Esportes

Palestra na frente

Nos oito Derbys realizados em toda a história da Arena de Itaquera, quem saiu na frente nunca perdeu. Essa lógica foi mantida na tarde de sábado (31), quando o Palmeiras venceu o Corinthians pelo placar de 1 a 0, gol marcado pelo atacante colombiano Borja, no jogo de ida da final do Campeonato Paulista.

O jogo de volta acontece no estádio Palestra Itália, no próximo domingo (8), às 16h, apenas com torcida palmeirense. Para essa partida, o volante Felipe Melo, expulso de campo, cumpre suspensão automática e é desfalque garantido na equipe de Roger Machado.

Os alvinegros precisam vencer por dois gols ou mais de diferença para ficar com a taça. Uma vitória deles por um gol de diferença leva a decisão para a cobrança de penalidades máximas. Ao alviverde, um empate ou vitória por qualquer placar garante a taça.

Nessa temporada, o Corinthians perdeu todas as primeiras partidas nos jogos eliminatórios do Campeonato Paulista, contra Bragantino e São Paulo, e reverteu no jogo de volta.

Já o Palmeiras ganhou todas as primeiras partidas nos jogos eliminatórios do Campeonato Paulista, contra Novorizontino e Santos, e garantiu a vantagem sobre os seus rivais no jogo de volta.

A vitória palestrina põe fim a um incômodo tabu. O time palmeirense não ganhava um Derby há quatro partidas, desde 17 de setembro de 2016, quando bateu os alvinegros pelo placar de 2 a 0, pelo Campeonato Brasileiro, na própria Arena de Itaquera. De lá para cá, foram quatro confrontos, com quatro vitórias seguidas dos corintianos, registrando a maior sequência positiva da história do clube de Parque São Jorge contra o seu maior rival.

Essa é a primera decisão entre as equipe na Era da Arenas. É também a primeira final entre ambos no século XXI. A última decisão entre os rivais aconteceu há 19 anos atrás, em 1999, pelo Campeonato Paulista, com vitória alvinegra.

No total, os times já decidiram cinco estaduais, com três vitórias palmeirenses (1936, 1974 e 1993) e duas dos alvinegros (1995 e 1999).

Estrangeiro goleador

O atacante colombiano Miguel Borja é o décimo terceiro estrangeiro a marcar gol em Derbys atuando pela Sociedade Esportiva Palmeiras. Yerri Mina, Carazzo, Echevarrieta, Villadoniga, Gonzalez, Bovio, Ponce de Leon, Artime, Rincon,  Arce, Munoz e Valdivia foram os outros estrangeiros alviverdes que escreveram seus nomes na história ao marcarem gols no tradicional confronto entre palestrinos e corintianos.

Borja também deixou sua marca em todos os clássicos nessa temporada (Santos, São Paulo e Corinthians). O último atleta palmeirense a marcar um gol em cada clássico no mesmo ano foi o zagueiro Yerri Mina, em 2016.

Com 7 gols marcados no Campeonato Paulista, Borja é o atual artilheiro da competição. Se ele mantiver a ponta dos goleadores até o fim do campeonato, o colombiano pode entrar para história do futebol paulista ao se tornar o primeiro jogador estrangeiro da era profissional a ser artilheiro do campeonato estadual mais importante do país.

Exceto pelos primeiros tempos do futebol paulista na década de 10, onde atletas de origem inglesa e alemã acabaram na artilharia geral da competição, nunca um jogador de origem sul-americana terminou como artilheiro do Paulistão.

Herbert Boyes (inglês do São Paulo Atlhetic foi artilheiro em 1903, 1904 e 1910), Hermann Friese (alemão do Germânia foi artilheiro em 1905), Fuller (alemão do Germânia foi artilheiro em 1906), Whatley (britânico do Mackenzie College foi artilheiro em em 1913).

Desde então, nenhum outro estrangeiro terminou na artilharia máxima do torneio.

Decisão fora de campo

Mal acabou uma decisão dentro de campo, o Verdão já terá outra importante batalha nos tribunais. O Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-SP) confirmou para a próxima segunda, dia 2 de abril, o novo julgamento do goleiro palmeirense Jailson, no Pleno.

Punido no primeiro julgamento com três partidas de gancho, pela expulsão e por declaração dada após o clássico contra o Corinthians, na primeira fase da competição estadual, Jailson ainda tinha um jogo a cumprir, mas foi liberado na fase semifinal graças a efeito suspensivo.

Títulos no Palestra

Ao longo de mais de cem anos, tanto Palmeiras quanto Corinthians já conquistaram inúmeros títulos estaduais no estádio Palestra Itália, palco da partida decisiva que definirá o Campeão Paulista de 2018.

Os alvinegros foram campeões paulistas no estádio palestrino nos anos de 1914 (primeira conquista futebolística de sua história), 1916 e 1929. Além de celebrarem uma conquista de Torneio Início do Campeonato Paulista em 1936.

Já os palestrinos, comemoraram em sua casa os títulos paulistas de 1926, 1933, 1936, 1976, 1996 e 2008. Os palmeirenses também celebraram em seus domínios os troféus da Taça Libertadores de 1999, da Copa Sul-Americana Mercosul em 1998, do Torneio Rio-São Paulo em 1933, dos Campeonatos Paulistas Extras de 1926 e 1938, do Torneio Início do Campeonato Paulista de 1927, 1939 e 1969, da Copa do Brasil de 2015 e do Brasileiro de 2016.

Apenas por duas vezes em toda a história, palmeirenses e corintianos fizeram o jogo de volta de uma decisão de qualquer competição na casa alviverde.

O Campeonato Paulista de 1936 foi a primeira decisão entre palestrinos e corintianos em confrontos eliminatórios no estádio Palestra Itália. Na ocasião, o Verdão venceu por 2 a 1, gols marcados por Moacyr e Luzinho Mesquita, e ficou com a taça.

Em 1938 foi a segunda decisão entre os maiores rivais realizada na casa palestrina. Valendo pelo Campeonato Paulista Extra, novamente o alviverde venceu por 2 a 1, gols marcados por Barrilotti e Rolando, e conquistou mais uma competição sobre os alvinegros.

Números do Derby

Com o triunfo em Itaquera, o Palmeiras abriu uma margem de quatro vitórias sobre o seu maior rival em toda a história dos confrontos diretos entre as equipes. Em 366 jogos, são 130 vitórias palestrinas, 110 empates e 126 vitórias dos alvinegros.

Os números do trabalho apresentado pela Sociedade Esportiva Palmeiras englobam todas as competições disputadas entre as equipes, inclusive o Torneio Início do Campeonato Paulista, respeitando e preservando a história puramente factual, frio, sem análises, interpretações personalistas, critérios próprios ou julgamentos.

borja

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Não é o fim, Palestra!

Dois de maio de 1993. Domingo. Derby. Campeonato Paulista. Segundo turno da fase de classificação. A capa do caderno de esportes do jornal Folha de São Paulo do dia seguinte dessa partida estampa sem dó: “Corinthians destroça supertime”.

Na ocasião, o Palmeiras ainda tinha um peso de 16 anos (toneladas) nas costas. Era um “supertime” para a imprensa. Não era dentro de campo. Nem para nós torcedores. Não tinha ganhado nada ainda. Todos os nossos fantasmas rondavam sossegados e faceiros as alamedas do Palestra Itália como de costume faziam por mais de uma década, para a nossa angústia.

Derrota categórica num clássico gigante fez com que a esperança do torcedor fosse subjulgada. Os traumas e feridas voltaram à tona. Não tinha jeito. Era a nossa sina.

Sérgio, Mazinho, Antônio Carlos, Edinho Baiano e Roberto Carlos; César Sampaio, Daniel Frasson (Maurílio) e Jean Carlo; Edmundo, Edílson e Zinho. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Foi esse o time do Verdão naquela fatídica tarde de domingo. Após o jogo, ninguém mais prestava! Luxemburgo era burro. Edmundo pipoqueiro. Sampaio amarelão. Mazinho piada. E assim por diante, cada um foi pichado como o time mais incapaz da vida palmeirense. O “supertime” não era nada disso. Todas as dúvidas do mundo pairavam sobre nós.

As primeiras linhas da matéria do jornal que retrataram aquele clássico vão além e nos machuca tanto quanto o título garrafal da chamada, dizendo: “Contra a técnica, marcação. Contra o esnobismo, garra. Assim o Corinthians goleou o Palmeiras…”

Eu estava lá no Morumbi com meu saudoso pai naquela tarde. Saímos com a certeza de que na hora “H” o Palmeiras iria fazer o que se acostumou a fazer durante todo os anos 80. Ou seja, cair na reta final.

Mas para a nossa sorte, eu, meu pai e milhões de palmeirenses nos enganamos. Um pouco mais de um mês depois, no dia 12 de junho, Palmeiras e Corinthians voltaram a se encontrar na final do estadual. No mesmo palco. Praticamente com as mesmas formações. E o final da história todos sabemos como terminou. Verdão campeão, com goleada, fim do tabu e formamos uma dinastia de uma década, basicamente com a espinha dorsal daquele time.

O jogo em que o Corinthians atropelou o Palmeiras em 1993 na fase de classificação não saiu da minha cabeça, enquanto acompanhava o Derby desse sábado (24) em Itaquera. O time alvinegro usou do mesmo expediente do passado: marcação contra técnica, garra contra esnobismo.

Como em 93, o decantado “supertime” não foi capaz de vencer o seu maior rival. A descrença surge novamente entre os palmeirenses. Será que esse ano será uma repetição de 2017? Pipocamos de novo? O time não presta? Não temos alma? O técnico errou? São algumas das inúmeras indagações entre os palestrinos, após a primeira derrota na temporada e a quarta consecutiva para o maior rival, algo que não acontecia há 33 anos.

Não vou me aprofundar nos erros da arbitragem tendenciosa de Raphael Claus e seus comparsas, a interferência externa na marcação do primeiro pênalti a favor do time do Parque São Jorge e a consequente expulsão do goleiro Jailson, a bandeira da Sportv/Premiere levantada no meio dos alvinegros antes do início de cada tempo com a escrita de “Vai Corinthians”, sem o menor pudor e constrangimento de ambas as partes. Isso será abordado a exaustão pela grande mídia.

Prefiro olhar para frente e projetar o que podemos ser. Algumas boas lições precisamos tirar do Derby de Itaquera. Perceber que não existe um “supertime”, como tentam nos induzir a todo instante, é o primeiro passo. Um “supertime” não se constrói com folha salarial, propaganda e saliva. Mas com suor, equilíbrio e resultados.

Não desprezar os bastidores é outra lição que fica. Fatores ocultos, novamente, interferiram no resultado do jogo.

Temos ainda falhas na organização da equipe. Não somos um time pronto, ainda. Principalmente, no inseguro miolo de zaga, que não inspira confiança em ninguém e pode colocar tudo a perder.

Ser mais contundentes nos jogos grandes e ter a dimensão do que eles representam para a torcida e para a história do clube são elementos que também devem ser incorporados para o fortalecimento espiritual desse elenco. Diminuir a distância entre time e torcida em momentos chaves, pois de uns tempos para cá se criou um abismo entre o sentimento do torcedor e a postura dos jogadores em campo.

Temos todas as chances de fazer um ano glorioso. A temporada só está no início. Perder faz parte do esporte. É um dos três resultados possíveis no futebol. Não há que se criar um ambiente de terra arrasada, após um dissabor dolorido frente ao rival que mais detestamos. Nosso caminho é árduo. Vamos ter outras tantas provações pela frente. É lamber as feridas, levantar a cabeça e seguir em frente.

Não é o fim, Palestra!

torcida

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Mágico Novembro

Derby é sempre um momento catalisador de emoções, paixões e acima de tudo memórias. A cidade literalmente se divide há mais de 100 anos em torno desses dois tradicionais pavilhões. Dessa vez, o Brasil estará dividido também. Todas as atenções e olhares estarão para a luta que será travada no fim de semana na Zona Leste de São Paulo.

Calções negros de um lado. Manto esmeraldino do outro. No palco de Itaquera o sonho ou a desilusão de mais um título nacional na vida esportiva dessas duas agremiações estará em jogo.

Um revés pode ser um duro golpe para as pretensões dos verdes ou dos alvinegros. Tudo ou nada. Céu ou inferno. Alegria ou tristeza. Herói ou vilão. O Derby é assim! E sempre será!

Fé, crendice, mística, superstição, apego e tudo mais que o valha juntam-se aos 22 elementos dentro de campo na hora que a bola rolar. Milhões de almas e corações vibram e anseiam pela hora do gol fantástico que romperá a alegria transbordante ou a depressão profunda.

Um fator a mais nessa linda história é que o ano de 2017 marca o centenário desse confronto. Até aqui, na atual temporada, foram dois embates, ambos com vitórias a favor do time de Parque São Jorge (1 a 0 pelo Paulista e 2 a 0 pelo Brasileiro). Um espinho na garganta palestrina, que sequer teve o gostinho de celebrar um mísero gol diante do rival nos dois jogos realizados, algo que não acontecia desde 2011.

A vendetta alviverde tem muitos ingredientes motivacionais: primeira vitória no ano do centenário do Derby, estabelecer vantagem de vitórias na casa inimiga (em 5 jogos lá disputados são duas vitórias para cada lado e um empate), devolver a derrota sofrida em seus domínios no primeiro turno e diminuir a vantagem a favor do rival na tabela de classificação do Brasileiro para, de fato, buscar o tão sonhado troféu.

No domingo, o time mosqueteiro terá a totalidade da torcida presente no estádio e a liderança do torneio a seu favor.

Já os palestrinos, subirão ao gramado sob a égide dos heróis do eterno dia 5 de novembro de 1933, data em que o Palestra Itália impôs a maior goleada da história do Derby, ao superar o rival por inatingíveis 8 a 0!

periquito

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Tripleta clássica

O gol marcado pelo zagueiro colombiano Yerri Mina contra o Sport Club Corinthians Paulista, pelo Campeonato Brasileiro, na Arena Itaquera, no domingo (17), além de garantir a vitória palmeirense pelo placar de 2 a 0 e a liderança do torneio, fez com que o jogador entrasse para a história alviverde ao marcar gols em três clássicos consecutivos.

Mina já havia balançado as redes nas partidas contra o Santos e o São Paulo nessa temporada. O fato não é uma novidade na vida palmeirense. Outros atletas já haviam realizado o feito alcançado pelo colombiano.

O último atleta palmeirense a ter marcado gols em três clássicos consecutivamente foi o atacante Henrique em 2014. Nesse mesmo ano, Alan Kardec também marcou gols em três clássicos seguidos.

No século XXI, os atacantes Edmundo (em 2007) e Vagner Love (em 2004) também registraram essa marca, anotando seguidamente contra Corinthians, São Paulo e Santos.

Euller (em 2000) e Arce (em 2002) marcaram gols diante dos três principais rivais estaduais do alviverde numa mesma temporada, mas não em jogos consecutivos.

Confira os atletas palmeirenses que marcaram gols contra os três rivais estaduais num mesmo ano, de 2000 para cá:

2016 – Mina
2014 – Henrique e Alan Kardec
2007 – Edmundo
2004 – Vagner Love
2002 – Arce
2000 – Euller

Mais recordes

O Derby vencido pelo Palmeiras também registrou outros dois momentos históricos.

O primeiro deles é o fato do Verdão quebrar uma invencibilidade do rival do Parque São Jorge que não perdia em seu estádio havia 34 jogos.

O segundo momento aponta que desde 2007 o Palmeiras não ficava três partidas seguidas sem sofrer gols do seu mais tradicional rival. Em apenas três períodos da história desse confronto esse feito se repetiu: em 1965, de 1988 a 1989 e de 2007 a 2008.

Estrangeiros

Yerri Mina é o décimo segundo atleta estrangeiro do Palmeiras a marcar em um Derby.

Carazzo, Echevarrieta, Villadoniga, Gonzalez, Bovio, Ponce de Leon, Artime, Rincon,  Arce, Munoz e Valdivia foram os estrangeiros alviverdes que escreveram seus nomes na história do Derby ao marcar gols no tradicional confronto.

Palmeiras x Santos

YERRI MINA MARCOU GOL EM TODOS OS CLÁSSICOS EM 2016

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Palmeiras quebra Tabu

O clássico de domingo (31) na Arena Corinthians vencido pelo Palmeiras pelo placar de 2 a 0 sobre o time do Parque São Jorge, com gols de Zé Roberto e Rafael Marques, pelo Campeonato Brasileiro, pôs fim há um tabu de 10 jogos (5 empates e 5 derrotas) sem vitórias do clube alviverde sobre o seu tradicional rival.

Pela quarta vez em toda a história do Derby o Corinthians não conseguiu ultrapassar a marca de 10 jogos sem derrotas para o Palmeiras. A maior sequência do Derby sem derrotas pertence ao Verdão. Foram 12 jogos de invencibilidade palmeirense sobre os alvinegros, entre 4/5/1930 a 5/8/1934, com 11 vitórias e 1 empate. Essa também foi a maior sequência de vitórias dos confrontos.

Relembre como caíram os outros três jejuns palmeirense no Derby:

A primeira sequência alvinegra de 10 jogos invictos sobre o rival alviverde durou de 26/12/1948 a 24/3/1951. O jogo da quebra do tabu palmeirense aconteceu em 8/4/1951, no estádio do Pacaembu. Era a primeira partida da decisão do Torneio Rio-São Paulo. O Palmeiras venceu por 3 a 2.

Liminha abriu o placar para o Palmeiras, aos 4 minutos. Colombo empatou aos 34 minutos. O zagueiro Homero jogou contra as  próprias redes, colocando o Verdão em vantagem aos 42 minutos. No segundo tempo, Jackson empatou novamente aos 3 minutos. Aquiles, aos 20 minutos, marcou o gol da vitória palmeirense, a quebra do tabu e dava o primeiro passo rumo ao título da competição sobre o rival, que aconteceria três dias depois.

O segundo longo jejum palmeirense aconteceu de 6/7/1952 a 21/7/1954. O jogo da quebra do tabu aconteceu em 29/8/1954, na cidade de Barretos, no interior de São Paulo, válida pela Taça Centenário de Barretos. Com um gol de Rodrigues Tatu, aos 28 do segundo tempo, o Verdão quebrou o tabu e garantiu mais uma taça sobre o rival alvinegro.

O terceiro grande tabu do time alviverde foi do dia 22/11/1970 a 4/4/1973.  O jogo da redenção palestrina aconteceu em 26/5/1973, no estádio do Pacaembu, válido pela Taça São Paulo. O Verdão venceu pelo placar de 1 a 0 e quebrou o tabu com um gol de Edu, aos 29 minutos do segundo tempo.

Zé Roberto entra para a história

Com o gol marcado no clássico, o meia palmeirense Zé Roberto entrou para a história do Derby como o jogador mais velho a marcar um gol no tradicional confronto, com 40 anos de idade.

Primeira vez

A derrota para o Palmeiras registrou a primeira derrota do Sport Club Corinthians Paulista em clássicos no seu novo estádio em Itaquera.

Estatísticas

Desde 1915 até hoje, a equipe principal de futebol do Palestra- Palmeiras realizou 5.791 jogos oficiais. A vitória palmeirense diante do Corinthians foi a de número 3.100 na história do clube esmeraldino, que ainda registra 1.416 empates e 1.275 derrotas, com 11.305 gols pró e 6.565 gols contra.

 

palmeiras-x-Corinthians

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