Esportes

Números do Derby

O Torneio Início foi uma competição criada puramente pelos brasileiros. O primeiro registro desse modelo de torneio de tiro curto, congregando diversas agremiações em um mesmo dia e local, com caráter beneficente, aconteceu justamente nos primeiros anos do século passado.

Pode se dizer que o Rio de Janeiro foi o berço do Torneio Início, já que a competição foi criada em 1916 pela Associação de Cronistas Desportivos do Rio de Janeiro (entidade atualmente denominada Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro – ACERJ). A primeira edição do Torneio Início do Rio de Janeiro, cuja final fora disputada entre Fluminense e América e que teve o Tricolor Carioca como o grande vencedor, jogando em casa, contou com cerca de cinco mil espectadores e teve a renda destinada em benefício da instituição denominada Patronato de Menores.

Três anos mais tarde, em 1919, a Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (ACEESP), junto com a Associação Atlética das Palmeiras, extinto clube da capital paulista, introduziram a competição no calendário esportivo bandeirante.

Sua fórmula popular foi reproduzida nas principais praças esportivas do Brasil: os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, por exemplo, já haviam aderido à competição a partir de 1917, enquanto, no Paraná, o Torneio Início foi implantado em 1918. Já em Pernambuco e na Bahia, a competição começou a ser disputada em 1919 – assim como em São Paulo. E no Ceará, no Rio Grande do Sul e em Alagoas, o certame fora disputado pela primeira vez, respectivamente, em 1920, 1921 e 1927.

A partir dos anos 50, por conta de questões financeiras e do aumento dos clubes nas divisões principais, a competição perdeu a sua importância, sendo descontinuada, tendo algumas edições esporádicas e esparsas, mas sem o mesmo prestígio.

O livro oficial da Federação Paulista de Futebol, escrito pelo jornalista Rubens Ribeiro, denominado “O Caminho da Bola”, que remonta a trajetória de mais de cem anos de futebol em São Paulo, retrata todas as edições da competição, com detalhes e resultados dos jogos.

PALMEIRAS NO TORNEIO INÍCIO

De 1919 a 1996, a Sociedade Esportiva Palmeiras disputou 87 partidas válidas pelo Torneio Início do Campeonato Paulista em toda a história da competição, contra as mais diversas agremiações, sagrando-se campeão nas seguintes edições: 1927, 1930, 1935, 1939, 1942, 1946 e 1969.

Independente do adversário, todas essas partidas são consideradas válidas pelo clube devido os seguintes critérios:

(1) Competição oficial organizada e chancelada pela entidade máxima do futebol estadual;

(2) Competição com regulamento definido;

(3) Competição com premiação estabelecida (troféu e bonificação em dinheiro aos participantes);

(4) Competição com arbitragem oficial;

(5) Competição com ampla difusão da mídia;

(6) Competição com bilheteria, renda e público;

(7) Competição com tradição e continuidade por cerca de quatro décadas consecutivas;

(8) Competição congregando todos os filiados da Divisão Principal;

(9) Competição em que as equipes utilizam seus uniformes oficiais;

(10) Competição em que os atletas deveriam estar devidamente filiados e registrados de acordo com as normas vigentes;

(11) Competição com súmula oficial.

Posto isso, a Sociedade Esportiva Palmeiras entende que há mais elementos que fazem a competição ter um pertencimento histórico relevante em vez de simplesmente eliminá-la de sua vida esportiva, como algo que nunca existiu, por puro anacronismo.

QUEM TAMBÉM CONSIDERA

O Clube de Regatas do Flamengo, por exemplo, que congrega um grupo de reconhecidos historiadores do clube na difusão e resgate histórico da agremiação carioca, por meio do site Fla-Estatísticas, tem o seguinte entendimento sobre a validação do Torneio Início como jogo oficial, o qual transcrevemos:

“JOGOS OFICIAIS: Consideramos na estatística oficial de jogos, aqueles em que o time do Flamengo entrou em campo obedecendo os critérios da FIFA. Mesmo quando há uma das restrições citadas abaixo, consideramos como jogo oficial do clube.

1ª Restrição: Jogos disputados em torneios que tinham jogos com duração menor que 90 minutos. Como exemplo, temos o Torneio Início e alguns torneios disputados na Europa e América do Sul. Mesmo não seguindo as determinações oficiais da FIFA, consideramos estes jogos oficiais, pois faziam parte de torneios realizados por Federações, Confederações e Entidades locais oficiais e quando o C. R. Flamengo se sagrava campeão, o título era considerado na lista oficial de títulos do clube.”

Veja mais aqui: www.flaestatistica.com/criterios

DIVERGÊNCIAS

Há divergências nos números dos confrontos entre Palmeiras e Corinthians justamente por conta dos critérios utilizados pelos clubes no tratamento de sua história: o Alviverde considera as partidas válidas por Torneios Inícios para fins de estatísticas, enquanto o Alvinegro suprime estes resultados quando contabilizam seu retrospecto.

Desde a implementação estatutária do Departamento de Acervo Histórico da Sociedade Esportiva Palmeiras, em 2005, o grupo de trabalho alviverde segue a mesma metodologia e princípios, e sempre considerando as partidas válidas pelo Torneio Início, a exemplo do que fez o Almanaque do Palmeiras, de autoria de Celso Dario Unzelte e Mário Sergio Venditti, publicado em 2004 pela Editora Abril, que contempla jogos de Torneio Início e outras competições similares contra todas as equipes do futebol paulista, sem distinção e revisionismo.

O Sport Club Corinthians Paulista, conforme a sua posição oficial e pública, utiliza como números oficiais os dados fornecidos pelo jornalista Celso Dario Unzelte.

De 2000 até os dias atuais, Unzelte já apresentou as seguintes posições nos mais diversos trabalhos por ele elaborado:

Almanaque do Timão – Volume 1 – (autor: Celso Dario Unzelte) publicado em 2000 pela Editora Abril.

Todo o almanaque considera as dezenas de jogos do Corinthians pelo Torneio Início de 1919 a 1996, além do Torneio Henrique Mündel, o qual a agremiação corintiana jogou com o time titular.

Esse mesmo Almanaque foi reeditado em 2005, porém, desta vez, sem os jogos do Torneio Início e do Torneio Henrique Mündel.

Corinthians x Palmeiras – Uma história de Rivalidade (autor: Antônio Carlos Napoleão), publicado em 2001 pela editora Mauad, com colaboração de Celso Dario Unzelte.

O trabalho distingue o Torneio Início separadamente, mas traz como jogo válido o Torneio Henrique Mündel.

Revista Placar – Os Grandes Clássicos (maio de 2005). Com colaboração de Celso Dario Unzelte

A edição não considera os Torneios Inícios, mas traz como jogo válido o Torneio Henrique Mündel.

Site – Meu Timão

Um dos portais mais importantes de difusão de conteúdo sobre o Sport Club Corinthians Paulista, o Meu Timão apresentou matéria especial sobre a conquista do Torneio Início, em 17 de novembro de 2017, às 16h43, assinada por Celso Dario Unzelte.

Site Oficial – SCCP

O site oficial do Sport Club Corinthians Paulista também faz referências à competição, tanto em algumas matérias do site quanto na sua relação de conquistas e cronologia histórica.

Revista O Mundo do Futebol publicada em 2003 pela Editora On Line, com colaboração e consultoria de Celso Dario Unzelte.

A obra traz os jogos do Torneio Início e do Torneio Henrique Mündel na contagem geral dos números do confronto.

CONCLUSÃO

O trabalho elaborado pela Sociedade Esportiva Palmeiras engloba todos os confrontos oficiais entre as equipes principais dos dois tradicionais clubes na história, sem distinção, respeitando e preservando a história puramente factual, de forma fria, sem análises, interpretações personalistas, critérios próprios ou julgamentos.

O trabalho elaborado pelo Sport Club Corinthians Paulista apresenta os números, alegando que os Torneios Inícios e a Taça Henrique Mündel não eram competições jogadas em 90 minutos, apesar de a competição ser oficial organizada pela entidade máxima do futebol bandeirante, ter súmula, juiz, valer taça, ter público, bilheteria e registros nas federações e imprensa.

Vale lembrar que, nem sempre na história do futebol, as partidas eram jogadas em 90 minutos. No início dos tempos, por exemplo, as partidas eram divididas em dois tempos de 40.

Indo além, as partidas disputadas em 1918 e no começo de 1919 foram limitadas em seu tempo de jogo ainda mais, baixando as partidas do Campeonato Paulista para dois tempos de 35 minutos, devido à epidemia da Gripe Espanhola, por exemplo.

Segundo a ótica alvinegra, como ficam os jogos que houveram prorrogação? Afinal, segundo eles, o critério para estabelecer o que é ou não jogo válido são apenas os 90 minutos. Partindo disso, a semifinal do campeonato paulista de 1986 e as finais do paulista de 1993 e 1995 deverão ser riscadas da história do Derby?

Partindo da análise dos corintianos, teriam então que ser deconsiderados inúmeros jogos da história do Derby, pois a regra utilizada por eles para formatação de seus conceitos históricos não atende aos parâmetros de análise por eles mesmos criados e entendidos como ponto de fé e verdade absoluta, aos quais apontamos acima.

O trabalho do Palmeiras tem como a regra número 1 o seguinte parâmetro: não se mede o passado com a régua do presente e vice-versa. Deve-se respeitar os fatos de acordo com o seu tempo e o seu espírito.

No entanto, cabe a cada um julgar por si só os metódos adotados pelas duas instituições na preservação da história de um dos maiores confrontos do futebol mundial e utilizar a métrica que melhor lhe convém. A Sociedade Esportiva Palmeiras trabalha com fatos. E, aos fatos, respondemos.

Se o Corinthians entende que os jogos do Torneio Início contra o Palmeiras devam ser descartados e não valem nada, entendemos que eles prestam um desserviço à memória de seu próprio clube. Afinal, o time alvinegro possui oito títulos da competição, sendo o maior campeão do torneio, e por conta de não reconhecê-lo, segundo o que foi exposto no trabalho alvinegro, tem por si só essas conquistas descartadas de sua rica galeria de campeões. Já nós, do Palmeiras, damos muito valor a tudo aquilo que conquistamos, com suor e fibra, no gramado em que a luta sempre nos aguarda. Principalmente a todas as vitórias sobre o nosso maior rival.

NÚMEROS DO DERBY

Jogos: 367
Vitórias Palmeiras: 130
Empates: 110
Vitórias Corinthians: 127
Gols marcados Palmeiras: 521
Gols marcados Corinthians: 481

Subscrevemos:

» Fernando Razzo Galuppo
Jornalista e Pesquisador

» Fábio Marcello
Colaborador de Acervo Histórico e Memória da S. E. Palmeiras

» José Ezequiel Filho
Conselheiro da S. E. Palmeiras e Pesquisador

» José Mariano Barrella
Conselheiro, Pesquisador e ex-Diretor de Acervo Histórico e Memória da S. E. Palmeiras

» Jota Christianini
Conselheiro, Pesquisador e ex-Diretor de Acervo Histórico e Memória da S. E. Palmeiras

» Júlio César Ragazzi
Pesquisador, ex-Diretor de Acervo Histórico e Memória da S. E. Palmeiras e Jornalista

» Luciano Pasqualini
Pesquisador, ex-Diretor de Acervo Histórico e Memória da S. E. Palmeiras

» Ricardo Bacconi
Pesquisador

» Academia da Memória Palestra Palmeiras

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Clássico Palmeiras X Corinthians

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Semifinais do Paulistão

Os quatro maiores clubes do futebol paulista estão todos classificados para a fase semifinal do Campeonato Paulista de 2018. Palmeiras e Santos se enfrentam em dois jogos no estádio do Pacaembu. O primeiro embate será nesse sábado (24), às 19h, apenas com torcida santista. A partida de volta acontece na terça-feira (27), às 20h30, apenas com torcedores palestrinos.

No outro confronto, corintianos e são paulinos  se encaram em busca da outra vaga na final. O primeiro encontro será no domingo (25), às 16h, no estádio do Morumbi, com presença apenas de tricolores. O jogo de volta acontece na quarta-feira (28), às 21h45, na Arena de Itaquera, apenas com torcedores alvinegros.

Essa será a oitava vez em toda a história do Campeonato Estadual que os quatro grandes chegam juntos à fase semifinal. A primeira vez que isso aconteceu foi em 1983. Nas ocasiões anteriores, o Corinthians conquistou três títulos (1983, 1999, 2009), São Paulo dois troféus (1987 e 2000), Santos dois canecos (2011 e 2015) e apenas o Palmeiras nunca venceu o Paulistão quando as quatro maiores forças do Estado estiveram todas juntas reunidas nessa fase decisiva em confrontos eliminatórios. O Verdão chegou em duas finais e ficou com o vice-campeonato em 1999 e 2015.

O time do Parque São Jorge é a equipe que mais superou os seus tradicionais rivais nos confrontos diretos, contando também a decisão. Eis o retrospecto: Corinthians (8 eliminações a favor), Santos (6 eliminações a favor), São Paulo (5 eliminações a favor) e Palmeiras (2 eliminações a favor).

Grandes nas semifinais

Edição 1983
Semifinais
São Paulo x Santos – São Paulo eliminou o Santos
Palmeiras x Corinthians – Corinthians eliminou o Palmeiras

Final
Corinthians x São Paulo
Campeão: Corinthians

Edição 1987
Semifinais
Palmeiras x São Paulo – São Paulo eliminou o Palmeiras
Corinthians x Santos – Corinthians eliminou o Santos

Final
Corinthians x São Paulo
Campeão: São Paulo

Edição 1999
Semifinais
Palmeiras x Santos – Palmeiras eliminou o Santos
Corinthians x São Paulo – Corinthians eliminou o São Paulo

Final
Palmeiras x Corinthians
Campeão: Corinthians

Edição 2000
Semifinais
Palmeiras x Santos – Santos eliminou o Palmeiras
Corinthians x São Paulo – São Paulo eliminou o Corinthians

Final
Santos x São Paulo
Campeão: São Paulo

Edição 2009
Semifinais
Palmeiras x Santos – Santos eliminou o Palmeiras
Corinthians x São Paulo – Corinthians eliminou o São Paulo

Final
Corinthians x Santos
Campeão: Corinthians

Edição 2011
Semifinais
Santos x São Paulo – Santos eliminou o São Paulo
Palmeiras x Corinthians – Corinthians eliminou o Palmeiras

Final
Corinthians x Santos
Campeão: Santos

Edição 2015
Semifinais
Santos x São Paulo – Santos eliminou o São Paulo
Palmeiras x Corinthians  – Palmeiras eliminou o Corinthians

Final
Palmeiras x Santos
Campeão: Santos

Palmeiras contra Santos

O Verdão enfrentou o Peixe na fase semifinal do estadual em quatro oportunidades,  ao longo dos tempos: 1999, 2000, 2009 e 2016.

O time da Vila Belmiro leva ampla vantagem contra o alviverde. Os palestrinos só superaram o seu tradicional em uma única ocasião, justamente no primeiro encontro entre ambos em 1999.

Naquela ocasião, no primeiro jogo, o Verdão foi derrotado por 2 a 1 no jogo de ida no Morumbi. No jogo de volta, também no estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Palmeiras devolveu o placar de 2 a 1 e eliminou os santistas, garantindo vaga na grande decisão.

Em 2000, o confronto também foi realizado em jogos de ida e volta, registrando empate em 0 a 0 e vitória santista por 3 a 2, numa virada espetacular, após o time palmeirense abrir 2 a 0 no placar, no estádio do Morumbi.

O terceiro embate entre alviverdes e alvinegros aconteceu em 2009. Também em dois confrontos, os santistas venceram o Verdão por 2 a 1 nos jogos na Vila Belmiro e Palestra Itália.

Em 2016, em jogo único no estádio da Vila Belmiro, houve empate em 2 a 2. O atacante Rafael Marques fez os dois gols palestrinos nos minutos finais da partida, quando os santistas venciam por 2 a 0. O jogo foi para a decisão por pênaltis e o time do litoral paulista venceu por 3 a 2. Barrios, Fernando Prass e Rafael Marques perderam as penalidades máximas para os palestrinos. Cleiton Xavier e Jean converteram as suas cobranças.

O fato curioso dessa partida foi o goleiro Fernando Prass ter defendido o pênalti cobrado pelo meia Lucas Lima, que hoje atual pelo Verdão.

Foi esse também o primeiro clássico da história do futebol paulista com torcida única, ou seja, sem torcida adversária, por determinação da lei.

Semifinais na década

De 2008 para cá, ano em que o Palmeiras venceu o seu último título estadual, essa é a oitava vez que o alviverde chega na fase semifinal do torneio. Os palmeirenses só ficaram ausentes em 2010, 2012 e 2013.

Nas sete ocasiões anteriores, os palestrinos conseguiram a vaga para a final por duas vezes, nos anos de 2008 e 2015.

Confira todos os confrontos palestrinos nas semifinais do Paulistão na última década:

2008 – Palmeiras eliminou o São Paulo
2009 – Palmeiras foi eliminado pelo Santos
2011 – Palmeiras foi eliminado pelo Corinthians
2014 – Palmeiras foi eliminado pelo Ituano
2015 – Palmeiras eliminou o Corinthians
2016 – Palmeiras foi eliminado pelo Santos
2017 – Palmeiras foi eliminado pela Ponte Preta

*** Colaborou com as informações o pesquisador Valdir Palmeirense de Diadema

torcida

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Verdão no Paulista

O Palmeiras faz a sua estreia no Campeonato Paulista de 2018 diante do Santo André, no estádio Palestra Itália, na noite de quinta-feira (18), às 19h30. Essa será a 102 participação do alviverde na competição estadual de maior relevo do futebol nacional.

A primeira vez que o alviverde disputou o torneio foi em 1916. De lá para cá, foram 22 títulos de campeão e 24 vice-campeonatos. Apenas em 2002 o Palmeiras (e todas as equipes grandes da capital) não esteve presente no torneio.

Em três edições o Verdão terminou a disputa sem sofrer sequer uma derrota. Foram nos anos de 1926, 1932 e 1972.

Foram quatro os anos em que o Palmeiras sofreu o menor número de gols numa única edição. Os palmeirenses permitiram apenas oito gols aos seus adversários nas edições de 1926, 1932, 1934 e 1972.

Apenas em duas ocasiões o alviverde superou a marca de 100 gols ou mais numa única edição. Foram nos anos de 1959 (112 gols) e em 1996 (102 gols).

Em 1981 foi o ano em que o Verdão efetou o maior número de partidas pelo estadual. Foram 52 jogos. O ano em que o Palmeiras mais venceu no torneio foi em 1959, quando obteve 30 vitórias em 41 jogos.

Goleadores

O alviverde também ostenta a marca dos melhores desempenhos numa única edição do Campeonato Paulista, tanto na era amadora (1902 a 1932) quanto na era profissional (1933 em diante). Esses feitos ocorreram em 1932 (quando obteve 100% de aproveitamento) e em 1996 (quando alcançou 92,2% de aproveitamento).

Os artilheiros do Palmeiras na história da competição foram: Heitor Marcelino (1926 e 1928), Romeu Pelliciari (1932 e 1934), Humberto Tozzi (1953 e 1954), César Maluco (1971), Evair (1994), Vagner Love (2004), Alex Mineiro (2008) e Alan Kardec (2014).

Humberto Tozzi, com 36 gols marcados em 1954, é o recordista de gols numa única edição com a camisa palestrina.

Técnicos

Roger Machado será o treinador de número 97 a comandar o Palmeiras na história do Campeonato Paulista.

Foram esses os técnicos que escreveram seu nome na história alviverde pela eternidade ao conquistarem o caneco de campeão: Giuseppe Roberti e Frediano De Lucca (1920), Renzo Mangiande (1926), Ramon Platero (1927), Humberto Cabelli (1932, 1933 e 1934), Ventura Cambon (1936 e 1950), Caetano De Domenico (1940), Armando Del Debbio (1942 e 1944), Oswaldo Brandão (1947, 1959, 1972 e 1974), Silvio Pirilo (1963), Mario Travaglini (1966), Dudu (1976), Vanderlei Luxemburgo (1993, 1994, 1996 e 2008).

Números

Jogos: 2.456
Vitórias: 1.381
Empates: 594
Derrotas: 481
Gols Pró: 4.914
Gols Contra: 2.587

Maior Goleada a favor: 8/8/1920 Palestra Itália 11×0 Internacional
Primeira partida: 13/5/1916 Palestra Itália 1×1 Mackenzie

*** Em caso de reprodução dos dados acima, é obrigatório dar os créditos das informações ao autor Fernando Razzo Galuppo e seu respectivo blog pessoal ***

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Palestra Cinquentão

Quando o Palmeiras entrar em campo na quarta-feira (9) contra o Nacional-URU pela terceira rodada da primeira fase da Copa Libertadores da América, no estádio Palestra Itália, o time alviverde fará a sua partida de número 50 em sua casa pelo torneio continental.

Até aqui foram 49 jogos, 34 vitórias, 11 empates, 4 derrotas, 120 gols pró e 41 gols contra.

O número de jogos é relativamente baixo para um clube que participa da competição desde 1961. Isso se explica pelo fato do Palmeiras usar em seus mandos de campo o estádio municipal do Pacaembu em suas duas primeiras participações em 1961 e 1968.

A primeira partida do Verdão no estádio Palestra Italia aconteceu em 3 de março de 1971 contra o Deportivo Galicia da Venezuela, apenas em sua terceira participação no torneio. O time palmeirense venceu pelo placar de 3 a 0. O atacante Cesar Maluco foi autor do primeiro gol alviverde em sua casa pela competição continental. Completaram o placar Fedato e Hector Silva.

A maior goleada do Palmeiras na competição em sua casa foi no dia 4 de abril de 1995.   Palmeiras 7×0 El Nacional do Equador. Paulo Isidoro, Edmundo (2), Rivaldo (2) e Valber (2) foram os autores dos gols palestrinos.

Outra goleada marcante para o torcedor palmeirense foi diante do Boca Juniors-ARG pelo placar de 6 a 1, em 9 de março de 1994. Foi uma aula de futebol dos palmeirenses sobre os argentinos!

A conquista da Copa Libertadores da América em 1999 teve como palco a casa palmeirense. Diante do Deportivo Cali-COL, o Verdão venceu os colombianos no tempo normal por 2 a 1 e também nas penalidades máximas pelo placar de 4 a 3.

Colo Colo-CHI, São Paulo-SP (duas vezes), Cerro Porteño-PAR foram as únicas equipes a conquistarem vitórias sobre o Verdão em seus domínios pela Copa Libertadores.

O goleiro Marcos é o recordista de jogos com a camisa do Palmeiras no Palestra Italia, com 26 jogos na meta do Verdão pela Copa Libertadores da América, em seis edições do torneio. O meia-atacante Lopes é o maior artilheiro do Palmeiras no Palestra Itália, com oito gols marcados.

Principais artilheiros do Palmeiras no Palestra Italia pela Libertadores:

Lopes – 8
Edmundo – 7
Rivaldo – 5
Alex – 5

libertadores 99

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Juventus x Lusa

O clássico paulistano entre Juventus e Portuguesa de Desportos é a partida mais aguardada pelos juventinos nessa temporada. O jogo acontece no estádio do Canindé, na quarta-feira, dia 3 de fevereiro, às 20h, válido pela segunda rodada do Campeonato Paulista da Série A-2.

No fim de semana, o time de Mooca venceu a Penapolense na estreia do estadual por 1 a 0, na Javari. Os lusos ficaram no empate em 0 a 0 contra o Barretos, fora de casa.

Esse tradicional confronto acontece pela segunda vez na história do Paulistão da Série A-2. Em 2013, no mesmo estádio do Canindé, a Lusa venceu o Moleque Travesso por 2 a 1.

Em toda a história dos estaduais, juventinos e lusos jogaram 22 partidas no estádio Oswaldo Teixeira Duarte, com amplo domínio dos donos da casa. A lusa venceu 18 vezes, com três empates e apenas uma vitória grená.

Esse único triunfo juventino aconteceu no dia 23 de julho de 1958. Confira ficha técnica do jogo:

Juventus 3×2 Portuguesa – Campeonato Paulista
Juventus: Nenê (G), Donald, Cotia, Cássio, Clóvis, Pando, Buzzone, Zeola, Viana, Parobé, Lanza. Técnico: Libero Golinelli
Portuguesa: Carlos Alberto, Djalma Santos, Ditão, Jutis, Bauer, Odorico, Hermínio, Ipojucan, Alfeu, Ocimar e De Carlo. Técnico: Flávio Costa.
Gols: Buzzone, Zeola (2) (JUV); Herminio, Alfeu (POR)

Entre as partidas marcantes na história do confronto no estádio luso, destaque para o primeiro jogo em competição oficial da Portuguesa de Desportos como proprietária do Canindé. A partida aconteceu em 9 de dezembro de 1956. A Lusa venceu o Juventus pelo placar de 2 a 0, pelo Campeonato Paulista.

Eis a ficha do jogo:

Juventus 0x2 Portuguesa – Campeonato Paulista
Juventus: Villera (G), Ditão, Diogenes, Ademar, Riogo, Bonfiglio, Zeola, Dorval, Orlando, Tito, Rodrigues. Técnico: Alfredo Gonzalez
Portuguesa: Cabeção, Hermínio, Floriano, Reinaldo, Julião, Zinho, Amaral, Ipojucan,Liminha, Edmur e Nelsinho. Técnico: Maurício Cardoso.
Gols: Liminha e Nelsinho (POR)

Uma das partidas inesquecíveis para a torcida juventina ocorridas no Canindé contra a Lusa foi no dia 18 de fevereiro de 1973. O time rubro-verde ostentava uma invencibilidade de 15 jogos e mais de um ano em seu estádio. A última derrota havia sido contra o Benfica-POR, por  3 a 1 no dia 9 de janeiro de 1972.

Perante cerca de cinco mil pessoas, o Moleque Travesso foi convidado pelos lusos para um amistoso de preparação nas vésperas da estreia do Campeonato Paulista. Num clima nada “amistoso”, Milton Buzzetto armou a sua tradicional retranca e brecou o poderoso ataque lusitano.

Aos cinco minutos do segundo tempo, após um bate-rebate na área da Lusa, a bola sobrou para o lateral-direito juventino Chiquinho, que quase na marca do pênalti, fuzilou para as redes de Miguel, marcando o gol da vitória juventina e a quebra da invencibilidade. Dez minutos depois, Dicá e Chiquinho foram expulsos de campo, pelo árbitro Almir Ricci Peixoto Laguna, após desentendimento.

Confira a ficha dessa partida:

Juventus 1×0 Portuguesa – Amistoso
Juventus: Bernardino (G), Chiquinho, Paulo, Oscar, Deodoro, Maurinho, Brida, Luis Antonio (Tadeu), Adinan, Vanderley (Tanese), Ziza. Tecnico: Milton Buzzetto
Portuguesa: Miguel (G), Cardoso,Calegari, Isidoro, Santos (Raimundo), Badeco, Dicá, Xaxá, Tatá (Maurício), Basílio e Da Costa. Técnico: Cilinho
Gol: Chiquinho (JUV)

Considerando jogos oficiais e amistosos, a última vitória juventina no estádio do Canindé aconteceu em 19 de novembro de 1981, em um amistoso, onde o Moleque Travesso bateu os donos da casa pelo placar de 2 a 0.

Confrontos no Canindé em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 22
Vitórias: 01
Empates: 03
Derrotas: 18

Confrontos Gerais em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 120
Vitórias: 25
Empates: 30
Derrotas: 65

Alguns dos Atletas que defenderam as duas camisas:

Alex Alves – atacante
Nome Completo: Alexandro Alves Ferreira
Grande herói da Portuguesa em 2006 quando livrou o time do rebaixamento para a Série C do Brasileiro. No Juventus, se tornou o primeiro artilheiro da história do clube no Campeonato Paulista da Série A-1, em 2002.

Caxambu – goleiro
Nome Completo: Helio Geraldo Caxambu
Foi um dos primeiros grandes goleiros da história da Lusa, atuando por 129 jogos. Encerrou a sua gloriosa carreira defendendo o Juventus. Foi o fundador e idealizador dos Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo (SAPESP).

Deodoro – zagueiro
Nome Completo: Deodoro José de Almeida Leite
Começou a carreira de jogador na Lusa. É o recordista  de jogos oficiais com a camisa juventina em Campeonato Paulista com 356 partidas disputadas.

Ditão – zagueiro
Nome Completo: Geraldo Freitas do Nascimento
Iniciou a carreira no Juventus em 1955, onde ficou até o fim de 1958. Transferiu-se para a Lusa onde fez 402 jogos e marcou 12 gols.

Johnson – atacante
Nome Completo: Johnson Monteiro Pinto Macaba
O centroavante de origem angolana ganhou destaque na campanha juventina no Campeonato Paulista da Série A-2 em 2005, quando o Moleque Travesso sagrou-se campeão, voltando para a elite do Estadual. Pela Lusa fez 34 jogos e marcou 7 gols.

Julinho Botelho – atacante
Nome Completo: Julio Botelho
Revelado para o futebol profissional no Juventus, Julinho ganhou fama de craque atuando pela Lusa. Com a camisa rubro-verde fez 182 jogos e marcou 90 gols, sendo figura de destaque no título lusitano do Torneio Rio São Paulo nos anos 50.

Oswaldinho – atacante
Nome Completo: Oswaldo Buzzoni
Formado nas categorias de base do Juventus era um goleador. Pela Lusa fez 100 jogos e marcou 38 gols.

Pinga I – atacante
Nome Completo: José Lazaro Robles
Mais um craque que iniciou no futebol nas fileiras juventinas. Tornou-se o maior artilheiro da história da Portuguesa de Desportos atuando em 270 jogos e anotando 202 gols.

Pinga II – atacante
Nome Completo: Arnaldo Robles
Seguiu os mesmos passos do seu irmão José Lazaro Robles. Começou no Juventus e pela Lusa fez 97 jogos e marcou 35 gols.

Renato – meia
Nome Completo: Renato Violani
Meia armador de grande qualidade, marcou época no Juventus e imortalizou-se numa das linhas ofensivas mais lembradas na história lusitana nos anos 50. Com a camisa da Portuguesa fez 306 jogos e marcou 112 gols.

Leiz – zagueiro
Nome Completo: Leiz Antônio Mendes da Cunha
Profissionalizou-se no Clube Atlético Juventus no fim dos anos 70 e foi apontado como um dos maiores jogadores da sua posição. Transferiu-se para a Portuguesa onde ganhou projeção a ponto de defender a seleção brasileira

Felix – goleiro
Nome Completo: Félix Miéli Venerando
Começou nas categorias de base do Juventus. Rapidamente, chamou a atenção dos dirigentes da Lusa que o contrataram ainda garoto. Foi o goleiro campeão do mundo com a seleção brasileira em 1970.

Candinho – técnico
Nome Completo: José Candido Sotto Maior
Foi Campeão Brasileiro da Série B pelo Juventus em 1983.  Em 1996 levou a Lusa ao vice-campeonato brasileiro, na melhor campanha lusitana de sua história.

Edu Marangon – técnico
Nome Completo: Carlos Eduardo Marangon
Iniciou sua carreira de jogador na Lusa nos anos 80, sendo vice-campeão paulista em 1985. Passou por diversos clubes e ao encerrar a carreira, dedicou-se a ser técnico. No comando do Juventus, conduziu o time da Mooca ao título do Campeonato Paulista da Série A-2 em 2015.

Confira dois vídeos marcantes da história desse clássico:

Juventus 3×2 Portuguesa – Campeonato Paulista 2008

https://www.youtube.com/watch?v=9qQ1EXkX4NU

Juventus 1×2 Portuguesa – Campeonato Paulista A-2 2013

https://www.youtube.com/watch?v=r7A65FAdj1A

juve

FORZA JUVE!!!

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Início do Verdão no Exterior

Na quarta-feira, dia 20, a Sociedade Esportiva Palmeiras faz a sua primeira partida oficial na temporada de 2016. O Verdão enfrenta o Libertad-PAR, pela Copa Antel, no estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai.

A partida será transmitida AO VIVO pelo canal de TV a cabo Espn Brasil, a partir das 19h30.

Essa será a  décima quinta vez que o Verdão abre o seu ano futebolístico atuando contra um clube estrangeiro. Um fato que chama atenção é que o Palmeiras sempre marcou ao menos um gol na primeira partida da temporada quando enfrentou um time do exterior.

Foram nove partidas dos palmeirenses contra clubes das Américas, quatro contra europeus e uma contra asiáticos. Essa será a primeira vez que o Palmeiras faz a sua estreia no ano enfrentando um time paraguaio.

A última vez que o Verdão jogou a sua primeira partida do ano contra um time da América do Sul foi em 1973, diante do Independiente da Argentina. Vitória palmeirense pelo placar de 2 a 0, gols de Edu e Ademir da Guia, no estádio Palestra Italia.

Há 47 anos que o Palmeiras não fazia a sua estreia fora do Brasil. A última vez que isso aconteceu foi em 1969, no dia 9 de janeiro, diante da equipe húngara do MTK, em Mar del Plata, na Argentina. Os europeus venceram pelo placar de 2 a 1.

Das quatorze oportunidades que o Palmeiras iniciou a temporada contra times do exterior, em sete ele conquistou ao menos um título de grande relevância ao fim do período: Campeão Paulista (1947), Campeão Paulista (1959), Campeão Paulista (1963), Campeão Brasileiro (1969), Campeão Brasileiro (1973), Campeão da Copa do Brasil (2012) e Campeão da Copa do Brasil (2015).

Confira o retrospecto do Palmeiras em toda a história nos confrontos inaugurais da temporada contra equipes estrangeiras:

26/01/1930 Palestra Itália 4×1 Tucuman-ARG
09/02/1941 Palestra Itália 1×1 Gymnasia y Esgrima-ARG
01/01/1946 Palmeiras 2×1 Rosario Centra-ARG
12/01/1947 Palmeiras 2×2 Boca Juniors-ARG
04/01/1959 Palmeiras 4×1 Barcelona de Guayaquil-EQU
09/01/1962 Palmeiras 3×2 Universitario-PER
06/01/1963 Palmeiras 2×2 Nacional-MEX
16/01/1964 Palmeiras 1×2 Sporting Cristal-PER
09/01/1969 Palmeiras 1×2 MTK-HUN
13/01/1971 Palmeiras 1×1 Benfica-POR
28/01/1973 Palmeiras 2×0 Independiente-ARG
27/01/1991 Palmeiras 2×0 Hamburgo-ALE
14/01/2012 Palmeiras 1×0 Ajax-HOL
17/01/2015 Palmeiras 3×1 Shandong Luneng-CHN

Jogos: 14
Vitórias: 8
Empates: 4
Derrotas: 2
Gols Pró: 29
Gols Contra: 16

periquito

FORZA VERDÃO!!!

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Copa São Paulo

O futebol palmeirense vai em busca de um título inédito em 2016: a Copa São Paulo de Futebol Júnior. Com 47 participações ao longo da história, o alviverde sagrou-se vice-Campeão em 1970 e 2003.

O Verdão disputou todas as edições do torneio, assim como o seu maior rival, Sport Club Corinthians Paulista.

Essa é a única taça dentre as competições oficiais organizadas pela Federação Paulista de Futebol que falta na galeria de troféus palestrina.

Em 1995 o Verdão foi o vencedor da Supercopa São Paulo de Futebol Juniores, ao vencer o São Paulo F.C., no estádio do Pacaembu, em 20 de agosto de, pelo placar de 1 a 0, gol de Rogerio. Essa competição reunia apenas os campeões da Copa São Paulo de Futebol Juniores, além do Palmeiras que entrou como clube convidado.

O Palmeiras disputará a primeira fase na cidade de São José dos Campos e faz a sua estreia no dia 3 de janeiro contra o Sampaio Correa do Maranhão. Essa é a segunda vez que o Palmeiras terá como sede a tradicional cidade do Vale do Paraíba. Em 2003, o Verdão disputou a primeira fase na cidade e obteve a classificação de maneira invicta, com 2 vitórias (Cachoeiro-ES e Joseense-SP) e 1 empate (Bahia-BA). Naquele ano, o Verdão sagrou-se vice-campeão do torneio.

O time palmeirense está no Grupo 25, ao lado do São José dos Campos, Estaciano-ES e Sampaio Correa-MA. Será a primeira vez que o Verdão enfrenta todas essas equipes na competição.

Apenas uma vez o alviverde teve o artilheiro máximo da competição: Willian, em 2004, com sete gols marcados.

O técnico da equipe sub-20 do Verdão, João Burse, chegou ao clube em setembro de 2015 e tem a missão de conduzir os garotos esmeraldinos à conquista tão desejada.

Burse possui apenas uma participação em Copa São Paulo. Foi no ano de 2013, quando dirigiu o Mogi Mirim e terminou nas oitavas de final.

No atual elenco da equipe principal do Palmeiras, Gabriel Jesus, Lucas Taylor, Juninho e Mateus Salles disputaram a última edição da Copinha.

Todos os jogos do Verdão na primeira fase terão transmissão ao vivo (Rede Vida, Sportv ou Espn – consulte programação) e acontecerão no estádio Martins Pereira, nas seguintes datas e horários:

3/1 – 17h – Palmeiras x Sampaio Correa-MA
5/1 -21h – Palmeiras x Estaciano-SE
7/1 -21h – Palmeiras x São José dos Campos-SP

Confira curiosidades do Palmeiras na história da competição:

Jogos: 185
Vitórias: 94
Empates: 40
Derrotas: 51
Gols Pró: 369
Gols Contra: 210

Maior goleada a favor: 1999 – Palmeiras 8×0 Flamengo-SP, em Guarulhos-SP
Maior goleada sofrida: 1971 – Palmeiras 0x4 Botafogo-RJ, em Pirituba
Jogo com maior número de gols: 1985 – Palmeiras 4×5 Brasil de Pelotas-RS, no Palestra Itália
Jogador que marcou o maior número de gols numa única partida: Chistopher – 4 gols marcados em 8/1/2015 Palmeiras 6×1 Murici-AL
Decisões por penalidades: Participou de nove decisões com: 3 vitória e 6 derrota
Equipe que mais enfrentou: Grêmio-RS, Santos-SP e Nacional-SP em seis oportunidades
Ano em que disputou mais partidas: 2003, 2004, 2010, 2013 e 2015 – sete partidas disputadas
Ano em que marcou mais gols: 2003 – 26 gols marcados em 7 jogos disputados

Confira o gol do título do Palmeiras na Supercopa São Paulo Juniores de 1995:

 

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FORZA PALESTRA!!!

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