Esportes

Juve x Lusa

O clássico paulistano entre Juventus e Portuguesa de Desportos acontece na manhã de domingo (18), às 10h, no estádio Oswaldo Teixeira Duarte, no Canindé, pela décima terceira rodada do Campeonato Paulista da Série A-2.

O jogo é decisivo para ambos na luta contra o rebaixamento para a Série A-3. A Lusa é a décima segunda colocada com 11 pontos ganhos. O Juventus está em décimo terceiro com nove pontos conquistados, e só não ocupa a zona de descenso, devido aos critérios de desempate, pois tem uma vitória a mais que Batatais e Audax.

O confronto acontece pela quarta vez na história do Paulistão da Série A-2. A primeira delas ocorreu em 2013, no mesmo estádio do Canindé, quando a Lusa venceu o Moleque Travesso por 2 a 1. Em 2016, o Juventus venceu por 1 a 0 os lusitanos, em novo encontro realizado na casa rubro-verde. No ano passado, jogando na rua Javari, o Moleque Travesso obteve mais um triunfo ao vencer o seu rival por 3 a 1.

Em toda a história dos estaduais, juventinos e lusos jogaram 23 partidas no estádio Oswaldo Teixeira Duarte, com amplo domínio dos donos da casa. A lusa venceu 18 vezes, com três empates e apenas duas vitórias grenás.

Esses dois únicos triunfos juventinos aconteceram nos dias 23 de julho de 1958 e 3 de fevereiro de 2016. Confira as fichas técnicas dos jogos:

23/7/1958 Juventus 3×2 Portuguesa – Campeonato Paulista A-1
Juventus: Nenê (G), Donald, Cotia, Cássio, Clóvis, Pando, Buzzone, Zeola, Viana, Parobé, Lanza. Técnico: Libero Golinelli
Portuguesa: Carlos Alberto, Djalma Santos, Ditão, Jutis, Bauer, Odorico, Hermínio, Ipojucan, Alfeu, Ocimar e De Carlo. Técnico: Flávio Costa.
Gols: Buzzone, Zeola (2) (JUV); Herminio, Alfeu (POR)

3/2/2016 Juventus 1×0 Portuguesa – Campeonato Paulista A-2
Juventus: André Dias (G), Rafael Ferro, André Astorga, Diego Borges, Paulo Vitor (Renan Oliveira), Felipe Nunes, Derli, Adriano Paulista, Adiel (Elder Granja), Nathan, Léo Souza (Diogo Oliveira). Técnico: Rodrigo Santana
Portuguesa: Douglas; Digão, Talis, Ferdinando e Luan Peres; Renan Teixeira, Boquita (Diego Gonçalves), Moacir (Dionatan) e Matteus (Guilherme Schettine); Dominic e Milton Júnior. Técnico: Estevam Soares.
Gol: Adriano Paulista

Entre as partidas marcantes na história do confronto no estádio luso, destaque para o primeiro jogo em competição oficial da Portuguesa de Desportos como proprietária do Canindé. A partida aconteceu em 9 de dezembro de 1956. A Lusa venceu o Juventus pelo placar de 2 a 0, pelo Campeonato Paulista.

Eis a ficha do jogo:

Juventus 0x2 Portuguesa – Campeonato Paulista A-1
Juventus: Villera (G), Ditão, Diogenes, Ademar, Riogo, Bonfiglio, Zeola, Dorval, Orlando, Tito, Rodrigues. Técnico: Alfredo Gonzalez
Portuguesa: Cabeção, Hermínio, Floriano, Reinaldo, Julião, Zinho, Amaral, Ipojucan,Liminha, Edmur e Nelsinho. Técnico: Maurício Cardoso.
Gols: Liminha e Nelsinho (POR)

Uma das partidas inesquecíveis para a torcida juventina ocorrida no Canindé contra a Lusa foi no dia 18 de fevereiro de 1973. O time rubro-verde ostentava uma invencibilidade de 15 jogos e mais de um ano em seu estádio. A última derrota havia sido contra o Benfica-POR, por  3 a 1 no dia 9 de janeiro de 1972.

Perante cerca de cinco mil pessoas, o Moleque Travesso foi convidado pelos lusos para um amistoso de preparação nas vésperas da estreia do Campeonato Paulista. Num clima nada “amistoso”, Milton Buzzetto armou a sua tradicional retranca e brecou o poderoso ataque lusitano.

Aos cinco minutos do segundo tempo, após um bate-rebate na área da Lusa, a bola sobrou para o lateral-direito juventino Chiquinho, que quase na marca do pênalti, fuzilou para as redes de Miguel, marcando o gol da vitória juventina e a quebra da invencibilidade. Dez minutos depois, Dicá e Chiquinho foram expulsos de campo, pelo árbitro Almir Ricci Peixoto Laguna, após desentendimento.

Confira a ficha dessa partida:

Juventus 1×0 Portuguesa – Amistoso
Juventus: Bernardino (G), Chiquinho, Paulo, Oscar, Deodoro, Maurinho, Brida, Luis Antonio (Tadeu), Adinan, Vanderley (Tanese), Ziza. Tecnico: Milton Buzzetto
Portuguesa: Miguel (G), Cardoso,Calegari, Isidoro, Santos (Raimundo), Badeco, Dicá, Xaxá, Tatá (Maurício), Basílio e Da Costa. Técnico: Cilinho
Gol: Chiquinho (JUV)

Confrontos no Canindé em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 23
Vitórias Juventus: 02
Empates: 03
Vitórias Lusa: 18

Confrontos Gerais em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 122
Vitórias Juventus: 27
Empates: 30
Vitórias Lusa: 65

Torcidas

Com a implementação de torcida única nos clássicos  pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e a Secretaria de Segurança Pública a partir de abril de 2016, após confronto entre integrantes das torcidas Mancha Alvi Verde, do Palmeiras, e Gaviões da Fiel, do Corinthians, que deixou dezenas de feridos e um morto, Juventus e Portuguesa é um dos poucos clássicos da cidade que ainda admitem torcida “mista”.

Juventus contra Nacional também ainda não há restrição pelas autoridades, assim como os confrontos que lusos e juventinos travam contra o trio de ferro da capital paulista (Palmeiras, Corinthians e São Paulo) e o Santos.

Herói luso e grená

O atual técnico do Juventus Alex Alves, quando atuava como atacante, foi o grande herói da Portuguesa de Desportos em 2006 quando livrou o time do rebaixamento para a Série C do Brasileiro, ao marcar de pênalti nos minutos finais, o gol que garantiu a vitória da Lusa, por 3 a 2, sobre o Sport Recife na Ilha do Retiro e evitou a queda rubro-verde, naquela ocasião.

Como atleta da Lusa, fez 61 jogos e marcou 32 gols. Em 2015, assumiu como técnico da equipe sub-17 da Portuguesa.

No Juventus, Alex Alves iniciou a sua carreira de jogador profissional em 1996 e a encerrou em 2010 na Mooca. Ele se tornou o primeiro artilheiro da história do clube no Campeonato Paulista da Série A-1, em 2002, ao anotar 17 gols no torneio. No total o atacante fez 103 jogos e 52 gols com a camisa grená.

Defendendo o Juventus como atleta e agora como treinador profissional, essa será a primeira vez que Alex Alves enfrenta a Portuguesa de Desportos.

alex alves

Alex Alves, técnico do Juventus, fez história nos dois clubes

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Reação Grená

O início da temporada juventina não é nada animadora. O sinal de alerta já está aceso na Mooca. Em quatro jogos até aqui, foram três derrotas e um W.O. a favor. Ou seja, dentro do campo os juventinos ainda não sabem o que é vencer e já ocupam as últimas colocações do campeonato.

Esse desempenho pífio fez com que o técnico Edmilson de Jesus fosse demitido sem obter nenhuma vitória pelo Moleque Travesso.

Notícias extra-oficiais dão conta que o ex-atacante juventino Alex Alves assuma o comando da equipe nos próximos dias. Dirigindo o Nacional da Capital no ano passado, ele foi um dos responsáveis pela montagem da equipe nacionalina que conquistou o título do Campeonato Paulista da Série A-3 e o acesso para a divisão superior em 2017

Fator Javari

A rua Javari sempre foi um trunfo importante para o time da Mooca. Antes do início do Campeonato Paulista da Série A-2,  o Juventus mantinha 16 partidas invictas pela competição estadual atuando em seus domínios. Até então, essa era a sua segunda melhor marca em casa pelo torneio em toda a história do clube.

Nessa temporada, o alçapão se tornou um parque de diversões para os adversários. Em dois jogos como mandante, os juventinos foram facilmente batidos pelos seus rivais (Xv de Piracicaba e Grêmio Osasco) e não conseguiram se impor em casa.

A única vez que o Juventus perdeu três partidas seguidas em jogos do Campeonato Paulista da Série A-2 na rua Javari foi em 1999 (contra Paulista de Jundiaí, São Caetano e Ponte Preta).

Alta média de idade

O time que atuou na derrota diante do Grêmio Osasco no último final de semana aponta uma média de idade de 27,92 anos.

Dos quatorze atletas utilizados, onze titulares e três substituições, cinco jogadores apresentam mais de 30 anos. Vejamos: André Dias 28, Léo Cunha 22, Robson 24, Herbert 35, Sérgio Raphael 25, Felipe Saturnino 22, Nata 32, Rosinei 34, Wendel 36, Janderson 24, Baroni 28, Rafael Franco 24, Weldon 37, Deivide 20.

O Moleque Travesso é um dos times com maior média de idade na competição.

Desgaste excessivo

Dos oito mandos de campo que possui no Paulista A-2, o Juventus jogará seis vezes às 10h e apenas duas vezes após às 15h, de acordo com a tabela oficial divulgada pela Federação Paulista de Futebol, até essa data.

Duas partidas já se realizaram nesse horário matutino. Ambos com derrotas juventinas pelo placar de 1 a 0.

Dos sete jogos como visitante, o Juventus jogará apenas uma vez no período da manhã, diante da Portuguesa de Desportos, no Canindé. Os demais confrontos serão na parte da tarde ou a noite.

O Juventus é o clube que jogará o maior número de jogos nesse horário das 10h, entre todos os participantes do Paulista A-2 em 2018.

Ou seja, metade da competição atuará sob o sol escaldante, sendo uma das equipes com maior média de idade do torneio, e por consequência sofrendo um desgaste físico superior em relação aos seus adversários.

Isso sem contar as viagens: Votuporanga (530 km), Batatais (362 km) e Penápolis (480 km), Taubaté (150km). Teria ainda a viagem para Rio Claro, mas essa foi cancelada devido a não realização da partida.

Em 2015, a Confederação Brasileira de Futebol, com médicos e dirigentes da entidade, decidiu que o horário não é apropriado para a prática do jogo, mesmo com parada técnica nos dois tempos para hidratação, abortando a realização dos jogos da Série A do Brasileiro no período matutino.

Reforços

Uma das tantas críticas da torcida grená tem sido a não utilização dos garotos da base do clube. No último domingo, os nomes de Dener e Cesinha, por exemplo, foram pedidos pelos torcedores, que nem ao menos estavam entre os relacionados para o jogo.

Outro ponto que se discute também é a possível negociação por empréstimo de alguns jovens atletas que não serão utilizados pelos grandes paulista (Palmeiras, São Paulo, Santos e Corinthians), que disputaram a Copa São Paulo de Juniores e por ventura não seriam utilizados por essas equipes no estadual, tendo espaço no time da Mooca.

Com as regras de inscrição de atletas mais rígidas para essa temporada, o novo comandante grená terá sérias dificuldades de fazer ingressar reforços de relativa qualidade para o atual elenco, sendo esse um dos principais desafios para quem for assumir o cargo.

Torcida Juventina

Nos últimos anos, o Juventus é o time da capital paulista que leva o maior número de torcedores ao estádio quando atua como mandante, sem contar o trio de ferro formado por Palmeiras, São Paulo e Corinthians.

Seguindo a tendência das temporadas anteriores, o Moleque Travesso já desponta como a melhor média de público em relação aos times da capital, que também disputam o Paulista da Série A-2. Confira os números:

Estádio Conde Rodolfo Crespi
Juventus x Xv de Piracicaba – 2.536 pagantes
Juventus x Osasco/Audax – 1.748 pagantes
Média: 2.142 pagantes por jogo

Estádio Comendador Souza
Nacional x São Bernardo – 386 pagantes
Nacional x Votuporanguense – 300 pagantes
Média: 343 pagantes por jogo

Estádio Oswaldo Teixeira Duarte
Portuguesa x Batatais – 966 pagantes
Portuguesa x Xv de Piracicaba – 1.069 pagantes
Média: 1.017 pagantes por jogo

juve

FORZA JUVE!!!

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58 anos depois…

A Mooca está em festa! O Moleque Travesso venceu o clássico contra a Lusa no Canindé pelo placar de 1 a 0, em jogo válido pelo Paulista A-2, e pôs fim a um jejum de 58 anos sem vencer o seu tradicional rival em sua casa em partidas oficiais!

Um jogo histórico que será lembrado por toda gente grená! Os juventinos invadiram o Oswaldo Teixeira Duarte, lotaram o setor visitante, e vibraram do começo ao fim, empurrando o avinhado para uma vitória maiúscula.

Gerações de juventinos esperavam por esse momento. E ele chegou aos 20 minutos quando Adriano Paulista, um héroi improvável, acertou um chute rasteiro quase do meio de campo no canto direito do goleiro luso para entrar para história.

A Lusa foi valente e lutou até o fim, mesmo com uma limitação técnica de dar dó. O Juventus foi inteligente e soube se defender à la Buzzetto. A hora passava no relógio. E quando o árbitro apitou o fim de jogo a explosão de alegria! Abraços. Choros. Gritos. Uma loucura.

Um feito que não acontecia desde os tempos do craque Buzzone e do professor Clóvis!  Uma vitória que fortalece a alma juventina e faz sonhar a todos os grenás com dias mais iluminados.

A euforia toma conta de quem esteve lá nas arquibacandas acompanhando a própria história sendo escrita. Os mais racionais recomendariam cautela e calma, afinal é só a segunda rodada do torneio.

Mas para o apaixonado e romântico torcedor, nada e nem ninguém tira a felicidade e o sorrisso do rosto do juventino. Como manda a tradição, o vinho e a pizza foram o banquete da comemoração noite à dentro, ao som da Tarantella e das gargalhadas juvenis.

A noite de quarta-feira 3 de fevereiro de 2016 será eterna!

A noite de quarta-feira 3 de fevereiro de 2016 será para todo sempre GRENÁ!

Obrigado a cada um dos heróis juventinos dessa noite mágica: André Dias (G), Rafael Ferro, André Astorga, Diego Borges, Paulo Vitor (Renan Oliveira), Felipe Nunes, Derli, Adriano Paulista, Adiel (Elder Granja), Nathan, Léo Souza (Diogo Oliveira). Técnico: Rodrigo Santana.

Nunca o sentimento entoado no cântico da fanática torcida juventina esteve tão latente e vivo no coração de cada um: VOLTAREMOS!

juve

VIVA O MOLEQUE TRAVESSO!!!

VIVA A MOOCA QUERIDA!!!

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Juventus x Lusa

O clássico paulistano entre Juventus e Portuguesa de Desportos é a partida mais aguardada pelos juventinos nessa temporada. O jogo acontece no estádio do Canindé, na quarta-feira, dia 3 de fevereiro, às 20h, válido pela segunda rodada do Campeonato Paulista da Série A-2.

No fim de semana, o time de Mooca venceu a Penapolense na estreia do estadual por 1 a 0, na Javari. Os lusos ficaram no empate em 0 a 0 contra o Barretos, fora de casa.

Esse tradicional confronto acontece pela segunda vez na história do Paulistão da Série A-2. Em 2013, no mesmo estádio do Canindé, a Lusa venceu o Moleque Travesso por 2 a 1.

Em toda a história dos estaduais, juventinos e lusos jogaram 22 partidas no estádio Oswaldo Teixeira Duarte, com amplo domínio dos donos da casa. A lusa venceu 18 vezes, com três empates e apenas uma vitória grená.

Esse único triunfo juventino aconteceu no dia 23 de julho de 1958. Confira ficha técnica do jogo:

Juventus 3×2 Portuguesa – Campeonato Paulista
Juventus: Nenê (G), Donald, Cotia, Cássio, Clóvis, Pando, Buzzone, Zeola, Viana, Parobé, Lanza. Técnico: Libero Golinelli
Portuguesa: Carlos Alberto, Djalma Santos, Ditão, Jutis, Bauer, Odorico, Hermínio, Ipojucan, Alfeu, Ocimar e De Carlo. Técnico: Flávio Costa.
Gols: Buzzone, Zeola (2) (JUV); Herminio, Alfeu (POR)

Entre as partidas marcantes na história do confronto no estádio luso, destaque para o primeiro jogo em competição oficial da Portuguesa de Desportos como proprietária do Canindé. A partida aconteceu em 9 de dezembro de 1956. A Lusa venceu o Juventus pelo placar de 2 a 0, pelo Campeonato Paulista.

Eis a ficha do jogo:

Juventus 0x2 Portuguesa – Campeonato Paulista
Juventus: Villera (G), Ditão, Diogenes, Ademar, Riogo, Bonfiglio, Zeola, Dorval, Orlando, Tito, Rodrigues. Técnico: Alfredo Gonzalez
Portuguesa: Cabeção, Hermínio, Floriano, Reinaldo, Julião, Zinho, Amaral, Ipojucan,Liminha, Edmur e Nelsinho. Técnico: Maurício Cardoso.
Gols: Liminha e Nelsinho (POR)

Uma das partidas inesquecíveis para a torcida juventina ocorridas no Canindé contra a Lusa foi no dia 18 de fevereiro de 1973. O time rubro-verde ostentava uma invencibilidade de 15 jogos e mais de um ano em seu estádio. A última derrota havia sido contra o Benfica-POR, por  3 a 1 no dia 9 de janeiro de 1972.

Perante cerca de cinco mil pessoas, o Moleque Travesso foi convidado pelos lusos para um amistoso de preparação nas vésperas da estreia do Campeonato Paulista. Num clima nada “amistoso”, Milton Buzzetto armou a sua tradicional retranca e brecou o poderoso ataque lusitano.

Aos cinco minutos do segundo tempo, após um bate-rebate na área da Lusa, a bola sobrou para o lateral-direito juventino Chiquinho, que quase na marca do pênalti, fuzilou para as redes de Miguel, marcando o gol da vitória juventina e a quebra da invencibilidade. Dez minutos depois, Dicá e Chiquinho foram expulsos de campo, pelo árbitro Almir Ricci Peixoto Laguna, após desentendimento.

Confira a ficha dessa partida:

Juventus 1×0 Portuguesa – Amistoso
Juventus: Bernardino (G), Chiquinho, Paulo, Oscar, Deodoro, Maurinho, Brida, Luis Antonio (Tadeu), Adinan, Vanderley (Tanese), Ziza. Tecnico: Milton Buzzetto
Portuguesa: Miguel (G), Cardoso,Calegari, Isidoro, Santos (Raimundo), Badeco, Dicá, Xaxá, Tatá (Maurício), Basílio e Da Costa. Técnico: Cilinho
Gol: Chiquinho (JUV)

Considerando jogos oficiais e amistosos, a última vitória juventina no estádio do Canindé aconteceu em 19 de novembro de 1981, em um amistoso, onde o Moleque Travesso bateu os donos da casa pelo placar de 2 a 0.

Confrontos no Canindé em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 22
Vitórias: 01
Empates: 03
Derrotas: 18

Confrontos Gerais em Paulistas da Série A-1 e A-2:

Jogos: 120
Vitórias: 25
Empates: 30
Derrotas: 65

Alguns dos Atletas que defenderam as duas camisas:

Alex Alves – atacante
Nome Completo: Alexandro Alves Ferreira
Grande herói da Portuguesa em 2006 quando livrou o time do rebaixamento para a Série C do Brasileiro. No Juventus, se tornou o primeiro artilheiro da história do clube no Campeonato Paulista da Série A-1, em 2002.

Caxambu – goleiro
Nome Completo: Helio Geraldo Caxambu
Foi um dos primeiros grandes goleiros da história da Lusa, atuando por 129 jogos. Encerrou a sua gloriosa carreira defendendo o Juventus. Foi o fundador e idealizador dos Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo (SAPESP).

Deodoro – zagueiro
Nome Completo: Deodoro José de Almeida Leite
Começou a carreira de jogador na Lusa. É o recordista  de jogos oficiais com a camisa juventina em Campeonato Paulista com 356 partidas disputadas.

Ditão – zagueiro
Nome Completo: Geraldo Freitas do Nascimento
Iniciou a carreira no Juventus em 1955, onde ficou até o fim de 1958. Transferiu-se para a Lusa onde fez 402 jogos e marcou 12 gols.

Johnson – atacante
Nome Completo: Johnson Monteiro Pinto Macaba
O centroavante de origem angolana ganhou destaque na campanha juventina no Campeonato Paulista da Série A-2 em 2005, quando o Moleque Travesso sagrou-se campeão, voltando para a elite do Estadual. Pela Lusa fez 34 jogos e marcou 7 gols.

Julinho Botelho – atacante
Nome Completo: Julio Botelho
Revelado para o futebol profissional no Juventus, Julinho ganhou fama de craque atuando pela Lusa. Com a camisa rubro-verde fez 182 jogos e marcou 90 gols, sendo figura de destaque no título lusitano do Torneio Rio São Paulo nos anos 50.

Oswaldinho – atacante
Nome Completo: Oswaldo Buzzoni
Formado nas categorias de base do Juventus era um goleador. Pela Lusa fez 100 jogos e marcou 38 gols.

Pinga I – atacante
Nome Completo: José Lazaro Robles
Mais um craque que iniciou no futebol nas fileiras juventinas. Tornou-se o maior artilheiro da história da Portuguesa de Desportos atuando em 270 jogos e anotando 202 gols.

Pinga II – atacante
Nome Completo: Arnaldo Robles
Seguiu os mesmos passos do seu irmão José Lazaro Robles. Começou no Juventus e pela Lusa fez 97 jogos e marcou 35 gols.

Renato – meia
Nome Completo: Renato Violani
Meia armador de grande qualidade, marcou época no Juventus e imortalizou-se numa das linhas ofensivas mais lembradas na história lusitana nos anos 50. Com a camisa da Portuguesa fez 306 jogos e marcou 112 gols.

Leiz – zagueiro
Nome Completo: Leiz Antônio Mendes da Cunha
Profissionalizou-se no Clube Atlético Juventus no fim dos anos 70 e foi apontado como um dos maiores jogadores da sua posição. Transferiu-se para a Portuguesa onde ganhou projeção a ponto de defender a seleção brasileira

Felix – goleiro
Nome Completo: Félix Miéli Venerando
Começou nas categorias de base do Juventus. Rapidamente, chamou a atenção dos dirigentes da Lusa que o contrataram ainda garoto. Foi o goleiro campeão do mundo com a seleção brasileira em 1970.

Candinho – técnico
Nome Completo: José Candido Sotto Maior
Foi Campeão Brasileiro da Série B pelo Juventus em 1983.  Em 1996 levou a Lusa ao vice-campeonato brasileiro, na melhor campanha lusitana de sua história.

Edu Marangon – técnico
Nome Completo: Carlos Eduardo Marangon
Iniciou sua carreira de jogador na Lusa nos anos 80, sendo vice-campeão paulista em 1985. Passou por diversos clubes e ao encerrar a carreira, dedicou-se a ser técnico. No comando do Juventus, conduziu o time da Mooca ao título do Campeonato Paulista da Série A-2 em 2015.

Confira dois vídeos marcantes da história desse clássico:

Juventus 3×2 Portuguesa – Campeonato Paulista 2008

https://www.youtube.com/watch?v=9qQ1EXkX4NU

Juventus 1×2 Portuguesa – Campeonato Paulista A-2 2013

https://www.youtube.com/watch?v=r7A65FAdj1A

juve

FORZA JUVE!!!

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