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Goleadas verdes no século XXI

O Palmeiras conquistou a 109 vitória por goleada nesse século XXI (de 2001 para cá) ao vencer o CSA pelo placar de 6 a 2, no estádio do Pacaembu, pelo Campeonato Brasileiro, na noite de quinta-feira (26).

Essa foi a quinta vez que o Verdão anotou seis gols numa mesma partida nesse período. Relembre todas as goleadas palestrinas:

data adversário ano
14/3 Palmeiras 4 x 1 Sport Boys-PER 2001
18/3 Palmeiras 5 x 1 União Barbarense
2/5 Palmeiras 5 x 2 Cerro Porteño-PAR
13/9 Palmeiras 4 x 0 Universidad de Chile
20/3 Palmeiras 4 x 2 São Paulo-SP 2002
24/6 Palmeiras 4 x 0 Seleção de Rio Claro
3/7 Palmeiras 4 x 0 Bahia-BA
6/7 Palmeiras 4 x 0 River-PI
17/10 Palmeiras 4 x 2 Guarani-SP
16/1 Palmeiras 4 x 2 Caldense-MG 2003
18/1 Palmeiras 11 x 1 Seleção de Estiva-MG
12/3 Palmeiras 5 x 1 Operário-MT
17/5 Palmeiras 4 x 0 São Raimundo-AM
24/5 Palmeiras 4 x 1 Caxias-RS
14/6 Palmeiras 5 x 0 Mogi Mirim-SP
23/8 Palmeiras 5 x 1 União São João-SP
20/9 Palmeiras 6 x 1 Avaí-SC
29/11 Palmeiras 4 x 1 Botafogo-RJ
18/1 Palmeiras 4 x 1 Comercial Rib. Preto 2004
21/1 Palmeiras 5 x 2 Paulista de Jundiaí
8/2 Palmeiras 4 x 1 Guarani-SP
25/2 Palmeiras 5 x 1 União São João-SP
6/3 Palmeiras 4 x 2 Santo André-SP
7/4 Palmeiras 4 x 0 São Gabriel-RS
2/5 Palmeiras 4 x 0 Corinthians-SP
23/5 Palmeiras 4 x 0 Santos-SP
7/7 Palmeiras 4 x 1 Juventude-RS
26/9 Palmeiras 5 x 2 Vasco da Gama-RJ
19/1 Palmeiras 5 x 3 Inter de Limeira-SP 2005
27/2 Palmeiras 4 x 1 Ituano-SP
26/3 Palmeiras 4 x 1 Marilia-SP
18/6 Palmeiras 5 x 2 Vasco da Gama-RJ
3/7 Palmeiras 4 x 1 Botafogo-RJ
20/7 Palmeiras 4 x 1 Figueirense-SC
5/10 Palmeiras 5 x 3 Paysandu-PA
20/11 Palmeiras 6 x 2 Ponte Preta-SP
28/1 Palmeiras 4 x 0 Portuguesa Santista 2006
1/2 Palmeiras 4 x 2 Deportivo Táchira
19/2 Palmeiras 4 x 0 São Caetano-SP
22/2 Palmeiras 4 x 3 Juventus-SP
19/3 Palmeiras 4 x 2 Ponte Preta-SP
13/7 Palmeiras 4 x 2 Vasco da Gama-RJ
29/7 Palmeiras 4 x 2 Paraná Clube-PR
18/1 Palmeiras 4 x 2 Paulista de Jundiaí 2007
14/2 Palmeiras 5 x 0 Operário-MT
11/3 Palmeiras 4 x 1 Juventus-SP
18/3 Palmeiras 4 x 2 Sertãozinho-SP
13/5 Palmeiras 4 x 2 Flamengo-RJ
16/2 Palmeiras 4 x 0 Juventus-SP 2008
9/3 Palmeiras 5 x 2 Bragantino-SP
16/3 Palmeiras 4 x 1 São Paulo-SP
2/4 Palmeiras 5 x 1 Central-PE
4/5 Palmeiras 5 x 0 Ponte Preta-SP
12/6 Palmeiras 5 x 2 Cruzeiro-MG
24/7 Palmeiras 4 x 2 Santos-SP
24/8 Palmeiras 4 x 2 Portuguesa-SP
29/1 Palmeiras 5 x 1 Real Potosi-BOL 2009
8/2 Palmeiras 4 x 1 Santos-SP
25/2 Palmeiras 4 x 3 São Caetano-SP
11/7 Palmeiras 4 x 1 Náutico-PE
29/10 Palmeiras 4 x 0 Goias-GO
16/1 Palmeiras 5 x 1 Mogi Mirim-SP 2010
25/2 Palmeiras 4 x 0 Flamengo-PI
14/3 Palmeiras 4 x 3 Santos-SP
22/5 Palmeiras 4 x 2 Grêmio-RS
7/10 Palmeiras 4 x 1 Avaí-SC
20/1 Palmeiras 4 x 1 Ituano-SP 2011
2/3 Palmeiras 5 x 1 Comercial-PI
16/3 Palmeiras 4 x 0 Uberaba-MG
19/6 Palmeiras 5 x 0 Avaí-SC
11/3 Palmeiras 6 x 2 Botafogo-SP 2012
9/5 Palmeiras 4 x 0 Paraná Clube-PR
14/4 Palmeiras 4 x 1 Guarani-SP 2013
7/7 Palmeiras 4 x 0 Oeste-SP
12/7 Palmeiras 4 x 1 ABC-RN
30/7 Palmeiras 4 x 0 Icasa-CE
17/9 Palmeiras 4 x 2 Avaí-SC
8/10 Palmeiras 4 x 0 Figueirense-SC
23/11 Palmeiras 4 x 1 Ceará-CE
26/1 Palmeiras 4 x 1 Atlético Sorocaba-SP 2014
2/10 Palmeiras 4 x 2 Chapecoense-SC
4/3 Palmeiras 4 x 1 Vitória Conquista-BA 2015
12/5 Palmeiras 5 x 1 Sampaio Correa-MA
28/6 Palmeiras 4 x 0 São Paulo-SP
26/7 Palmeiras 4 x 1 Vasco da Gama-RJ
16/8 Palmeiras 4 x 2 Flamengo-RJ
16/9 Palmeiras 4 x 1 Fluminense-RJ
25/2 Palmeiras 4 x 1 Xv de Piracicaba-SP 2016
6/3 Palmeiras 4 x 1 Capivariano-SP
14/4 Palmeiras 4 x 0 River Plate-URU
14/5 Palmeiras 4 x 0 Atlético-PR
2/6 Palmeiras 4 x 3 Grêmio-RS
30/6 Palmeiras 4 x 0 Figueirense-SC
19/2 Palmeiras 4 x 0 Linense-SP 2017
25/2 Palmeiras 4 x 1 Ferroviária-SP
14/5 Palmeiras 4 x 0 Vasco da Gama-RJ
18/6 Palmeiras 4 x 2 Bahia-BA
16/7 Palmeiras 4 x 2 Vitória-BA
27/8 Palmeiras 4 x 2 São Paulo-SP
16/11 Palmeiras 5 x 1 Sport Recife-PE
21/3 Palmeiras 5 x 0 Novorizontino-SP 2018
8/7 Palmeiras 6 x 0 Liga Alajuelense-CRC
21/11 Palmeiras 4 x 0 América-MG
26/3 Palmeiras 5 x 0 Novorizontino-SP 2019
25/4 Palmeiras 4 x 0 Melgar-PER
28/4 Palmeiras 4 x 0 Fortaleza-CE
18/5 Palmeiras 4 x 0 Santos-SP
30/7 Palmeiras 4 x 0 Godoy Cruz-ARG
26/9 Palmeiras 6 x 2 CSA-AL

FORZA VERDÃO!!!

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Academia pragmática

Estádio do Maracanã. Rio de Janeiro. Dia 7 de março de 1965. Torneio Rio São Paulo. Palmeiras contra o Vasco da Gama-RJ. O juiz Ethel Rodrigues apita o início da partida. O Palmeiras dá a saída. Djalma Santos lança uma bola longa para Gildo na ponta-direita. Em velocidade ele dispara e em apenas sete segundos abre o placar para o Palmeiras.

Bola longa treinada pelo técnico argentino Filpo Nuñez era um expediente fatal da primeira Academia da década de 60, que levou o alviverde ao título do Torneio Rio São-Paulo.

Estádio Centenário. Montevideo. Uruguai. Dia 11 de fevereiro de 1972. Torneio de Mar del Plata. Palmeiras contra o Peñarol-URU. O juiz apita o início da partida. O Palmeiras dá a saída. Lançamento para Fedato. Em velocidade ele dispara e em apenas 30 segundos abre o placar para o Palmeiras.

Bola longa treinada pelo técnico Oswaldo Brandão era um expediente fatal da segunda Academia da década de 70, que levou o alviverde a ganhar todos os títulos que disputou.

Estádio do Pacaembu. Dia 3 de setembro de 1972. Campeonato Paulista. Palmeiras contra o São Paulo. Por 90 minutos, o alviverde joga defensivamente para garantir o resultado de empate em 0 a 0, que lhe dava o título de campeão paulista invicto. Expediente comum utilizado pelo técnico Oswaldo Brandão, comandante da segunda Academia e o técnico mais vitorioso da história do Verdão.

Estádio do Morumbi. Dia 23 de dezembro de 1972. Campeonato Brasileiro. Palmeiras contra o Botafogo-RJ. Por 90 minutos, o alviverde joga defensivamente para garantir o resultado de empate em 0 a 0, que lhe dava o título de campeão brasileiro. Expediente comum utilizado pelo técnico Oswaldo Brandão, comandante da segunda Academia e o técnico mais vitorioso da história do Verdão.

Estádio do Morumbi. Dia 20 de fevereiro de 1974. Campeonato Brasileiro. Palmeiras contra o São Paulo. Por 90 minutos, o alviverde joga defensivamente para garantir o resultado de empate em 0 a 0, que lhe dava o título de campeão brasileiro. Expediente comum utilizado pelo técnico Oswaldo Brandão, comandante da segunda Academia e o técnico mais vitorioso da história do Verdão.

Aqui, alguns recortes da história dos maiores times do Palmeiras. As duas Academias dos anos 60 e 70. Times clássicos e super-campeões. Exaltados pelo seu jogo técnico e eficente. Jogavam com brilho durante toda a competição. Mas, inúmeras vezes, na hora da decisão, a técnica e o refinamento davam lugar a raça, a bola longa e aos cuidados defensivos.

Cada jogo e situação pedem uma estratégia e mobilização especiais. Os grandes times do Palmeiras sempre souberam disso. A maior parte da torcida do Palmeiras sempre soube disso. Felipão, como tantos outros grandes técnicos da vida palestrina, sabe disso.

Quem não conhece a nossa história (ou parte dela) tenta induzir o torcedor mais desatento que o Palmeiras faz um futebol medíocre ou de resultadismo. Picham o clube alviverde com termos pejorativos como “Cucabol” e outras maledicências. Contam números de passes, como se isso fosse o único recurso válido e eficiente. Limitam suas análises para avaliar a qualidade de um time por quantos chuveirinhos eles realizaram nas partidas. Tentam diminuir nossos feitos. Tentam criar um estado de espírito adverso, de modo canalha e cafajeste.

Pouco ou nada importa para a coletividade palestrina. Soa caricato e inócuo. Essas artimanhas são truques antigos que convivemos desde a nossa existência. Já fomos italianinhos, carcamanos, quinta colunas e tudo mais que o valha. Seguimos cada vez mais fortes.

Queremos o Deca! Jogando bonito, jogando na retranca, jogando no ataque, com troca de passses, com bolas longas. Do jeito que for. Nada nem ninguém desviará nosso foco. Cada jogo será uma batalha e estamos fechados com nosso comandante Luiz Felipe Scolari e o atual elenco de jogadores. Todos unidos e com fé inabaláveis rumo à esse grande e tão sonhado objetivo.

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Lambendo as feridas

Mês de Abril. Eduardo Baptista no comando do Palmeiras. Jogo de ida contra a Ponte Preta válido pela semifinal do Campeonato Paulista em Campinas. Em 30 minutos, Palmeiras sofre três gols e vê a vaga para a final do estadual distante.

Mês de Junho. Cuca no comando do Palmeiras. Jogo de ida válido pelas quartas de final da Copa do Brasil no estádio Palestra Itália. Em 30 minutos, Palmeiras sofre três gols e, apesar da reação, é eliminado pelos gols sofridos em casa.

Mês de Novembro. Alberto Valentim no comando do Palmeiras. Jogo decisivo diante do maior rival pelo Campeonato Brasileiro na casa do adversário. Em 30 minutos, Palmeiras sofre três gols e dá adeus a disputa do título nacional.

Nada é por acaso. Jogamos sem qualquer proteção defensiva durante todo o ano. Todo aberto. Com um meio campo pobre, sem capacidade de criação e marcação. Laterais inexistentes. Erros capitais nos momentos decisivos, na defesa e no ataque. Individualidades abaixo da média e não representando o fator decisivo que assumiam outrora.

Soma-se a isso as diversas mudanças de comando. Um bastidor confuso e contratações equivocadas, que tornaram nosso elenco inchado e desequilibrado.

Sintomático é que em todos os momentos em que dependemos apenas das nossas forças, esse atual elenco deixou muito a desejar e nos frustrou. Não conseguimos fazer um grande jogo sequer nessa temporada.

Nos clássicos, um desempenho apático. Três derrotas contra o maior rival. Duas vitórias e uma derrota contra um cambaleante São Paulo. Uma vitória e duas derrotas contra o Santos. Nesses nove jogos, 13 gols sofridos e 11 gols marcados. Um saldo pífio.

Eliminações prematuras no Paulista, Copa do Brasil, Libertadores e Brasileiro. Um ano em que foi prometido o céu aos torcedores, com ostentação milionária, acaba de forma melancólica e amarga!

Que os egos não ceguem as cabeças pensantes da Sociedade Esportiva Palmeiras e que tenham luz para tomarem as decisões necessárias e reformular um elenco mofado, sem brilho e que está aquém das nossas expectativas.

A hora é de ter lucidez, analisar os erros cometidos (que foram além do limite em todas as esferas), lamber as feridas e recuperar o espaço perdido, projetando um 2018 de acordo com as tradições palestrinas!

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Debutante no clásssico

O goleiro Vinicius Silvestre vestiu pela primeira vez a camisa do time profissional do Palmeiras no clássico diante do Santos Futebol Clube, no estádio da Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro, na noite de sábado (29).

Na história do alviverde foram seis arqueiros que fizeram a sua primeira partida pelo Verdão no clássico contra o rival praiano.

Em 1916, Flosi assumiu a meta palestrina e garantiu a vitória por 4 a 2 contra o Peixe. O goleiro ficou como titular da equipe até 1919, quando deixou o Palestra. Um dos seus principais feitos com a camisa esmeraldina foi defender uma penalidade do lendário Arthur Friedenreich, o principal craque do futebol brasileiro no início do século XX.

No ano de 1932, Joel fazia a sua estréia no gol contra o Peixe. O Verdão venceu por 2 a 1. Mas sua carreira foi interrompida, após uma grave contusão no jogo seguinte diante do Sírio.

Craque consagrado, Jurandyr vestiu a camisa palestrina pela primeira vez em 1935 no empate por 0 a 0 contra o Santos, pelo Campeonato Paulista. O arqueiro foi um dos maiores de sua posição no futebol sul-americano. Brilhou defendendo a seleção brasileira, Palmeiras, Corinthians, Flamengo e equipes argentinas.

Joãozinho, em 1939, era reserva palestrino e fez a sua primeira partida como profissional contra o Santos, num amistoso em que o Verdão foi goleado por 6 a 1. Depois dessa partida, teve poucas chances pelo alviverde e foi negociado.

Em busca de um reserva para o lendário Oberdan Cattani, o goleiro Rei foi um dos inúmeros arqueiros que fizeram um período de testes no Parque Antártica. Teve uma prova de fogo em sua estreia e se saiu bem na vitória do Palmeiras por 1 a 0 sobre o Santos. Entretanto, teve carreira curta no Palestra. Afinal, na titularidade estava um dos maiores goleiros do futebol mundial.

Emprestado pela Ferroviária de Araraquara enquanto Emerson Leão servia a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1974, Sergio Bergantin foi o último goleiro palestrino a estrear num clássico contra o Santos. Muito desfalcado, o Verdão foi goleado pelo rival pelo placar de 4 a 0.

Vinicius Silvestre na categoria de base do Palmeiras:

Sub-15

Torneio SC Cup (2009)

Sub-17

Taça Rio (2011) – Campeão
*** Na cobrança de pênaltis, o goleiro Vinícius brilhou defendendo duas cobranças.

Campeonato Paulista (2011) – Campeão
*** Defendeu penalidade na decisão do Campeonato Paulista contra o Santos Futebol Clube.

Copa Santiago (2012) – Vice-Campeão

Sub-20

Campeonato Paulista (2012)

Copa do Brasil (2013)

Campeonato Paulista (2013)

Campeonato Brasileiro (2013) – Vice-Campeão

Copa São Paulo de Futebol Juniores (2014)

Copa do Brasil (2014)

Campeonato Brasileiro (2014)

Campeonato Paulista (2014)

vinicius

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Tripleta clássica

O gol marcado pelo zagueiro colombiano Yerri Mina contra o Sport Club Corinthians Paulista, pelo Campeonato Brasileiro, na Arena Itaquera, no domingo (17), além de garantir a vitória palmeirense pelo placar de 2 a 0 e a liderança do torneio, fez com que o jogador entrasse para a história alviverde ao marcar gols em três clássicos consecutivos.

Mina já havia balançado as redes nas partidas contra o Santos e o São Paulo nessa temporada. O fato não é uma novidade na vida palmeirense. Outros atletas já haviam realizado o feito alcançado pelo colombiano.

O último atleta palmeirense a ter marcado gols em três clássicos consecutivamente foi o atacante Henrique em 2014. Nesse mesmo ano, Alan Kardec também marcou gols em três clássicos seguidos.

No século XXI, os atacantes Edmundo (em 2007) e Vagner Love (em 2004) também registraram essa marca, anotando seguidamente contra Corinthians, São Paulo e Santos.

Euller (em 2000) e Arce (em 2002) marcaram gols diante dos três principais rivais estaduais do alviverde numa mesma temporada, mas não em jogos consecutivos.

Confira os atletas palmeirenses que marcaram gols contra os três rivais estaduais num mesmo ano, de 2000 para cá:

2016 – Mina
2014 – Henrique e Alan Kardec
2007 – Edmundo
2004 – Vagner Love
2002 – Arce
2000 – Euller

Mais recordes

O Derby vencido pelo Palmeiras também registrou outros dois momentos históricos.

O primeiro deles é o fato do Verdão quebrar uma invencibilidade do rival do Parque São Jorge que não perdia em seu estádio havia 34 jogos.

O segundo momento aponta que desde 2007 o Palmeiras não ficava três partidas seguidas sem sofrer gols do seu mais tradicional rival. Em apenas três períodos da história desse confronto esse feito se repetiu: em 1965, de 1988 a 1989 e de 2007 a 2008.

Estrangeiros

Yerri Mina é o décimo segundo atleta estrangeiro do Palmeiras a marcar em um Derby.

Carazzo, Echevarrieta, Villadoniga, Gonzalez, Bovio, Ponce de Leon, Artime, Rincon,  Arce, Munoz e Valdivia foram os estrangeiros alviverdes que escreveram seus nomes na história do Derby ao marcar gols no tradicional confronto.

Palmeiras x Santos

YERRI MINA MARCOU GOL EM TODOS OS CLÁSSICOS EM 2016

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Derby da liderança

Pela primeira vez na era dos pontos corridos do Campeonato Brasileiro (2003 em diante) Palmeiras e Corinthians fazem um clássico onde o confronto direto pode representar a liderança da competição, nesse domingo (12), no estádio Palestra Itália.

O time do Parque São Jorge está na ponta. Um empate ou uma vitória mantém o alvinegro nessa condição. Para o time palestrino, só a vitória interessa para que ele alcance a primeira colocação. Ambos torcem por tropeços dos gaúchos Internacional e Grêmio, que também podem assumir a dianteira.

Além de toda a mística e tensão natural que envolvem essas duas camisas, esse grande clássico fica ainda mais potencializado devido a data da partida. Ela remete a um dos Derbys mais marcantes da vida palmeirense: 12 de junho de 1993.

Mais que a celebração dos namorados, foi nesse dia mágico que os alviverdes renovaram a paixão pelo seu amor maior. A conquista histórica do Campeonato Paulista naquele ano pelo placar de 4 a 0 em cima do maior rival fez toda uma geração de palmeirenses soltar o grito de campeão da garganta pela primeira vez. Momento eterno. Momento inesquecível. Momento insuperável.

O fato de jogar em casa, onde conquistou 100% dos pontos disputados nesse Brasileirão até aqui, e a lembrança de um dos feitos mais marcantes de sua história, fazem com que o palestrino esteja otimista para o grande confronto.

Além disso, para os alviverdes o Derby tem outros aspectos especiais. A última vitória palestrina em seu estádio diante do rival aconteceu em 4 de abril de 1970, partida válida pela Taça São Paulo, pelo placar de 3 a 1, com três gols de César Maluco para o Palmeiras.

De lá para cá, houve mais cinco jogos no local, com uma vitória alvinegra e quatro empates. Desde a reforma do Palestra Itália e sua reabertura em 2014 foram duas partidas sem que o Verdão alcançasse a vitória perante o seu torcedor.

Se por um lado o Verdão tem a chance de quebrar esse incômodo tabu, ele também luta para manter o jejum de quatro jogos sem perder para o time do Parque São Jorge. Desde 19 de abril de 2015, semifinal do Campeonato Paulista, onde o Verdão eliminou o alvinegro em pleno Itaquerão, o Palmeiras permanece invicto contra o Timão. Foram quatro jogos, com duas vitórias palmeirenses e dois empates.

Por tudo isso, e por si só, o clássico do final de semana terá tudo para ser mais um grande jogo na vida de uma das maiores rivalidades do futebol mundial.

Confira os números gerais do Derby ao longo dos tempos:

Jogos: 359
Vitórias Palmeiras: 127
Empates: 110
Vitórias Corinthians: 122
*** Inclui os jogos do Torneio Início do Campeonato Paulista

Maior Goleada a favor do Palmeiras: 05/11/1933 Palestra 8 x 0 Corinthians – Campeonato Paulista / Rio São Paulo

Maior Goleada a favor do Corinthians: 01/08/1982 Palmeiras 1 x 5 Corinthians – Campeonato Paulista e Taça Derby; 27/08/1952 Palmeiras 1 x 5 Corinthians – Taça Cidade de São Paulo

Quem mais jogou o Derby: Ademir da Guia – 57 jogos

Quem mais marcou gols pelo Palmeiras no clássico: Heitor – 15 gols marcados

Derbys no estádio Palestra Itália: 43 jogos
Vitórias Palmeiras: 22
Empates: 9
Vitórias Corinthians: 12

palmeiras-x-Corinthians

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O direito de se calar

As torcidas organizadas do Palmeiras simplesmente ficaram mudas na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Foram “civilizadas” e criaram uma atmosfera à europeia no novo coliseu palestrino, prenunciando o que num futuro próximo será o ambiente idealizado em um estádio de futebol, de acordo com a evolução do processo de elitização que caminha à passos largos em nossas praças esportivas.

Uma manifestação justa, legítima, inteligente e pacífica contra os preços abusivos dos ingressos e a majoração de mais de 60% do programa de sócio-torcedor.

Alguns, mal informados, tentam distorcer o ato das organizadas com o discurso vazio de que eles “ganhavam” regalias para incentivar a sua paixão e frequentar os estádios e que o manifesto era inoportuno, imputando-a até o mal resultado em campo. Pura miopia.

Pensam e julgam que as organizadas são uma massa alienada. Um bando de baderneiros. Uma gente sem classe. Um povinho sem nível. Uma claque barulhenta, feia e indigesta. Outro engano.

Os homens que criaram esse estado de espírito tem nome e sobrenome e respondem pelos destinos do Campeão do Século XX. São higienistas. Puristas. Gente que não se mistura. Que tem ódio do povo. Que não gosta da alegria alheia. Que se aborrecem com quem não compreendem. Que não tem flexibilidade mental para lidar com o contraditório. Espiritos sem luz. Fracos. Perdedores. Amargos. Cagões.

Esquecem-se que são os representantes de uma coletividade, agindo de modo arbitrário e personalista. Colocam-se em pedestais. Transvestem-se de reis. São déspotas de uma causa vazia e sem sentido. Usam todas as suas forças e energias para com os seus, mas são verdadeiros cordeirinhos com os nossos rivais em defesa dos nossos interesses comuns.

Infelizmente, essa desarmonia é causada por falsos líderes. Homens sem capacidade de conduzir a paixão e os interesses de um povo com um pingo de sensibilidade e diplomacia. Usam gravatas e ternos para encobrir os farrapos humanos que são em sua profunda essencia.

Pois do mundo que eles vieram, o povo é apenas um número de RG e um cifrão. Serve apenas para pagar a conta. Não tem alma, personalidade, feição e gosto. Acham que somos um engodo. Um rebanho a ser conduzido. Que nos fazem um favor.

Uma pena subjulgarem as organizadas palestrinas dessa forma, criando um ambiente de cisão entre iguais.

Uma pena criarem muros contra o sentimento de um povo.

Uma pena não termos homens no comando.

Uma pena a falta de sensibilidade em lidar com o diferente.

No meio desse fogo cruzado de tamanha desinteligência, quem paga a conta sempre será a Sociedade Esportiva Palmeiras.

TODOS NÓS PERDEREMOS! NÃO HÁ VENCEDOR, NEM VITORIOSOS NESSA LUTA OCA!

SOBRE A ESTREIA NO BR-15

O Palmeiras apresentou um futebol pobre em sua estreia no Campeonato Brasileiro diante do Atlético-MG, no Palestra Itália. O Galo, com um time formado por reservas e desentrosado, dominou as ações e parecia ser o dono da casa. O time palmeirense ficou bem abaixo de qualquer expectativa.

O Verdão apresentou os mesmos erros da final do Campeonato Paulista. Um buraco no meio campo e falhas no sistema defensivo. Além do fraco aproveitamento ofensivo. Sem poder de fogo.

Individualmente, algumas observações. Robinho não pode atuar como volante. Foi uma figura nula. Zé Roberto na lateral-esquerda foi presa fácil. Gabriel Jesus enfiado entre os zagueiros não rende. Vitor Hugo na zaga é uma temeridade.

Prass foi o melhor em campo, com grandes defesas. Salvou-nos de uma vergonha ainda maior.

Para a sequência da temporada, tem que melhorar e evoluir muito para não termos um final melancólico como em outros anos. O time precisa, no minímo, de mais um zagueiro e um camisa 9 de qualidades inquestionáveis. Jogador para vestir a camisa de titular. Não é com “Fellypes Gabrieis”  da vida que vamos ter sucesso.

Como constatação final, no time reserva do Galo, o camisa 9 deles tinha atuado na última Copa do Mundo. O que demonstra que o nosso elenco precisa de peças mais qualificadas se quiser lutar pelas primeiras posições.

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