Esportes

Melhor do século XXI

No século XXI não houve um time na história da Sociedade Esportiva Palmeiras que conviveu mais com as vitórias como o elenco Campeão Brasileiro de 2018. Foram 48 triunfos em 77 jogos (contando os amistosos na América Central). O recorde anterior de vitórias numa única temporada nesse novo século havia sido em 2008, quando o Verdão registrou 38 vitórias em 71 jogos.

Foi também em 2018 o ano que o torcedor palmeirense mais vezes soltou o grito de gol. Foram 131 tentos marcados, superando a marca de 126 gols marcados nas temporadas de 2003 e 2004.

Pela primeira vez nesse século o Palmeiras terminou uma temporada sem derrotas superiores a dois gols de diferença. Isso aconteceu em apenas duas ocasiões nas derrotas para o Boca Juniors, no estádio da Bombonera, pela Copa Libertadores da América e para o Corinthians, na Arena Itaquera, pelo Campeonato Paulista.

Em 2018, registramos também o melhor saldo de gols em uma temporada nesse século com uma marca de 82 gols positivos. O recorde anterior havia sido em 2003 quando terminamos o ano com 57 gols positivos.

Nessa temporada, pela primeira vez na história do clube, um atleta terminou a temporada sendo artilheiro por duas competições. Borja foi o goleador máximo do Campeonato Paulista e da Copa Libertadores da América. Algo inédito.

Registramos a Melhor Campanha da história do Campeonato Brasileiro em um único turno na era dos pontos corridos (2003 em diante) com 47 pontos conquistados no segundo turno, obtivemos a Maior sequência invicta da competição com 23 partidas invictas, melhor ataque, melhor defesa, maior número de vitórias, menor número de derrotas, melhor desempenho como visitante, melhor desempenho como mandante, líder de arrecadação, craque do campeonato com o atacante Dudu e o melhor técnico do campeonato com Luiz Felipe Scolari.

Nesse ano, conquistamos feitos expressivos como aplicar a maior vitória de um clube estrangeiro sobre o Boca Juniors atuando no estádio do rival em jogos por competições oficiais.Quebramos o incômodo tabu de 16 anos sem vencer o São Paulo Futebol Clube no estádio do Morumbi. Após 17 anos voltamos a disputar uma semifinal de Copa Libertadores da América. Entre outros.

Nas arquibancadas, quebramos o recorde de público do novo Palestra Itália com 41.256 pagantes presentes na partida entre Palmeiras 3×2 Vitória, pelo Brasileirão.

Além desses recordes e marcas alcançados pelo futebol profissional, os palmeirenses puderam se orgulhar também do seu futebol de base e dos esportes olímpicos do clube. Pelo segundo ano consecutivo, o alviverde classificou todas as suas cinco categorias de base do futebol para as finais do Campeonato Paulista. Feito inédito que nenhum outro clube na história jamais conseguiu.

Foram 25 conquistas alviverdes nas categorias de base do futebol, sem contar premiações individuais e convocações de atletas para a seleção brasileira:

Torneio Ibercup – Etapa Brasil (Sub-10)
GO Cup (Sub-11)
Copa Bellmare U-11 Internacional (Sub-11)
1ª Copa Internacional de Avanhandava (Sub-12)
Copa Puma Toreros (Sub-12)
Mito Hollyhock Cup (Sub-13)
Campeão Paulista (Sub-13)
Encontro de Futebol Infantil Pan-Americano (EFIPAN) (Sub-14)
Tokyo U-14 International Youth Football Tournament (Sub-14)
Dani Cup (Sub-14)
Campeão Brasileiro (Sub-14)
Copa do Brasil de Futebol Infantil (Sub-15)
Torneio We Love Football (Sub-15)
Torneio FAM CUP – Série Prata  (Sub-16)
Saitama International Football Festival (Sub-16)
Salvador Cup – Série Prata (Sub-16)
Copa Santiago de Futebol Juvenil (Sub-17)
Scopigno Cup (Sub-17)
Mundial de Clubes (Sub-17)
Campeão Paulista (Sub-17)
Torneio de ICTG Uitgeest (Sub-20)
Torneio de Terborg (Sub-20)
CEE Cup (Sub-20)
Campeão Brasileiro (Sub-20)
Campeão Paulista (Sub-20)

Foram 16 conquistas coletivas nos esportes olímpicos que militamos, sem contar as centenas de conquistas individuais e convocações para as seleções brasileiras das respectivas modalidades:

Basquete

Campeão Paulista (Mirim)
Copa Brasil de Clubes (Infanto-Juvenil)
Campeão Estadual (Infanto-Juvenil)

Futebol Americano

Campeão Metropolitano (Adulto Feminino)

Futsal

Campeão Metropolitano (Sub-16)
Taça Brasil de Futsal (Sub-9)
Campeão Estadual (Sub-10)
Campeão Estadual (Sub-12)
Campeão Estadual (Sub-16)

Futebol de Mesa

Campeão Paulista (Adulto Masculino)

Ginástica

Campeão Estadual (Adulto)
Campeão Estadual (Categoria de Base)
Campeão Pan-Americano (Infanto-Juvenil)

Hóquei in Line

Campeão Paulista (Adulto)
Campeão Copa São Paulo (Sub-20)

Tênis

Campeão Paulista Interclubes (Especial Adulto Masculino)

Esse é o maior legado que toda a coletividade esmeraldina sonha e deseja. Nossa tradição se faz com títulos e troféus. Seguimos fortes nessa direção. É missão de fé dos nossos gestores impulsionar cada vez mais a grandeza do nosso querido Alviverde.

Nesse particular, estamos muito bem representados. Temos na figura do presidente Maurício Galiotte um gestor com perfil conciliador, apaixonado pelo clube e capaz de nos conduzir com sabedoria e competência. Não à toa, obtivemos todos os prêmios de gestão e reconhecimento dos principais veículos e órgãos que avaliam a administração dos clubes esportivos.

Temos também um parceria sólida que nos oferece um invejável suporte financeiro para mantermos a nossa excelência esportiva, na figura da FAM e Crefisa, empresas comandadas pelos conselheiros José Roberto Lamacchia e Leila Pereira.

Aliado a isso um corpo de profissionais, colaboradores, conselheiros e diretores que atuam em todas as esferas do clube com dedicação ímpar, paixão e capacidade acima da média.

Acima de tudo, uma torcida apaixonada, que conduz esse sentimento de palestrinidade com alma e coração, em todos os momentos!

Estamos no caminho certo. Somos a Sociedade Esportiva Palmeiras!

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO À TODA FAMIGLIA PALMEIRENSE!

QUE 2019 SEJA AINDA MAIS ALVIVERDE E REPLETO DE NOVOS FEITOS E CONQUISTAS!

mosaico

FORZA VERDÃO!!!

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Dudu e mais 10

Creio que daqui a cinquenta anos, quando, talvez, eu não exista mais, continuando porém a existir o Palestra, o vezo que toma conta dos palestrinos a cada derrota, também continuará, sem esperanças de desaperecer.

Na hora do revez, o palestrino limita-se a criticar. Critica em primeiro lugar a diretoria, critica o campo, critica o juiz, critica os jogadores, critica a si mesmo. Moléstia sem cura!

Foi assim que o fundador do Palestra Itália, Vincenzo Ragognetti, definiu nas páginas da Revista Vida Esportiva Paulista, em 1941, o perfil dos palestrinos, a qual reproduzimos e nos identificamos em gênero, número e grau.

Afirmação oportuna e que pode ser repetida em diversos momentos de nossa história. Um espelho de nossa alma. Uma radiografia do nosso DNA alviverde. Uma fratura exposta do nosso jeito peculiar de entender as coisas do nosso querido Palmeiras. Sempre com uma passionalidade visceral.

No início do Palestra, em 1920, o alvo da torcida era o craque Ministro. Quando as coisas não iam bem, ele era o culpado. Depois que Ministro deixou o Palestra, o alvo passou a ser Heitor Marcelino. Cada vez que o maior artilheiro da história esmeraldina iria jogar contra o Paulistano, diziam que ele afinava. Não queria jogar. Fazia corpo mole.

Quando Heitor pendurou as chuteiras, o alvo foi o atacante Romeu Pelliciari. Cada derrota do clube alviverde, ele era tratado como pipoqueiro. Pelliciari foi embora e o alvo passou a ser o meia-atacante Lima. Diziam que nos Derbys ele não era de nada.

No final dos anos 70 foi a vez do nosso bode expiatório se chamar Jorge Mendonça. Baladeiro, cachaceiro, indolente era alguns dos rótulos colados na testa do craque palmeirense. Nos anos 80, o atacante Jorginho Putinatti era pé-frio. Nos anos 90, Edmundo era mercenário. Nos anos 2000, o meia Alex era sonolento. Chegou a vez de Dudu!

Com 46 gols em pouco mais de três anos o atacante e capitão palestrino é o atual vice-artilheiro do Palmeiras no século XXI, atrás apenas de Vagner Love, com 54 gols. Dois títulos de campeão nacional. Três vices-campeonatos. O jogador com maior número de assistências do elenco. Dois gols na final da Copa do Brasil em 2015. Artilheiro do time na temporada em 2015, com 16 gols. Vice-artilheiro da equipe no Brasileirão de 2016, com 6 gols, atrás apenas de Gabriel Jesus. Artilheiro do time no Brasileirão de 2017, com 9 gols marcados. Vice-artilheiro da equipe na temporada 2017, com 16 gols marcados. Maior artilheiro da história do estádio Palestra Itália, após a sua reforma em 2014, com 23 gols marcados.

Esse é o jogador que “não serve” para alguns setores da nossa torcida? Esse é o “ídolo de barro” para aqueles que adoram procurar um bode expiatório? Esse é o jogador que “afunda” o Verdão? Esse é o jogador que “desrrespeita” o torcedor ao não comemorar um gol que nos garante uma vitória? A quem interessa criar uma rota de colisão contra um dos principais jogadores do atual elenco?

Ironia a parte, uma miopia sem tamanho que se repete como um padrão de tempos em tempos, mas que cabe a todos nós escolhermos continuar presos a esse ciclo destrutivo, ou evoluir para um caminho mais iluminado.

Breve comparativo com jogadores chaves dos rivais e com período proporcional ao de Dudu no Palmeiras:

Corinthians

Rodriguinho chegou em 2013 no time do Parque São Jorge e só se firmou no elenco alvinegro em 2015. De lá para cá, disputou 160 jogos e marcou 33 gols nesse período.

Fez seu primeiro gol em um clássico em 2017, diante do São Paulo. Contra os três principais  rivais paulistas fez quatro gols no total. (Dois contra o São Paulo, dois contra o Palmeiras e nenhum contra o Santos).

É tratado como “Reidriguinho”.

Santos

Gabriel foi alçado a equipe profissional do Santos em 2013. Disputou 157 jogos e marcou 57 gols.

Fez seu primeiro gol em um clássico em 2014, diante do Corinthians. Contra os três principais  rivais paulistas fez 12 gols no total. (Seis contra o Palmeiras, três contra o Corinthians e três contra o São Paulo).

É tratado como “Gabigol”.

Palmeiras

Dudu chegou em 2015 no Palmeiras. Fez 184 jogos e marcou 46 gols.

Fez seu primeiro gol em um clássico em 2015, diante do Corinthians. Contra os três principais  rivais paulistas fez 7 gols no total. (Três contra o Santos, dois contra o Corinthians e dois contra o São Paulo).

Como iremos tratá-lo?

dudu

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Inveja mascarada de ódio

Inicia-se mais uma semana decisiva na vida da Sociedade Esportiva Palmeiras. E com ela a inveja mascarada de ódio contra o alviverde e toda sua coletividade emergiu com força total de todos os lados.

Primeiro o anúncio de que o Verdão foi processado, mais uma vez, por causa da contratação do meio campista Wesley, em 2012. Carlos Alberto Duarte Moreira Filho, da empresa Toksai, entrou com uma ação no Tribunal de Justiça de São Paulo contra o clube alviverde pedindo R$ 7,9 milhões, referente à restituição do valor investido na negociação.

Depois, a polêmica reunião do Conselho Arbitral para a definição das datas e locais para a disputa das quartas de final do Campeonato Paulista, onde os interesses da Rede Globo de Televisão e da Federação Paulista de Futebol se mostraram contrários ao que pleiteava o Verdão.

Na sequência, o procurador Vinicius Marchetti, do TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) de São Paulo denunciou o goleiro Jailson, o volante Felipe Melo e o atacante Dudu no artigo 258 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), por atitude contrária à ética ou disciplina, que prevê pena de suspensão de uma a seis partidas. Jailson também foi enquadrado no artigo 254 (praticar jogada violenta), com pena semelhante.

Agora, o meia Gustavo Scarpa foi retirado do Boletim Informativo Diário (BID) da CBF como atleta do Palmeiras. A entidade foi notificada pelo Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, que cassou a liminar que desvinculava Scarpa do Fluminense.

Tudo isso em uma semana. Num momento de decisão. NADA É POR ACASO!

Era mais que sábido que as forças ocultas que regem os bastidores do futebol agiriam  (e ainda agirão) contra o Palmeiras, a fim de desestabilizá-lo de todas as formas. Isso é histórico na vida palestrina. Uma velha e asquerosa artimanha que usam desde os primórdios para frear a vontade incontrolável pelas Glórias dos palestrinos.

Em 1918, o alviverde já era apontado como uma potência do futebol paulista, dono de uma popularidade enorme e candidato a conquista do título. A equipe brigava pelas primeiras colocações contra o Club Atlético Paulistano. Time da elite e da aristocracia paulistana, que era apoiado pela família Mesquita, que entre outros negócios, controlava o principal veículo de imprensa da cidade, o Jornal Estado de São Paulo.

Temendo um sucesso palestrino diante do seu rival que até aquele momento dominava as conquistas futebolísticas, iniciou-se uma campanha de provocação no jornal contra os decentes de italianos e os palestrinos. No jogo entre ambos, após uma arbitragem tendenciosa a favor do Paulistano, os palestrinos abandonaram a competição, após reunião e deliberação de todos os seus associados e diretores, devido aos desrespeitos sofridos.

Em 1924 novo abandonado do campeonato. O Palestra Itália se sentiu desrespeitado, mais uma vez, após as punições severas aos seus atletas, tendo cinco jogadores da equipe titular sendo alijados da disputa do torneio pelo Tribunal de Justiça, logo nas primeiras rodadas.

Em 1930, um gol legítimo do Palestra Itália mal anulado pelo juiz Francisco Santana no jogo diante do Corinthians no Parque São Jorge no dia 4 de maio impediu que o Verdão conquistasse mais um título paulista em sua gloriosa história. O Palestra dominava o seu arqui-rival e já o vencia por 1 a 0. Os jogadores, comissão técnica e torcida perderam a calma com o juiz da partida. Houve muita confusão dentro e fora do campo. Mesmo com a vitória parcial, o Palestra negou-se a prosseguir no jogo e retirou-se do gramado, entregando o título para o rival.

Em 1942 a mais severa das disputas palestrinas dentro e fora de campo, que por imposição governamental culminou com a mudança de nome do clube e todas as suas referências ancestrais. Manobras e artifícios de todos os genêros foram evocados por nossos inimigos para usurpar nosso estádio e aniquilar a existência e continuidade da instituição. No fim, patrimônio mantido e título conquistado pelos palestrinos.

Em 1944, Palmeiras e São Paulo disputavam o título Paulista. Subitamente, no meio da semana que antecedia o clássico decisivo entre ambos, o Tribunal de Penas Desportivas, recém-criado pela Federação Paulista de Futebol, decidiu suspender o médio volante argentino Dacunto, do Palmeiras. Mesmo sem o jogador, o Verdão sagrou-se campeão ao superar o seu rival.

Na final do Paulistão de 1971, entre Palmeiras e São Paulo, o atacante palmeirense Leivinha marcou gol legal de cabeça em Sérgio Valentim, mas o árbitro Armando Marques entendeu que o meia utilizou a mão para colocar a bola no fundo do gol são-paulino, anulando um gol legal. Dulcídio Wanderley Boschilia, bandeirinha da partida, correu para o centro do campo depois da cabeçada de Leivinha e, no fim do jogo, não hesitou em falar à imprensa que tinha tomado tal atitude pois o gol havia sido legal. O título acabou em posse dos tricolores.

Em 1972, o atacante palmeirense Cesar Maluco ofendeu moralmente o árbitro Renato de Oliveira Braga em uma partida contra o XV de Piracicaba. Foi suspenso do futebol por nove meses e praticamente teve sua carreira encerrada no Palmeiras, numa das mais severas punições a um atleta de futebol jamais vista, até então.

Em 1979, o então presidente do Corinthians, Vicente Matheus, paralisou as semifinais entre Palmeiras e o seu clube, manipulando a tabela de jogo em favor do time do Parque São Jorge,  sob alegação de que não participaria de rodadas duplas. Com conivência do então presidente da Federação Paulista de Futebol, Nabi Abi Chedid, sócio benemérito do time alvinegro, o campeonato ficou parado e Matheus quebrou o embalo palmeirense, que vivia melhor momento que seu maior rival. O Verdão foi eliminado e o alvinegro campeão.

Em 1997, o atacante Edmundo, que defendia o Vasco da Gama, na decisão do Campeonato Brasileiro, entre Palmeiras e os cariocas, recebeu o terceiro cartão amarelo no primeiro jogo da final, o que o suspenderia da última partida. Seguindo orientações da direção vascaína, comandada por Eurico Miranda, forçou sua expulsão nos minutos finais da partida para com um efeito suspensivo atuar no Maracanã no segundo jogo. A manobra deu resultado e os vascaínos foram campeões após um empate em 0 a 0.

Em 2008, na primeira semifinal do Campeonato Paulista, entre Palmeiras e São Paulo, o atacante são-paulino Adriano abriu o placar no Morumbi usando o braço direito para empurrar a bola para a rede. O trio de arbitragem validou o lance e o São Paulo venceu o Palmeiras por 2 a 1.

Litígios recentes com o Fluminense por jogadores também tem sido uma constante no caminho palmeirense. Em 2007, o Verdão assinou pré-contrato para ter o meia Thiago Neves, mas o jogador foi para as Laranjeiras. Em 2011, aconteceu o mesmo com o meia Martinuccio.

Outro caso emblemático foi em 2006, quando o lateral-direito Ilsinho deixou o Palmeiras para ir para o São Paulo sem custos. Alan Kardec em 2014 e Wesley em 2015 repetiram o gesto de Ilsinho e saíram de graça do alviverde para o tricolor paulista.

Listamos alguns dos tantos embates dentro e fora dos campos que os palestrinos de todas as épocas travaram. Não seria diferente desta vez. Em todos os casos, o espírito palestrino se manteve em unidade, lúcido e sereno, a fim de se fortalecer para os enfrentamentos que se punham como obstáculo em nossa caminhada.

Agora, podemos não ter na reta final do Paulista os atletas: Jailson, Dudu, Felipe Melo, Gustavo Scarpa e Borja (este último por uma provável convocação para a Copa do Mundo). Todos elementos chaves da equipe do técnico Roger Machado.

Jailson responde pela melhor defesa do campeonato. Felipe Melo responde pelo melhor desarme do campeonato. Borja responde pelo melhor ataque do campeonato. A espinha dorsal palestrina pode ser neutralizada por um adversário que não entra em campo para os olhos comuns justamente num momento de decisão.

Agora, é a hora de nos mantermos cada vez mais unidos, todos nós palmeirenses sob a mesma bandeira gloriosa do alviverde, para combater com ardor todo o ranço que nos depositam. Sem receios. Sem temor. Com esperança, energia e fé inabaláveis.

Seguindo a nossa tradição de lutas, como os velhos palestrinos nos ensinaram, vamos passar por tudo isso, transformando a lealdade em padrão, pois de fato nascemos para ser Campeão! O maior do Brasil. O maior do século no país do futebol. Contra tudo e contra todos!

periquito

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Tite odeia Verde

Desde 20 de junho de 2016, Adenor Leonardo Bacchi é o homem que responde pelo comando técnico da seleção da Confederação Brasileira de Futebol. Junto com ele, Edu Gaspar assumiu a coordenação técnica canarinho.

Identificados com o maior rival da Sociedade Esportiva Palmeiras, o comandante e seu assecla aprenderam no Parque São Jorge a nutrir uma repulsa natural ao alviverde. Isso não é declarado abertamente, evidentemente. Mas é nítido nas atitudes de ambos.

Aclamado constantemente por setores da crônica esportiva como um dos melhores elencos do Brasil desde 2015, o Palmeiras é o clube dentre os grandes do futebol brasileiro que menos atletas cedeu para a seleção nacional na era Tite/Gaspar.

O treinador e seu coordenador discordam desse “chavão” criado pelos jornalistas de que o alviverde é o time que mais concentra atletas de qualidade em suas fileiras no país, e entendem justamente o contrário. Os olhos e os corações deles estão voltados para o outro Parque, localizado às margens do rio Tietê. Isso é óbvio e comprovado.

Os números demonstram a antipatia do treinador e do seu coordenador com os palmeirenses. Apenas dois atletas do Verdão foram “testados” a partir da gestão encabeçada pela dupla: os atacantes Dudu e Gabriel Jesus.

Em 25 de janeiro de 2017, Dudu em sua única chance na seleção de Tite, marcou o gol da vitória brasileira por 1 a 0 no amistoso contra a Colômbia. O jogo realizado no Rio de Janeiro não pode nem ser parâmetro de análise dos jogadores que atuaram, dada a carga emocional por trás da partida, que tinha como objetivo reverter a renda às vítimas do acidente aéreo que atingiu fatidicamente os atletas da Chapecoense.

Além disso, o critério da convocação só dizia respeito aos atletas que atuavam no Brasil. Do então campeão brasileiro Palmeiras, o zagueiro Vitor Hugo e Dudu integraram os selecionáveis, mas somente o atacante foi utillizado e “testado”, muito mais para cumprir um protocolo excepcional que por uma convicção do treinador e seu coordenador.

Dudu ainda foi chamado novamente em março de 2017 para o lugar de Douglas Costa, cortado por lesão, para os jogos contra Uruguai e Paraguai pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo. Mas apenas se resumiu a amargar o banco de reservas, até nunca mais ser convocado.

Já Gabriel Jesus foi convocado pelo comandante da seleção nacional em 22 de agosto de 2016, após o jogador se destacar na seleção olímpica, quando ajudou o Brasil a conquistar a medalha de ouro inédita, com seus gols e habilidade. Antes, já como referência ofensiva do Palmeiras, não era lembrado.

Tite teve que “engolir” o palmeirense Jesus, que logo se tornaria jogador do inglês Manchester City, para alívio da dupla alvinegra Tite/Gaspar.

A cada convocação fica cada vez mais evidente que há no minímo uma má vontade com os atletas da Sociedade Esportiva Palmeiras. Fernando Prass no seu auge, nunca foi “testado”. Moisés, um dos melhores e mais versáteis atletas de sua posição sequer está no “radar”. Jailson, um goleiro com mais de 500 dias de invencibilidade na meta, algo que nenhum dos convocados possui em seus currículos, foi ignorado. Lucas Lima, após vestir o manto alviverde, não serve mais. Gustavo Scarpa quando jogador do Fluminense foi lembrado por Tite. Agora, nem sabe que ele existe. Marcos Rocha, quando defendia o Atlético-MG era selecionável, hoje nada.

O técnico usa um discurso de encantador de serpentes em suas explanações. Evoca valores morais, éticos e de justiça. Parece um pastor em pregação. Sempre bem postado. Construiu uma aura perante os setores da crítica esportiva de quase unanimidade. Quase!

Para nós palmeirenses, em particular, ele sempre será o técnico do nosso maior rival. Do time que mais detestamos. Aquele que saiu pelas portas dos fundos do Palestra Itália em 2006, após uma derrota para o Santa Cruz, em Recife, quando comandava o alviverde.

“O conselho que eu dou para o Tite é ele calar a boca. O Palmeiras jogou um futebol medíocre. Isso é o que precisamos avaliar”, disse na ocasião, o então diretor de futebol palmeirense Salvador Hugo Palaia. Tite chegou a São Paulo e pediu demissão.

Já a bronca de Edu Gaspar vem dos tempos em que ele era jogador do rival, e esteve em campo nas duas eliminações alvinegras para o Verdão na Copa Libertadores da América de 1999 e 2000.

Consciente ou inconscientemente a má vontade da dupla contra o Palmeiras se justifica. Mas saibam, que nós também não gostamos de vocês. Nossa seleção veste apenas uma cor, a verde. É por ela que nos importamos e sangramos.

O amarelo fica por conta do que desejamos para essa seleção gambática na Copa do Mundo da Rússia.

dudu selecao

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A cara de pau

Desviar o foco e criar ruído no rival. Eis o que o deputado corintiano Andrés Sanchez quis fazer com a sua declaração ontem, dia 30, na rádio Transamérica ao afirmar, o seguinte:

“O único (atleta do Brasil) que valeria pagar seria o Dudu, do Palmeiras, que tem a cara do Corinthians e ganha metade do que os que chegaram lá estão ganhando. Ele está merecendo um aumento”, disse Sanchez.

Que o Dudu é bom jogador e serve para atuar em qualquer grande time, basta assistir as atuações dele. Isso é óbvio na fala do cartola ou de uma criança recém nascida, por exemplo. Nada de novo. Todos desejam um atleta desse nível em seu clube de coração. Até aí, nada de mais.

Mas note com atenção, principalmente essa última oração: “Ele está merecendo um aumento”. Aqui está o ponto central de sua fala, que tem por finalidade criar um ponto focal para que os coleguinhas de imprensa, principalmente aqueles que nutrem paixão pelo time alvinegro, explorem em seus veículos essa questão e por ventura ainda questionem essa possibilidade absurda ao jogador numa coletiva de imprensa, tentando criar um clima de desarmonia no conjunto palmeirense.

Uma artimanha velha e cansativa, que teremos que conviver. Sanchez não cogita o atleta, de fato. Sua intenção é pautar os jornalistas sobre uma situação inexistente e levar um debate inócuo para o lado alviverde e tentar provocar algum tipo de instabilidade.

Sanchez enrolado

Ao invés de opinar sobre a folha salarial do Palmeiras (o que para ele não deveria ser motivo de preocupação), seria mais prudente ao deputado petista André Sanchez usar o seu espaço na mídia para falar a respeito da denuncia contra ele feita pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, no dia 11 de dezembro ao Supremo Tribunal Federal (STF) por crime tributário, de acordo com o que foi amplamente divulgado por veículos de imprensa.

Segundo a Procuradoria Geral da República, o ex-presidente do Corinthians (e um dos candidatos ao cargo novamente), junto de outros três sócios, teria usado “laranjas” para abrir uma empresa e camuflar operações financeiras, além de omitir receitas, a fim de deixar de pagar tributos no valor de R$ 8,5 milhões.

Segundo a PGR, Andrés Sanchez e os sócios dele teriam usado “laranjas” – pessoas sem capacidade financeira e usadas para esconder os reais proprietários – para abrir a empresa Orion Embalagens, em 2002.

As investigações, diz a procuradoria, mostram que a empresa fazia parte do Grupo Sol, de Sanchez, que atuava no mesmo ramo, funcionava no mesmo espaço e tinha os mesmos funcionários.

Por meio do esquema, acrescenta a denúncia, a empresa conseguia diminuir o pagamento de imposto de renda, PIS, Cofins e CSLL.

Além de multa e ressarcimento dos valores, Dodge pede a condenação de Sanchez a pena que varia de 2 a 5 anos de prisão.

Como deputado, Andrés tinha como principal plataforma política criar no dia 1º de setembro o Dia do Corinthians, no calendário nacional. Foi veementemente rejeitado.

Pai do Itaquerão

Com a bênção do seu amigo pessoal e então presidente da República, Luis Inacio Lula da Silva, recentemente condenado pela Justiça por lavagem de dinheiro e corrupção, ele arquitetou o estádio corintiano em Itaquera, que gerou ao clube uma divída de cerca de R$ 2 bilhões, segundo especialistas, numa engenharia financeira das mais ocultas e inexplicadas da história do país.

Chapéu e Peroba

O palestrino Dudu de fato tem a cara de um clube da Grandeza e Glórias como o Sport Club Corinthians. Por isso veste verde e escolheu defender o Palmeiras quando cogitado pelo rival em janeiro de 2015.

Talvez essa derrota alvinegra ainda é uma ferida aberta na alma do deputado alvinegro, acostumado a usar a sua influência nos bastidores para atingir seus objetivos, sem se preocupar com ética e pudor.

Enquanto Dudu segue frustrando o sonho do cartola atuando pelo Palestrão, seria interessante dar explicações sobre as suas negociatas como homem público e dirigente.

No mais, recomendamos ao político um bom chapéu e bastante óleo de peroba, para ver as atuações do nosso camisa 7 no Palestra Itália.

dudu chapeu

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Falta o camisa 9

No último dia 7 de novembro um novo membro ilustre integrou o panteão sagrado dos heróis palestrinos com um busto de bronze nas alamedas do Palestra Itália. Trata-se do meio campista Olegário Tolói de Oliveira, vulgarmente conhecido como Dudu.

O jogador, que marcou época nos anos 60 e 70 pelo alviverde, juntou-se a Oberdan Cattani, Marcos, Junqueira, Waldemar Fiume e Ademir da Guia com tamanha e exclusiva honrária.

Justa e merecida homenagem. Todos os nossos ídolos, que sangraram pelo manto palestrino com raça e técnica como assim o fez esse sexteto fantástico, devem ser exaltados e reverenciados sempre. Todo o aplauso e gesto de carinho são pouco perante a alegria, emoção e glórias eternas que esses personagens nos legaram.

Todos os envolvidos nessas homenagens estão de parabéns. Preservar a nossa memória e valorizar a história gloriosa do querido Palestra é garantia de manter sempre viva a chama que nos norteia por mais de um século.

Exaltar os grandes atletas palestrinos é dar referência para todos (verdes ou não) da grandeza de princípios que mantém o alviverde sempre imponente dentro e fora das lides esportivas.

Nessa seleção de grandes craques já temos dois goleiros, um zagueiro, dois volantes e um meia. Para que façamos jus ao nosso hino oficial, que exalta todos os setores que compõem a formação de uma equipe, celebrando a defesa que ninguém passa, a linha e atacante de raça, falta o camisa 9 entre os imortais.

Não é difícil buscarmos essa figura na vida palestrina. Craques que envergaram a 9 com galhardia não faltam. Ademar Pantera, Aquiles, Cesar Lemos, Evair, Heitor Marcelino, Humberto Tozzi, Mazzola, Liminha, Romeu Pelliciari, Servílio, Tupãzinho e Vavá são alguns dos maiores centroavantes do Verdão. Mestres em balançar às redes adversárias. Astros de primeira grandeza, que além do dever de ofício, cumpriram sua trajetória no Palmeiras com alma e coração.

Qualquer um deles ali representados num busto de bronze já cumpriria a ausência de um grande atacante entre os eternos ídolos palmeirenses que ornamentam os jardins do nosso amado Palestra Itália.

dudu

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