Esportes, Italianidade

Rumo a Copa

Se com  a bola nos pés a Itália frustrou os seus torcedores e não conseguiu alcançar o objetivo de participar da Copa do Mundo da Rússia, os peninsulares ainda possuem uma chance de disputar um Mundial em outra tradicional modalidade do país: o basquete.

A seleção italiana comandada pelo técnico Romeo Sacchetti, que substituiu Ettore Messina, entra em quadra no próximo dia 23 de fevereiro (sexta-feira), em Treviso, contra a Holanda e no dia 26 de fevereiro (segunda-feira) diante da Romênia, na cidade de Cluj-Napoca, na Romênia, pela fase de qualificação européia para a Copa do Mundo de Basquete na China em 2019.

Para essas duas partidas, Sacchetti convocou 16 atletas, são eles: Abass (Ala-Pivô do Milano), Aradori (Ala do Virtus Bologna), Biligha (Pivô do Venezia), Burns (Ala-Pivô do Cantù), Crosariol (Pivô do Cantù), Della Valle (Armador do Reggio Emilia), Filloy (Armador do Avellino), Flaccadori (Ala-Armador do Trento), Fontecchio (Ala-Pivô do Cremona), Gaspardo (Ala-Pivô do Pistoia), Gentile (Ala do Virtus Bologna), Pascolo (Ala-Pivô do Milano), Polonara (Ala-Pivô do Sassari), Brian Sacchetti (Ala Pivô do Brescia), Luca Vitali (Armador do Brescia), Michele Vitali (Armador do Brescia).

A Azzurra não poderá contar com Marco Belinelli (Ala do Atlanta Hawks) e Danilo Gallinari (Ala-Pivô do Los Angeles Clippers), que disputam a temporada regular da liga de basquete norte-americana NBA.

Nas eliminatórias, a Itália lidera o Grupo D, com duas vitórias em dois jogos disputados, diante da Croácia (80×64) e da Romênia (75×70). Participam 32 seleções dessa fase européia. As 12 melhores classificadas avançam diretamente para o Mundial.

Os destaques individuais ficam por conta do armador Della Valle, cestinha da equipe na competição com 20.5 pontos por jogo, do pivô Gentile com 5.5 rebotes por jogo e do armador Filloy com 4 assistências por jogo.

História

As duas melhores posições da Itália nos mundiais de basquete adulto masculino foram nos anos 70, quando alcançou a fase semifinal do torneio em 1970 (na antiga Iugoslávia) e 1978 (nas Filipinas), terminando em quarto lugar em ambas ocasiões.

Em 17 edições, foram oito participações italianas na competição. A primeira vez foi  em 1963, quando o torneio foi sediado no Brasil. A última vez que a Itália esteve no torneio foi em 2006, no Japão. Nos últimos dois mundiais, a Itália não obteve classificação (2010 na Turquia e 2014 na Espanha).

O ala-armador Antonello Riva, com 18 partidas disputadas pela Azzurra no torneio, anotou 434 pontos e está entre os 10 jogadores com melhor média e número de pontos marcados na história dos mundiais. Riva é o maior cestinha de todos os tempos da Liga Italiana de Basquete e atuou como atleta de 1977 a 2005.

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O jovem armador Della Valle, uma esperança de renovação do basquete italiano

FORZA AZZURRI!!!

 

 

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Azzurra Nera

O futebol italiano registrou na noite dessa segunda-feira (13) a sua maior tragédia em toda a história gloriosa do calcio peninsular. Em pleno estádio San Siro (Giuseppe Meazza) em Milão, com cerca de 70 mil pessoas, a Itália não foi capaz de sequer marcar um mísero gol diante da Suécia, em partida de volta válida pela repescagem da Copa do Mundo 2018 e viu suas pretensões de disputar a competição na Rússia se pulverizar.

Um drama anunciado. Dentro e fora de campo, a Azzurra definha. Os grandes craques inexistem. Faltam lideranças. A renovação de valores é aquém do esperado. Uma safra de jovens atletas que se mostraram incapazes de suportar o peso e a tradição de uma das camisas mais importantes do esporte bretão. Um comportamento tático covarde e ultrapassado. Um futebol doméstico recheado de estrangeiros e numa posição de segundo escalão no plano europeu. Categorias de base e formativas com poucos italianos.

Ainda mais triste foi ver a imagem de velhos ídolos como De Rossi e Buffon, campeões mundiais em 2006, terem um fim de carreira com a camisa nacional tão melancólico.

Desde 1958, uma catástrofe como essa não havia registro, quando o futebol italiano caiu perante a Irlanda do Norte, em Belfast, com Ghiggia e Schiaffino (ítalos-uruguaios que oito anos antes ganharam o mundial com o Uruguai diante do Brasil em pleno no Maracanã), endossando a camisa “tricolore”.

Ressurgir se faz imperativo. Olhar para o trabalho de base é uma das primeiras iniciativas. A Itália é a maior campeã européia sub-21 com cinco títulos (1992, 1994, 1996, 2000 e 2004), produzindo nessas disputas atletas como Chiellini, Nesta, Pirlo, Totti, entre tantos outros. Não obstante, em 2006, a Azzurra conquistou a Copa do Mundo, após 24 anos de jejum.

Em 2019, a Itália será o país-sede do próximo campeonato europeu sub-21. Será essa a geração de valores que poderão dar outro rumo e perspectiva para uma nova Itália. Que se plante hoje o que iremos colher no futuro. A história italiana não se resume a esse pesadelo que assistimos diante da Suécia.

Sem a Itália, a Copa do Mundo da Rússia fica um pouco menor.

Ao Risorgimento, Azzurra!

Te voglio bene assai >>> 

https://www.youtube.com/watch?v=84OOTHBuvqM 

Soccer - 2006 FIFA World Cup Germany - Final - Italy v France - Olympiastadion - Berlin

AVANTI ITÁLIA!!!

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Rumo à Copa

A seleção italiana entra em campo nessa sexta-feira (10) pela partida de ida contra a Suécia válida pela repescagem das Eliminatórias da  Copa do Mundo de 2018, às 17h45 (horário de Brasília), em Estolcomo, na Suécia.

A ausência do atacante sueco Ibrahimovic é um alento para as pretensões italianas rumo à Rússia. Os ítalo-brasileiros Jorginho, que atua pelo Napoli, e Eder, que joga pela Internazionale, estão entre os 27 convocados para essa partida pelo técnico Gianpiero Ventura.

Confira a relação dos atletas que tem a missão de conduzir a Itália ao Mundial:

Buffon, Donnarumma, Perin, Astori, Barzagli, Bonnucci, Chiellini, D’Ambrosio, Darmian, Rugani, Spinazzola, Zappacosta, Bernardeschi, Candreva, De Rossi, El Shaarawy, Florenzi, Gagliardini, Insigne, Jorginho, Parolo, Verratti, Belotti, Eder, Gabbiadini, Immobile e Zaza.

Na primeira fase, os italianos ficaram em segundo lugar no Grupo G, tendo a Espanha como líder alcançado a vaga direta ao Mundial, com cinco pontos a mais que a Azzurra. Já os suecos ficaram na vice-liderança do Grupo A, atrás da seleção francesa e eliminando a tradicional Holanda.

Na história dos confrontos diretos entre Itália e Suécia, os números apontam: 23 jogos, 11 vitórias italianas, seis empates, seis vitórias suecas. A Itália anotou 28 gols e a Suécia 24 tentos.

Em Estocolmo, palco da partida, a Itália conquistou apenas uma vitória contra o seu rival e tenta quebrar um tabu de 105 anos. O único triunfo ocorreu no longíquo ano de 1912, quando os italianos comandados pelo mítico Vittorio Pozzo venceram por 1 a 0, gol marcado por Franco Bontadini, em jogo válido pelas eliminatórias olímpicas. De lá para cá, houveram mais quatro jogos na capital sueca, com duas vitórias a favor dos locais e dois empates.

Por outro lado, a Suécia não vence a Itália desde 1998, quando superou os peninsulares em jogo amistoso em Gotemburgo pelo placar de 1 a 0. Desse jogo até os dias atuais, foram cinco partidas, com quatro vitórias italianas e um empate.

Uma da mais importantes seleções de futebol do mundo, a Azzurra disputou seis finais de Copa do Mundo e sagrou-se vencedora em quatro oportunidades (1934, 1938, 1982 e 2006). Apenas duas vezes os italianos não participaram do Mundial de seleções (1930 e 1958).

Itália e Suécia voltam a jogar na segunda-feira (13), às 17h45, em Milão.

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AVANTI AZZURRA!!!

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Itália em Mundiais

A seleção italiana é a equipe europeia que mais conquistou títulos mundiais na história das Copas e fica atrás apenas da Seleção Brasileira em termos da hegemonia de troféus no torneio.

Dirigida pelo técnico Cesare Prandelli, a atual seleção italiana terá um grande desafio logo na primeira fase do Mundial que será realizado no Brasil. Ao lado de Inglaterra, Costa Rica e Uruguai, a Esquadra Azzurra compõe o grupo mais forte da competição, segundo especialistas.

Caso o volante Thiago Motta seja convocado para o Mundial, ele será o quarto ítalo-brasileiro a defender a Seleção Italiana em Copas.  Guarisi (Filó), em 1934, Altafini (Mazzola) e  Sormani, em 1962, foram os outros  ítalos-brasileiros a servirem a nacional italiana.

Confira algumas curiosidades da participação italiana em Mundiais:

Jogos da Itália na 1º fase da Copa do Mundo no Brasil em 2014

14/6 – Itália x Inglaterra – em Manaus
20/6 – Itália x Costa Rica – em Recife
24/6 – Itália x Uruguai – em Natal

Seleção que disputará o Mundial em 2014*

Goleiros: Buffon, Sirigu, Perin
Defensores: Maggio, Chiellini, Criscito, Astori, Barzagli, Pasqual, Bonucci, Abate, Paletta
Meio Campistas: Thiago Motta, Candevra, Marchisio, Florenzi, Parolo, Montolivo, Pirlo, Giaccherini, Verratti
Atacantes: Cerci, Osvaldo, Insigne, Balotelli, Gilardino, Immobile

*Elenco baseado na convocação para a partida amistosa contra a Espanha em 5 de março de 2014, além de Balotelli.

Retrospecto da seleção da Itália em Copas do Mundo

1930 – Não disputou
1934 – Campeã – 5 jogos, 4 vitórias, 1 empate, Gols Pro: 12, Gols Contra: 3
1938 – Campeã – 4 jogos, 4 vitórias, Gols Pro: 11, Gols Contra: 5
1950 – 1 fase – 2 jogos, 1 vitória, 1 derrota, Gols Pro: 4, Gols Contra: 3
1954 – 1 fase – 3 jogos, 1 vitória, 2 derrotas, Gols Pro: 6, Gols Contra: 7
1958 – Não disputou
1962 – 1 fase – 3 jogos, 1 vitória, 1 empate, 1 derrota, Gols Pro: 3, Gols Contra:2
1966 – 1 fase – 3 jogos, 1 vitória, 2 derrotas, Gols Pro: 2, Gols Contra: 2
1970 – Vice-campeã – 7 jogos, 5 vitória, 1 empate, 1 derrota, Gols Pro: 10, Gols Contra: 8
1974 – 1 fase – 3 jogos, 1 vitória, 1 empate, 1 derrota, Gols Pro: 5, Gols Contra: 4
1978 – 4º lugar – 7 jogos, 4 vitórias, 1 empate, 2 derrota, Gols Pro: 9, Gols Contra: 6
1982 – Campeã – 7 jogos, 4 vitórias, 3 empates, Gols Pro: 12, Gols Contra: 6
1986 – Oitavas-de-final – 4 jogos, 1 vitória, 2 empates, 1 derrota, Gols Pro: 5, Gols Contra: 6
1990 – 3º lugar – 7 jogos, 6 vitórias, 1 empate, Gols Pro: 10, Gols Contra: 2
1994 – Vice-campeã – 7 jogos, 4 vitória, 2 empate, 1 derrota, Gols Pro: 8, Gols Contra: 5
1998 – Quartas-de-final – 5 jogos, 3 vitórias, 2 empates, Gols Pro: 8, Gols Contra: 3
2002 – Oitavas-de-final – 4 jogos, 1 vitória, 1 empate, 2 derrota, Gols Pro: 5, Gols Contra: 4
2006 – Campeã – 7 jogos, 5 vitórias, 2 empate, Gols Pro: 12, Gols Contra: 2
2010 – 1 fase – 3 jogos, 2 empates, 1 derrota, Gols Pro: 4, Gols Contra: 5

Jogos: 81
Vitórias: 46
Empates: 20
Derrotas: 15
Gols Pro: 126
Gols Contra: 73
Participações: 17 vezes

Maior Vitória: 27/5/1934 Itália 7×1 Estados Unidos
Maior Derrota: 23/6/1954 Itália 1×4 Suiça e 21/6/1970 Itália 1×4 Brasil
Maiores Artilheiros em Mundiais: Paolo Rossi, Roberto Baggio e Vieri – 9 gols cada
Jogador que mais vezes atuou em Mundiais: Paolo Maldini – 23 jogos

Todos os Goleadores da Itália em Mundiais

1934

Schiavio: 4 (artilheiro da competição)
Orsi: 3
Ferrari: 2
Meazza: 2
Guaita: 1

1938

Piola: 5
Colaussi: 4
Meazza: 1
Ferraris: 1

1950

Carapellese: 2
Muccinelli: 1
Egisto Pandolfini: 1

1954

Boniperti: 1
Egisto Pandolfini: 1
Galli: 1
Lorenzi: 1
Frignani: 1
Nesti: 1

1962

Bulgarelli: 2
Mora: 1

1966

Mazzola: 1
Barison: 1

1970

Riva: 3
Rivera: 2
Boninsegna: 2
Burgnich: 1
Domenghini: 1
Peña (contra): 1

1974

Rivera: 1
Benetti: 1
Anastasi: 1
Fabio Capello: 1
Perfumo (contra): 1

1978

Paolo Rossi: 3
Bettega: 2
Zaccarelli: 1
Benetti: 1
Causio: 1
Brandts (contra): 1

1982

Paolo Rossi: 6 (artilheiro da competição)
Tardelli: 2
Conti: 1
Graziani: 1
Cabrini: 1
Altobelli: 1

1986

Altobelli: 4
Kwang Rae (contra): 1

1990

Schillachi: 6 (artilheiro da competição)
Roberto Baggio: 2
Giannini: 1
Serena: 1

1994

Roberto Baggio: 5
Dino Baggio:2
Massaro: 1

1998

Vieri: 5
Roberto Baggio: 2
Di Biagio: 1

2002

Vieri: 4
Del Piero: 1

2006

Totti: 3
Materazzi: 2
Iaquinta: 1
Pirlo: 1
Gilardino: 1
Inzaghi: 1
Zambrotta: 1
Grosso: 1
Del Piero: 1

2010

De Rossi: 1
Iaquinta: 1
Di Natale: 1
Quagliarella: 1

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Artes, Esportes

A gente morre quando não é convocado

Evair Aparecido Paulino, atacante e ídolo palestrino nos anos 90, definiu certa vez, com essa frase acima, a maior frustração de sua carreira.

Em 1994, Evair era artilheiro de todas as competições brasileiras, bi-campeão estadual e campeão nacional – seria bicampeão brasileiro meses após o Mundial de Seleções nos Estados Unidos. Figura carimbada em quase todas as convocações da seleção brasileira. Mas acabou ficando de fora da lista final de convocação de Carlos Alberto Parreira para defender a seleção brasileira na Copa do Mundo daquele ano.

Guardada as devidas comparações de tempo e espaço, uma sensação parecida deve estar sendo vivida pelo atacante palmeirense Alan Kardec. O homem-gol alviverde era figura certa – segundo a imprensa esportiva – na convocação de Luiz Felipe Scolari dessa segunda-feira (24), para o amistoso contra a África do Sul, no dia 5 de março, em Johannesburgo. Felipão optou por Fred e Jô no comando de ataque e ignorou o avante esmeraldino.

Em fase excelente com a camisa palmeirense, Kardec sonhava com uma vaga no selecionado, assim como boa parte da torcida brasileira. O atacante alviverde cresce de produção a cada partida e uma convocação às vésperas do mundial poderia ser o coroamento da carreira do atleta.

Mas o que aconteceu foi justamente o contrário. A não convocação cai como uma ducha de água fria nos ânimos dos torcedores e do próprio jogador.

Só o tempo vai dizer o reflexo disso para Kardec e também para o seu clube, onde tem sido peça fundamental. Fica apenas a torcida para que esse fato não influencie em sua ascendente trajetória com a camisa palmeirense, e que sirva de motivação para provar, com títulos e gols, que Felipão fez a escolha errada ao não convocá-lo.

LIVRO CONTA HISTÓRIA DOS ARTISTAS NEGROS DA MÚSICA POPULAR E DO RÁDIO

A jornalista Thais Matarazzo resgata as memórias dos cantores negros da música popular, do carnaval de rua e do rádio, esquecidos na poeira do tempo, em seu novo livro “Artistas Negros da Música Popular e do Rádio”.

Esta obra enriquece a memória da música popular brasileira. A autora, com um toque de leveza e originalidade no seu texto, traz a luz interessantes momentos das trajetórias artísticas de Henricão, Vassourinha, Risadinha e Chocolate. Todos nascidos em São Paulo e que ganharam o Brasil através das ondas mágicas do rádio.

O livro também contempla as figuras pioneiras do carnaval e do samba da Pauliceia: Dionízio Barbosa, Dª. Sinhá, Argentino Celso Wanderley e Elpídio de Faria. Todos membros de pequenas associações carnavalescas surgidas entre as décadas de 1910 a 1930. Com destaque para o Grupo Carnavalesco Barra Funda, mais conhecido como “Camisa Verde”, que completa seu centenário em 2014.

São, sem qualquer discussão, figuras das mais impressionantes da música popular brasileira em todos os tempos. São personalidades, como outros tantos que, com sacrifício e heroísmo, lutaram por incrementar a nossa exaltada canção popular.

Esses cantores/compositores deixaram significativo acervo a ser resgatado, que necessita de valorização e preservação, para que a memória possa ter papel importante de destaque na literatura e outros estudos, para informação e conhecimento das futuras gerações.

O prefácio é assinado pelo radialista e jornalista Jorge Luiz, Rádio Globo AM-R; participações especiais do pesquisador musical e blogueiro Luiz Amorim e de Marcello Laranja, presidente do Clube do Choro de Santos.

O livro tem edição da “Arte e Expressão”, com 304 páginas, ilustrado, papel off-set 90gr/m², preço de capa sugerido R$ 30,00.

Sobre a autora

Nasceu na capital paulista. Jornalista, escritora, palestrante e pesquisadora cultural. Colunista doJornal Movimento e Mundo Lusíada Online. Integra a equipe do programa Solo Tango, da Rádio Trianon 740 AM/SP, comandado por Walter Manna. Trabalha noDepartamento Cultural do Clube Português de S. Paulo. Desenvolve extensas pesquisas sobre a história do rádio e da música popular brasileira. É autora dos livros IreneCoelho, uma brasileira de coração português (2011), A Música Popular no Rádio Paulista, 1928- 1960 (2013), A Dinastia do Rádio (2013) – parceria com Valdir Comegno, Fado no Brasil: Artistas& Memórias (2013) – lançado em Portugal, e Artistas Negros da Música Popular e do Rádio (2014).

Serviço 

Lançamento em São Paulo – SP
Data: 15 de março de 2014 (sábado)
Horário: 15h30 às 18h30
Local: Casa de Portugal
Av. da Liberdade, 602 – 1º andar
Tel: (11) 3273-5555

Lançamento no Rio de Janeiro – RJ
Data: 5 de abril de 2014 (sábado)
Horário: 14 horas
Local: Livraria Folha Seca
Rua do Ouvidor, 37
Centro – Rio de Janeiro

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CARNAVAL CLUBE ATLÉTICO JUVENTUS

Neste ano de Copa do Mundo, o Clube Atlético Juventus tem muito que comemorar visto que no mês de abril completa 90 anos de História e de Tradição. Sendo assim, nos dias 01, 02, 03 e 04 de março já inicia as celebrações promovendo o Carnaval 90 anos – Sempre Moleque.

Serão 04 noites e 04 matinês de muita folia no Salão Nobre do Clube, com a agitação da Banda Condor’s e de diferentes ritmos brasileiros (marchinhas tradicionais, samba enredo, axé, forró, sambadejo, funk).

Nos bailes noturnos, a apresentação de mulatas também tomará conta do ambiente carnavalesco. Na última matinê, o charme e alegria contagiante da garotada marcarão presença no IV Concurso de Fantasia Infantil.

Venha participar desta brincadeira!

Serviço

Animação: Banda Condor´s e Show de Mulatas todas as noites
Dias: 01, 02, 03 e 04 de março de 2014
Horários: Matinês das 15h00 às 18h00. Bailes Noturnos das 23h00 às 04h00
Local: Salão Nobre do Clube Atlético Juventus
Rua Juventus nº 690, Parque da Mooca – São Paulo – SP
Capacidade: 4.400 pessoas (quatro mil e quatrocentas)
Classificação: Matinês – livre e Baile noturno- maiores de 16 anos
Estacionamento no local – R$ 25,00
Mais informações: (11) 2271-2000
Vendas antecipadas: http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=32338
Meia-entrada – (Sócio /Estudante/ Idoso) – Somente nas bilheterias do Clube nos dias dos Bailes

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