Esportes

Semifinais do Paulistão

Os quatro maiores clubes do futebol paulista estão todos classificados para a fase semifinal do Campeonato Paulista de 2018. Palmeiras e Santos se enfrentam em dois jogos no estádio do Pacaembu. O primeiro embate será nesse sábado (24), às 19h, apenas com torcida santista. A partida de volta acontece na terça-feira (27), às 20h30, apenas com torcedores palestrinos.

No outro confronto, corintianos e são paulinos  se encaram em busca da outra vaga na final. O primeiro encontro será no domingo (25), às 16h, no estádio do Morumbi, com presença apenas de tricolores. O jogo de volta acontece na quarta-feira (28), às 21h45, na Arena de Itaquera, apenas com torcedores alvinegros.

Essa será a oitava vez em toda a história do Campeonato Estadual que os quatro grandes chegam juntos à fase semifinal. A primeira vez que isso aconteceu foi em 1983. Nas ocasiões anteriores, o Corinthians conquistou três títulos (1983, 1999, 2009), São Paulo dois troféus (1987 e 2000), Santos dois canecos (2011 e 2015) e apenas o Palmeiras nunca venceu o Paulistão quando as quatro maiores forças do Estado estiveram todas juntas reunidas nessa fase decisiva em confrontos eliminatórios. O Verdão chegou em duas finais e ficou com o vice-campeonato em 1999 e 2015.

O time do Parque São Jorge é a equipe que mais superou os seus tradicionais rivais nos confrontos diretos, contando também a decisão. Eis o retrospecto: Corinthians (8 eliminações a favor), Santos (6 eliminações a favor), São Paulo (5 eliminações a favor) e Palmeiras (2 eliminações a favor).

Grandes nas semifinais

Edição 1983
Semifinais
São Paulo x Santos – São Paulo eliminou o Santos
Palmeiras x Corinthians – Corinthians eliminou o Palmeiras

Final
Corinthians x São Paulo
Campeão: Corinthians

Edição 1987
Semifinais
Palmeiras x São Paulo – São Paulo eliminou o Palmeiras
Corinthians x Santos – Corinthians eliminou o Santos

Final
Corinthians x São Paulo
Campeão: São Paulo

Edição 1999
Semifinais
Palmeiras x Santos – Palmeiras eliminou o Santos
Corinthians x São Paulo – Corinthians eliminou o São Paulo

Final
Palmeiras x Corinthians
Campeão: Corinthians

Edição 2000
Semifinais
Palmeiras x Santos – Santos eliminou o Palmeiras
Corinthians x São Paulo – São Paulo eliminou o Corinthians

Final
Santos x São Paulo
Campeão: São Paulo

Edição 2009
Semifinais
Palmeiras x Santos – Santos eliminou o Palmeiras
Corinthians x São Paulo – Corinthians eliminou o São Paulo

Final
Corinthians x Santos
Campeão: Corinthians

Edição 2011
Semifinais
Santos x São Paulo – Santos eliminou o São Paulo
Palmeiras x Corinthians – Corinthians eliminou o Palmeiras

Final
Corinthians x Santos
Campeão: Santos

Edição 2015
Semifinais
Santos x São Paulo – Santos eliminou o São Paulo
Palmeiras x Corinthians  – Palmeiras eliminou o Corinthians

Final
Palmeiras x Santos
Campeão: Santos

Palmeiras contra Santos

O Verdão enfrentou o Peixe na fase semifinal do estadual em quatro oportunidades,  ao longo dos tempos: 1999, 2000, 2009 e 2016.

O time da Vila Belmiro leva ampla vantagem contra o alviverde. Os palestrinos só superaram o seu tradicional em uma única ocasião, justamente no primeiro encontro entre ambos em 1999.

Naquela ocasião, no primeiro jogo, o Verdão foi derrotado por 2 a 1 no jogo de ida no Morumbi. No jogo de volta, também no estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Palmeiras devolveu o placar de 2 a 1 e eliminou os santistas, garantindo vaga na grande decisão.

Em 2000, o confronto também foi realizado em jogos de ida e volta, registrando empate em 0 a 0 e vitória santista por 3 a 2, numa virada espetacular, após o time palmeirense abrir 2 a 0 no placar, no estádio do Morumbi.

O terceiro embate entre alviverdes e alvinegros aconteceu em 2009. Também em dois confrontos, os santistas venceram o Verdão por 2 a 1 nos jogos na Vila Belmiro e Palestra Itália.

Em 2016, em jogo único no estádio da Vila Belmiro, houve empate em 2 a 2. O atacante Rafael Marques fez os dois gols palestrinos nos minutos finais da partida, quando os santistas venciam por 2 a 0. O jogo foi para a decisão por pênaltis e o time do litoral paulista venceu por 3 a 2. Barrios, Fernando Prass e Rafael Marques perderam as penalidades máximas para os palestrinos. Cleiton Xavier e Jean converteram as suas cobranças.

O fato curioso dessa partida foi o goleiro Fernando Prass ter defendido o pênalti cobrado pelo meia Lucas Lima, que hoje atual pelo Verdão.

Foi esse também o primeiro clássico da história do futebol paulista com torcida única, ou seja, sem torcida adversária, por determinação da lei.

Semifinais na década

De 2008 para cá, ano em que o Palmeiras venceu o seu último título estadual, essa é a oitava vez que o alviverde chega na fase semifinal do torneio. Os palmeirenses só ficaram ausentes em 2010, 2012 e 2013.

Nas sete ocasiões anteriores, os palestrinos conseguiram a vaga para a final por duas vezes, nos anos de 2008 e 2015.

Confira todos os confrontos palestrinos nas semifinais do Paulistão na última década:

2008 – Palmeiras eliminou o São Paulo
2009 – Palmeiras foi eliminado pelo Santos
2011 – Palmeiras foi eliminado pelo Corinthians
2014 – Palmeiras foi eliminado pelo Ituano
2015 – Palmeiras eliminou o Corinthians
2016 – Palmeiras foi eliminado pelo Santos
2017 – Palmeiras foi eliminado pela Ponte Preta

*** Colaborou com as informações o pesquisador Valdir Palmeirense de Diadema

torcida

FORZA VERDÃO!!!

 

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Inveja mascarada de ódio

Inicia-se mais uma semana decisiva na vida da Sociedade Esportiva Palmeiras. E com ela a inveja mascarada de ódio contra o alviverde e toda sua coletividade emergiu com força total de todos os lados.

Primeiro o anúncio de que o Verdão foi processado, mais uma vez, por causa da contratação do meio campista Wesley, em 2012. Carlos Alberto Duarte Moreira Filho, da empresa Toksai, entrou com uma ação no Tribunal de Justiça de São Paulo contra o clube alviverde pedindo R$ 7,9 milhões, referente à restituição do valor investido na negociação.

Depois, a polêmica reunião do Conselho Arbitral para a definição das datas e locais para a disputa das quartas de final do Campeonato Paulista, onde os interesses da Rede Globo de Televisão e da Federação Paulista de Futebol se mostraram contrários ao que pleiteava o Verdão.

Na sequência, o procurador Vinicius Marchetti, do TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) de São Paulo denunciou o goleiro Jailson, o volante Felipe Melo e o atacante Dudu no artigo 258 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), por atitude contrária à ética ou disciplina, que prevê pena de suspensão de uma a seis partidas. Jailson também foi enquadrado no artigo 254 (praticar jogada violenta), com pena semelhante.

Agora, o meia Gustavo Scarpa foi retirado do Boletim Informativo Diário (BID) da CBF como atleta do Palmeiras. A entidade foi notificada pelo Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, que cassou a liminar que desvinculava Scarpa do Fluminense.

Tudo isso em uma semana. Num momento de decisão. NADA É POR ACASO!

Era mais que sábido que as forças ocultas que regem os bastidores do futebol agiriam  (e ainda agirão) contra o Palmeiras, a fim de desestabilizá-lo de todas as formas. Isso é histórico na vida palestrina. Uma velha e asquerosa artimanha que usam desde os primórdios para frear a vontade incontrolável pelas Glórias dos palestrinos.

Em 1918, o alviverde já era apontado como uma potência do futebol paulista, dono de uma popularidade enorme e candidato a conquista do título. A equipe brigava pelas primeiras colocações contra o Club Atlético Paulistano. Time da elite e da aristocracia paulistana, que era apoiado pela família Mesquita, que entre outros negócios, controlava o principal veículo de imprensa da cidade, o Jornal Estado de São Paulo.

Temendo um sucesso palestrino diante do seu rival que até aquele momento dominava as conquistas futebolísticas, iniciou-se uma campanha de provocação no jornal contra os decentes de italianos e os palestrinos. No jogo entre ambos, após uma arbitragem tendenciosa a favor do Paulistano, os palestrinos abandonaram a competição, após reunião e deliberação de todos os seus associados e diretores, devido aos desrespeitos sofridos.

Em 1924 novo abandonado do campeonato. O Palestra Itália se sentiu desrespeitado, mais uma vez, após as punições severas aos seus atletas, tendo cinco jogadores da equipe titular sendo alijados da disputa do torneio pelo Tribunal de Justiça, logo nas primeiras rodadas.

Em 1930, um gol legítimo do Palestra Itália mal anulado pelo juiz Francisco Santana no jogo diante do Corinthians no Parque São Jorge no dia 4 de maio impediu que o Verdão conquistasse mais um título paulista em sua gloriosa história. O Palestra dominava o seu arqui-rival e já o vencia por 1 a 0. Os jogadores, comissão técnica e torcida perderam a calma com o juiz da partida. Houve muita confusão dentro e fora do campo. Mesmo com a vitória parcial, o Palestra negou-se a prosseguir no jogo e retirou-se do gramado, entregando o título para o rival.

Em 1942 a mais severa das disputas palestrinas dentro e fora de campo, que por imposição governamental culminou com a mudança de nome do clube e todas as suas referências ancestrais. Manobras e artifícios de todos os genêros foram evocados por nossos inimigos para usurpar nosso estádio e aniquilar a existência e continuidade da instituição. No fim, patrimônio mantido e título conquistado pelos palestrinos.

Em 1944, Palmeiras e São Paulo disputavam o título Paulista. Subitamente, no meio da semana que antecedia o clássico decisivo entre ambos, o Tribunal de Penas Desportivas, recém-criado pela Federação Paulista de Futebol, decidiu suspender o médio volante argentino Dacunto, do Palmeiras. Mesmo sem o jogador, o Verdão sagrou-se campeão ao superar o seu rival.

Na final do Paulistão de 1971, entre Palmeiras e São Paulo, o atacante palmeirense Leivinha marcou gol legal de cabeça em Sérgio Valentim, mas o árbitro Armando Marques entendeu que o meia utilizou a mão para colocar a bola no fundo do gol são-paulino, anulando um gol legal. Dulcídio Wanderley Boschilia, bandeirinha da partida, correu para o centro do campo depois da cabeçada de Leivinha e, no fim do jogo, não hesitou em falar à imprensa que tinha tomado tal atitude pois o gol havia sido legal. O título acabou em posse dos tricolores.

Em 1972, o atacante palmeirense Cesar Maluco ofendeu moralmente o árbitro Renato de Oliveira Braga em uma partida contra o XV de Piracicaba. Foi suspenso do futebol por nove meses e praticamente teve sua carreira encerrada no Palmeiras, numa das mais severas punições a um atleta de futebol jamais vista, até então.

Em 1979, o então presidente do Corinthians, Vicente Matheus, paralisou as semifinais entre Palmeiras e o seu clube, manipulando a tabela de jogo em favor do time do Parque São Jorge,  sob alegação de que não participaria de rodadas duplas. Com conivência do então presidente da Federação Paulista de Futebol, Nabi Abi Chedid, sócio benemérito do time alvinegro, o campeonato ficou parado e Matheus quebrou o embalo palmeirense, que vivia melhor momento que seu maior rival. O Verdão foi eliminado e o alvinegro campeão.

Em 1997, o atacante Edmundo, que defendia o Vasco da Gama, na decisão do Campeonato Brasileiro, entre Palmeiras e os cariocas, recebeu o terceiro cartão amarelo no primeiro jogo da final, o que o suspenderia da última partida. Seguindo orientações da direção vascaína, comandada por Eurico Miranda, forçou sua expulsão nos minutos finais da partida para com um efeito suspensivo atuar no Maracanã no segundo jogo. A manobra deu resultado e os vascaínos foram campeões após um empate em 0 a 0.

Em 2008, na primeira semifinal do Campeonato Paulista, entre Palmeiras e São Paulo, o atacante são-paulino Adriano abriu o placar no Morumbi usando o braço direito para empurrar a bola para a rede. O trio de arbitragem validou o lance e o São Paulo venceu o Palmeiras por 2 a 1.

Litígios recentes com o Fluminense por jogadores também tem sido uma constante no caminho palmeirense. Em 2007, o Verdão assinou pré-contrato para ter o meia Thiago Neves, mas o jogador foi para as Laranjeiras. Em 2011, aconteceu o mesmo com o meia Martinuccio.

Outro caso emblemático foi em 2006, quando o lateral-direito Ilsinho deixou o Palmeiras para ir para o São Paulo sem custos. Alan Kardec em 2014 e Wesley em 2015 repetiram o gesto de Ilsinho e saíram de graça do alviverde para o tricolor paulista.

Listamos alguns dos tantos embates dentro e fora dos campos que os palestrinos de todas as épocas travaram. Não seria diferente desta vez. Em todos os casos, o espírito palestrino se manteve em unidade, lúcido e sereno, a fim de se fortalecer para os enfrentamentos que se punham como obstáculo em nossa caminhada.

Agora, podemos não ter na reta final do Paulista os atletas: Jailson, Dudu, Felipe Melo, Gustavo Scarpa e Borja (este último por uma provável convocação para a Copa do Mundo). Todos elementos chaves da equipe do técnico Roger Machado.

Jailson responde pela melhor defesa do campeonato. Felipe Melo responde pelo melhor desarme do campeonato. Borja responde pelo melhor ataque do campeonato. A espinha dorsal palestrina pode ser neutralizada por um adversário que não entra em campo para os olhos comuns justamente num momento de decisão.

Agora, é a hora de nos mantermos cada vez mais unidos, todos nós palmeirenses sob a mesma bandeira gloriosa do alviverde, para combater com ardor todo o ranço que nos depositam. Sem receios. Sem temor. Com esperança, energia e fé inabaláveis.

Seguindo a nossa tradição de lutas, como os velhos palestrinos nos ensinaram, vamos passar por tudo isso, transformando a lealdade em padrão, pois de fato nascemos para ser Campeão! O maior do Brasil. O maior do século no país do futebol. Contra tudo e contra todos!

periquito

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Lambendo as feridas

Mês de Abril. Eduardo Baptista no comando do Palmeiras. Jogo de ida contra a Ponte Preta válido pela semifinal do Campeonato Paulista em Campinas. Em 30 minutos, Palmeiras sofre três gols e vê a vaga para a final do estadual distante.

Mês de Junho. Cuca no comando do Palmeiras. Jogo de ida válido pelas quartas de final da Copa do Brasil no estádio Palestra Itália. Em 30 minutos, Palmeiras sofre três gols e, apesar da reação, é eliminado pelos gols sofridos em casa.

Mês de Novembro. Alberto Valentim no comando do Palmeiras. Jogo decisivo diante do maior rival pelo Campeonato Brasileiro na casa do adversário. Em 30 minutos, Palmeiras sofre três gols e dá adeus a disputa do título nacional.

Nada é por acaso. Jogamos sem qualquer proteção defensiva durante todo o ano. Todo aberto. Com um meio campo pobre, sem capacidade de criação e marcação. Laterais inexistentes. Erros capitais nos momentos decisivos, na defesa e no ataque. Individualidades abaixo da média e não representando o fator decisivo que assumiam outrora.

Soma-se a isso as diversas mudanças de comando. Um bastidor confuso e contratações equivocadas, que tornaram nosso elenco inchado e desequilibrado.

Sintomático é que em todos os momentos em que dependemos apenas das nossas forças, esse atual elenco deixou muito a desejar e nos frustrou. Não conseguimos fazer um grande jogo sequer nessa temporada.

Nos clássicos, um desempenho apático. Três derrotas contra o maior rival. Duas vitórias e uma derrota contra um cambaleante São Paulo. Uma vitória e duas derrotas contra o Santos. Nesses nove jogos, 13 gols sofridos e 11 gols marcados. Um saldo pífio.

Eliminações prematuras no Paulista, Copa do Brasil, Libertadores e Brasileiro. Um ano em que foi prometido o céu aos torcedores, com ostentação milionária, acaba de forma melancólica e amarga!

Que os egos não ceguem as cabeças pensantes da Sociedade Esportiva Palmeiras e que tenham luz para tomarem as decisões necessárias e reformular um elenco mofado, sem brilho e que está aquém das nossas expectativas.

A hora é de ter lucidez, analisar os erros cometidos (que foram além do limite em todas as esferas), lamber as feridas e recuperar o espaço perdido, projetando um 2018 de acordo com as tradições palestrinas!

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Pintando o Sete

O choque-rei na manhã desse domingo (13) vencido pelo Palmeiras pelo placar de 2 a 0 pelo Campeonato Paulista, no estádio do Pacaembu, entrou para a história do Verdão como a sua maior sequência de jogos sem perder para o Tricolor Paulista em jogos válidos pelo Estadual.

Desde 2010 o time palmeirense acumula sete partidas invictas contra o time do Morumbi, sendo 4 vitórias e 3 empates.

O recorde atual também registra o maior período (em anos) sem perder para os são paulinos na competição. São seis anos consecutivos que o Palmeiras se mantém invicto contra o seu tradicional rival, fato inédito na vida palestrina em Estaduais.

Anteriormente, o recorde de jogos sem perder para o São Paulo Futebol Clube no Paulistão havia sido seis partidas seguidas por duas ocasiões, justamente nos períodos da Primeira e Segunda Academia, nos anos 60 e 70, respectivamente.

A primeira fase invicta aconteceu de 8/8/1965 a 3/12/1967 (com 4 vitórias do Palmeiras e 2 empates). A segunda fase aconteceu de 21/5/1972 a 10/11/1974 (com 1 vitória e 5 empates).

A vitória desse domingo também pôs fim a um incomodo tabu. O Verdão não ganhava um choque-rei como visitante há 14 anos.

Contando todos os confrontos entre as equipes, o Palmeiras não perde para os são-paulinos desde novembro de 2014 (4 partidas, com 3 vitórias alviverdes e 1 empate).

Confira a maior sequência invicta do Palmeiras contra o São Paulo pelo Paulistão:

21/2/2010 Palmeiras 2×0 São Paulo – Robert (2)
27/2/2011 Palmeiras 1×1 São Paulo – Adriano
26/2/2012 Palmeiras 3×3 São Paulo – Daniel Carvalho, Barcos (2)
10/3/2013 Palmeiras 0x0 São Paulo
02/2/2014 Palmeiras 2×1 São Paulo – Alan Kardec, Valdivia
25/3/2015 Palmeiras 3×0 São Paulo – Robinho, Rafael Marques (2)
13/3/2016 Palmeiras 2×0 São Paulo – Dudu, Robinho

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Torneio Sul-Americano

O Palmeiras disputa a final da Copa Antel contra o Nacional-URU, no estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai, às 23h15, nesse sábado, 23 de janeiro. A partida terá transmissão ao vivo pelos canais de Tv a Cabo Sportv e Espn Brasil.

A equipe alviverde vai em busca de sua primeira taça na atual temporada e também do seu sexto título em torneios preparatórios sul-americanos, em nove disputados ao longo de sua centenária trajetória.

Justamente no palco da final, em 1947, o Palmeiras disputou o seu primeiro torneio sul-americano. Com Boca Juniors-ARG, River Plate-ARG, Nacional-URU e Peñarol-URU, o Verdão participou do Torneio do Atlântico, em Montevidéu, no Uruguai. O time palmeirense terminou em quinto lugar.

Em 1956, Palmeiras, Corinthians, Santos, São Paulo, Nacional-URU, Boca Juniors-ARG e Newell`s Old Boys-ARG participaram da Taça Roberto Gomes Pedrosa, realizada em São Paulo. O Verdão ficou em quarto lugar.

Em 1962, o Palmeiras participou de dois torneios e teve 100% de aproveitamento. O primeiro aconteceu em Manizales, na Colombia, contra o Once Caldas-COL e o Milionarios-COL. O time palmeirense venceu os dois rivais colombianos e faturou o caneco.

A segunda conquista em 1962 foi em Lima, no Peru. Palmeiras, Botafogo-RJ, Sporting Cristal-PER e Universitario-PER disputaram o Torneio Quadrangular de Lima. O alviverde venceu seus três adversários e ficou com a taça.

Em 1964, o Verdão foi ao Chile disputar o Torneio Quadrangular de Santiago, com Independiente-ARG, Universidad Católica-CHI e Universidad do Chile-CHI. Com uma vitória, um empate e uma derrota, o Verdão ficou com o vice-campeonato, por obter menor número de pontos em relação aos argentinos.

Em 1965, o Verdão foi convidado para Torneio IV Centenário do Rio de Janeiro, junto com Fluminense-RJ, Peñarol-URU e Seleção do Paraguai.

Na primeira partida o alviverde goleou a Seleção do Paraguai por 5 a 2 e superou na final o Peñarol-URU na decisão por pênaltis, ao vencer por 1 a 0, após empate em 0 a 0, no tempo normal, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Em 1970, o Palmeiras foi convidado para participar do Torneio de Cochabamba, na Bolívia, junto com Portuguesa de Desportos, Litoral-BOL e  Jorge Wilstermann-BOL. Os dois times brasileiros terminaram em primeiro lugar na disputa, com o mesmo número de pontos.

Por terem outros compromissos já agendados e um calendário apertado, os dirigentes de Lusa e Palmeiras decidiram dividir o título de campeão, sem que houvesse a partida final.

O último torneio Sul-Americano que o Palmeiras disputou foi o  Torneio de Mar del Plata, em 1972, ao lado de San Lorenzo-ARG, Boca Juniors-ARG e Peñarol-URU. O Verdão sagrou-se campeão invicto, por acumular o maior número de pontos.

Confira os jogos decisivos dos torneios sul-americanos disputados pelo Palmeiras ao longo da história:

1947 – Palmeiras 1×3 River Plate-ARG – Torneio do Atlântico – Palmeiras 5 Lugar

1956 – Palmeiras 2×0 São Paulo – Torneio Roberto Gomes Pedrosa – Palmeiras 4 Lugar

1962 – Palmeiras 4×0 Milionarios- COL – Torneio de Manizales – Palmeiras Campeão

1962 – Palmeiras 1×0 Botafogo-RJ – Torneio Cidade de Lima – Palmeiras Campeão

1964 – Palmeiras 0x0 Universidad do Chile – Torneio Quadrangular do Chile – Palmeiras Vice-Campeão

1965 – Palmeiras 0x0 Peñarol-URU – Torneio IV Centenário do Rio de Janeiro – Palmeiras Campeão

1970 – Palmeiras 4×0 Jorge Wilstermann-BOL – Torneio de Cochabamba – Palmeiras Campeão

1972 – Palmeiras 1×1 San Lorenzo-ARG – Torneio de Mar del Plata – Palmeiras Campeão

Veja a relação de torneios Sul-Americanos conquistados pelo Palmeiras em sua história:

Torneio de Manizales-Colômbia (1962)
Torneio Cidade de Lima-Peru (1962)
Torneio IV Centenário do Rio de Janeiro (1965)
Torneio de Cochabamba (1970)
Torneio de Mar del Plata-Argentina (1972)

Relembre a última conquista em torneios sul-americanos de cada um dos grandes clubes paulistas:

Santos Futebol Clube

1983 – Campeão do Torneio Triangular Vencedores de América (no Uruguai – final contra o Peñarol-URU)
Clubes Participantes: Santos, Peñarol-URU, Nacional-URU

São Paulo Futebol Clube

1993 – Campeão do Torneio de Santiago (no Chile –  final contra o Universidad Católica-CHI)
Clubes Participantes: São Paulo, Universidad do Chile-CHI, Universidad Católica-CHI

Sport Club Corinthians Paulista

1975 – Campeão da Copa São Paulo Futebol Clube (em São Paulo – final contra o São Paulo)
Clubes Participantes: San Lorenzo-ARG, Peñarol-URU, São Paulo, Corinthians

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Juventinos nos grandes

O Clube Atlético Juventus sempre se caracterizou por ter times de futebol formados em suas fileiras com jovens talentos provenientes das categorias de base e jogadores veteranos. Essa mescla proporcionou que diversos atletas consagrados e com passagens importantes nos chamados clubes grandes da capital paulista viessem a vestir a gloriosa camisa grená, em algum momento da história.

No atual elenco, essa tradição grená está representada através o meia Adiel (ex-Santos) e do atacante Gil (ex-Corinthians). Jogadores experientes, com qualidade técnica, e que são referências para a equipe e torcida.

Ambos foram fundamentais na campanha do acesso à Série A-2 do Paulistão no ano passado e permanecem na Mooca nessa temporada.

Adiel estreou no Juventus em 4 de fevereiro de 2015. Fez 25 jogos e marcou 4 gols. Gil vestiu a camisa grená pela primeira vez em 8 de fevereiro de 2015, disputando 21 partidas e anotando 8 gols.

Confira 10 grandes atletas juventinos ao longo da história que também vestiram a camisa de Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos:

SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS

Oberdan Cattani
Nome Completo: Oberdan Cattani
Posição: Goleiro
Jogos: 23

Julinho Botelho
Nome Completo: Julio Botelho
Posição: Atacante
Jogos: 21
Gols: 2

Rodrigues Tatu
Nome Completo: Francisco Rodrigues
Posição: Atacante
Jogos: 44
Gols: 15

Buzzone
Nome Completo: Wilson Buzzone
Posição: Atacante
Jogos: 78
Gols: 41

Marcelo
Nome Completo: Marcelo Moreira
Posição: Goleiro
Jogos: 74

Sérgio Soares
Nome Completo: Sérgio Soares
Posição: Meio-Campo
Jogos: 186
Gols: 12

Fernando Diniz
Nome Completo: Fernando Diniz Silva
Posição: Meia
Jogos: 80
Gols: 6

Betinho
Nome Completo: Gilberto Carlos Nascimento
Posição: Meia
Jogos: 112
Gols: 28

Milton Buzetto
Nome Completo: Milton Buzetto
Posição: Zagueiro
Jogos: 166
Gols: nenhum

Oswaldinho
Nome Completo: Oswaldo Buzzoni
Posição: Atacante
Jogos: 113
Gols: 41

SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA

Baltazar
Nome Completo: Oswaldo Silva
Posição: Atacante
Jogos: 1
Gols: nenhum

Teleco
Nome Completo: Uriel Fernandes
Posição: Atacante
Jogos: 7
Gols: 4

Luizinho Pequeno Polegar
Nome Completo: Luiz Trochillo
Posição: Meia-Atacante
Jogos: 61
Gols: 9

Carbone
Nome Completo: Rodolpho Carbone
Posição: Atacante
Jogos: 82
Gols: 32

Viola
Nome Completo: Paulo Sérgio Rosa
Posição: Atacante
Jogos: 4
Gols: 1

Milani
Nome Completo: Mário Milani
Posição: Atacante
Jogos: 38
Gols: 13

Geraldão
Nome Completo: Geraldo da Silva
Posição: Atacante
Jogos: 75
Gols: 20

Clovis Nori
Nome Completo: Clovis Nori
Posição: Volante
Jogos: 276
Gols: nenhum

Vampeta
Nome Completo: Marcos André Batista Santos
Posição: Meio-Campo
Jogos: 13 jogos
Gols: nenhum

Ataliba
Nome Completo: Edson Ataliba Candido
Posição: Atacante
Jogos: 164
Gols: 62

SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

Zeola
Nome Completo: Agostinho Zeola
Posição: Atacante
Jogos: 155
Gols: 55

Hércules
Nome Completo: Hércules Miranda
Posição: Atacante
Jogos: 14
Gols: 8

Lanzoninho
Nome Completo: João Lanzone Neto
Posição: Atacante
Jogos: 29
Gols: 11

Vizolli
Nome Completo: Marcos Cesar Vizolli
Posição: Volante
Jogos: 9
Gols: nenhum

Vitor
Nome Completo: Vitor Ratautas
Posição: Zagueiro
Jogos: 67
Gols: 4

Vitor
Nome Completo: Claudemir Vitor
Posição: Lateral
Jogos: 8
Gols: nenhum

Diogenes
Nome Completo: Diógenes José da Silva
Posição: Lateral
Jogos: 149
Gols: nenhum

Osmar
Nome Completo: Osmar Rodrigues
Posição: Lateral
Jogos:  42
Gols: 1

Barbirotto
Nome Completo: Antonio Barbirotto Junior
Posição: Goleiro
Jogos: 149

Adriano
Nome Completo: Adriano Gerlin da Silva
Posição: Meia
Jogos: 15
Gols: nenhum

SANTOS FUTEBOL CLUBE

Negri
Nome Completo: Juan José Negri
Posição: Meia
Jogos: 14
Gols: 5

Nildo
Nome Completo: Ivanildo Alves de Souza
Posição: Zagueiro
Jogos:  110
Gols: 6

Marcio Griggio
Nome Completo: Marcio Griggio
Posição: Meia
Jogos: 119
Gols: 22

Lima
Nome Completo: Antônio Lima dos Santos
Posição: Meio-Campo
Jogos: 69
Gols: 3

Deodoro
Nome Completo: Deodoro José de Almeida Leite
Posição: Lateral
Jogos: 356
Gols: 15

Wellington Paulista
Nome Completo: Wellington Pereira do Nascimento
Posição: Atacante
Jogos: 32
Gols: 11

Nelsinho Baptista
Nome Completo: Nelson Baptista Júnior
Posição: Lateral
Jogos: 151
Gols: 1

Brecha
Nome Completo: Moacir Bernardes Brida
Posição: Meia
Jogos: 88
Gols: 18

Anderson Lima
Nome Completo: Anderson Lima Veiga
Posição: Lateral
Jogos: 123
Gols: 7

Menotti
Nome Completo: César Luis Menotti
Posição: Atacante
Jogos:  8
Gols: 2

*** Numeros de jogos e gols apenas das partidas efetuadas pelo Juventus em Campeonatos Paulistas da Seria A-1, A-2 e A-3.

*** Vitor, lateral-direito, é a única exceção, pois não disputou o Campeonato Paulista pelo Juventus. Seus números de jogos correspondem a participação na Copa Paulista de Futebol.

baltazar

Baltazar um dos maiores artilheiros do Corinthians

julinho

 Julinho Botelho foi ídolo no Palmeiras formado no Juventus

vitor

Vitor foi campeão da Libertadores no Tricolor

menotti

Menotti foi campeão paulista no Peixe

juve

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Esportes

História do Campeonato Paulista – Rádio Gazeta AM

A história do Campeonato Paulista através dos seus campeões. Cinco programas especiais veiculados pela Rádio Gazeta AM, onde demos a nossa colaboração. Agradeço a todos por mais essa oportunidade, em especial as jornalistas Renata Camara e Regiane Ritter. Muito Obrigado!

Confira os cinco capítulos nos links abaixos:

Corinthians

http://www.gazetaam.com/especial-campeonato-paulista-1/

Palmeiras

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-2/

São Paulo

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-3/

Santos

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-4/

Portuguesa de Desportos e Demais Campeões

http://www.gazetaam.com/campeonato-paulista-5/

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