz a sua estreia na Copa São Paulo de Futebol Júnior diante da Portuguesa de Desportos, no estádio Conde Rodolfo Crespi, na rua Javari, na Mooca, com entrada franca.

Os grenás lutam pelo seu segundo título na competição. A primeira conquista dos avinhados aconteceu em 1985. Em outras três ocasiões o Juventus foi às finais, sagrando-se Vice-Campeão da Copinha em 1989, 1990 e 2000.

Na história

Essa será a sexta vez que Juventus e Portuguesa de Desportos se enfrentam na história da Copa São Paulo. Em cinco jogos, foram duas vitórias do time da Mooca e três empates, com sete gols marcados e três gols contra.

Em 1989 os dois times se enfrentaram na semifinal da competição. Após empate em 0 a  0, o Juventus se classificou para a final ao bater a Lusa nos pênaltis por 3 a 1.

O último confronto aconteceu em 2006, em Taubaté, quando o Moleque Travesso venceu o rival por 3 a 1, em jogo válido pela segunda fase da competição.

Baixe aqui o Press Kit com toda a história do C.A.Juventus na Copa São Paulo:

Press Kit – Juventus – Copa São Paulo Futebol Júnior

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