Esportes

Juve x Lusa

O clássico paulistano entre Juventus e Portuguesa de Desportos acontece na manhã de domingo (18), às 10h, no estádio Oswaldo Teixeira Duarte, no Canindé, pela décima terceira rodada do Campeonato Paulista da Série A-2.

O jogo é decisivo para ambos na luta contra o rebaixamento para a Série A-3. A Lusa é a décima segunda colocada com 11 pontos ganhos. O Juventus está em décimo terceiro com nove pontos conquistados, e só não ocupa a zona de descenso, devido aos critérios de desempate, pois tem uma vitória a mais que Batatais e Audax.

O confronto acontece pela quarta vez na história do Paulistão da Série A-2. A primeira delas ocorreu em 2013, no mesmo estádio do Canindé, quando a Lusa venceu o Moleque Travesso por 2 a 1. Em 2016, o Juventus venceu por 1 a 0 os lusitanos, em novo encontro realizado na casa rubro-verde. No ano passado, jogando na rua Javari, o Moleque Travesso obteve mais um triunfo ao vencer o seu rival por 3 a 1.

Em toda a história dos estaduais, juventinos e lusos jogaram 23 partidas no estádio Oswaldo Teixeira Duarte, com amplo domínio dos donos da casa. A lusa venceu 18 vezes, com três empates e apenas duas vitórias grenás.

Esses dois únicos triunfos juventinos aconteceram nos dias 23 de julho de 1958 e 3 de fevereiro de 2016. Confira as fichas técnicas dos jogos:

23/7/1958 Juventus 3×2 Portuguesa – Campeonato Paulista A-1
Juventus: Nenê (G), Donald, Cotia, Cássio, Clóvis, Pando, Buzzone, Zeola, Viana, Parobé, Lanza. Técnico: Libero Golinelli
Portuguesa: Carlos Alberto, Djalma Santos, Ditão, Jutis, Bauer, Odorico, Hermínio, Ipojucan, Alfeu, Ocimar e De Carlo. Técnico: Flávio Costa.
Gols: Buzzone, Zeola (2) (JUV); Herminio, Alfeu (POR)

3/2/2016 Juventus 1×0 Portuguesa – Campeonato Paulista A-2
Juventus: André Dias (G), Rafael Ferro, André Astorga, Diego Borges, Paulo Vitor (Renan Oliveira), Felipe Nunes, Derli, Adriano Paulista, Adiel (Elder Granja), Nathan, Léo Souza (Diogo Oliveira). Técnico: Rodrigo Santana
Portuguesa: Douglas; Digão, Talis, Ferdinando e Luan Peres; Renan Teixeira, Boquita (Diego Gonçalves), Moacir (Dionatan) e Matteus (Guilherme Schettine); Dominic e Milton Júnior. Técnico: Estevam Soares.
Gol: Adriano Paulista

Entre as partidas marcantes na história do confronto no estádio luso, destaque para o primeiro jogo em competição oficial da Portuguesa de Desportos como proprietária do Canindé. A partida aconteceu em 9 de dezembro de 1956. A Lusa venceu o Juventus pelo placar de 2 a 0, pelo Campeonato Paulista.

Eis a ficha do jogo:

Juventus 0x2 Portuguesa – Campeonato Paulista A-1
Juventus: Villera (G), Ditão, Diogenes, Ademar, Riogo, Bonfiglio, Zeola, Dorval, Orlando, Tito, Rodrigues. Técnico: Alfredo Gonzalez
Portuguesa: Cabeção, Hermínio, Floriano, Reinaldo, Julião, Zinho, Amaral, Ipojucan,Liminha, Edmur e Nelsinho. Técnico: Maurício Cardoso.
Gols: Liminha e Nelsinho (POR)

Uma das partidas inesquecíveis para a torcida juventina ocorrida no Canindé contra a Lusa foi no dia 18 de fevereiro de 1973. O time rubro-verde ostentava uma invencibilidade de 15 jogos e mais de um ano em seu estádio. A última derrota havia sido contra o Benfica-POR, por  3 a 1 no dia 9 de janeiro de 1972.

Perante cerca de cinco mil pessoas, o Moleque Travesso foi convidado pelos lusos para um amistoso de preparação nas vésperas da estreia do Campeonato Paulista. Num clima nada “amistoso”, Milton Buzzetto armou a sua tradicional retranca e brecou o poderoso ataque lusitano.

Aos cinco minutos do segundo tempo, após um bate-rebate na área da Lusa, a bola sobrou para o lateral-direito juventino Chiquinho, que quase na marca do pênalti, fuzilou para as redes de Miguel, marcando o gol da vitória juventina e a quebra da invencibilidade. Dez minutos depois, Dicá e Chiquinho foram expulsos de campo, pelo árbitro Almir Ricci Peixoto Laguna, após desentendimento.

Confira a ficha dessa partida:

Juventus 1×0 Portuguesa – Amistoso
Juventus: Bernardino (G), Chiquinho, Paulo, Oscar, Deodoro, Maurinho, Brida, Luis Antonio (Tadeu), Adinan, Vanderley (Tanese), Ziza. Tecnico: Milton Buzzetto
Portuguesa: Miguel (G), Cardoso,Calegari, Isidoro, Santos (Raimundo), Badeco, Dicá, Xaxá, Tatá (Maurício), Basílio e Da Costa. Técnico: Cilinho
Gol: Chiquinho (JUV)

Confrontos no Canindé em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 23
Vitórias Juventus: 02
Empates: 03
Vitórias Lusa: 18

Confrontos Gerais em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 122
Vitórias Juventus: 27
Empates: 30
Vitórias Lusa: 65

Torcidas

Com a implementação de torcida única nos clássicos  pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e a Secretaria de Segurança Pública a partir de abril de 2016, após confronto entre integrantes das torcidas Mancha Alvi Verde, do Palmeiras, e Gaviões da Fiel, do Corinthians, que deixou dezenas de feridos e um morto, Juventus e Portuguesa é um dos poucos clássicos da cidade que ainda admitem torcida “mista”.

Juventus contra Nacional também ainda não há restrição pelas autoridades, assim como os confrontos que lusos e juventinos travam contra o trio de ferro da capital paulista (Palmeiras, Corinthians e São Paulo) e o Santos.

Herói luso e grená

O atual técnico do Juventus Alex Alves, quando atuava como atacante, foi o grande herói da Portuguesa de Desportos em 2006 quando livrou o time do rebaixamento para a Série C do Brasileiro, ao marcar de pênalti nos minutos finais, o gol que garantiu a vitória da Lusa, por 3 a 2, sobre o Sport Recife na Ilha do Retiro e evitou a queda rubro-verde, naquela ocasião.

Como atleta da Lusa, fez 61 jogos e marcou 32 gols. Em 2015, assumiu como técnico da equipe sub-17 da Portuguesa.

No Juventus, Alex Alves iniciou a sua carreira de jogador profissional em 1996 e a encerrou em 2010 na Mooca. Ele se tornou o primeiro artilheiro da história do clube no Campeonato Paulista da Série A-1, em 2002, ao anotar 17 gols no torneio. No total o atacante fez 103 jogos e 52 gols com a camisa grená.

Defendendo o Juventus como atleta e agora como treinador profissional, essa será a primeira vez que Alex Alves enfrenta a Portuguesa de Desportos.

alex alves

Alex Alves, técnico do Juventus, fez história nos dois clubes

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Reação Grená

O início da temporada juventina não é nada animadora. O sinal de alerta já está aceso na Mooca. Em quatro jogos até aqui, foram três derrotas e um W.O. a favor. Ou seja, dentro do campo os juventinos ainda não sabem o que é vencer e já ocupam as últimas colocações do campeonato.

Esse desempenho pífio fez com que o técnico Edmilson de Jesus fosse demitido sem obter nenhuma vitória pelo Moleque Travesso.

Notícias extra-oficiais dão conta que o ex-atacante juventino Alex Alves assuma o comando da equipe nos próximos dias. Dirigindo o Nacional da Capital no ano passado, ele foi um dos responsáveis pela montagem da equipe nacionalina que conquistou o título do Campeonato Paulista da Série A-3 e o acesso para a divisão superior em 2017

Fator Javari

A rua Javari sempre foi um trunfo importante para o time da Mooca. Antes do início do Campeonato Paulista da Série A-2,  o Juventus mantinha 16 partidas invictas pela competição estadual atuando em seus domínios. Até então, essa era a sua segunda melhor marca em casa pelo torneio em toda a história do clube.

Nessa temporada, o alçapão se tornou um parque de diversões para os adversários. Em dois jogos como mandante, os juventinos foram facilmente batidos pelos seus rivais (Xv de Piracicaba e Grêmio Osasco) e não conseguiram se impor em casa.

A única vez que o Juventus perdeu três partidas seguidas em jogos do Campeonato Paulista da Série A-2 na rua Javari foi em 1999 (contra Paulista de Jundiaí, São Caetano e Ponte Preta).

Alta média de idade

O time que atuou na derrota diante do Grêmio Osasco no último final de semana aponta uma média de idade de 27,92 anos.

Dos quatorze atletas utilizados, onze titulares e três substituições, cinco jogadores apresentam mais de 30 anos. Vejamos: André Dias 28, Léo Cunha 22, Robson 24, Herbert 35, Sérgio Raphael 25, Felipe Saturnino 22, Nata 32, Rosinei 34, Wendel 36, Janderson 24, Baroni 28, Rafael Franco 24, Weldon 37, Deivide 20.

O Moleque Travesso é um dos times com maior média de idade na competição.

Desgaste excessivo

Dos oito mandos de campo que possui no Paulista A-2, o Juventus jogará seis vezes às 10h e apenas duas vezes após às 15h, de acordo com a tabela oficial divulgada pela Federação Paulista de Futebol, até essa data.

Duas partidas já se realizaram nesse horário matutino. Ambos com derrotas juventinas pelo placar de 1 a 0.

Dos sete jogos como visitante, o Juventus jogará apenas uma vez no período da manhã, diante da Portuguesa de Desportos, no Canindé. Os demais confrontos serão na parte da tarde ou a noite.

O Juventus é o clube que jogará o maior número de jogos nesse horário das 10h, entre todos os participantes do Paulista A-2 em 2018.

Ou seja, metade da competição atuará sob o sol escaldante, sendo uma das equipes com maior média de idade do torneio, e por consequência sofrendo um desgaste físico superior em relação aos seus adversários.

Isso sem contar as viagens: Votuporanga (530 km), Batatais (362 km) e Penápolis (480 km), Taubaté (150km). Teria ainda a viagem para Rio Claro, mas essa foi cancelada devido a não realização da partida.

Em 2015, a Confederação Brasileira de Futebol, com médicos e dirigentes da entidade, decidiu que o horário não é apropriado para a prática do jogo, mesmo com parada técnica nos dois tempos para hidratação, abortando a realização dos jogos da Série A do Brasileiro no período matutino.

Reforços

Uma das tantas críticas da torcida grená tem sido a não utilização dos garotos da base do clube. No último domingo, os nomes de Dener e Cesinha, por exemplo, foram pedidos pelos torcedores, que nem ao menos estavam entre os relacionados para o jogo.

Outro ponto que se discute também é a possível negociação por empréstimo de alguns jovens atletas que não serão utilizados pelos grandes paulista (Palmeiras, São Paulo, Santos e Corinthians), que disputaram a Copa São Paulo de Juniores e por ventura não seriam utilizados por essas equipes no estadual, tendo espaço no time da Mooca.

Com as regras de inscrição de atletas mais rígidas para essa temporada, o novo comandante grená terá sérias dificuldades de fazer ingressar reforços de relativa qualidade para o atual elenco, sendo esse um dos principais desafios para quem for assumir o cargo.

Torcida Juventina

Nos últimos anos, o Juventus é o time da capital paulista que leva o maior número de torcedores ao estádio quando atua como mandante, sem contar o trio de ferro formado por Palmeiras, São Paulo e Corinthians.

Seguindo a tendência das temporadas anteriores, o Moleque Travesso já desponta como a melhor média de público em relação aos times da capital, que também disputam o Paulista da Série A-2. Confira os números:

Estádio Conde Rodolfo Crespi
Juventus x Xv de Piracicaba – 2.536 pagantes
Juventus x Osasco/Audax – 1.748 pagantes
Média: 2.142 pagantes por jogo

Estádio Comendador Souza
Nacional x São Bernardo – 386 pagantes
Nacional x Votuporanguense – 300 pagantes
Média: 343 pagantes por jogo

Estádio Oswaldo Teixeira Duarte
Portuguesa x Batatais – 966 pagantes
Portuguesa x Xv de Piracicaba – 1.069 pagantes
Média: 1.017 pagantes por jogo

juve

FORZA JUVE!!!

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Não somos otários!

Em 1969 a cidade de São Paulo iniciou um processo de expansão irreversível. A província paulistana começava a ganhar feições de metrópole em todas as suas esferas. Nesse ambiente, foi criada a Secretaria Municipal de Esportes, dando início pela primeira vez a uma política pública de inclusão social através da promoção da prática esportiva entre a juventude, encabeçada pela municipalidade.

Novos equipamentos públicos e competições de todas as modalidades foram criados, entre eles a Copa São Paulo de Futebol Juniores. Em pouco tempo popularizou e tornou-se um dos maiores e mais democráticos torneios desportivos, alcançando projeção internacional. A organização ao passar do tempo saiu das mãos da Secretaria Municipal, ficando para a Federação Paulista de Futebol essa atribuição.

Nessa semana a FPF, que é detentora dos mandos de campo da Copinha, decidiu que a partida entre Palmeiras x Portuguesa de Desportos, válida pelas quartas de final, que acontece nessa sexta-feira  (19), no estádio do Pacaembu, deveria haver cobrança de ingressos, com valores entre R$30 a R$50, “por questões de segurança”.

Não é novidade. Em outras épocas, a entidade usou desse mesmo expediente. No ano de 2016, São Paulo e Flamengo tiveram cobrança de ingressos. Em 2017, Corinthians e Flamengo também tiveram bilheteria. Nessa ocasião, os valores foram de R$20 a R$40. Na final desse mesmo ano, entre Corinthians e Batatais, também foi cobrado ingresso, já com um reajuste no valor de R$30 a R$50. E a justificativa da cobrança pela FPF em todos os casos foi devido à segurança, conforme disposto no próprio regulamento do torneio.

Essa mesma segurança que não foi evocada em 2013, quando Palmeiras e Santos se enfrentaram na semifinal da competição e não houve cobrança de ingressos para a partida, por exemplo. Ou em 2010, quando palmeirenses e santistas se cruzaram novamente na penúltima fase do torneio e os torcedores tiveram que doar um quilo de alimento não perecível para ver o jogo.

A cobrança de ingressos na Copa São Paulo é praxe somente na final na última década. Das últimas edições, apenas em 2008 e 2011 não houve venda de ingressos na decisão. E geralmente um preço simbólico.

No Artigo 38 do Regulamento Geral das Competições (publicado no site oficial da entidade) está explícito:

“A venda de ingressos, bem como a arrecadação das partidas, será de responsabilidade do Clube mandante em todos os seus itens, incluindo aqueles previstos na Lei nº 10.671/2003, em especial no seu Capitulo V.”

No Artigo 33 do Regulamento Específico da Copa São Paulo de Futebol Juniores (também publicado no site da entidade), diz o seguinte:

“Somente poderão ser cobrados ingressos por motivos de segurança e desde que expressamente autorizado pela FPF.”

No final do ano passado, Palmeiras e Corinthians, um dos clássicos de maior rivalidade do futebol mundial, decidiram uma FINAL de Copa do Brasil sub-17, no mesmo estádio do Pacaembu, COM ENTRADA GRATUITA!

Posto isso, questionamos:

O que justifica o valor do ingresso de 30 reais para essa partida? Como se chegou a esse valor?

Como uma competição “AMADORA”, pode ter um preço de ingresso maior que aquele aplicado, por exemplo, numa competição profissional organizada pela própria entidade como o Campeonato Paulista da Série A-2 que teve início nessa semana, tendo o ingresso mais barato  na partida de estréia da própria Portuguesa de Desportos contra o Batatais no estádio Canindé sendo praticado no valor de R$20 as arquibancadas, por exemplo?

Vale lembrar que o estatuto do torcedor versa apenas em seu capítulo V sobre a cobrança de ingressos para competições profissionais. Sendo a Copinha uma competição “AMADORA”, como fica essa questão? O torcedor que se sentir lesado pode acionar a Justiça?

Para onde vai a renda dessa partida (e das demais que já foram cobradas ao longo da história)? Quem é o mandante? Como fica o artigo 38?

Os clubes ficarão com qual percentual da renda do duelo desta sexta?

Daqui para frente, todos os demais jogos serão cobrados por motivo de segurança?

Qual o risco para a segurança implica uma partida entre Palmeiras x Portuguesa? Qual o critério para evocar esse dispositivo?

Essas e outras questões surgem ao torcedor mais atento. A maior torcida organizada do Palmeiras, Mancha Verde, divulgou uma nota e se posicionou sobre essa questão, convocando os associados e toda coletividade palmeirense para um protesto no dia e horário do jogo, contra essa determinação da FPF, na Praça Charles Miller – portão principal, entre outras observações pertinentes.

Antes um fator de inclusão. Hoje um estímulo reverso. A Copinha se tornou a barriga de aluguel de oportunistas da bola. Balcão de empresários usando o sonho e a paixão de garotos (e torcedores) como se fossem mercadorias, afastando-se de sua missão original quando de sua criação há quase cinqüenta anos atrás.

torcidapalmeiras

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Verdão na Copinha

A equipe de juniores da Sociedade Esportiva Palmeiras enfrentará a Associação Portuguesa de Desportos na próxima sexta-feira (19), às 19h20, no estádio municipal do Pacaembu, pelas quartas de final da Copa São Paulo de Futebol Juniores.

O Verdão até aqui anotou 20 gols e sofreu apenas um, em seis jogos disputados na competição, com cinco vitórias e um empate. O atacante Fernando é o artilheiro da equipe alviverde com cinco gols marcados e briga também para ser o principal marcador da competição.

Comandado pelo técnico Wesley Carvalho, o time palmeirense sonha com a conquista inédita e já deixou para trás Taubaté, Moto Club, Luverdense, Botafogo-PB e Vasco da Gama.

Palestra x Lusos

Na história da Copa São Paulo de Futebol Juniores esse será o quinto jogo entre Palmeiras e Lusa. Nos quatro jogos anteriores, a vantagem é dos rubro-verdes com três vitórias, contra apenas uma dos palestrinos. Em fase eliminatória, há equilíbrio com uma eliminação para cada lado.

O primeiro encontro entre as equipes aconteceu em 1971 pela primeira fase da competição, com a Lusa vencendo pelo placar de 3 a 2. O segundo confronto aconteceu em 1974, pela fase semifinal do torneio. Novamente o time do Canindé superou o alviverde pelo placar de 1 a 0, na única vez que a partida entre as equipes aconteceu no estádio municipal do Pacaembu, palco do encontro nessa atual edição.

Em 1977 novo triunfo da Lusa também pelo placar de 1 a 0, em partida válida pela primeira fase da Copinha.

A única vitória palestrina contra o lusitanos na competição aconteceu em 2010, na cidade de São Carlos, em jogo válido pelas quartas de final. O time alviverde goleou o seu tradicional adversário pelo placar de 4 a 2, gols marcados por Wellington, Mayko, Ramos e Luis Felipe, avançando à semifinal.

Palmeiras no Pacaembu

Essa será a décima oitava vez que o Palmeiras jogará no estádio municipal do Pacaembu pela Copa São Paulo de Futebol Juniores. Até aqui, nos dezessete jogos disputados, foram três vitórias, seis empates, oito derrotas, 16 gols pró e 19 gols contra.

Na cancha da municipalidade, o Verdão disputou quatro decisões por pênaltis em jogos da Copinha. Em todas elas, o alviverde nunca conseguiu êxito sobre os seus rivais uma única vez sequer.

A primeira vez que os palmeirenses atuaram no estádio pela competição foi em 1972, na goleada por 4 a 0 contra o Campo Grande-RJ.

A última partida do Palmeiras no estádio municipal do Pacaembu pela Copinha foi justamente na final da competição em 25 de janeiro de 2003, quando o Verdão empatou em 2 a 2 contra o Santo André, e ficou com o vice-campeonato do torneio ao ser superado nas penalidades máximas.

O Verdão possui um tabu indigesto atuando diante de clubes paulistas pela Copinha no estádio municipal. Foram oito jogos contra equipes do próprio Estado, sem nunca obter sequer uma vitória, tendo alcançado cinco empates e três derrotas.

*** Em caso de reprodução dos dados acima, é obrigatório dar os créditos das informações ao autor Fernando Razzo Galuppo e seu respectivo blog pessoal ***

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Torneio Sul-Americano

O Palmeiras disputa a final da Copa Antel contra o Nacional-URU, no estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai, às 23h15, nesse sábado, 23 de janeiro. A partida terá transmissão ao vivo pelos canais de Tv a Cabo Sportv e Espn Brasil.

A equipe alviverde vai em busca de sua primeira taça na atual temporada e também do seu sexto título em torneios preparatórios sul-americanos, em nove disputados ao longo de sua centenária trajetória.

Justamente no palco da final, em 1947, o Palmeiras disputou o seu primeiro torneio sul-americano. Com Boca Juniors-ARG, River Plate-ARG, Nacional-URU e Peñarol-URU, o Verdão participou do Torneio do Atlântico, em Montevidéu, no Uruguai. O time palmeirense terminou em quinto lugar.

Em 1956, Palmeiras, Corinthians, Santos, São Paulo, Nacional-URU, Boca Juniors-ARG e Newell`s Old Boys-ARG participaram da Taça Roberto Gomes Pedrosa, realizada em São Paulo. O Verdão ficou em quarto lugar.

Em 1962, o Palmeiras participou de dois torneios e teve 100% de aproveitamento. O primeiro aconteceu em Manizales, na Colombia, contra o Once Caldas-COL e o Milionarios-COL. O time palmeirense venceu os dois rivais colombianos e faturou o caneco.

A segunda conquista em 1962 foi em Lima, no Peru. Palmeiras, Botafogo-RJ, Sporting Cristal-PER e Universitario-PER disputaram o Torneio Quadrangular de Lima. O alviverde venceu seus três adversários e ficou com a taça.

Em 1964, o Verdão foi ao Chile disputar o Torneio Quadrangular de Santiago, com Independiente-ARG, Universidad Católica-CHI e Universidad do Chile-CHI. Com uma vitória, um empate e uma derrota, o Verdão ficou com o vice-campeonato, por obter menor número de pontos em relação aos argentinos.

Em 1965, o Verdão foi convidado para Torneio IV Centenário do Rio de Janeiro, junto com Fluminense-RJ, Peñarol-URU e Seleção do Paraguai.

Na primeira partida o alviverde goleou a Seleção do Paraguai por 5 a 2 e superou na final o Peñarol-URU na decisão por pênaltis, ao vencer por 1 a 0, após empate em 0 a 0, no tempo normal, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Em 1970, o Palmeiras foi convidado para participar do Torneio de Cochabamba, na Bolívia, junto com Portuguesa de Desportos, Litoral-BOL e  Jorge Wilstermann-BOL. Os dois times brasileiros terminaram em primeiro lugar na disputa, com o mesmo número de pontos.

Por terem outros compromissos já agendados e um calendário apertado, os dirigentes de Lusa e Palmeiras decidiram dividir o título de campeão, sem que houvesse a partida final.

O último torneio Sul-Americano que o Palmeiras disputou foi o  Torneio de Mar del Plata, em 1972, ao lado de San Lorenzo-ARG, Boca Juniors-ARG e Peñarol-URU. O Verdão sagrou-se campeão invicto, por acumular o maior número de pontos.

Confira os jogos decisivos dos torneios sul-americanos disputados pelo Palmeiras ao longo da história:

1947 – Palmeiras 1×3 River Plate-ARG – Torneio do Atlântico – Palmeiras 5 Lugar

1956 – Palmeiras 2×0 São Paulo – Torneio Roberto Gomes Pedrosa – Palmeiras 4 Lugar

1962 – Palmeiras 4×0 Milionarios- COL – Torneio de Manizales – Palmeiras Campeão

1962 – Palmeiras 1×0 Botafogo-RJ – Torneio Cidade de Lima – Palmeiras Campeão

1964 – Palmeiras 0x0 Universidad do Chile – Torneio Quadrangular do Chile – Palmeiras Vice-Campeão

1965 – Palmeiras 0x0 Peñarol-URU – Torneio IV Centenário do Rio de Janeiro – Palmeiras Campeão

1970 – Palmeiras 4×0 Jorge Wilstermann-BOL – Torneio de Cochabamba – Palmeiras Campeão

1972 – Palmeiras 1×1 San Lorenzo-ARG – Torneio de Mar del Plata – Palmeiras Campeão

Veja a relação de torneios Sul-Americanos conquistados pelo Palmeiras em sua história:

Torneio de Manizales-Colômbia (1962)
Torneio Cidade de Lima-Peru (1962)
Torneio IV Centenário do Rio de Janeiro (1965)
Torneio de Cochabamba (1970)
Torneio de Mar del Plata-Argentina (1972)

Relembre a última conquista em torneios sul-americanos de cada um dos grandes clubes paulistas:

Santos Futebol Clube

1983 – Campeão do Torneio Triangular Vencedores de América (no Uruguai – final contra o Peñarol-URU)
Clubes Participantes: Santos, Peñarol-URU, Nacional-URU

São Paulo Futebol Clube

1993 – Campeão do Torneio de Santiago (no Chile –  final contra o Universidad Católica-CHI)
Clubes Participantes: São Paulo, Universidad do Chile-CHI, Universidad Católica-CHI

Sport Club Corinthians Paulista

1975 – Campeão da Copa São Paulo Futebol Clube (em São Paulo – final contra o São Paulo)
Clubes Participantes: San Lorenzo-ARG, Peñarol-URU, São Paulo, Corinthians

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Juventus na Série A-2

Em 2016 será a décima primeira vez que o Juventus disputa o Campeonato Paulista da Divisão de Acesso (hoje denominado Série A-2). A primeira participação do Moleque Travesso aconteceu em 1928 e de lá para cá, a equipe avinhada foi campeã em 1929 e 2005 e vice-campeã em 1994.

Na edição de 1994 o atacante juventino Cuca terminou como o artilheiro do torneio, sendo a única vez que um jogador do time da Mooca conquistou tal feito na disputa.

O Juventus faz a sua estreia no torneio no dia 31 de janeiro, um domingo, contra a Penapolense no estádio Conde Rodolfo Crespi, no bairro da Mooca.

A fanática torcida grená sonha com o acesso à elite do Estadual, onde o Juventus está afastado desde 2008, amargando seu maior calvário sem participações na série principal do futebol paulista de toda a sua gloriosa história.

O clássico contra a Portuguesa de Desportos é a partida mais aguardada pelos juventinos nessa temporada. O jogo está previsto para o estádio do Canindé, no dia 3 de fevereiro, válido pela segunda rodada.

Esse tradicional confronto acontece pela segunda vez na história do Paulistão da Série A-2. Em 2013, no mesmo estádio do Canindé, a Lusa venceu o Moleque Travesso por 2 a 1.

O meia atacante Rafael Branco é o único atleta juventino do atual elenco que disputou a Série A-2 pelo clube em 2013.

O técnico Rodrigo Santana permanece no comando do time. Boa parte dos jogadores que estavam no ano passado seguem no Juventus, entre eles: André Dias e Rafael (goleiros), Astorga, Victor Salinas e Borges (zagueiros), Derli e Fellipe Nunes (volantes), Ferro (lateral), Adiel (meia) e Santiago (atacante). Além deles, os atacantes Gil e Nathan, também defenderão a camisa juventina.

O departamento de futebol profissional também confirmou a contratação de outros quatros jogadores. Itacaré (atacante/ex-Serrano–BA), Murilo Silva (lateral-direito/ex-Novo Hamburgo-RS), Adriano Paulista (meia/ex-Volta Redonda-RJ) e Diogo Oliveira (volante/ex-Operário-PR).

Confira os jogos do Juventus na competição:

Data Jogo Local
31/1 Juventus x Penapolense Rua Javari
3/2 Juventus x Portuguesa Canindé
6/2 Juventus x Velo Clube Rua Javari
10/2 Juventus x Monte Azul Monte Azul
14/2 Juventus x Rio Branco de Americana Rua Javari
17/2 Juventus x Batatais Batatais
21/2 Juventus x Independente de Limeira Limeira
24/2 Juventus x Santo André Rua Javari
28/2 Juventus x Atlético Sorocaba Sorocaba
2/3 Juventus x São Caetano Rua Javari
6/3 Juventus x Mirassol Rua Javari
9/3 Juventus x Barretos Barretos
13/3 Juventus x Marília Rua Javari
16/3 Juventus x Paulista de Jundiaí Jundiaí
20/3 Juventus x Taubaté Rua Javari
23/3 Juventus x Guarani de Campinas Campinas
27/3 Juventus x Votuporanguense Votuporanga
30/3 Juventus x União Barbarense Rua Javari
3/4 Juventus x Bragantino Bragança

Números Gerais do Juventus no Paulista A-2

Jogos: 228
Vitórias: 102
Empates: 50
Derrotas: 76
Gols Pró: 385
Gols Contra: 318
Maior goleada a favor: 30/4/2005 Juventus 8×1 Matonense
Maior goleada sofrida: 31/3/2013 Juventus 0x7 Comercial de Ribeirão Preto

Retrospecto dos Confrontos

Portuguesa de Desportos
Jogos: 120
Vitórias: 25
Empates: 30
Derrotas: 65

Guarani de Campinas
Jogos: 91
Vitórias: 26
Empates: 15
Derrotas: 50

Bragantino
Jogos: 22
Vitórias: 07
Empates: 03
Derrotas: 12

Santo André
Jogos: 32
Vitórias: 10
Empates: 8
Derrotas: 14

Marília
Jogos: 40
Vitórias: 20
Empates: 09
Derrotas: 11

Paulista de Jundiaí
Jogos: 24
Vitórias: 06
Empates: 09
Derrotas: 09
*** Nos anos 2000 o Paulista também denominou-se Etti Jundiaí

São Caetano
Jogos: 10
Vitórias: 02
Empates: 01
Derrotas: 07

Rio Branco de Americana
Jogos: 18
Vitórias: 05
Empates: 05
Derrotas: 08

Taubaté
Jogos: 34
Vitórias: 15
Empates: 12
Derrotas: 07

Atlético Sorocaba
Jogos: 02
Vitórias: 01
Empates: 0
Derrotas: 01

União Barbarense
Jogos: 04
Vitórias: 03
Empates: 01
Derrotas: 0

Batatais
Jogos: 02
Vitórias: 01
Empates: 01
Derrotas: 0

Monte Azul
Jogos: 02
Vitórias: 0
Empates: 0
Derrotas: 02

Velo Clube
Jogos: 05
Vitórias: 03
Empates: 01
Derrotas: 01

Independente de Limeira
Jogos: 02
Vitórias: 0
Empates: 01
Derrotas: 01

Penapolense
Jogos: 03
Vitórias: 0
Empates: 03
Derrotas: 0

Votuporanguense
Jogos: 04
Vitórias: 02
Empates: 0
Derrotas: 02

Barretos
Jogos: 02
Vitórias: 01
Empates: 01
Derrotas: 0

Mirassol
Jogos: 05
Vitórias: 01
Empates: 02
Derrotas: 02

*** Números em confrontos válidos apenas em Campeonatos Paulistas das Séries A-1, A-2 e A-3

juve

FORZA JUVE!!!

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Artes, Esportes

Clássico das Colônias

Palmeiras e Portuguesa de Desportos se enfrentam no estádio do Pacaembu, na noite de quinta-feira (6), às 19h30, pelo Campeonato Paulista.

O confronto é um dos mais tradicionais do futebol paulista e foi batizado  como “Clássico das Colônias”, devido ao inúmero contingente de imigrantes  italianos e portugueses  que se irmanavam sob as  bandeiras desses clubes.

No atual campeonato, uma vitória palestrina garante a classificação para a próxima fase com três rodadas de antecipação. A Lusa, por outro lado, necessita de uma combinação de resultados para almejar alguma chance de classificação.

Confira algumas curiosidades históricas do confronto:

Invicto no Pacaembu > O Palmeiras defende uma invencibilidade de 20 partidas sem derrotas no estádio Municipal. O último revés alviverde aconteceu em 14 de maio, quando perdeu para o Tijuana pelo placar de 2 a 1, pela Copa Libertadores da América.

Tabu Palmeirense > O Palmeiras não perde para a Portuguesa de Desportos no estádio do Pacaembu há mais de 22 anos. A última vitória da Lusa no estádio aconteceu em 4 de novembro de 1991, pelo placar de 1 a 0, gol de Vladimir, pelo Campeonato Paulista. 

Primeira Vez > O primeiro jogo entre as equipes aconteceu em 13 de maio de 1921, pelo Campeonato Paulista, no estádio do Parque Antártica. Na ocasião o Palestra Itália venceu o seu adversário pelo placar de 5 a 1, gols marcados por: Augusto Federici, Martinelli, Imparato (3).

Estreia no Municipal > O primeiro jogo das equipes no estádio do Pacaembu aconteceu em 13 de outubro de 1940, pelo Campeonato Paulista. A vitória foi lusitana pelo placar de 3 a 1.

Último encontro > A última partida entre as equipes aconteceu em 29 de agosto de 2012, pelo Campeonato Brasileiro, no estádio do Canindé, com vitória da Lusa pelo placar de 3 a 0.

Campeões no mesmo ano > Em 1936 existia dois Campeonatos Paulistas oficiais sendo disputados, devido as brigas políticas e cisões pelo controle do esporte na paulicéia. Pelo campeonato organizado pela Liga Paulista de Futebol, o Palestra Itália ficou com o caneco. Pelo torneio organizado pela Associação Paulista de Esportes Atléticos, o troféu foi vencido pela Lusa.

Final do Rio São Paulo > Palmeiras  e Portuguesa de Desportos decidiram o título do Torneio Rio-São Paulo de 1955. Em duas partidas empolgantes, ambas realizadas no estádio do Pacaembu, o título ficou com a Lusa. Na primeira partida, empate em 2 a 2. No jogo de volta, vitória da Portuguesa pelo placar de 2 a 0, com gols de Julinho Botelho e Ipojucan.

Ídolos > Palmeiras e Portuguesa de Desportos tiveram grandes ídolos em comum ao longo de suas histórias. Os principais foram: Djalma Santos (434 jogos pela Lusa e 498 jogos pelo Palmeiras), Leivinha (177 jogos pela Lusa e 263 jogos pelo Palmeiras), Julinho Botelho (182 jogos pela Lusa e 269 jogos pelo Palmeiras), Eneas (379 jogos pela Lusa e 93 jogos pelo Palmeiras) e Evair (53 jogos pela Lusa e 245 jogos pelo Palmeiras).

Vira-casacas >  O meia Diogo, atualmente defendendo as cores do Verdão, foi uma das últimas grandes revelações do futebol lusitano, onde atuou por mais de 100  jogos, entre 2006 a 2008 e 2013, marcando mais de 50 gols com a camisa rubro-verde. Já o atacante Caio e o meia Rondinelly, ambos ex-Palmeiras, não tiveram passagens empolgantes pelo alviverde e hoje defendem a camisa lusitana.

Goleadas > O Palestra Itália goleou a Lusa no Campeonato Paulista de 1927, pelo placar de 7 a 2, gols marcados por Serafini, Heitor (2) e Lara (4), registrando a maior goleada do confronto. Já a maior goleada lusitana sobre o Verdão foi no Torneio Rio-São Paulo de 1959, pelo placar de 6 a 3, gols de Didi, Melão Babá, Alfeu (3) para o time rubro-verde.

BRESCIA TEM NOVO TÉCNICO

O ex-treinador da Carrarese, Ivo Iaconi, é o novo técnico do Brescia Calcio. Ele substitui a Cristiano Bergodi, exonerado do cargo, após a derrota em casa para o Carpi no último sábado (1).

Iaconi foi zagueiro de diversas equipes nos anos 70, entre as quais o Giulianova, Fermana e Carpi. Como treinador, dirigiu o Catania, Pescara, Pisa, Reggina, Ascoli, entre outros.

O Brescia ocupa a 11º colocação, com 37 pontos ganhos, e está a sete pontos da zona de acesso à Série A do Campeonato Italiano. Sábado (5), o Brescia encara o Latina, no estádio Mario Rigamonti.

MANCHA VERDE GARANTE ACESSO NO CARNAVAL

A Escola de Samba Mancha Verde garantiu o acesso à elite do carnaval paulistano em 2015, ao ficar com o vice-campeonato do Grupo de Acesso.

A escola alviverde fez a reedição do enredo de 2006, “Bem aventurados sejam os perseguidos por causa da justiça dos homens… Porque deles é o reino dos céus”, do carnavalesco Claudio Cebola. Naquele ano a Mancha concorreu sozinha no Grupo de Escolas de Samba Desportivas e conquistou o título.

PARABÉNS TORCIDA PALMEIRENSE! NA BOLA, COMO NO SAMBA, SÓ DÁ VERDÃO!

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