Esportes

Melhor do século XXI

No século XXI não houve um time na história da Sociedade Esportiva Palmeiras que conviveu mais com as vitórias como o elenco Campeão Brasileiro de 2018. Foram 48 triunfos em 77 jogos (contando os amistosos na América Central). O recorde anterior de vitórias numa única temporada nesse novo século havia sido em 2008, quando o Verdão registrou 38 vitórias em 71 jogos.

Foi também em 2018 o ano que o torcedor palmeirense mais vezes soltou o grito de gol. Foram 131 tentos marcados, superando a marca de 126 gols marcados nas temporadas de 2003 e 2004.

Pela primeira vez nesse século o Palmeiras terminou uma temporada sem derrotas superiores a dois gols de diferença. Isso aconteceu em apenas duas ocasiões nas derrotas para o Boca Juniors, no estádio da Bombonera, pela Copa Libertadores da América e para o Corinthians, na Arena Itaquera, pelo Campeonato Paulista.

Em 2018, registramos também o melhor saldo de gols em uma temporada nesse século com uma marca de 82 gols positivos. O recorde anterior havia sido em 2003 quando terminamos o ano com 57 gols positivos.

Nessa temporada, pela primeira vez na história do clube, um atleta terminou a temporada sendo artilheiro por duas competições. Borja foi o goleador máximo do Campeonato Paulista e da Copa Libertadores da América. Algo inédito.

Registramos a Melhor Campanha da história do Campeonato Brasileiro em um único turno na era dos pontos corridos (2003 em diante) com 47 pontos conquistados no segundo turno, obtivemos a Maior sequência invicta da competição com 23 partidas invictas, melhor ataque, melhor defesa, maior número de vitórias, menor número de derrotas, melhor desempenho como visitante, melhor desempenho como mandante, líder de arrecadação, craque do campeonato com o atacante Dudu e o melhor técnico do campeonato com Luiz Felipe Scolari.

Nesse ano, conquistamos feitos expressivos como aplicar a maior vitória de um clube estrangeiro sobre o Boca Juniors atuando no estádio do rival em jogos por competições oficiais.Quebramos o incômodo tabu de 16 anos sem vencer o São Paulo Futebol Clube no estádio do Morumbi. Após 17 anos voltamos a disputar uma semifinal de Copa Libertadores da América. Entre outros.

Nas arquibancadas, quebramos o recorde de público do novo Palestra Itália com 41.256 pagantes presentes na partida entre Palmeiras 3×2 Vitória, pelo Brasileirão.

Além desses recordes e marcas alcançados pelo futebol profissional, os palmeirenses puderam se orgulhar também do seu futebol de base e dos esportes olímpicos do clube. Pelo segundo ano consecutivo, o alviverde classificou todas as suas cinco categorias de base do futebol para as finais do Campeonato Paulista. Feito inédito que nenhum outro clube na história jamais conseguiu.

Foram 25 conquistas alviverdes nas categorias de base do futebol, sem contar premiações individuais e convocações de atletas para a seleção brasileira:

Torneio Ibercup – Etapa Brasil (Sub-10)
GO Cup (Sub-11)
Copa Bellmare U-11 Internacional (Sub-11)
1ª Copa Internacional de Avanhandava (Sub-12)
Copa Puma Toreros (Sub-12)
Mito Hollyhock Cup (Sub-13)
Campeão Paulista (Sub-13)
Encontro de Futebol Infantil Pan-Americano (EFIPAN) (Sub-14)
Tokyo U-14 International Youth Football Tournament (Sub-14)
Dani Cup (Sub-14)
Campeão Brasileiro (Sub-14)
Copa do Brasil de Futebol Infantil (Sub-15)
Torneio We Love Football (Sub-15)
Torneio FAM CUP – Série Prata  (Sub-16)
Saitama International Football Festival (Sub-16)
Salvador Cup – Série Prata (Sub-16)
Copa Santiago de Futebol Juvenil (Sub-17)
Scopigno Cup (Sub-17)
Mundial de Clubes (Sub-17)
Campeão Paulista (Sub-17)
Torneio de ICTG Uitgeest (Sub-20)
Torneio de Terborg (Sub-20)
CEE Cup (Sub-20)
Campeão Brasileiro (Sub-20)
Campeão Paulista (Sub-20)

Foram 16 conquistas coletivas nos esportes olímpicos que militamos, sem contar as centenas de conquistas individuais e convocações para as seleções brasileiras das respectivas modalidades:

Basquete

Campeão Paulista (Mirim)
Copa Brasil de Clubes (Infanto-Juvenil)
Campeão Estadual (Infanto-Juvenil)

Futebol Americano

Campeão Metropolitano (Adulto Feminino)

Futsal

Campeão Metropolitano (Sub-16)
Taça Brasil de Futsal (Sub-9)
Campeão Estadual (Sub-10)
Campeão Estadual (Sub-12)
Campeão Estadual (Sub-16)

Futebol de Mesa

Campeão Paulista (Adulto Masculino)

Ginástica

Campeão Estadual (Adulto)
Campeão Estadual (Categoria de Base)
Campeão Pan-Americano (Infanto-Juvenil)

Hóquei in Line

Campeão Paulista (Adulto)
Campeão Copa São Paulo (Sub-20)

Tênis

Campeão Paulista Interclubes (Especial Adulto Masculino)

Esse é o maior legado que toda a coletividade esmeraldina sonha e deseja. Nossa tradição se faz com títulos e troféus. Seguimos fortes nessa direção. É missão de fé dos nossos gestores impulsionar cada vez mais a grandeza do nosso querido Alviverde.

Nesse particular, estamos muito bem representados. Temos na figura do presidente Maurício Galiotte um gestor com perfil conciliador, apaixonado pelo clube e capaz de nos conduzir com sabedoria e competência. Não à toa, obtivemos todos os prêmios de gestão e reconhecimento dos principais veículos e órgãos que avaliam a administração dos clubes esportivos.

Temos também um parceria sólida que nos oferece um invejável suporte financeiro para mantermos a nossa excelência esportiva, na figura da FAM e Crefisa, empresas comandadas pelos conselheiros José Roberto Lamacchia e Leila Pereira.

Aliado a isso um corpo de profissionais, colaboradores, conselheiros e diretores que atuam em todas as esferas do clube com dedicação ímpar, paixão e capacidade acima da média.

Acima de tudo, uma torcida apaixonada, que conduz esse sentimento de palestrinidade com alma e coração, em todos os momentos!

Estamos no caminho certo. Somos a Sociedade Esportiva Palmeiras!

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO À TODA FAMIGLIA PALMEIRENSE!

QUE 2019 SEJA AINDA MAIS ALVIVERDE E REPLETO DE NOVOS FEITOS E CONQUISTAS!

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FORZA VERDÃO!!!

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Deixa chover

O assunto principal no noticiário do Palmeiras nos últimos dias tem como alvo a torcida do Palmeiras. Menos por nossa festa e paixão, pelo contrário. E isso diz respeito a mim. Diz respeito a todos nós de Alma Palestrina.

De repente, a nossa torcida através do novo estádio palestrino elitizou o futebol, viramos nutella, capuccino, segregadores, coveiros do jogo raiz e outros tantos adjetivos jocosos. Apresentaram até comparativos, com valores e números, que provam isso. Um estudo “profundo” sobre o que fazemos nas bilheterias pós-Arena.

Somos o ponto fora curva contra o status quo futebolístico, recentemente. Isso parece incomodar alguns setores da imprensa e os rivais. A partir de então, tentam diminuir o sentimento do Palmeirense de todas as formas e como puderem com rótulos caricatos.

Prestem atenção nisso, Palmeirenses. Sempre há uma pequena ironia contra o nosso clube, contra nossos parceiros, contra nossos apoiadores, nossas conquistas e nossa torcida.

Há uma má vontade em aceitar que hoje estamos num patamar acima dos demais. Ponto Final. Sem arrogância. Sem prepotência. Fato. São os ciclos da bola. Já purgamos por muito tempo no inferno. Mas agora estamos mais próximos de uma trilha que nos leve ao céu que tanto sonhamos.

Com nossas próprias forças construímos o melhor e mais eficiente programa de sócio torcedor. Com nossa própria mobilização temos a melhor média de público dos últimos anos. Com nosso próprio esforço oferecemos ao clube as maiores rendas do futebol sul-americano. Com nosso próprio dinheiro temos a melhor arena de futebol desse continente. Com nossas receitas temos um time competitivo e que nos orgulha.

Caminhamos com as nossas pernas. Mérito nosso. De todos nós! Da gente palmeirense que não mede esforços para ver seu clube de coração sempre no lugar mais alto.

Não somos melhores que os demais. Muitos clubes tem uma história de lutas e superação tão belas quanto a nossa. A eles batemos palmas e sabemos reconhecer quando estão acima e nos servem como parâmetros. A recíproca, entretanto, não é verdadeira. Inventam esquemas, fair plays, negociações, bastidores, picuinhas e misérias de toda ordem. Uma pobreza de espírito de dar pena!

Mas isso não cola mais. É artifício ultrapassado. Não cabe no mundo em que vivemos, onde cada vez mais selecionamos aquilo que serve e o que não presta para nós. Um arbítrio saudável e eficaz.

Provocamos inveja e dor de cotovelo em muita gente. Isso acontece desde 1914. Não é novo. Talvez agora seja mais evidente pela massificação e acesso aos meios de comunicação. Em outros tempos, fomos tachados de quinta coluna, carcamano, italianinho e tantos outros termos pejorativos. Mudam as expressões, mas a praxe é a mesma, de lá pra cá.

Mas aqui estamos cada vez mais fortes e gloriosos, porque é dever de cada geração de palestrinos lutar e defender esse sonho verde e branco contra toda maledicência, afinal o melhor do Palmeiras é o seu torcedor.

Continuamos sendo fanáticos, cornetas e amendoins. Não mudamos nossa maneira de ser e de torcer. De cantar e vibrar. O palmeirense continua sendo palestrino, em qualquer tempo, lugar e situação. Mesmo com todas as limitações e transformações que a cada dia agentes internos e externos criam para frear nossa emoção.

Hoje, chegamos a um grau de que até mesmo um torcedor (consumidor) pode acionar o clube se a chuva o incomodar, por exemplo. Essa é a evolução não só do futebol. Mas de todos os setores da vida, onde o cidadão a cada dia tem mais voz e direitos. Essa é a verdadeira forma democrática de se expressar, concordando ou não.

Feliz é a instituição que pode acolher com o mesmo respeito os satisfeitos e os insatisfeitos. Os prós e os contras. Os aliados e os antis. E dentre esses buscar um equilíbrio na forma da lei e do bom senso. Isso chama-se civismo.

Mais feliz ainda é a instituição que pode bater no peito e dizer de cara limpa que aquilo que possui é fruto do suor, trabalho e capacidade de seu povo, sem usufruir do bem alheio de modo espúrio, como uns e outros clubes por aí, que gozam de prestígio e simpatia, mas não pagam o que devem aos cofres públicos (e como devem).

Sou do tempo do cimentão da arquibancada. Quantas chuvas tomamos no antigo Palestra Itália e em outros estádios que acompanhamos nosso querido Verdão. Quando ela caía, a torcida explodia como um chamamento entoando: “Deixa chover, deixa molhar. É no molhado que o Verdão vai golear!!!”.

Foi debaixo de um dilúvio que assisti dois jogos épicos que guardo na memória, em particular. Palmeiras 1×0 Corinthians, pela segunda fase do Campeonato Paulista, no estádio do Morumbi, no dia 8 de novembro de 1992, com 80 mil pessoas. Evair, em cobrança de falta, no fim do segundo tempo, marcou um golaço que nos deu a vitória. Festa molhada!

Veja o vídeo dessa partida:
https://www.youtube.com/watch?v=nUd_RanlQ8s

Outro momento inesquecível, foi também em 1992. Uma semana antes, no estádio Palestra Itália lotado, no dia 29 de outubro, pelo Paulistão, Cuca de cabeça marcou o gol da classificação para a fase final do Estadual, na vitória contra o Bragantino pelo placar de 1 a 0, em meio a uma tempestade, nos acréscimos.

Veja o vídeo dessa partida:
https://www.youtube.com/watch?v=f8gS-UEtS-I

Que muita chuva caía sobre nós palestrinos. De gols, de títulos, de papel picado, de emoções! Que no palco moderno, cantemos o coro da tradição, abençoando nossa casa, nosso pavilhão e nossa gente!!!

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FORZA VERDÃO!!!

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