Esportes

Tradição Juventina

O Clube Atlético Juventus inicia a montagem do seu elenco de futebol profissional que disputará o Campeonato Paulista da Série A-2. Na última semana o primeiro reforço apresentado foi o goleiro Deola que, entre outros clubes, defendeu as cores do Palmeiras.

Consciente ou inconscientemente, os mandatários grenás resgatam uma longa tradição de possuir em suas fileiras a camisa 1 do time da Mooca sendo defendida por arqueiros com passagens pelo alviverde de Parque Antártica.

Em 1930, Zeca, suplente palestrino na conquista do Tricampeonato Paulista de 32-33-34, chegou ao Juventus em 1936 já veterano e teve excelente desempenho no time da Mooca atuando por uma temporada em 1936.

Em 1938, o consagrado goleiro Jurandyr, pertencente ao Palestra, foi emprestado ao Juventus para uma única partida amistosa contra a Seleção Paulista e fechou a meta, garantindo a vitória grená.

Em 1954, nada mais nada menos que Oberdan Cattani, lendário goleiro alviverde, assinava com o time da Mooca. Na década de 50, Walter atuou pelo Juventus de 1952 a 1954. Seu bom desempenho garantiu uma transferência para o Verdão em 1955, retornando para o clube da Mooca no mesmo ano.

Picasso teve destacada passagem pelo Palmeiras nos tempos da Academia de Futebol nos anos 60. Era o reserva imediato de Valdir Joaquim de Moraes. Em busca de espaço, Picasso foi para o Juventus em 1966.

Nos anos 70, Donah e Bernardino atuaram por Palmeiras e Juventus. Na década de 80, Carlos Pracidelli se consagrou com a camisa 1 juventina, sendo campeão brasileiro da série B em 1983. Apesar de não atuar como goleiro do Palmeiras, anos mais tarde Pracidelli assumiu o cargo de preparador de goleiros do Verdão, revelando inúmeros talentos, com destaque para o pentacampeão Marcos, ídolo eterno dos palmeirenses.

Em 1995, Gilmar assumia o arco grená. Já veterano, o goleiro foi revelado pelo Palmeiras no final dos anos 70. Com a camisa juventina, foi uma garantia de segurança durante dois anos.

Nos anos 2000 o Juventus recebeu uma legião de goleiros formados no Palmeiras. Fernando, Fábio, Deola e Marcelo. Esse último se sagrou campeão paulista da Série A-2 em 2005 e da Copa Paulista de Futebol em 2007, tornando-se um verdadeiro ídolo do clube da Mooca.

Dez anos depois de sua primeira passagem pelo Juventus, o ex-palmeirense Deola volta à Rua Javari. Que ele mantenha essa longa tradição e seja peça chave na caminhada do time grená à elite Estadual.

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2 comentários sobre “Tradição Juventina

  1. Pingback: Portal da Mooca – TRADUÇÃO JUVENTINA POR FERNANDO GALUPPO

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