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Freguês Fiel

Nem todos os apaixonados pelo futebol possuem conhecimento de algumas importantes vantagens palestrinas no Derby ao longo dos mais de 100 anos de disputa desse clássico e eterno confronto.

Se faz necessário algumas lembranças, as quais elencamos:

Quem mais marcou em Derbys: 522 gols alviverdes contra 483 alvinegros

Maior Goleada em Derbys pelo Paulista: Palestra Itália 8×0 Corinthians (1933)

Maior Goleada em Derbys pelo Brasileiro: Palmeiras 4×0 Corinthians (2004)

Maior Goleada em Derbys por qualquer competição: Palestra Itália 8×0 Corinthians (1933)

Confrontos Diretos em Campeonatos Nacionais:  Palmeiras 21 vitórias contra 17 vitórias alvinegras

Confrontos Eliminatórios em Libertadores da América: Palmeiras duas eliminações a seu favor (1999 e 2000) contra nenhuma do rival

Derbys realizados em estádios fora da capital: 15 jogos, 6 vitórias do Palmeiras, 1 vitória do Corinthians, 8 empates
(Barretão, Barretos-SP, Benedito Teixeira, São José do Rio Preto-SP, Eduardo José Farah, Presidente Prudente-SP, Fonte Nova, Salvador-BA, Martins Pereira, São José dos Campos-SP, Morenão, Campo Grande-MS, Santa Cruz, Ribeirão Preto-SP)

Decisões de títulos em competições oficiais em confrontos diretos:

Palmeiras: 8 conquistas

  1. 1935 – Torneio Início
  2. 1936 – Campeonato Paulista
  3. 1938 – Campeonato Paulista Extra
  4. 1951 – Torneio Rio São Paulo
  5. 1974 – Campeonato Paulista
  6. 1993 – Campeonato Paulista
  7. 1993 – Torneio Rio São Paulo
  8. 1994 – Campeonato Brasileiro

Corinthians: 3 conquistas

  1. 1995 – Campeonato Paulista
  2. 1999 – Campeonato Paulista
  3. 2018 – Campeonato Paulista

NÚMEROS GERAIS DO DERBY

Jogos: 370
Vitórias Palmeiras: 131
Empates: 110
Vitórias Corinthians: 129
Gols marcados Palmeiras: 522
Gols marcados Corinthians: 483

simbolo-original

FORZA VERDÃO!!!

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Números do Derby

O Torneio Início foi uma competição criada puramente pelos brasileiros. O primeiro registro desse modelo de torneio de tiro curto, congregando diversas agremiações em um mesmo dia e local, com caráter beneficente, aconteceu justamente nos primeiros anos do século passado.

Pode se dizer que o Rio de Janeiro foi o berço do Torneio Início, já que a competição foi criada em 1916 pela Associação de Cronistas Desportivos do Rio de Janeiro (entidade atualmente denominada Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro – ACERJ). A primeira edição do Torneio Início do Rio de Janeiro, cuja final fora disputada entre Fluminense e América e que teve o Tricolor Carioca como o grande vencedor, jogando em casa, contou com cerca de cinco mil espectadores e teve a renda destinada em benefício da instituição denominada Patronato de Menores.

Três anos mais tarde, em 1919, a Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (ACEESP), junto com a Associação Atlética das Palmeiras, extinto clube da capital paulista, introduziram a competição no calendário esportivo bandeirante.

Sua fórmula popular foi reproduzida nas principais praças esportivas do Brasil: os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, por exemplo, já haviam aderido à competição a partir de 1917, enquanto, no Paraná, o Torneio Início foi implantado em 1918. Já em Pernambuco e na Bahia, a competição começou a ser disputada em 1919 – assim como em São Paulo. E no Ceará, no Rio Grande do Sul e em Alagoas, o certame fora disputado pela primeira vez, respectivamente, em 1920, 1921 e 1927.

A partir dos anos 50, por conta de questões financeiras e do aumento dos clubes nas divisões principais, a competição perdeu a sua importância, sendo descontinuada, tendo algumas edições esporádicas e esparsas, mas sem o mesmo prestígio.

O livro oficial da Federação Paulista de Futebol, escrito pelo jornalista Rubens Ribeiro, denominado “O Caminho da Bola”, que remonta a trajetória de mais de cem anos de futebol em São Paulo, retrata todas as edições da competição, com detalhes e resultados dos jogos.

PALMEIRAS NO TORNEIO INÍCIO

De 1919 a 1996, a Sociedade Esportiva Palmeiras disputou 87 partidas válidas pelo Torneio Início do Campeonato Paulista em toda a história da competição, contra as mais diversas agremiações, sagrando-se campeão nas seguintes edições: 1927, 1930, 1935, 1939, 1942, 1946 e 1969.

Independente do adversário, todas essas partidas são consideradas válidas pelo clube devido os seguintes critérios:

(1) Competição oficial organizada e chancelada pela entidade máxima do futebol estadual;

(2) Competição com regulamento definido;

(3) Competição com premiação estabelecida (troféu e bonificação em dinheiro aos participantes);

(4) Competição com arbitragem oficial;

(5) Competição com ampla difusão da mídia;

(6) Competição com bilheteria, renda e público;

(7) Competição com tradição e continuidade por cerca de quatro décadas consecutivas;

(8) Competição congregando todos os filiados da Divisão Principal;

(9) Competição em que as equipes utilizam seus uniformes oficiais;

(10) Competição em que os atletas deveriam estar devidamente filiados e registrados de acordo com as normas vigentes;

(11) Competição com súmula oficial.

Posto isso, a Sociedade Esportiva Palmeiras entende que há mais elementos que fazem a competição ter um pertencimento histórico relevante em vez de simplesmente eliminá-la de sua vida esportiva, como algo que nunca existiu, por puro anacronismo.

QUEM TAMBÉM CONSIDERA

O Clube de Regatas do Flamengo, por exemplo, que congrega um grupo de reconhecidos historiadores do clube na difusão e resgate histórico da agremiação carioca, por meio do site Fla-Estatísticas, tem o seguinte entendimento sobre a validação do Torneio Início como jogo oficial, o qual transcrevemos:

“JOGOS OFICIAIS: Consideramos na estatística oficial de jogos, aqueles em que o time do Flamengo entrou em campo obedecendo os critérios da FIFA. Mesmo quando há uma das restrições citadas abaixo, consideramos como jogo oficial do clube.

1ª Restrição: Jogos disputados em torneios que tinham jogos com duração menor que 90 minutos. Como exemplo, temos o Torneio Início e alguns torneios disputados na Europa e América do Sul. Mesmo não seguindo as determinações oficiais da FIFA, consideramos estes jogos oficiais, pois faziam parte de torneios realizados por Federações, Confederações e Entidades locais oficiais e quando o C. R. Flamengo se sagrava campeão, o título era considerado na lista oficial de títulos do clube.”

Veja mais aqui: www.flaestatistica.com/criterios

DIVERGÊNCIAS

Há divergências nos números dos confrontos entre Palmeiras e Corinthians justamente por conta dos critérios utilizados pelos clubes no tratamento de sua história: o Alviverde considera as partidas válidas por Torneios Inícios para fins de estatísticas, enquanto o Alvinegro suprime estes resultados quando contabilizam seu retrospecto.

Desde a implementação estatutária do Departamento de Acervo Histórico da Sociedade Esportiva Palmeiras, em 2005, o grupo de trabalho alviverde segue a mesma metodologia e princípios, e sempre considerando as partidas válidas pelo Torneio Início, a exemplo do que fez o Almanaque do Palmeiras, de autoria de Celso Dario Unzelte e Mário Sergio Venditti, publicado em 2004 pela Editora Abril, que contempla jogos de Torneio Início e outras competições similares contra todas as equipes do futebol paulista, sem distinção e revisionismo.

O Sport Club Corinthians Paulista, conforme a sua posição oficial e pública, utiliza como números oficiais os dados fornecidos pelo jornalista Celso Dario Unzelte.

De 2000 até os dias atuais, Unzelte já apresentou as seguintes posições nos mais diversos trabalhos por ele elaborado:

Almanaque do Timão – Volume 1 – (autor: Celso Dario Unzelte) publicado em 2000 pela Editora Abril.

Todo o almanaque considera as dezenas de jogos do Corinthians pelo Torneio Início de 1919 a 1996, além do Torneio Henrique Mündel, o qual a agremiação corintiana jogou com o time titular.

Esse mesmo Almanaque foi reeditado em 2005, porém, desta vez, sem os jogos do Torneio Início e do Torneio Henrique Mündel.

Corinthians x Palmeiras – Uma história de Rivalidade (autor: Antônio Carlos Napoleão), publicado em 2001 pela editora Mauad, com colaboração de Celso Dario Unzelte.

O trabalho distingue o Torneio Início separadamente, mas traz como jogo válido o Torneio Henrique Mündel.

Revista Placar – Os Grandes Clássicos (maio de 2005). Com colaboração de Celso Dario Unzelte

A edição não considera os Torneios Inícios, mas traz como jogo válido o Torneio Henrique Mündel.

Site – Meu Timão

Um dos portais mais importantes de difusão de conteúdo sobre o Sport Club Corinthians Paulista, o Meu Timão apresentou matéria especial sobre a conquista do Torneio Início, em 17 de novembro de 2017, às 16h43, assinada por Celso Dario Unzelte.

Site Oficial – SCCP

O site oficial do Sport Club Corinthians Paulista também faz referências à competição, tanto em algumas matérias do site quanto na sua relação de conquistas e cronologia histórica.

Revista O Mundo do Futebol publicada em 2003 pela Editora On Line, com colaboração e consultoria de Celso Dario Unzelte.

A obra traz os jogos do Torneio Início e do Torneio Henrique Mündel na contagem geral dos números do confronto.

CONCLUSÃO

O trabalho elaborado pela Sociedade Esportiva Palmeiras engloba todos os confrontos oficiais entre as equipes principais dos dois tradicionais clubes na história, sem distinção, respeitando e preservando a história puramente factual, de forma fria, sem análises, interpretações personalistas, critérios próprios ou julgamentos.

O trabalho elaborado pelo Sport Club Corinthians Paulista apresenta os números, alegando que os Torneios Inícios e a Taça Henrique Mündel não eram competições jogadas em 90 minutos, apesar de a competição ser oficial organizada pela entidade máxima do futebol bandeirante, ter súmula, juiz, valer taça, ter público, bilheteria e registros nas federações e imprensa.

Vale lembrar que, nem sempre na história do futebol, as partidas eram jogadas em 90 minutos. No início dos tempos, por exemplo, as partidas eram divididas em dois tempos de 40.

Indo além, as partidas disputadas em 1918 e no começo de 1919 foram limitadas em seu tempo de jogo ainda mais, baixando as partidas do Campeonato Paulista para dois tempos de 35 minutos, devido à epidemia da Gripe Espanhola, por exemplo.

Segundo a ótica alvinegra, como ficam os jogos que houveram prorrogação? Afinal, segundo eles, o critério para estabelecer o que é ou não jogo válido são apenas os 90 minutos. Partindo disso, a semifinal do campeonato paulista de 1986 e as finais do paulista de 1993 e 1995 deverão ser riscadas da história do Derby?

Partindo da análise dos corintianos, teriam então que ser deconsiderados inúmeros jogos da história do Derby, pois a regra utilizada por eles para formatação de seus conceitos históricos não atende aos parâmetros de análise por eles mesmos criados e entendidos como ponto de fé e verdade absoluta, aos quais apontamos acima.

O trabalho do Palmeiras tem como a regra número 1 o seguinte parâmetro: não se mede o passado com a régua do presente e vice-versa. Deve-se respeitar os fatos de acordo com o seu tempo e o seu espírito.

No entanto, cabe a cada um julgar por si só os metódos adotados pelas duas instituições na preservação da história de um dos maiores confrontos do futebol mundial e utilizar a métrica que melhor lhe convém. A Sociedade Esportiva Palmeiras trabalha com fatos. E, aos fatos, respondemos.

Se o Corinthians entende que os jogos do Torneio Início contra o Palmeiras devam ser descartados e não valem nada, entendemos que eles prestam um desserviço à memória de seu próprio clube. Afinal, o time alvinegro possui oito títulos da competição, sendo o maior campeão do torneio, e por conta de não reconhecê-lo, segundo o que foi exposto no trabalho alvinegro, tem por si só essas conquistas descartadas de sua rica galeria de campeões. Já nós, do Palmeiras, damos muito valor a tudo aquilo que conquistamos, com suor e fibra, no gramado em que a luta sempre nos aguarda. Principalmente a todas as vitórias sobre o nosso maior rival.

NÚMEROS DO DERBY

Jogos: 369
Vitórias Palmeiras: 131
Empates: 110
Vitórias Corinthians: 128
Gols marcados Palmeiras: 522
Gols marcados Corinthians: 482

luis pereira consola rivelino 1974

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Choque-Rei em números

O Verdão defende um tabu de 11 anos invicto no clássico Choque-Rei diante do São Paulo Futebol Clube nesse sábado (2), às 21h, pelo Campeonato Brasileiro, no estádio Palestra Itália. Desde o dia 29 de agosto de 2007, o alviverde não perde para os tricolores na casa palestrina.

De lá para cá, foram 10 jogos, com 8 vitórias alviverdes e 2 empates. Nesse período, o Verdão marcou 24 gols contra 5 gols dos são-paulinos.

No geral, o estádio Palestra Itália recebeu 42 clássicos entre as equipes, com 22 vitórias alviverdes, 10 vitórias do São Paulo, 10 empates, 67 gols pró Palmeiras e 34 gols pró Tricolor.

Entre os grandes clubes paulistas (Santos e Corinthians), o São Paulo é a equipe que menos visitou o Palmeiras em seus domínios. Os santistas jogaram 78 vezes contra os palestrinos no estádio Palestra Itália e os corintianos 47 vezes.

Do atual elenco, Dudu, Keno e Willian já marcaram 2 gols cada no confronto contra os tricolores.

Números Gerais

O São Paulo Futebol Clube tem uma dualidade histórica em sua data de fundação. Algumas correntes entendem que o Tricolor Paulista tem sua trajetória iniciada em 25 de janeiro de 1930. Outros entendem que o início do atual São Paulo se deu no dia 16 de dezembro de 1935.

Sem entrar no mérito dessa questão, aqui apresentamos as estatísticas entre Palestrinos e Tricolores nesses dois períodos.

Na somatória a seguir, estão incluídos jogos do Torneio Início do Campeonato Paulista e um jogo válido pela Taça Manoel Domingos Correa.

Palmeiras x São Paulo da Floresta (1930 até hoje)

Jogos: 325
Vitórias Palmeiras: 107
Empates: 106
Vitórias SPFC: 112
426 gols pró Palmeiras
431 gols contra Palmeiras

Palmeiras x São Paulo F.C. (1936 até hoje)

Jogos: 309
Vitórias Palmeiras: 102
Empates: 99
Vitórias SPFC: 108
402 gols pró Palmeiras
406 gols contra Palmeiras

Maior Goleada a favor do Palmeiras:
19/05/1965 Palmeiras 5 x 0 São Paulo – Rinaldo, Servílio (2), Dario (2) – Torneio Rio São Paulo

Maior Artilheiro do Palmeiras no Choque-Rei:
Evair – com 9 gols marcados

Taças conquistadas pelo Palmeiras em confrontos diretos contra os Tricolores:

1930 Torneio Início do Campeonato Paulista
1932 Taça A Bola
1933 Taça O Dia
1942 Taça Vida Esportiva Paulista
1944 Taça Choque Rei
1946 Torneio Início do Campeonato Paulista
1952 Torneio Quadrangular São Paulo-Rio (*** título dividido)
1983 Taça Tv Record
1984 Taça Paulo Machado de Carvalho
1985 Taça Diário Popular

Taças conquistadas pelo São Paulo em confrontos diretos contra os Palmeirenses:

1931 Taça General Isidoro Lopes
1932 Torneio Início do Campeonato Paulista
1952 Torneio Quadrangular São Paulo-Rio (*** título dividido)
1976 Toneio Triangular Maringá
1992 Campeonato Paulista

palmeiras x spfc1

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Liberta pode esperar

O Verdão terá nessa terça-feira (3) mais um compromisso pela Taça Libertadores da América, diante do Alianza Lima do Peru, às 21h30, no estádio Palestra Itália, pela segunda rodada do primeiro do turno da competição.

A partida antecede o segundo jogo da final do Campeonato Paulista diante do Sport Club Corinthians Paulista, que acontece domingo (8), no mesmo Palestra Itália. Nesse momento, a prioridade dos palestrinos deve ser o foco total na disputa do título do estadual contra o seu maior rival.

Os palmeirenses mostraram nos dois últimos jogos, contra Santos e Corinthians, principalmente, um declínio físico acentuado na parte final da partida, dado a alta intensidade das disputas. Alguns atletas saíram lesionados, como o lateral-esquerdo Victor Luis, com sobrecarga muscular no tendão do adutor da perna esquerda.

Um descanso se faz necessário para a recuperação psicológica, física, concentração e treinamento específicos visando a grande decisão do final de semana.

Dono de um elenco com diversas opções, o técnico Roger Machado e sua comissão técnica devem cogitar essa possibilidade para o jogo contra os peruanos. Uma possível formação que poderá entrar em campo e manter o alto nível de competição da equipe titular e conquistar um bom resultado no meio de semana deve ser a seguinte: Fernando Prass, Tchê Tchê, Juninho, Edu Dracena, Diogo Barbosa, Felipe Melo, Thiago Santos, Guerra, Michel Bastos, Keno e Deyverson.

O meia Hyoran, o lateral-direito Mayke, voltando de lesão, e os zagueiros Emerson Santos, Luan e Pedrão podem ser outras opções para a partida, apesar de todos eles terem sido pouco ou nem mesmo utilizados até aqui.

Por conta da limitação do número de inscritos, atletas da categoria de base como os atacantes Fernando e Papagaio, que tiveram oportunidades na rotação da equipe alviverde durante o Campeonato Paulista, e que poderiam ganhar uma chance, não poderão atuar.

A listagem de atletas que podem participar da competição é apenas para a fase de grupos. Para o mata-mata, o clube poderá realizar algumas trocas. Caso, por exemplo, do lateral-direito Fabiano que está inscrito na competição continental, mas já não faz mais parte do plantel palmeirense.

O Palmeiras é o líder do seu grupo, com três pontos ganhos, após a vitória fora de casa diante do Junior Barrranquila da Colômbia por 3 a 0 na estreia. Alianza Lima e Boca Juniors empataram na primeira rodada e possuem um ponto cada.

Para o Verdão, a Libertadores está apenas no início. As atenções da apaixonada torcida palestrina está na disputa do título que teremos contra o nosso maior rival no fim de semana. Amanhã, estaremos nas arquibancadas lotando o Palestra, como sempre, e vamos empurrar o nosso querido Verdão a mais uma vitória contra os peruanos. Mas agora a América pode esperar!

Estreia em casa

O Palmeiras faz a sua estreia na Libertadores da América atuando no Palestra Itália diante do Alianza Lima. O Verdão nunca perdeu para um clube estrangeiro, quando atuou pela primeira vez em sua casa na competição.

Em toda a história do torneio jogando a primeira partida em seus domínios, foram 13 jogos, com 11 vitórias alviverdes, um empate e apenas uma derrota. Nos anos de 1961, 1968, 1971 e 2013 o alviverde não realizou nenhum jogo pela Libertadores no Palestra Itália.

Em 1979, o primeiro jogo do Palmeiras no estádio Palestra Itália na Libertadores foi justamente contra o Alianza Lima. Na ocasião, o Verdão goleou por 4 a 0, gols marcados por Pedro Rocha, Rosemiro, Baroninho (2).

A única derrota do alviverde pela Libertadores da América em sua estreia no Palestra Itália, foi em 1974, diante do São Paulo Futebol Clube, pelo placar de 2 a 1.

O retrospecto geral do Verdão na Libertadores atuando no Palestra Itália é o seguinte: 55 jogos, 39 vitórias, 3 empates, 4 derrotas, 32 gols pró e 15 gols contra.

sep

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Semifinais do Paulistão

Os quatro maiores clubes do futebol paulista estão todos classificados para a fase semifinal do Campeonato Paulista de 2018. Palmeiras e Santos se enfrentam em dois jogos no estádio do Pacaembu. O primeiro embate será nesse sábado (24), às 19h, apenas com torcida santista. A partida de volta acontece na terça-feira (27), às 20h30, apenas com torcedores palestrinos.

No outro confronto, corintianos e são paulinos  se encaram em busca da outra vaga na final. O primeiro encontro será no domingo (25), às 16h, no estádio do Morumbi, com presença apenas de tricolores. O jogo de volta acontece na quarta-feira (28), às 21h45, na Arena de Itaquera, apenas com torcedores alvinegros.

Essa será a oitava vez em toda a história do Campeonato Estadual que os quatro grandes chegam juntos à fase semifinal. A primeira vez que isso aconteceu foi em 1983. Nas ocasiões anteriores, o Corinthians conquistou três títulos (1983, 1999, 2009), São Paulo dois troféus (1987 e 2000), Santos dois canecos (2011 e 2015) e apenas o Palmeiras nunca venceu o Paulistão quando as quatro maiores forças do Estado estiveram todas juntas reunidas nessa fase decisiva em confrontos eliminatórios. O Verdão chegou em duas finais e ficou com o vice-campeonato em 1999 e 2015.

O time do Parque São Jorge é a equipe que mais superou os seus tradicionais rivais nos confrontos diretos, contando também a decisão. Eis o retrospecto: Corinthians (8 eliminações a favor), Santos (6 eliminações a favor), São Paulo (5 eliminações a favor) e Palmeiras (2 eliminações a favor).

Grandes nas semifinais

Edição 1983
Semifinais
São Paulo x Santos – São Paulo eliminou o Santos
Palmeiras x Corinthians – Corinthians eliminou o Palmeiras

Final
Corinthians x São Paulo
Campeão: Corinthians

Edição 1987
Semifinais
Palmeiras x São Paulo – São Paulo eliminou o Palmeiras
Corinthians x Santos – Corinthians eliminou o Santos

Final
Corinthians x São Paulo
Campeão: São Paulo

Edição 1999
Semifinais
Palmeiras x Santos – Palmeiras eliminou o Santos
Corinthians x São Paulo – Corinthians eliminou o São Paulo

Final
Palmeiras x Corinthians
Campeão: Corinthians

Edição 2000
Semifinais
Palmeiras x Santos – Santos eliminou o Palmeiras
Corinthians x São Paulo – São Paulo eliminou o Corinthians

Final
Santos x São Paulo
Campeão: São Paulo

Edição 2009
Semifinais
Palmeiras x Santos – Santos eliminou o Palmeiras
Corinthians x São Paulo – Corinthians eliminou o São Paulo

Final
Corinthians x Santos
Campeão: Corinthians

Edição 2011
Semifinais
Santos x São Paulo – Santos eliminou o São Paulo
Palmeiras x Corinthians – Corinthians eliminou o Palmeiras

Final
Corinthians x Santos
Campeão: Santos

Edição 2015
Semifinais
Santos x São Paulo – Santos eliminou o São Paulo
Palmeiras x Corinthians  – Palmeiras eliminou o Corinthians

Final
Palmeiras x Santos
Campeão: Santos

Palmeiras contra Santos

O Verdão enfrentou o Peixe na fase semifinal do estadual em quatro oportunidades,  ao longo dos tempos: 1999, 2000, 2009 e 2016.

O time da Vila Belmiro leva ampla vantagem contra o alviverde. Os palestrinos só superaram o seu tradicional em uma única ocasião, justamente no primeiro encontro entre ambos em 1999.

Naquela ocasião, no primeiro jogo, o Verdão foi derrotado por 2 a 1 no jogo de ida no Morumbi. No jogo de volta, também no estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Palmeiras devolveu o placar de 2 a 1 e eliminou os santistas, garantindo vaga na grande decisão.

Em 2000, o confronto também foi realizado em jogos de ida e volta, registrando empate em 0 a 0 e vitória santista por 3 a 2, numa virada espetacular, após o time palmeirense abrir 2 a 0 no placar, no estádio do Morumbi.

O terceiro embate entre alviverdes e alvinegros aconteceu em 2009. Também em dois confrontos, os santistas venceram o Verdão por 2 a 1 nos jogos na Vila Belmiro e Palestra Itália.

Em 2016, em jogo único no estádio da Vila Belmiro, houve empate em 2 a 2. O atacante Rafael Marques fez os dois gols palestrinos nos minutos finais da partida, quando os santistas venciam por 2 a 0. O jogo foi para a decisão por pênaltis e o time do litoral paulista venceu por 3 a 2. Barrios, Fernando Prass e Rafael Marques perderam as penalidades máximas para os palestrinos. Cleiton Xavier e Jean converteram as suas cobranças.

O fato curioso dessa partida foi o goleiro Fernando Prass ter defendido o pênalti cobrado pelo meia Lucas Lima, que hoje atual pelo Verdão.

Foi esse também o primeiro clássico da história do futebol paulista com torcida única, ou seja, sem torcida adversária, por determinação da lei.

Semifinais na década

De 2008 para cá, ano em que o Palmeiras venceu o seu último título estadual, essa é a oitava vez que o alviverde chega na fase semifinal do torneio. Os palmeirenses só ficaram ausentes em 2010, 2012 e 2013.

Nas sete ocasiões anteriores, os palestrinos conseguiram a vaga para a final por duas vezes, nos anos de 2008 e 2015.

Confira todos os confrontos palestrinos nas semifinais do Paulistão na última década:

2008 – Palmeiras eliminou o São Paulo
2009 – Palmeiras foi eliminado pelo Santos
2011 – Palmeiras foi eliminado pelo Corinthians
2014 – Palmeiras foi eliminado pelo Ituano
2015 – Palmeiras eliminou o Corinthians
2016 – Palmeiras foi eliminado pelo Santos
2017 – Palmeiras foi eliminado pela Ponte Preta

*** Colaborou com as informações o pesquisador Valdir Palmeirense de Diadema

torcida

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Juve x Lusa

O clássico paulistano entre Juventus e Portuguesa de Desportos acontece na manhã de domingo (18), às 10h, no estádio Oswaldo Teixeira Duarte, no Canindé, pela décima terceira rodada do Campeonato Paulista da Série A-2.

O jogo é decisivo para ambos na luta contra o rebaixamento para a Série A-3. A Lusa é a décima segunda colocada com 11 pontos ganhos. O Juventus está em décimo terceiro com nove pontos conquistados, e só não ocupa a zona de descenso, devido aos critérios de desempate, pois tem uma vitória a mais que Batatais e Audax.

O confronto acontece pela quarta vez na história do Paulistão da Série A-2. A primeira delas ocorreu em 2013, no mesmo estádio do Canindé, quando a Lusa venceu o Moleque Travesso por 2 a 1. Em 2016, o Juventus venceu por 1 a 0 os lusitanos, em novo encontro realizado na casa rubro-verde. No ano passado, jogando na rua Javari, o Moleque Travesso obteve mais um triunfo ao vencer o seu rival por 3 a 1.

Em toda a história dos estaduais, juventinos e lusos jogaram 23 partidas no estádio Oswaldo Teixeira Duarte, com amplo domínio dos donos da casa. A lusa venceu 18 vezes, com três empates e apenas duas vitórias grenás.

Esses dois únicos triunfos juventinos aconteceram nos dias 23 de julho de 1958 e 3 de fevereiro de 2016. Confira as fichas técnicas dos jogos:

23/7/1958 Juventus 3×2 Portuguesa – Campeonato Paulista A-1
Juventus: Nenê (G), Donald, Cotia, Cássio, Clóvis, Pando, Buzzone, Zeola, Viana, Parobé, Lanza. Técnico: Libero Golinelli
Portuguesa: Carlos Alberto, Djalma Santos, Ditão, Jutis, Bauer, Odorico, Hermínio, Ipojucan, Alfeu, Ocimar e De Carlo. Técnico: Flávio Costa.
Gols: Buzzone, Zeola (2) (JUV); Herminio, Alfeu (POR)

3/2/2016 Juventus 1×0 Portuguesa – Campeonato Paulista A-2
Juventus: André Dias (G), Rafael Ferro, André Astorga, Diego Borges, Paulo Vitor (Renan Oliveira), Felipe Nunes, Derli, Adriano Paulista, Adiel (Elder Granja), Nathan, Léo Souza (Diogo Oliveira). Técnico: Rodrigo Santana
Portuguesa: Douglas; Digão, Talis, Ferdinando e Luan Peres; Renan Teixeira, Boquita (Diego Gonçalves), Moacir (Dionatan) e Matteus (Guilherme Schettine); Dominic e Milton Júnior. Técnico: Estevam Soares.
Gol: Adriano Paulista

Entre as partidas marcantes na história do confronto no estádio luso, destaque para o primeiro jogo em competição oficial da Portuguesa de Desportos como proprietária do Canindé. A partida aconteceu em 9 de dezembro de 1956. A Lusa venceu o Juventus pelo placar de 2 a 0, pelo Campeonato Paulista.

Eis a ficha do jogo:

Juventus 0x2 Portuguesa – Campeonato Paulista A-1
Juventus: Villera (G), Ditão, Diogenes, Ademar, Riogo, Bonfiglio, Zeola, Dorval, Orlando, Tito, Rodrigues. Técnico: Alfredo Gonzalez
Portuguesa: Cabeção, Hermínio, Floriano, Reinaldo, Julião, Zinho, Amaral, Ipojucan,Liminha, Edmur e Nelsinho. Técnico: Maurício Cardoso.
Gols: Liminha e Nelsinho (POR)

Uma das partidas inesquecíveis para a torcida juventina ocorrida no Canindé contra a Lusa foi no dia 18 de fevereiro de 1973. O time rubro-verde ostentava uma invencibilidade de 15 jogos e mais de um ano em seu estádio. A última derrota havia sido contra o Benfica-POR, por  3 a 1 no dia 9 de janeiro de 1972.

Perante cerca de cinco mil pessoas, o Moleque Travesso foi convidado pelos lusos para um amistoso de preparação nas vésperas da estreia do Campeonato Paulista. Num clima nada “amistoso”, Milton Buzzetto armou a sua tradicional retranca e brecou o poderoso ataque lusitano.

Aos cinco minutos do segundo tempo, após um bate-rebate na área da Lusa, a bola sobrou para o lateral-direito juventino Chiquinho, que quase na marca do pênalti, fuzilou para as redes de Miguel, marcando o gol da vitória juventina e a quebra da invencibilidade. Dez minutos depois, Dicá e Chiquinho foram expulsos de campo, pelo árbitro Almir Ricci Peixoto Laguna, após desentendimento.

Confira a ficha dessa partida:

Juventus 1×0 Portuguesa – Amistoso
Juventus: Bernardino (G), Chiquinho, Paulo, Oscar, Deodoro, Maurinho, Brida, Luis Antonio (Tadeu), Adinan, Vanderley (Tanese), Ziza. Tecnico: Milton Buzzetto
Portuguesa: Miguel (G), Cardoso,Calegari, Isidoro, Santos (Raimundo), Badeco, Dicá, Xaxá, Tatá (Maurício), Basílio e Da Costa. Técnico: Cilinho
Gol: Chiquinho (JUV)

Confrontos no Canindé em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 23
Vitórias Juventus: 02
Empates: 03
Vitórias Lusa: 18

Confrontos Gerais em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 122
Vitórias Juventus: 27
Empates: 30
Vitórias Lusa: 65

Torcidas

Com a implementação de torcida única nos clássicos  pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e a Secretaria de Segurança Pública a partir de abril de 2016, após confronto entre integrantes das torcidas Mancha Alvi Verde, do Palmeiras, e Gaviões da Fiel, do Corinthians, que deixou dezenas de feridos e um morto, Juventus e Portuguesa é um dos poucos clássicos da cidade que ainda admitem torcida “mista”.

Juventus contra Nacional também ainda não há restrição pelas autoridades, assim como os confrontos que lusos e juventinos travam contra o trio de ferro da capital paulista (Palmeiras, Corinthians e São Paulo) e o Santos.

Herói luso e grená

O atual técnico do Juventus Alex Alves, quando atuava como atacante, foi o grande herói da Portuguesa de Desportos em 2006 quando livrou o time do rebaixamento para a Série C do Brasileiro, ao marcar de pênalti nos minutos finais, o gol que garantiu a vitória da Lusa, por 3 a 2, sobre o Sport Recife na Ilha do Retiro e evitou a queda rubro-verde, naquela ocasião.

Como atleta da Lusa, fez 61 jogos e marcou 32 gols. Em 2015, assumiu como técnico da equipe sub-17 da Portuguesa.

No Juventus, Alex Alves iniciou a sua carreira de jogador profissional em 1996 e a encerrou em 2010 na Mooca. Ele se tornou o primeiro artilheiro da história do clube no Campeonato Paulista da Série A-1, em 2002, ao anotar 17 gols no torneio. No total o atacante fez 103 jogos e 52 gols com a camisa grená.

Defendendo o Juventus como atleta e agora como treinador profissional, essa será a primeira vez que Alex Alves enfrenta a Portuguesa de Desportos.

alex alves

Alex Alves, técnico do Juventus, fez história nos dois clubes

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Esportes

Dia de Juvenal

Nesse domingo (4), todas as atenções estarão voltadas para o grande clássico paulista. Juventus e Nacional duelam pela décima rodada do Campeonato Paulista da Série A-2, às 10h, no estádio Conde Rodolfo Crespi, na rua Javari, na Mooca.

O Juventus nunca perdeu para o seu rival em partidas válidas pela Série A-2. Essa será a quinta vez na história que as equipes se enfrentam pelo torneio, com duas vitórias  grenás e dois empates.

O último confronto entre as equipes pela divisão de acesso aconteceu em 9 de abril de 2005. O Moleque Travesso goleou por 4 a 2, em jogo realizado na rua Javari. Emerson Mi, meio campista e atual ídolo da torcida nacionalina, jogava pelo Juventus naquela ocasião e fez um dos gols do triunfo grená. Ao fim daquela temporada, os juventinos conquistaram o título e a vaga para a elite do futebol estadual.

Por sua vez os nacionalinos se orgulham da sua maior série sem derrotas para o time da Mooca em todos os tempos. Desde 2008 o Nacional não sabe o que é perder para o seu rival. De lá para cá, foram cinco jogos, com três vitórias e dois empates.

A última vitória juventina já faz quase uma década e isso é um espinho entalado na garganta dos apaixonados torcedores grenás. O feito aconteceu em 17 de setembro de 2008, em jogo válido pela Copa Paulista de Futebol, na rua Javari. Com gol do atacante Dewide, o Moleque Travesso venceu por 1 a 0 o time da Barra Funda.

Tradicionalmente batizado como Juvenal, o confronto reúne duas das mais tradicionais equipes do futebol paulista. Ambos são sócios-fundadores da atual Federação Paulista de Futebol, desde 1941, gozam de prestígio, simpatia e lutam bravamente para se reerguerem no cenário estadual.

Desde 1974 o Nacional está ausente da divisão principal. Já o Juventus amarga a ausência da elite desde 2008.

Grandes nomes da história do futebol brasileiro já vestiram as camisas das duas equipes. No Nacional: Roberto Dias, Servílio, Lima, Dodô, Deco, Cafu, Rubens Minelli, entre outros. No Juventus: Oberdan Cattani, Julinho Botelho, Luizinho Pequeno Polegar, Baltazar, Pinga, Brecha, Thiago Motta, Alex, Luisão, são alguns valores que desfilaram seu talento envergando as cores grenás.

Juvenal em números

Total de Jogos: 75
Vitórias Juventus: 35
Empates: 21
Vitórias Nacional: 19
Gols marcados pelo Juventus: 142
Gols marcados pelo Nacional: 116
Primeiro Juvenal: Juventus 3×1 Nacional – Campeonato Paulista – 27/9/1936
Maior goleada a favor do Juventus: Juventus 5×0 Nacional – Campeonato Paulista – 5/8/1956
Maior goleada a favor do Nacional: Nacional 5×1 Juventus – Amistoso – 25/1/1961

**** Nota:  Não inclui nas estatísticas jogos-treinos e também as partidas que o C.A.Fiorentino realizou contra o SPR nos anos 30. Todos os números se referem a partidas oficiais entre as equipes, incluindo jogos do Torneio Início.

Curiosidades

– No estádio da rua Javari já foram realizados até aqui 43 jogos entre as equipes, com 22 vitórias juventinas, 10 empates, 11 vitórias nacionalinas, 84 gols pró Juventus e 64 gols pró Nacional. Nesse final de semana, pode-se alcançar o gol número 150 do Juvenal no estádio juventino.

– Em 2008, o Juvenal registrou o maior número de gols da história do confronto. Foram noves gols marcados e o placar final registrou Juventus 5×4 Nacional.

– Os dois times nasceram com nomes diferentes. O Juventus chamava-se Cotoníficio Rodolfo Crespi F.C. e o Nacional era denominado São Paulo Railway A.C.

*** Em caso de reprodução dos dados acima, é obrigatório dar os créditos das informações ao autor Fernando Razzo Galuppo e seu respectivo blog pessoal ***

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