Esportes

Tradição é Modernidade

São Paulo amanheceu cinzenta. Garoa, frio e chuva. Era dia de novo técnico na Sociedade Esportiva Palmeiras. A escolha da diretoria foi por um nome histórico entre os palestrinos. Gaúcho. Bigode farto. Campeoníssimo. Pela terceira vez com a honra de dirigir o time de futebol profissional, que vinha de um vice-campeonato brasileiro e paulista….

Foi exatamente assim que em novembro de 1971, o técnico Oswaldo Brandão voltava para o Palmeiras, onde no ano seguinte ele edificaria a Segunda Academia de Futebol, que conquistaria tudo o que disputou até 1974.

Foi exatamente assim que em 3 de agosto de 2018, o técnico Luiz Felipe Scolari volta para o Palmeiras para comandar o futebol esmeraldino até 2020.

Felipão tem a alma palestrina. A empatia do treinador com o Verdão é imensa e a memória afetiva da torcida foi sacudida com a sua volta ao Palestra Italia.

Muitos são os fatos marcantes em suas passagens pelo Palmeiras. Bem como os títulos conquistados. Logo em sua primeira passagem foi vice-campeão Brasileiro em 1997. No ano seguinte, conquistou a Copa do Brasil e a Copa Sul-Americana Mercosul. Em 1999 foi campeão da Copa Libertadores da América, vice-campeão paulista e vice-campeão mundial interclubes. Em 2000, campeão do Torneio Rio São Paulo e da Copa dos Campeões, alem de ser vice-campeão da Copa Sul-Americana Mercosul e da Libertadores.

Felipão é o cara da Libertadores. Nosso Capitão América. Ele é o técnico que mais treinou o Palmeiras na competição, com 28 jogos. É o técnico que mais venceu em Libertadores, com 14 triunfos. Único a treinar a equipe pela terceira vez no torneio. Único que chegou em duas finais (1999 e 2000). Único a vencer um título continental em 1999. Além de duas inesquecíveis e eternas eliminações sobre o nosso maior rival na competição continental.

Felipão também é o cara do Brasileirão. Ele é o técnico que mais vezes comandou o alviverde na competição com 172 partidas disputadas pelo Palmeiras, nas duas passagens que ele teve pelo clube.

Felipão também é o cara da Copa do Brasil. Ele é o técnico que mais venceu a competição pelo Palmeiras, com duas conquistas, em 1998 e 2012.

Felipão também é o cara do Palmeiras! Ele é o segundo técnico que mais treinou o Verdão em sua história, com 408 jogos, atrás apenas de Oswaldo Brandão. Foram 192 vitórias sob o seu comando, sendo o terceiro comandante mais vitorioso do alviverde, atrás de Brandão e Luxemburgo.

Gaúcho de Passo Fundo, Felipão também é o cara do Brasil. Foi sob o seu comando que a seleção brasileira conquistou o seu último título numa Copa do Mundo de Seleções, em 2002. Felipão possui o recorde de ser o treinador com maior número de vitórias consecutivas em Copas do Mundo, com 11 vitórias seguidas, entre 2002 e 2006, treinando a seleção brasileira e portuguesa, respectivamente.

No Século XXI, nenhum técnico brasileiro conquistou mais títulos que Felipão, com 14 conquistas entre 2001 e 2018, somando as suas passagens por clubes e seleções.

A sua estreia pelo Palmeiras na primeira passagem aconteceu no amistoso contra o Caldas de Goiás, em 22 de junho de 1997, em partida realizada fora de casa, vencida pelo Palmeiras por 2 a 0. O atacante Cris, formado nas categorias de base do Palmeiras, fez o primeiro gol da primeira Era Felipão no Palestra Italia.

Na sua segunda passagem, estreou diante do Avaí, também fora de casa, no 18 de julho de 2010, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, com derrota pelo placar de 4 a 2. O lateral-esquerdo Gabriel Silva, formado nas categorias de base do Palmeiras, fez o primeiro do Verdão na segunda Era Felipão no Palestra Italia.

Agora, em sua terceira passagem, também estreará fora de casa, no domingo (5), contra o América-MG, no estádio Independência, em Belo Horizonte, pelo Campeonato Brasileiro.

Em sua primeira passagem pelo Palmeiras, o atleta mais utilizado por Felipão foi o volante Galeano, em 210 jogos. Já na sua segunda passagem pelo alviverde, o jogador mais utilizado por Scolari foi o volante Márcio Araujo em 139 jogos.

Coincidência ou não, ambos eram volantes contestados pela torcida, não eram os mais dotados tecnicamente, eram operários, jogavam para o time e eram incansáveis na sua entrega, esforço e espírito de luta.

Na primeira passagem, Felipão efetivou promessas da base do alviverde que se tornaram ídolos do clube e astros mundiais, como o caso do goleiro Marcos e do zagueiro Roque Júnior.

Muitos outros atletas da categoria de base foram utilizados pelo treinador em sua primeira passagem, como por exemplo: Adriano, Cassiano, Cris, Daniel, Eriberto, Jorginho Paulista, Thiago Gentil, Marcelo (G), Gilvan (G), Paulo Assunção, Rubens Junior, Beto, Ferrugem, Juliano, Rodrigo Taddei, Tiago Silva, Thiago Matias, Chocolate, entre outros.

Na segunda passagem, Felipão também deu muito espaço para as categorias de base e utilizou os seguintes atletas: Gabriel Silva, Luis Felipe, Vinicius, Patrik, Fernando, Bruno Turco, Bruno Oliveira, Miguel, Caio Mancha, Bruno Dybal, João Denoni, Luiz Gustavo, Patrick Vieira, Gualberto, Wellington, Raphael Alemão (G), Bruno (G), Deola (G), entre outros.

Felipão revolucionou o jeito do Palmeiras jogar. Acostumado com o estilo acadêmico e cadenciado das Academias ou com o futebol espetáculo dos anos 90, Luiz Felipe Scolari implementou o futebol por resultados no Palestra. Jogos truncados, torcida e time jogando juntos, jogo sem tanto brilho, mas com ampla dose de emoção do começo ao fim. Verdadeiras batalhas! Que só fortaleceram o clube, a torcida e a nossa rica galeria de troféus.

Foi Felipão que cunhou algumas expressões que ficaram populares na torcida do Palmeiras e no vocabulário do futebol brasileiro. Os corneteiros do passado foram batizados pelo treinador como Turma do Amendoim. Na sua segunda passagem, os amendoins passaram a ser chamados de Turma do Limão.

Entre as inúmeras declarações e entrevistas que ficaram marcantes em sua carreira de treinador, um vazamento de uma preleção na véspera da partida contra o Corinthians na partida de volta da semifinal da Copa Libertadores da América de 2000, ele vaticina um mantra que ecoa até hoje entre os palestrinos: “Tem que ter Raiva dessa Porra de Corinthians!”.

Esse é o espírito palestrino. Vibrante. Passional. Emotivo. Vitorioso. Obcecado pelas conquistas e com um amor latente à flor da pele.

Scolari, com seu jeito italiano, bonachão, deixa o Palmeiras mais Palestra. Que em sua terceira passagem, time, técnico e torcida cantem a mesma música que embalou a conquista da Libertadores em 1999. “Fica Felipão, no fim do ano, nós vamos pro Japão!”, em referência a disputa do Mundial Interclubes que acontecia em Tóquio, em jogo único.

Agora, que o sonho se renove! Que a esperança seja cada vez mais Verde!

Bem vindo de volta Felipão! A casa é sua! O Palestra e os palestrinos te amam!

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FORZA VERDÃO!!!

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Palmeiras x Santos

No próximo domingo (4), às 17h, o alviverde faz o seu primeiro clássico na atual temporada diante do Santos Futebol Clube, no estádio Palestra Itália, pelo Campeonato Paulista. Além da rivalidade recente entre as equipes, que  disputaram diversas partidas decisivas nos últimos anos, o encontro marca o primeiro jogo do meia Lucas Lima contra o seu ex-clube.

Se por um lado será a primeira vez de Lima usando a camisa alviverde perante o Peixe, do lado santista David Braz, que foi formado na  categoria de base do Palmeiras, novamente veste a camisa alvinegra contra o Verdão. Por essa particularidade, esse será o jogo dos “exs”.

Garotos x Experiência

Ao longo da história do clássico entre Palmeiras e Santos os dois clubes sempre apresentaram um jogo franco e vistoso quando se encontraram, com muitos gols e plasticidade. O time praiano invariavelmente aposta em jovens garotos de talento e pratica um futebol ofensivo, jogando e deixando  jogar, sempre privilegiando o ataque.

Já o Palmeiras normalmente aposta em jogadores mais experientes, renomados, e possui uma longa tradição de praticar um jogo mais cadenciado e técnico, com vocação de propor o jogo a todo instante e impor a sua classe para dominar os seus adversários e alcançar as vitórias.

Fazendo uma análise rápida de ambos elencos, as duas escolas de futebol nesse ano estão em consonância com suas tradições históricas.

O Peixe aposta na velocidade dos seus garotos de frente (Copete, Arthur Gomes, Rodrygo, Gabriel) para buscar o resultado positivo. Já o Palestra deverá buscar o caminho da vitória contando com a habilidade de Lucas Lima, Dudu, Moisés, Willian e Gustavo Scarpa.

Craques

Grandes craques vestiram a camisa dos dois clubes ao longo do tempo. O primeiro caso ocorreu nos anos 30, com o atacante Feitiço. Um dos maiores artilheiros do time da Vila Belmiro, encerrou a sua carreira atuando pelo Palestra Itália.

Nos anos 40, Claudio Cristovão Pinho, revelado no time santista se transferiu para o Palmeiras e foi o autor do primeiro gol da história do alviverde, após adotar o seu novo nome em 1942. Ainda nesse período, o atacante argentino Echevarrieta, que é o estrangeiro com maior número de gols da história palmeirense, se transferiu para o time praiano. Em 1943, o goleiro Ciro Portieri atuou pelo Palmeiras em duas partidas. Ele marcou época defendendo a meta santista na conquista do primeiro título estadual do Santos em 1935.

Nos anos 50, o goleiro Laercio e o meia Jair da Rosa Pinto, que defenderam o Palmeiras, foram para o Santos. Em contrapartida, o zagueiro Formiga, o meia Vasconcelos e o atacante Odair Titica, ídolos santistas, trocaram o alvinegro pelo Verdão.

O zagueiro Djalma Dias, que brilhou na Academia Palmeirense nos anos 60, também teve grande passagem com a camisa santista. Alfredo Mostarda outro grande zagueiro palmeirense que fez parte da Academia Alviverde dos anos 70, defendeu o Santos no fim de sua carreira.

Zetti, goleiro formado no Palmeiras nos anos 80 e com passagens pela seleção brasileira, defendeu as duas camisas.

Nos anos 90, Cleber (zagueiro), Cesar Sampaio (meio campo) e Velloso (goleiro), marcaram as suas trajetórias com as duas camisas. Nos anos 2000, o meia Pedrinho e o volante Arouca também mostraram seu valor nos dois clubes, conquistando títulos.

Casos únicos

Poucos sabem, mas dois dos maiores ídolos santistas tiveram passagens relâmpago pela Sociedade Esportiva Palmeiras.

O meia Antoninho Fernandes foi contratado pelo Palmeiras junto ao time praiano em janeiro de 1951. Chegou a fazer dois jogos pelo alviverde e marcou um gol. Mas a saudades da Vila Belmiro e a relutância dos cartolas praianos em ceder o passe do craque santista fez com que o negócio fosse desfeito e ele retornasse ao Peixe, onde continuou a sua jornada de grande craque.

O outro caso trata-se do atacante Pagão. Em 1955 o jogador pertencia a Portuguesa Santista e foi oferecido ao Palmeiras em sigilo para disputar uma partida amistosa no Rio de Janeiro, onde seria a sua prova de fogo para firmar um contrato com o time palestrino, em caso de ser aprovado.

Os lusos santistas nutriam uma forte rivalidade com o time alvinegro e estavam dispostos a cedê-lo ao Verdão, ao invés do seu vizinho praiano, que já cobiçava o atleta.

Pagão estraçalhou com a camisa alviverde. Fez três gols no amistoso contra a Seleção de Barra Mansa e praticamente selou a sua ida em definitivo para o alviverde. Para não chamar a atenção, os dirigentes alviverdes ao invés de divulgar na súmula da partida o nome de Pagão, colocaram o nome de “Fernando” para o camisa 9.

Mas a notícia inesperadamente vazou na cidade Santos. Os cartolas santistas se mobilizaram e rapidamente endossaram um cheque para o tio de Pagão num valor acima do dobro do que o Palmeiras oferecia para a compra do passe do seu sobrinho junto a Lusa Santista.

Na volta para a cidade praiana, Pagão que dava como certo o seu destino traçado para o Parque Antártica, mal sabia que sua vida esportiva já estava acertada pelo seu tio com o clube da Vila Belmiro, onde se transformou num dos maiores craques do clube e do futebol brasileiro.

Santistas Palmeirenses

Três ídolos santistas já declararam publicamente a sua paixão juvenil pelo Palmeiras, ao longo da história.

O primeiro deles foi José Ely de Miranda, o eterno capitão santista Zito. Em matéria publicada no jornal A Gazeta Esportiva do dia 24 de novembro de 2011, o jogador contou que quando menino torcia para o Palmeiras e seu ídolo era o goleiro Oberdan Cattani.

Em sua biografia escrita pelo jornalista Wladimir Miranda, intitulada “O artilheiro indomável”, o atacante Serginho Chulapa também declarou sua torcida pelo Palmeiras.  Na página 25, há a seguinte afirmação: “… na infância, passada nos campos de terra batida no bairro da Casa Verde, torcia mesmo para o Palmeiras.”

Chulapa conclue dizendo que adorava ver jogar o irreverente e inquieto Cesar Maluco, com a camisa palestrina.

Mais recentemente, o atacante Neymar Jr., também afirmou publicamente em diversas oportunidades a sua torcida pelo Palmeiras quando criança, em entrevistas e nas redes sociais.

No entanto, todos eles nunca jogaram no Palmeiras e brilharam com a camisa santista.

Divino na Vila

Ademir da Guia treinou na equipe juvenil do Santos quando garoto.  Foi aprovado e tinha proposta para ficar na Vila Belmiro. Seu pai Domingos da Guia seria o treinador do time infantil do Peixe.

Domingos iria pedir como salário aos diretores do Santos 9 mil reais para os dois acertarem sua vida com o Peixe. Eles ganhavam 3 mil reais no Bangu. Mas na negociação, o pai de Da Guia aumentou sua pedida para 13 mil reais. O diretor das categorias de base santista disse que somente o responsável por todo o departamente de futebol poderia autorizar aquele salário, mas que no momento ele acompanhava o time principal do Peixe em um compromisso e só chegaria alguns dias depois.

Ademir pediu para o seu pai para voltarem para Bangu. Era semana de carnaval e pretendiam retornar ao litoral paulista após os festejos de Momo. Brincaram o carnaval no Rio de Janeiro e nunca mais voltaram. O destino de Ademir da Guia seria o Palmeiras, para a nossa felicidade!

Chuva de Gols

Nenhum outro clássico paulista teve tantos gols numa única partida como o jogo entre Palmeiras 6×7 Santos, em 6 de março de 1958, válido pelo Torneio Rio-São Paulo, realizado no estádio municipal do Pacaembu.

Dizem que torcedores morreram de emoção dado os revezes do placar, ora com o Palmeiras na frente ora com o Peixe.

Números no Palestra

Essa será a partida de número 78 entre as equipes no estádio Palestra Itália. Até aqui foram 77 jogos, com 40 vitórias alviverdes, 22 empates, 15 vitórias santistas, 144 gols marcados pelos palmeirenses, contra 79 sofridos. Nenhum outro clube fez tantos gols no Palmeiras em seus domínios como o Santos.

O clássico de domingo tornará o Santos Futebol Clube o time que mais vezes atuou diante do Palmeiras em sua casa.

A última vitória do Palmeiras contra os santistas no Palestra Itália foi justamente na decisão da Copa do Brasil no dia 2 de dezembro de 2015, pelo placar de 2 a 1, gols palestrinos marcados por Dudu (2). Na ocasião, o alviverde conquistou o título da competição na disputa por pênaltis.

De lá para cá houveram mais três confrontos, com dois empates e uma vitória do time praiano.

*** Em caso de reprodução dos dados acima, é obrigatório dar os créditos das informações ao autor Fernando Razzo Galuppo e seu respectivo blog pessoal ***

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FORZA VERDÃO!!!

 

 

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Derby Paulista – Jogadores

O atacante Romeu Pelliciari é o atleta palmeirense que mantém o melhor desempenho de gols em sequência na história do Derby.

Foram oito clássico seguidos indo às redes adversárias com a incrível marca de 13 gols marcados consecutivamente contra o rival!

Confira a relação dos jogos:

24/08/1930 Palestra Itália 4 x 0 Corinthians – Serafini, Romeu Pelliciari, Ministrinho, Heitor – Campeonato Paulista

29/03/1931 Palestra Itália 3 x 1 Corinthians – Romeu Pelliciari, Heitor, Gogliardo – Campeonato Paulista e Taça Diário Nacional

07/09/1931 Palestra Itália 2 x 0 Corinthians – Romeu Pelliciari, Heitor – Torneio Estadual Pró-Estádio

13/09/1931 Palestra Itália 1 x 1 Corinthians – Romeu Pelliciari – Torneio Estadual Pró-Estádio

15/11/1931 Palestra Itália 3 x 2 Corinthians – Heitor, Osses, Romeu Pelliciari – Campeonato Paulista

06/11/1932 Palestra Itália 3 x 0 Corinthians – Sandro, Romeu Pelliciari (2) – Campeonato Paulista

07/05/1933 Palestra Itália 5 x 1 Corinthians – Carazzo, Romeu Pelliciari (2), Gabardo (2) – Campeonato Paulista / Rio São Paulo

05/11/1933 Palestra Itália 8 x 0 Corinthians – Gabardo, Imparato II (3), Romeu Pelliciari (4) – Campeonato Paulista / Rio São Paulo

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Romeu  Pelliciari em ação em um clássico contra o Corinthians

VIRA CASACAS

Confira todos os jogadores da história do Palmeiras que já atuaram pelo Corinthians e jogaram um Derby defendendo as cores alviverdes:

Amaral (volante), Amilcar Barbuy (médio), Antônio Carlos (zagueiro), Baldocchi (zagueiro), Begliomini (zagueiro), Bianco (zagueiro), Canhoto (meia), Capellozi (atacante), Carlos (goleiro), Cesar Maluco (atacante), Cesar Sampaio (volante), Christian (atacante), Claudio (meia), Colombo (atacante), Daniel (lateral-direito), Denys (lateral-esquerdo), Dida (lateral-esquerdo), Donizete (atacante), Edílson (meia), Edmar (atacante), Edmundo (atacante), Edson (lateral-direito), Edson Cegonha (meia), Edu Manga (meia), Elivelton (atacante), Ewerthon (atacante), Feitiço (atacante), Fernando Diniz (meia), Filó (atacante), Gamarra (zagueiro), Geraldo II (atacante), Jorginho Putinatti (atacante), Jurandyr (goleiro), Leão (goleiro), Lima IV (meia), Luizão (atacante), Luis Pereira (zagueiro), Magrão (volante), Marcelo Oliveira (volante), Marcelo Ramos (atacante), Marcinho (atacante), Marco Antônio (zagueiro), Mario (atacante), Mauro (atacante), Mirandinha (atacante), Muller (atacante), Nardo (atacante), Neto (meia), Nilson (atacante), Paulinho (volante), Paulinho Carioca (atacante), Paulo Nunes (atacante), Pipi (atacante), Rincón (meia), Rivaldo (meia), Roberto Carlos (lateral-esquerdo), Rogério (volante), Romeu (atacante), Rubens Junior (lateral-esquerdo), Servilio (atacante), Suingue (meia), Thiago Heleno (zagueiro), Toninho (atacante), Weldinho (lateral-direito), Valber (meia), Viola (atacante), Zuza (meia).

Do atual elenco palmeirense, Bruno Cesar (meia) pode se juntar a esse rol seleto de jogadores que jogaram nas duas equipes e atuaram num Derby com a camisa palmeirense. Marcelo Oliveira, que se enquadra nesse requisito e pertence ao atual elenco, fez o seu debut em 17 de fevereiro de 2013, no empate em 2 a 2.


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Da esq. para a dir.: Viola, Paulo Nunes, Edmundo e Bruno César. Todos vestiram a camisa do Palmeiras e do Corinthians

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